Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"Como alguĂ©m pode abrir mĂŁo de tudo? Abrir mĂŁo dos sonhos, dos planos, dos desejos, de tudo o que dizemos que farĂamos juntos; Por um erro, uma bobagem, um mal entendido qualquer.
Ei, volta aqui; Senta ao meu lado e vamos conversar. Olha nos meus olhos e desvenda até o que eu por algum motivo não conseguir te falar.
Segura firme a minha mão, vamos recomeçar. Não é justo e nem certo deixarmos terminar assim, abro mão do meu orgulho, me deixa explicar.... o destino conspira a favor do nosso amor, entenda por favor!!! Não deixa terminar..."
Nem sempre o mais belo, Ú o mais bonito por dentro, nem sempre o sorriso mais bonito Ú aquele que Ú verdadeiro, nem todo eu te amo tem tanto amor pra ser verdade, talvez Deus tenha colocado em sua vida, alguém a verso a tudo que é lindo, a mas com um coração digno de ser chamado segundo o coração dele.
Escrevo pela necessidade de me sentir vivo,
Escrevo pelo prazer de me sentir amado,
Escrevo pelo desejo de ti sentir em mim,
Escrevo pela sutil forma de saborear teu corpo aveludado,
Escrevo simplesmente para que minha histĂłria nĂŁo tenha fim,
Escrevo para que um dia seja lembrado,
Escrevo para nĂŁo me tornar o cordeiro desgarrado,
Escrevo para ser Ășnico em teu ser,
Escrevo para que o tédio não me faça sofrer,
Escrevo para a solidĂŁo nĂŁo arrancar meu riso,
Escrevo... escrevo, pois da poesia tenho meu refĂșgio,
Escrevo... escrevo, pois da vida Ă© o que tenho,
Escrevo... escrevo, no frenético ritmo do coração,
Escrevo olhando o doce sorriso de minha fada,
Escrevo dedilhando a calma canção,
Escrevo pela simples desculpa de falar com minha amada,
Escrevo... escrevo, pois sou alma vivente,
Escrevo...
Ainda que possa parecer escuro, Deus sempre traz um novo amanhecer... cheio de esperança, fé, e a certeza que dias melhores sempre virão. Os dias nublados hão de ficar para trås, e o céu hå de colorir. Tenha certeza que os planos de Deus são sempre melhores que os nossos. Ele cuida, nos då força para enfrentar qualquer adversidade que nos sobrevenha. Sempre com o pensamento de que só nos é permitido aquilo que podemos suportar. Não deixando jamais de lembrar todos os dias, da misericórdia de nosso pai... Que permitiu que seu filho o Cristo, amado, desse sua vida, em troca de muitos... à por esse amor que eu quero viver!
Pai, somente tu, és digno do meu amor, da minha admiração, da minha adoração.
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Que fizeste Ă s pessoas?
TĂȘm sorrido tanto,
Dizem que vive
Sob um certo encanto,
Naquela lagoa
Que chamas de alma.
SerĂĄ que ele sabe?
Em tudo hĂĄ ela
E com ela cabe
Somente o amor.
Ă diferente, distante e presente,
Livre deste mundo,
Com formas e o som cadente,
De um universo sĂł deles,
De pensamentos profundo,
E mesmo que latente,
Vibra forte n'aqueles,
De coragem e vivalma.
SerĂĄ que ele sabe?
Em tudo hĂĄ ela
E com ela cabe
Somente o amor.
Ă inerte, inerente,
Pois sempre o acompanhou.
Toda a sua vida,
Resume-se a esse alvor
Que tornarĂĄ a ser gente
Quando diretamente o for
Feito livro, toda lida
Pelo seu amador.
SerĂĄ que ele sabe?
Em tudo hĂĄ ela
E com ela cabe
Somente o amor
Enquanto o tempo,
Se diverte com a morosidade,
Observa no garoto,
E com certa idade,
Sorri tĂŁo contente
Com aquele flerte
De dois que em voto
Juraram expor
Ă prova, seu sonho
De ver aquela flor,
Tornar-se a ĂĄrvore
De uma famĂlia, vigente,
Nascida em primor.
SerĂĄ que ele sabe?
Em tudo hĂĄ ela
E com ela cabe
Somente o amor
Corrompe-lhe a dĂșvida,
Rouba-lhe a luta,
Mas salva-lhe a lira,
De um sono profundo,
Mas fraco de ira,
Cheio de conduta,
Onde todo o seu mundo,
Ă seu,
E dela.
Um pinheiro, e o vermelho.
Seus cabelos, suaves,
Carregam o sereno,
De uma alma tĂŁo grave,
De abundùncia e segurança,
Que guarda na palma,
De destino pleno,
Do alento que Ă© primeiro
Ă seu,
E dela.
