Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Tenho medo da dor de sua presença que se faz ausente em pensamentos constantes reais e inocentes.

Ser sĂŁo.
Se te esperar, esperar-te Ă© sĂŁo,
Pois breves sĂŁo os dias meu bem.
Se te falar, falar-te Ă© sĂŁo,
Pois estas sĂŁo as palavras quem vem.
Se te ajudar, ajudar-te Ă© sĂŁo,
Pois assim são os que ajudam alguém.
Se te desenhar, desenhar-te Ă© sĂŁo,
Pois assim são os meus traços também.
Se te contar, contar-te Ă© sĂŁo,
Pois assim como a areia do mar
Os nĂșmeros sĂŁo incontĂĄveis tambĂ©m.
Se te compor, compor-te Ă© sĂŁo,
Pois as poesias sĂŁo de vocĂȘ meu bem
Se te gritar, gritar-te Ă© sĂŁo,
Pois os gritos são do eco também.
Se te chorar, chorar-te Ă© sĂŁo,
Pois as lagrimas são suas também.
Se te querer, querer-te Ă© sĂŁo,
Pois muitos sĂŁo os que a querem meu bem.

A verdadeira definição da vida é a arte, e arte é o conjunto de princípios que se unem para a perfeita execução de algo: o amor.
Eis a definição da vida: o amor.

"É preciso amar as pessoas como se não houvesse o amanhã."
Pra ficar mais fåcil, esqueça o mal que te fizeram ontem.
Ame as pessoas puramente pelo hoje.

Para amar alguém, comece amando a si mesmo.

For: Marjorie Estiano

Acredite Marjorie, “Por mais que eu tente” falar as palavras fogem e vagam sem sentido, e jĂĄ nĂŁo sabem o que o quanto sinto por vocĂȘ. Mas peço por sĂł mais uma vez dĂȘ-me uma chance, um novo começo, saiba, eu jĂĄ tenho um “Ponto de partida” “SĂł pra ter vocĂȘ”, Afinal isso Ă© a “RazĂŁo de viver” o “Reflexo do amor”.
Me abrace, me beije, o tempo nĂŁo para, a felicidade se vive agora, mas Ă© impossĂ­vel “Sem te ter”. Eu fico “Sem direção”.
Ó minha “Branquela”, ei Marjorie, sou daqui de nenhum lugar e sei que Ă© “DifĂ­cil pra vocĂȘ”, mas “Esqueça” minhas falhas e me perdoe. Acredite hoje eu tenho “Outras intençÔes”, apresa-te, imploro “Volta pra mim”, vamos brevemente recuperar os “Sonhos perdidos”, pois isso Ă© o “Essencial”.
Eu a amo “Demais” e amarei “AtĂ© o fim”.
NĂŁo vou prometer “O cĂ©u e o mar”, porque nĂŁo sĂŁo meus, mas “O que tiver que ser”, serĂĄ. Na verdade, “VocĂȘ sempre será” os meus “Versos mudos”.
“Se vocĂȘ decidir”, me avise, pois eu jĂĄ “NĂŁo aguento mais”.
Eu “Sei que vocĂȘ vai lembrar de mim”. E jĂĄ conto “As horas”.
Então “Faz assim”, “Volte pra mim”.
E que seja ainda ‘Estiano’!

[Nota. As palavras “entre aspas” são nomes de musicas da cantora a quem dedico o poema].

Quando a dor me motiva a sorrir...
Eu choro por nada e alegro-me para ver o risonho momento que posso atrair.
Abraço a certeza da dĂșvida e nessa ferida mostro minha dureza e a vontade de persistir.

Eu vejo um rosto de menina por trĂĄs da sua pintura de mulher.

A nobreza de tua imagem Ă© parte do que faz ser sublime o meu conceito sobre vocĂȘ.
Defeitos? Sim, mas eles exploram uns aos outros, pois nada podem contra todas as qualidades existentes em vocĂȘ.
Linda, como sabe sublime ao extremo. Para alguns isto Ă© uma beleza insuportĂĄvel,
e nada a torna “inferior”, o que do antînimo desta palavra, posso entrar em uma breve conclusão: significa para muitos, mas revela a inferioridade de milhares.
Célebre? Sim e ainda não estou sendo demasiado.
Desejada pelo meu bom senso, almejada por inĂșmeros que a cercam.
Uma figura de grande realeza, humildade e revestida por beleza de dentro a fora.
Perco-me nas palavras, Ă© um contrassenso compara-la.
O que direi agora?

