Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"NĂŁo confunda ser aprovado com ser amado. VocĂȘ serĂĄ amado pelo que vocĂȘ Ă©, e nĂŁo pelo que vocĂȘ faz."
Ainda tenho as mesmas manias,ler mensagens antigas,sorrir por cada palavra dita,por cada brincadeira boba que fazia,pensar no porque de tanta briguinha boba que no fim ja nem existia mais e se tornava em vårios elogios e risos sobre nossas bobeiras.Ainda abro a conversa do seu zap só pra ver a foto ou até mesmo ver se ta online,na esperança de receber um "Oi" ou qualquer outra coisa que me faça pensar que ainda por algum motivo pensa em mim como ainda penso muito em ti.
SĂł deixarei de te amar quando a luz dos meus olhos se apagar e quando meu espĂrito do meu corpo se afastar.
NĂŁo tenho medo de te dizer que te amo.
NĂŁo tenho medo de dizer que te quero.
Pois tenho a certeza que Ă© vocĂȘ que eu quero".
01/05/2019
Belo, imponente, vistoso
Ă© o que nos sugere
o amanhecer deste primeiro de Maio...
Maio que conduz
O dia do trabalho,
Das mĂŁes,
De Maria, de luz, de amor... do Criador.
Maio que vem também
Com muitas emoçÔes, tradiçÔes e gratas devoçÔes.
Maio tem flor, tem noivas,
tem de tudo que o coração deseja e a alma cobiça.
Maio tem fartura de motivos para abraçar e amar
Amar a vida, a lida
Amar o bem que virå para festejar com o coração em flor.
Maio muito nos seduz,
cativa
e conduz
Maio Ă© luz Ă© amor Ă© calor
Viva, vibre muito neste Maio de flor.
"Palavra de Esperança e confiança na harmÎnia que nos conduz!"
Te faço livre po, viu o vento soprou, sentiu?
O arrepio, anuncio que o santo baixou
Acalma as ondas, veja, o mar Ă© um reflexo
Parece raiva mas Ă© sĂł amor, Ă© sĂł amor
Decidir pela coragem ao invéz do medo, pela alegria a tristeza, optei pelo perdão ao ódio. A vida é minha e todos os dias escolho quais sentimentos que podem morar nessa casa que sou eu!
Antes da gente dar nome, jĂĄ era pra sempre.
Como dói essa idéia de fingir que não nos conhecemos, parecemos dois estranhos, num mundo tão pequeno.
Pior que viver sem vocĂȘ, Ă© ter que fingir pra mim mesma, que jĂĄ nĂŁo te tenho.
Minha cabeça diz; seja orgulhosa, nĂŁo dĂȘ o braço a torcer! Mas meu coração insiste ; tente mais uma vez, vai deixar tudo se perder?!
Tem hora que nĂŁo sei qual seguir, Ă© um sentimento sufocante, que de dia parece morrer e de noite renasce ainda mais forte!
Nem sei qual nome dar, para essa coisa de querer se afastar e ao mesmo tempo querer ver o pĂŽr do sol, no teu olhar!
E parece que cresce, mesmo sem eu permitir.
Posso dizer que meu coração Ă© imune, a qualquer sinal de desistĂȘncia.
Porque desde de criança aprendi, que se for coisa de Deus, vai permanecer.
EntĂŁo se isso nĂŁo for amor, nĂŁo sei qual nome dizer.
Porque minha alma grita o tempo todo; lute, lute, lute, continue a seguir,
enquanto vocĂȘ respirar, esse sentimento viverĂĄ dentro de ti.
E Ă© por isso que nĂŁo desisto, sĂł pode ser amor, porque vejo o universo sempre conspirando ao nosso favor.
Porque um amor de verdade, não vive em apenas uma estação, vive eternamente em cada uma delas.
E em meio aos ventos, Ă© o amor que ajusta as velas.
Paciente Ă© o seu nome, Ă© por isso que ele espera!
Autora: #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 01/05/2019 Ă s 13:00 horas
Favor manter créditos ao autor original Andrea Domingues
VocĂȘ e Eu...
Talvez seja um tanto bobo esse titulo
Porém não tem como esse texto se referir a outra pessoa
Afinal, era VocĂȘ, nĂŁo era?
