Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Eu me perco em tantas palavras. SĂŁo tantas coisas querendo ser ditas a todo momento, que acabo calando. Aquele sentimento que deixei por aqui dentro, nem se atreveu a chegar a minha boca. SĂŁo tantas emoçÔes guardadas, palavras fechadas, quase que roucas. Um "eu te amo" simples que Ă© tĂŁo mais amplo! HĂĄ caramba, como Ă© difĂcil dizer o que sente, expressar a explosĂŁo que se passa nesse coração aparentemente quieto.
"Eu te amo" e todo dia Ă© de uma maneira diferente amor!
Os fracos se julgam fortes, os maus se julgam bons, mas sĂł aqueles que compreendem o que Ă© respeitar, realmente sĂŁo fortes e melhores para si e para os seus semelhantes. Conhecem e aplicam a Ă©tica, a moral, a prudĂȘncia e a tolerĂąncia diariamente nas suas açÔes do seu dia-a-dia.
Ă importante deixar claro que tanto a co-dependĂȘncia como o amar demais podem ser revertidos. A transformação inicia-se com a mudança de foco â o voltar-se para o interno, o olhar para dentro, o acolher cada escolha e cada sentimento, o estar atento Ă comunicação e, principalmente, parar de querer transformar o outro.
Um dia vou te provar que nem todos os Homens sĂŁo iguais.Assim como vocĂȘ vai me provar que existe Mulheres que vale apena ser diferente!
Sinto as sonoridades das cordas do meu violĂŁo, tocando em meu coração. Ă uma sensação tĂŁo boa, nem sei como explicar o que estou sentindo. Cada nota dada, Ă© como se ela cantasse seu nome. Ah, seu nome.. nome e homens, amores e paixĂ”es. O que Ă© melhor que o amor? Se alguĂ©m me falar que nunca amou, eu digo que nunca viveu, nunca nasceu. Pedras e espinhos, rosas e caminhos, barreiras a serem quebradas, onde hĂĄ amor, passeamos por obstaculos com se estivessimos sob plumas. Devemos traçar nossos caminhos juntos, eu dependo de vocĂȘ e do seu amor. Nada Ă© melhor do que amar vocĂȘ, fazer todos saberem que eu te amo. Compus uma mĂșsica pra vocĂȘ, irei gravar em vĂdeo pra te entregar. Queria ver sua reação, mas eu quero mesmo ver sua ação!! Te quero mais que tudo nesse mundo, eu sempre te quis, nunca soube ser feliz sem vocĂȘ. Sei que posso nĂŁo merecer, mas me dĂȘ uma chance. Pode tentar mas a Ășnica maneira de me fazerem esquecer vocĂȘ Ă© me fazendo perder a memĂłria, e ainda assim, se eu te ver, saberei quando meu coração bater, que vocĂȘ Ă© uma minha vida. Pessoas acham fĂĄcil, mas a maior dificuldade de um homem, Ă© olhar no fundo dos olhos do seu amado e falar com as palavras bĂĄsicas, que pessoas falam como se fosse a coisa mais natural do mundo, mas quando seu sentimento Ă© real e puro, vocĂȘ abre somente sua boca para falar do fundo do seu coração. E com isso que eu encerro esse pequeno texto dizendo: SĂŁo os mais sinceros sentimentos e as mais sinceras palavras que te digo nesse momento, EU TE AMO!!!
JĂĄ brinquei, jĂĄ sorri, jĂĄ chorei, jĂĄ sofri, jĂĄ gritei, jĂĄ fiquei calado, jĂĄ abraçei, jĂĄ briguei, jĂĄ mogoei, jĂĄ fiz besteira, jĂĄ errei, jĂĄ entreguei, jĂĄ recebi, jĂĄ acertei, mas hoje eu digo que jĂĄ cansei, cansei de nĂŁo ter vocĂȘ perto de mim como sempre quis, como eu quero. Quero ter vocĂȘ nĂŁo sĂł hoje, nem amanhĂŁ, nem daqui a um mĂȘs ou um ano. Mas eu quero ter vocĂȘ, estar com vocĂȘ por toda a eternidade. Cansei de ficar com isso guardado sĂł pra mim, sofrendo por tempos, ficando com pessoas erradas, atĂ© meu coração me falar que eu estava errado. Hoje, todos os dias eu peço a Deus para que ele abençoe esse sentimento, e que ele se torne o maior e mais real sentimento que um homem pode sentir. Pode nĂŁo parecer, mas tudo o que eu queria era que toda a humanidade acreditasse nas seguintes palavras:
EU TE AMOOOOOOOO!!!