SĂł sabem os deuses,
Distantes e atentos
Vigentes, nĂŁo opulentos
Mas de rico, o intento
De nobre lembrança
SerĂĄ o legado
Ă o acrescento
Ă seu,
E dela.
Mas Ă© dele a mente
Que espera o eterno
Terno amor, que guarda
Para ela que sĂł mente
A sua chegada
A tempos subalterno
Do prĂłprio destino
Que de todos os homens
Escolheu o menino
Mas nĂŁo importa a sina
Ă seu,
E dela.
A canção aconchegante,
Da noite,
Lhe parecia delirante
Mas perante as dores
Soava num instante
E os clamores tĂŁo bravos por natureza,
NĂŁo passavam de louvores
Calmos, em uma era, e era ela
Que nĂŁo estava ao seu lado
Parado, inconstante
Reflexivo e guiado
O garoto nĂŁo sonhava mais.
Era acordado
Mas nĂŁo era capaz
Talvez fosse o medo
Mas o medo jamais,
Superaria seu amor,
Por ela, que atrela
Seus desejos ao compor,
Suas lembranças e insignificùncias
DiĂĄrias, de uma rotina de passado
E em sua mente ele voava,
NĂŁo inspirado, mas acariciado
Pela brisa, feito sopro que plainava
Seus desejos e cansado
Ainda era ela que o chamava
"N'onde estĂĄs amor?"
Ouvia ao longe, aquela fala
O tom mais belo e sincero.
Que voz seria esta,
Se nĂŁo dela e discreto
Ele chorava ao som, certo
De que o passado, estava ali
Seu coração tamborilava
Devia aceitar, tinha algo para cumprir.
Dormiu, foi em sonho.
Ela lhe sorriu a face rosada
E ele bisonho, tentou se aproximar
Cabelos ruivos bailaram em velada
No sorriso inocente, estava a clara
Sob a clareira, no clarĂŁo do luar.
Quando tempo faz?
Viveste para respirar,
Mas jĂĄ nĂŁo importa mais
Pois agora chegou,
Plangente e com dor
Porém tem consigo vigor
Ela te espera
Não se esqueça da calma
Ela te ora
Lhe beija a alma
Venha, estenda os braços
Respira os melhores ares
Foi Zéfiros quem os preparou
Pode ver ao longe os traços?
Eles nascem em pares
Como foi vocĂȘ, quando a encontrou
Ela te espera
Não se esqueça da calma
Ela te ora
Lhe beija a alma
JĂĄ pensaste enquanto vive?
Ela nĂŁo pode te comandar
Suas decisÔes que o inclinem
Para com ela poder professar
A uniĂŁo indispensĂĄvel
Ă tua quando podĂȘ-la alcançar
Ela te espera
Não se esqueça da calma
Ela te ora
Lhe beija a alma
Portanto se vĂĄ
Ore e vigie, espalhe tua erudição
Seja digno feito ela
Que estendeu o coração
Talvez esteja Ă hora
Pois apesar de tudo
EstĂĄs aqui
Ela te espera
Não se esqueça da calma
Ela te ora
Lhe beija a alma
A noite e os ventos suspiravam,
As estrelas e os pĂĄssaros lhe admiravam
Mas era o tempo que caminhava observando
Lento feito nuvem ao céu nublado
E era ele que iria
Acreditava e desta vez
Com maior fé prosseguiria
Para vĂȘ-la em placidez
Oh, pobre jovem
Consegues, podes mais
Se és como nuvem
Sabeis que Ă© capaz
Pois sendo ela, se carrega
Até onde ela estås
E era ele que iria
Acreditava e desta vez
Com maior fé prosseguiria
Para vĂȘ-la em placidez
VĂȘ aquelas aves?
Voarão até os montes
CruzarĂŁo longos mares
E planarĂŁo sobre horizontes
Como nĂŁo poderia entĂŁo,
Espera-la até que apronte
E era ele que iria
Acreditava e desta vez
Com maior fé prosseguiria
Para vĂȘ-la em placidez
Chegaste até o ponto
Em que o tempo e teu dom
Compreendem qualquer conto
Sobre ela e o seu tom
Porém agora tu jå sabes
Podes vĂȘ-la em inspiração
E era ele que iria
Acreditava e desta vez
Com maior fé prosseguiria
Para vĂȘ-la em placidez
Qual era a cor do céu?
Seus pensamentos angustiados,
Se perderam e sem anel,
O compromisso era forjado.
Sem pesar, e como fuga
Lutava contra a culpa.