Afinal, depois de tanto engano cometido
Tantas reparaçÔes, tanto perigo
Confiante mantenho-me ao lado de um amigo
Nunca confuso;
Pois sempre abuso por poder estar contigo.
E tu, Sempre comigo mantenho-te ocupado
A disfarçar todos meus erros cometidos.
É tão bom ter um amigo.

E quando estĂĄ a minha busca, eu sou o ritmo dos seus passos a caminhar.

Distante assim meu sorriso Ă© triste
É lágrima de saudade
De tristeza que invade
E meio de encanto;
Encanto em que
Um sĂł canto tudo estĂĄ
Um tanto de felicidade
E amor outro tanto
Que jamais deixarĂĄ

Distante assim sou casa abandonada
Sou palavra mal escutada
E logo sente a dor de minha presença
Quando esta estĂĄ ausente
Saudade
E chora der repente
Quando na distĂąncia
Me ausento um pouco mais
Resta-me um dia
Brevemente a reencontrar
Amizade nĂŁo se cansa
A distĂąncia nĂŁo Ă© capaz.

Menina que em braço distante
Abraço constante, nada cessa
Menina que palavra ausente
Memoria presente, nada cessa
Menina que perto do longe;
Mas longe tĂŁo pero;
Nada cessa.
Menina de riso eloquente
Que logo me interessa
Menina de salto alto
Que corre de pressa
Vestida de grande ternura
Sem medo de cair
Quando passos adiantados
Correm a minha procura
E nada cessa.

NĂŁo te quero mais
Estarei enganando-me ao dizer
Ainda te quero como sempre soube
Eu confesso que
Nada foi sem sentido, mas
Percebo em meu coração que
VocĂȘ nĂŁo Ă© nada
NĂŁo poderia falar mais que
Mantenho um grande amor
Percebo ao passar do tempo que
Eu apaguei vocĂȘ dos meus sentimentos
E nunca direi a frase
“Eu te amo”
Desculpe-me, mas nĂŁo posso mentir
O tempo passou.

Obs. respeitĂĄvel: Embora poema jĂĄ esteja registrado, vale notar que sua leitura Ă© feita de ordem contrĂĄria, ou seja, de baixo para cima.
(A “situação” pode ser entendida de duas maneiras depende do caminho da leitura).

Amo-te sem nem mesmo saber o porquĂȘ de te amar.
Amo-te no egoĂ­smo de querer sĂł pra mim te guardar.
Amo-te sem saber explicar;
Amo-te na simplicidade de dizer que eu amo.
Amo-te na ignorĂąncia se eu disser que nĂŁo amo;
Pois assim me engano.
Amo-te no fluir das aguas, sim;
Amo-te mesmo que na mĂĄgoa
Amo-te também nas brigas banais
Amo-te quando busca conhecer os meus pensamentos;
E pensa que dos teus sĂŁo desiguais
Amo-te nos risos
Amo-te nas rosas
Amo-te escondido no silĂȘncio dos cais
Amo-te nĂŁo muito, mas sim;
Amo-te muito mais
Amo-te quando o teu “sim” vem de encontro com o meu “não”
Amo-te mais ainda quando o teu “sim” pisoteia o Meu “não”
Amo-te, pois amar-te Ă© sĂŁo
Amo-te no pouco, quando digo que estou bem com vocĂȘ
Amo-te no muito, quando nĂŁo sei explicar;
E nada as palavras podem dizer
Amo-te no amanhecer
Amo-te, mas nĂŁo posso esclarecer melhor
Amo-te até mesmo na pior
Amo-te nos pequenos momentos;
Pois todo momento Ă© pequeno
Amo-te entĂŁo no eterno
Amo-te na vida e na morte. Veja, chego a ser insano
Amo-te também quando tu desacreditas que te amo
Amo-te no simples da poesia que fiz
Amo-te nas pequenas palavras;
Pois amo-te pequena Beatriz.

Quero-te por todos os quereres. Tudo o que sei. E nada sei dizer. O que queres que eu te diga, além de que te quero, se o que quero dizer-te é que sempre hei de
querer-te?

Afinal, o que querem os poetas?

As mulheres choram.
Os homens também choram,
Mas os poetas choram mais.

Observando entĂŁo
Minh ‘alma vasculhando
O coração
No engenho da vida
Arquitetando minha solidĂŁo.
Juntando-me
Aos desejos
Que dizem quem sou
Que dizem aonde vou.
Afastando-me
De “quĂȘs”;
Coisas que devo largar mĂŁo.
Livrando-me de tudo o que me traz
Insegura satisfação.

Eu contigo
Eu consigo;)