# Eu te amo, amo, amo, amo, amo... ♥
Parece que foi ontem que agente se brincava dizendo que eramos namorados, mas nunca damos nenhum beijo.. AtĂ© hoje sinto vontade de saber qual o gosto dos teus lĂĄbios, mas vindo de uma pessoa tĂŁo doce, garanto que vai ser o melhor do mundo. Mas o que eu quero na verdade nĂŁo Ă© seus lĂĄbios colados nos meus, eu quero ter seu coração e quero que vocĂȘ tenha o meu. Ops, vocĂȘ jĂĄ tem o meu mas acho que ainda nĂŁo percebeu isso.. NĂŁo importa, sĂł quero ter vocĂȘ, quero te namorar, quero noivar, casar e ter os filhos mais lindos, "os loirinhos de olhos azuis" como brincavamos quando eramos crianças, pequenas e inoscentes da verdade, mas depois que cresci pude ver que meu sentimento nunca foi apagado pelo tempo e que ele nĂŁo era inoscente da verdade. Tenho tanto pra te falar, mas sĂŁo tantas as palavras que tenho pra dizer que para resumir eu prefiro um Ășnico sentimento em trĂȘs palavras:
# Eu te amo!! ♥
Que meus olhos nĂŁo percam o brilho do dia,
que minha boca nĂŁo perca o sorriso nos lĂĄbios,
que meu coração não perca o amor pela vida
que minha mente nĂŁo perca a capacidade de sonhar
e que eu nĂŁo perca o entusiasmo de tornĂĄ-los realidade!
Velocidade Ă© a bola da vez. NĂŁo sei bem se Ă© isso, mas nĂŁo tenho mais tempo para errar. HĂĄ alguns meses, numa mesa-redonda em Belo Horizonte, o professor EugĂȘnio Trivinho (PUC-Santos) falava em "dromoaptidĂŁo". Nunca mais me esqueci. Ele fala difĂcil, a platĂ©ia de estudantes de graduação em Comunicação ainda nĂŁo sabia o que fazer com aquelas palavras. Muita gente riu baixinho, pensou logo no dicionĂĄrio. "DromoaptidĂŁo" era um conceito que Trivinho desdobrava ali para aquela "galera". E era mais ou menos a aptidĂŁo que nĂłs (e os prĂłximos habitantes desta Terra) devemos ter para lidar com a velocidade.
AlĂ©m do professor de Santos, capĂtulos de livro trazem pesquisas sobre o tal do "tempo real" e a perseguição de um intervalo cada vez menor entre os fatos, os fatos e as idĂ©ias, os fatos e os textos, os fatos e o jornalismo. Uma correria que aparece na vida de todo mundo das mais variadas formas. GeraçÔes que se sucedem e ficam sem o que fazer cada vez mais cedo.
A geração dos meus professores universitĂĄrios fazia doutorado aos 45-50 anos. A minha geração Ă© de doutores antes dos 30 ou pouquĂssimo depois. Inventou-se, para dar conta disso e manter a "linha de corte", o pĂłs-doutorado. E deste se pode ter um, mas Ă© pouco. HĂĄ jovens estudiosos com cartelas de dois, trĂȘs ou quatro, antes dos 40 anos, uns dentro e outros fora do paĂs.
Vou pelo mesmo caminho, mas nĂŁo sem me perguntar: para quĂȘ estou correndo tanto? Onde vou parar? Para quem quero falar o que eu aprendo? Turmas cada vez menores? Poucos indivĂduos que querem fazer carreira na ciĂȘncia? Embora haja vasta comissĂŁo de ressentidos que vĂŁo mal na profissĂŁo ou que apenas repetem a crĂtica infundada Ă queles que fazem da pesquisa a profissĂŁo (muitas vezes a vida), Ă© nisso que este paĂs se fia, com o pouco que ele Ă©, para atravessar camadas e camadas de ignorĂąncia reverberada atĂ© por quem estuda.