Queria ser dela, mas a disputa
Era cega e absoluta.
Dizia para si, sĂȘ fiel,
Porém, seu coração agora cansado
Pedia por razĂŁo e era cruel,
Sua paixĂŁo parecia um fardo.
Sem pesar, e como fuga
Lutava contra a culpa
Queria ser dela, mas a disputa
Era cega e absoluta
Adiante, homem, viva seu fado,
Sereno, e distante;
Serå como aqui, porém amado.
Talvez perante;
Seja sozinho, e serĂĄ passado,
O tempo, puro, presente
Vivo, e venturo.
Consequente, homem, viceje e a vida,
Mostrar-lhe-ĂĄ a dor,
Nas noites e em suas brisas,
SeguirĂĄ taciturno de amor,
Antes mesmo da despedida,
O alento, duro, ardente
Esquivo e Inseguro.
SĂł entĂŁo, viverĂĄ a chance
Que nem os Deuses
Mais distantes,
Poderiam lhe privar.
SĂł entĂŁo, viverĂĄ um romance
Que embeleze,
A sua espera;
Porém ainda assim seguirå, a procurar.
Sua vida afinal, jĂĄ nĂŁo Ă© mais sua.
E os dias que se seguirĂŁo, nĂŁo sĂŁo mais seus.
Suas escolhas, que se farĂŁo, sĂŁo pela Ășnica,
E suas conquistas, que ocorrerĂŁo, o farĂŁo pelos teus:
Cabelos avermelhados,
Alma, e o adeus, para ninguém dado.
Sim, é dela a cor do céu,
Que se altera ao seu agrado
Como é dela o garoto incréu,
Para o eterno, suspiro, realizado.
Talvez fizesse bem,
Aquela espera.
Talvez fosse além,
Por ser tĂŁo bela.
Mas talvez seja de quem,
SĂł a venera.
Talvez as histĂłrias,
Fossem histĂłrias.
Talvez os sonhos,
Fossem sonhos.
Mas talvez soassem suasĂłrias,
E o gosto pelo mistério,
Sempre impera.
Quem sabe seja impulso,
E esperança,
Quem sabe seja discurso,
Pela temperança,
Mas quem sabe seja percurso,
E a insegurança,
SĂł seja austera.
HĂĄ quem diz que Ă© verdade.
E hĂĄ quem diz que nĂŁo se sabe.
HĂĄ quem diz que Ă© importante.
E hĂĄ quem diz que estĂĄ distante.
Quando determinarem, pelo menos,
A resposta serĂĄ sincera.
Eu nĂŁo sei quem estĂĄ certo,
Também não sei quem estå mais perto.
Mas se eu descobrir em algum verso,
Sei que serĂĄ tudo, mesmo que discreto,
Para ela, que vive bela e terna.
Em sua vida que Ă© poeta.
Saberia ela como ele se sente?
Incerto de tudo e por vezes contente
Saberia ela que ele nĂŁo mente?
Com ela Ă© sincero sem saber se Ă© vero
Talvez os dois nĂŁo soubessem
Talvez nĂŁo deveriam
Talvez os dois se esquecem
Mas se lembram com carinho
Saberia ele quem Ă© ela?
Diferente e do seu jeito, tĂŁo bela
Saberia ele como a espera?
Quietamente inquieto
Em sua inconstĂąncia que vem por certo
Talvez os dois nĂŁo soubessem
Talvez nĂŁo deveriam
Talvez os dois se esquecem
Mas se lembram com carinho
Saberiam os poetas, que assim Ă© o amor?
Ou diriam os profetas que o nosso Ă© temor?
NĂŁo nos vemos, ou dizemos que Ă© sonho e distante.
O que serĂĄ isso que nĂŁo entendemos?
O que nos farĂĄ se persevera com afinco?
DirĂĄ para nĂłs que estamos sozinhos?
Ou roubarĂĄ a voz em que nĂłs nos escondemos?
JĂĄ nĂŁo sei se procuro,
Ou se a procura Ă© minha,
Mas sempre te esqueço,
Para te ver em toda a vida.
Havia um riacho,
E por ele um caminho.
Cruzando-lhe, o garoto,
Encontrou-se sozinho.
Porém, distante sonhou,
Em encontrar seu destino.
Havia uma estrada,
E nela, um poeta.
Que dizia ser sĂĄbio,
E tocava clarineta.
Mas a mĂșsica lembrava,
O garoto de casa,
E inquieto seguiu,
Com sua historieta.
Havia uma cidade,
E nela pessoas,
Convivendo, o garoto,
Encontrou-se sorrindo.
Mas a estrada o chamou,
E apĂłs uma briga,
Estava ele animado,
Em perseguição do destino.
