Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
A vida Ă© uma eterno aprendizado, erros e acertos sempre estarĂŁo presentes no cotidiano de todos nĂłs.
CĂĄssia Eller jĂĄ escreveu:
"NĂŁo sou poeta mas aprendi a amar",
Também não sou poeta,
Apesar de minha meta,
De versos declamar.
Mas nĂŁo simples versos,
Mas versos da alma,
Que vive em chamas,
Quando contigo encontras.
Nessas horas ela grita,
De ĂȘxtasi e alegria,
Pois sabe que encontrou,
Alguém em quem confiar,
Para um dia entĂŁo dizer,
Que aprendeu a amar.
me sinto uma pequena formiga conversando com vocĂȘ,vocĂȘ me destrĂłi fĂĄcil,e me constrĂłi mais facilmente ainda
O futuro Ă© uma caverna escura. Portanto, foque no agora, onde pisa. Faça da fĂ© a faĂsca que ilumina e da positividade o som que ecoa.
Ah se os humanos nĂŁo se importassem com
Idade, aparĂȘncia, status, cargos, bens... Se o interesse fosse sĂł o amor e querer ficar junto com o ser que diz amar... Se a admiração inicial nĂŁo morresse na primeira queda financeira... Se as pessoas lutassem e nĂŁo desistissem de uma histĂłria, sĂł por causa de nada, ou fofocas.. Ah se as pessoas amassem na vida real como dizem amar na vida virtual... TerĂamos mais gente feliz e menos rancores... Ă, se as pessoas colocassem mesmo Deus nos seus relacionamentos, haveria mais compreensĂŁo, mais amor, menos egos, menos vaidades, menos arrogĂąncia e mais sentimentos...
Ele afunda em silĂȘncio, consumido por "ais" e "uis" e "por quĂȘs". Poderia se juntar Ă cerĂąmica fria, se imaginar em um isolamento perfeito, imerso em lĂĄgrimas, longe de todos os elementos que fervorecem o ambiente, gritam, gemem, o fazem querer escapar. Por fim, torna-se uma concha, que um dia jĂĄ foi forte e neste momento tenta provar mais uma vez sua força, tentando continuar selada, protegendo-se, envolvendo em nĂĄcar tudo aquilo que a ameaça. Ao fim, obtĂ©m sua pĂ©rola e a segura com sua mĂŁo trĂȘmula, protegendo-a, apertando-a contra seu peito.
Sua pérola, nada mais do que uma coleção de må lembranças que justo agora não deveria abrilhantar, uma aglomeração de invasÔes de espaço; vinda de tempo, de outros, de sua própria protetora.
Ele sente, se amedronta, aloca possĂveis acontecimentos porvir. Teme que possam cutucĂĄ-lo, abri-lo, simplesmente afim de explorĂĄ-lo.
Sem contra-ponto ele retorna, nĂŁo seguro de si, nĂŁo seguro dos outros, mas seguro de que agora sua rĂgida pele irĂĄ protege-lo como um forte manto, sua capa cristalizada em cĂĄlcio, seu prĂłprio escudo, parte de sua idealização.
Ele só quer ser lembrado por sua forma, seus traços, sua força. Como uma concha ele enfeita o ambiente, traz consigo sua beleza, seus segredos.
Tudo deve permanecer assim
Sem te namorar
Te namoro com o olhar
Meu sorriso a chorar
Meus olhos a sorrir
Pois nĂŁo posso lhe fazer rir
Ser odiado por vocĂȘ Ă© um castigo pra mim
NĂŁo era pras coisas serem assim
NĂŁo queria me tornar oque tornei
Enfim, meu nome nĂŁo honrei
Estupidamente passei de rei, Ă bobo
Viver sem te ter nĂŁo Ă© viver
Te ter sem te ver nĂŁo Ă© viver
Te ver sem te ter nĂŁo Ă© viver
NĂŁo sei descrever.
E mais uma vez estou aqui escrevendo sobre vocĂȘ, sobre a gente, sobre esse sentimento, difĂcil descrever o que sinto, reformulando a minha frase,difĂcil realmente Ă© sentir o que sinto por vocĂȘ