Em todas as grandes universidades deste paĂs (nĂŁo estou falando de faculdades), hĂĄ equipes grandes de pessoas de variado nĂvel de formação questionando, examinando, estudando e propondo o que se faz do lado de fora daquelas cercas. Em qualquer regiĂŁo do Brasil, pessoas dedicadas ao conhecimento (e nĂŁo apenas Ă informação replicada, muitas vezes mal replicada) fazem seminĂĄrios para ver o que Ă© possĂvel para melhorar isto ou aquilo.
Fico observando aquelas equipes da Engenharia de Materiais. Eles tĂȘm de pensar em tudo, no presente e no futuro, e de fato alteram as perspectivas do que acontece dentro de nossas casas. Ou aquela turma de jaleco branco que acaba de passar por ali. SĂŁo biĂłlogos e vĂŁo almoçar. Um pouco mais cedo, estavam discutindo alguma coisa sobre meio ambiente. Os cientistas da Computação estĂŁo ali trancados resolvendo o que fazer com a pesquisa de um tal ex-aluno de doutorado que inventou algo muito importante para isto ou aquilo. E a turma da Faculdade de Educação entregou hoje cedo as matrizes que direcionarĂŁo o ensino de MatemĂĄtica nos prĂłximos anos, se os professores deixarem.
E para quĂȘ corro tanto? Para ver a banda passar. Para chegar na frente. Para que minha vida aconteça Ă minha revelia. Para que meu filho tenha um futuro bacana. Para ter grana. Para aprender coisas que pouca gente sabe. Para contribuir. Posso dizer tanta coisa para me justificar, mas prefiro ficar cansada. No final, estaremos todos vizinhos nas mesmas covas. Para quĂȘ correr?
Uma moça me contava, hĂĄ duas semanas, a experiĂȘncia de morar no exterior. NĂŁo em Londres ou em Nova York, mas em Moçambique. Antes disso, fez um estĂĄgio no interior da AmazĂŽnia e depois concorreu a uma vaga na Ăfrica. LĂĄ, nĂŁo tinha quase onde morar. Pegou malĂĄria duas vezes. Depois de trĂȘs anos, resolveu voltar para o Brasil porque ficou grĂĄvida. NĂŁo fosse isso e teria curtido mais a missĂŁo. Dizia ela: "Aprendi muito com esses povos. LĂĄ vocĂȘ dizia ao cara para pensar no futuro, guardar a comida, conservar o peixe e ele dizia: para quĂȘ?". Quando ela argumentava: "Para vocĂȘ ter um dia melhor amanhĂŁ". O africano dizia: "Mas aĂ eu posso ter um dia melhor hoje". Caça, pesca, coleta. Isso mesmo, vida de quem estĂĄ, nĂŁo serĂĄ. E se for, melhor.
Ela dizia isso e sugeria a alunos de Letras que concorressem a vagas oferecidas por agĂȘncias nacionais de fomento para viagens ao exterior. NĂŁo para MilĂŁo ou para Lisboa, mas para Moçambique ou para qualquer outro canto do mundo onde nĂŁo haja uma vida, no fundo, muito parecida com esta. Ela dizia isso e refletia: correr para quĂȘ?
NĂŁo quero viver da coleta. NĂŁo sou caçadora e nem estou preparada para o "carpe diem" dos filmes americanos ou dos poemas ĂĄrcades, mas bem que eu queria um descanso. NĂŁo este descanso falso dos finais de semana que começam no sĂĄbado Ă noite. NĂŁo a pseudoparada dos que dormem de dia. Ou a noite exausta de quem trabalha sem parar. Ă isso o que se tem feito. Eu queria o descanso de viver este dia do moçambicano sertanejo. De quem nĂŁo conhece, simplesmente nĂŁo sabe o que Ă©, o celular, a televisĂŁo, a caixa de e-mails ou a luz elĂ©trica. ImpossĂvel.
Faz tempo que a velocidade vem mudando de jeito. NĂŁo por conta da internet, que esta Ă© apenas a etapa que nos soa mais fresquinha. Desde o telĂ©grafo, o trem a vapor, o telefone. Desde que a distĂąncia pareceu ser relativa. Desde que os burricos que atravessavam montanhas pararam de trabalhar. O tempo vem sendo manipulado. As pessoas vĂȘm delegando suas reflexĂ”es e seus desejos a outras. Se gostam ou nĂŁo, se querem ou nĂŁo, se sĂŁo ou nĂŁo, tanto faz. TerĂĄ sido tudo uma imensa onda de prĂĄticas meio espontĂąneas.