Havia um magnata,
Que ofereceu um sorriso.
Era Trazido em moedas,
Mas sua memĂłria era um aviso.
Fugiu entĂŁo, o garoto,
Da ganĂąncia e do perigo.
Havia a saudade,
Do que Ă© fĂĄcil e distante.
E do passado a memĂłria,
Atormentava enquanto diante.
Mas a estrada que seguia,
Prostrou-se perante,
A jovem alma que riu,
E continuou ele errante.
Pode demorar, mas de uma coisa vocĂȘ pode ter certeza : eu vou te esquecer. E quando acontecer isso, nĂŁo terĂĄ lembranças nesse mundo que faça ressurgir sentimentos por vocĂȘ.
Pode demorar, mas de outra coisa vocĂȘ pode ter certeza : eu serei feliz. E quando isso acontecer, nenhuma foto sua com outra irĂĄ me entristecer.
Pode demorar, mas hĂĄ uma Ășltima certeza que vocĂȘ pode ter: Eu vou encontrar alguĂ©m pra vida toda. E quando isso acontecer, vou me ajoelhar e agradecer a Deus por ter me livrado de vocĂȘ, e nesse momento vou sabe que valeu a pena esperar. Esperar alguĂ©m que faça o que vocĂȘ jamais fez..
VocĂȘ passou anos da sua vida com uma pessoa e simplesmente acabou?
Tudo bem, agora apenas a respeite. Se vocĂȘ passou tanto tempo com alguĂ©m Ă© porque teve sentimentos, entĂŁo agora que nĂŁo estĂĄ mais com essa pessoa, respeite o luto do tĂ©rmino. NĂŁo fique postando fotos com outras, na balada, bebendo. VocĂȘ nĂŁo acha que deve gratidĂŁo a ela por alguma coisa?
NĂŁo seja mais um babaca, hĂĄ muita concorrĂȘncia para isso.
Suas palavras nĂŁo tinham a intenção de serem ĂĄsperas, porque nem sequer foram, nem mesmo um adeus foi dito, atĂ© mais ou um simples tchau. Parecia nĂŁo ser aquele fim tĂŁo conhecido, tinha ares de começo, de um abraço apertado. O ocioso orgulho gosta de tirar sarro da alegria, criando confusĂ”es para atormentar uma alma perdida que procura nĂŁo apenas as chaves de casa, mas o caminho, em suma; um lugar onde possa se sentir acolhida. A tristeza se incomoda com os sorrisos, sabe que a lĂĄgrima nĂŁo lhe ameaça, por isso Ă© de se compreender que estejamos separados um do outro e eu sinta a cada dia que passa essa distĂąncia atordoando os meus passos fracos para lugar nenhum. VocĂȘ apenas queria ser indiferente, ser mais forte que o medo da entrega, da sinceridade que se desnuda junto aos corpos, tornando o prazer uma linguagem extensiva ao afeto, a prĂłpria e nobre continuação dele, de nĂłs, daquilo que compartilhamos fazendo da realidade um sonho a dois, um projeto amigo, um roteiro sem diretor, conduzido pelas nossas mĂŁos trĂȘmulas, nossos lĂĄbios sedentos por mais do outro, e mais de nĂłs... Se vocĂȘ soubesse quanto medo eu tive, quanto tempo demorei para aceitar os meus sentimentos e nĂŁo fugir deles como se contorna um obstĂĄculo necessĂĄrio ao progresso. Gosto das palavras repetidas, essas ideias teimam em nĂŁo saĂrem da minha cabeça. Os versos refletem o meu estado de espĂrito e seria uma tolice me trair mais uma vez. Desabafo para encontrar alĂvio, para conversar com as linhas e agarrar a sensação de que vocĂȘ algum dia sentirĂĄ a minha dor, tirarĂĄ ela de dentro do meu coração, pensando nesse dia tĂŁo incerto em que estaremos juntos e tudo nĂŁo terĂĄ passado de um sonho ruim.
Minha cabeça diz que estå tudo bem,que jå passou. Meu coração diz que ainda dói e que sem ela não tem jeito. Alguém estå mentindo.
Ela sempre foi diferente, nunca ligou muito pra âeu te adoroâ ou âeu te amoâ e esse blĂĄ blĂĄ blĂĄ todoâŠsempre preferiu adjetivos do tipo âseu boboâ ou âseu bestaâ seguidos sempre um lindo sorriso, mas cara vai por mim, se ela te pegar pela nuca com as duas mĂŁos, olhar nos teus olhos e ao mesmo tempo em que sorrir dizer âidiotaâ case com ela, porque ela Ă© e sempre serĂĄ toda sua.