VocĂȘ que nĂŁo saĂa da minha cabeça
VocĂȘ a quem Eu dediquei tantos planos
VocĂȘ que sempre esteve tĂŁo bela
VocĂȘ sobre o que aprendi tanto
VocĂȘ que sempre foi tantas coisas...
Se foi,
E tão sem esforço...
Do mesmo jeito Ășnico e simples que VocĂȘ sempre teve. (E provavelmente nunca notou).
Talvez Eu tenha buscado o impossĂvel
Talvez Eu seja o Ășnico a se preocupar
Talvez VocĂȘ nĂŁo tenha me visto desse modo
Talvez VocĂȘ nunca saiba o quĂŁo longe Eu poderia ir,
E Eu sei...
Que esse amor jĂĄ nĂŁo faz parte da sua vida
Que VocĂȘ nĂŁo poderia entender esses sentimentos
Que todos esses sonhos jĂĄ nĂŁo vĂŁo se realizar
Que Eu nĂŁo sou o "Eu" que vocĂȘ tanto procura.
E isso machuca,
Uma dor surge em meu peito quando Eu menos espero,
Como um espinho no meu coração,
Mas Eu sei que isso vai passar...
Por enquanto estou por conta prĂłpria,
Talvez um dia sem Eu nem perceber
Novas memĂłrias terĂŁo sido feitas
E Eu jĂĄ nĂŁo pense tanto em VocĂȘ
Hoje resolvi sair de casa sem celular para me conectar mais com o mundo e com as pessoas.
JĂĄ na ida ao mercado, um dos poucos abertos no dia do trabalho, me deparei com uma cena que me chocou (inicialmente, e explico isso depois): Duas crianças brincando de piscina em uma lixeira (destas de plastico). Na volta para casa prestei atenção nesta famĂlia (me conectei) que mora praticamente dentro do Terminal de Ănibus Ana Rosa, em Sao Paulo-SP. Vi a alegria das crianças brincando nesta piscina improvisada e vi mais, vi a alegria de seu pai brincando com elas, dando gargalhadas e jogando ĂĄgua na cabeça de suas crianças.
Sou pai de famĂlia, de duas lindas meninas, e muitas vezes nos vemos pressionado, pela vida, em dar študo de bom e do melhorš, porĂ©m nos falta na grande maioria das vezes esta leveza deste pai, este amor sem preocupaçÔes por mais estranho que isso possa significar.
Pensamos muito nos bens materiais que devemos šfornecerš para a nossa famĂlia e muitas vezes nos falta olhar mais para nĂłs mesmos, como humanos, e oferecer atenção, carinho e amor!
depois desta cena, pensei em algumas maneiras, ou melhor: repensei no modo como encaramos a vida e as pessoas ao nosso redor! e vocĂȘ? O que pensa?
à mais fåcil pegar um atalho, do que respirar fundo e retomar o caminho trilhado de uma vida. Afinal o novo é sempre melhor opção.
SerĂĄ?
O caminho antigo vocĂȘ o conhece nos mĂnimos detalhes, mas, o novo atalho, pode ser uma caxinha de surpresas.
Serå que vale apena pagar o preço pelo desconhecido?
Pétalas ao chão
Era pra ser um dia especial,
Mas as pĂ©talas caĂram,
NĂŁo suportaram os dias de tormenta,
Onde a tempestade de um copo d'ĂĄgua desconstruĂram sua perfeição.
Era pra ser um dia de comemoração,
O botĂŁo virou flor, e as palavras como o vento, passaram a torturar,
Até o dia que soprou, a flor não aguentou,
E as pétalas com vento foram levadas.
Eram para as pétalas serem apreciadas,
Mas entre elas se soltaram,
E as pétalas secaram.
Pois, o sol nĂŁo mais nasceu,
No escuro ficou e o sentimento acabou.
Era pra nascer lindas rosas,
Mas a roseira nĂŁo foi alimentada,
As palavras eram como navalha, vinha e machucava.
A ĂĄgua nĂŁo saciava, o amor se acabava.
Sendo pedras, a consciĂȘncia lhe sufocava,
E a roseira foi cortada.