Sem ler sobre o assunto, mesmo sem freqĂŒentar aulas de "AnĂĄlise do Discurso", seja de que linha for, Ă© possĂvel parar para ouvir os ecos de tudo o que se diz. Aqui, neste Digestivo, Ă© possĂvel ler uns textos que ecoam outros; tantos que expressam bonitamente a conversa do boteco, com mais elaboração, Ă© claro; outros tantos que conversam entre si e nem sabem. O que importa Ă© saber o quanto estamos presos a uma rede invisĂvel de sentidos que jĂĄ vĂȘm meio prontos. Uma teia de relaçÔes que jĂĄ chegam feitas. Uma onda transparente de significados que carrega os ditos e os nĂŁo-ditos. Sem ter como escapar. Os dizeres estĂŁo sempre presos a outros, mesmo que nĂŁo se saiba se alguĂ©m jĂĄ disse aquilo antes. E principalmente por isso.
Pensar deveria ser a coisa mais importante de tudo. Da vida em famĂlia, da escola, da convivĂȘncia. Saber pensar deveria ser a habilidade mais almejada de todas. Antes de saber envergar roupinha de marca ou saber inglĂȘs, antes de conhecer mĂșsica ou ler Machado de Assis. Antes de ser "do contra" ou de apoiar a "situação". Pensar deveria ser obrigatĂłrio. NĂŁo sei pensar. NĂŁo aprendi direito. Antes que eu consiga (porque eu atĂ© tento, hĂĄ quem nem isso...), vĂȘm logo essas redes de sentidos me carregando. Que antĂdoto hĂĄ para isso? Pensar de novo, ler mais, conhecer os textos (falados, inclusive) que jĂĄ rolaram nesta correnteza e tentar ao menos me localizar. Saber que ecos tem minha voz. Pensar de novo e assistir aos efeitos do que eu disser.
Em 2002 eu tinha um blog. Ele era atĂ© conhecido. Fazia resenhas e entrevistas com escritores. Depois me cansei dele. Hoje tenho preguiça dos blogs, assim como de outras coisas e pessoas. LĂĄ no meu blog era assim: eu mal pensava e jĂĄ havia escrito. Muitas vezes funcionava. Mas isso nĂŁo tem a menor importĂąncia para mim mais. No blog, no site, na mesa de bar, a velocidade eclipsa uma sĂ©rie de coisas mais importantes. Muito do que se escreve Ă© de uma irresponsabilidade exemplar. O Digestivo jĂĄ foi texto de prova de vestibular vĂĄrias vezes. Imagine-se o que isso ecoa nas prĂĄticas de muitos lugares? Parece bobagem? NĂŁo Ă©. Muito do que se toma como verdade Ă© irrefletido, bobo, superficial, reelaborado, tolo, restrito, mas se quem escreve sĂł faz escrever sem pensar, imagine-se o que fazem os que apenas lĂȘem, e lĂȘem mal?
A velocidade com que as coisas podem ser feitas e ditas tem trazido à luz o que deveria ficar guardado em tonéis de carvalho. Hå produtos da cultura que jamais, esteja a tecnologia como estiver, sairão dos barris antes do tempo. Ainda bem.
Talvez eu sĂł mereça sentir o gosto de como seria se alguĂ©m se preocupa-se comigo. Talvez essa pessoa de verdade Ă© sĂł uma invenção da minha cabeça, uma ilusĂŁo criada no desespero de nĂŁo ser amada. Por que vocĂȘ se foi e parece que nunca existiu. Lembro de vocĂȘ me mostrando as estrelas, trĂȘs marias vocĂȘ disse eu posso vĂȘ las daqui. Eu nunca vou te esquecer mesmo que vocĂȘ seja uma invenção, foi a melhor delas que pude criar. Sabe porque? Porque por um momento achei que era correspondida. Porque cansei de viver amores platĂŽnicos, mais agora vejo que vc foi mais um, isso Ă© tĂŁo triste e ninguĂ©m pode curar essa dor, meu coração pela centĂ©sima vez em mil pedaços, acho que ele cansou de se reconstituir.
Porque eu tenho um romantismo incurĂĄvel e um borboletĂĄrio na barriga. Ă simples, Ă© sĂł meus olhos pegarem seu rumo.
Ela diz: "Mãe eu sei que ele é um zumbi, mas finalmente encontrei alguém que estå interessado no meu cérebro e não no meu corpo."
