Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â A intuição grita mas vocĂȘ nĂŁo silencia pra ouvir, vive a acreditar nas pessoas, no lado bom que supostamente elas deveriam ter, porĂ©m se as tem, vĂȘm emaranhadas de bajulaçÔes e oportunismo mundanos.
Se decepciona com as expectativas do ego, da ganĂąncia e do orgulho que gritam e dominam todo seu ser.
Na solidĂŁo vocĂȘ se vĂȘ, nada o preenche, olha pros lados e Ă© sĂł tumulto, energias tĂŁo contraditĂłrias que acaba se igualando. NinguĂ©m o nutri, nem vocĂȘ mesmo.
VocĂȘ se corrĂłi de porquĂȘs, sĂŁo tantos que vocĂȘ procura esquecer se afogando em papĂ©is e pessoas supĂ©rfluas , conflituosas , na busca de nĂŁo sentir tanto o que sente e anestesiar momentaneamente a dor de nĂŁo entender.
Permanece dia a pois dia e nada o faz querer ver, mesmas dinĂąmicas reativas, negativas e vocĂȘ nĂŁo entende o porquĂȘ.
Sente que precisa, mas luta com todas as forças para se firmar nas certezas que sabe bem que não as tem.
O tempo continua a passar e vocĂȘ permanece cego, continua preso, natural, pois ainda nĂŁo sabe quem Ă©, nem o que precisa fazer. Tudo porque nĂŁo procura entender.
Entender que nunca serĂĄ sĂł por vocĂȘ, mas sim pelo muito que ainda precisa oferecer.
O paradoxo entĂŁo Ă© essa complexidade de pensar em nĂŁo se permitir viver tudo isso, afinal, como saberia se assim nĂŁo fosse.
A paciĂȘncia atua com a certeza de que tudo estĂĄ acordado. Uma longa e profunda respirada, ahhh
VocĂȘ consegue sentir.
VocĂȘ consegue vĂȘ.
Longos anos até aqui, a cada relação novos desafios. A cada desafio superação e coragem. Com a coragem, confiança e esperança. Na esperança o sentimento de pertencimento.
Aquele de enfim se preencher, de se respeitar, de confiar, de acreditar, de apenas ser gentil com VOCĂ.
NĂŁo Ă© conto. Ă realidade.
â A Ășnica coisa que eu poderia imaginar quando atravessei a cidade
Era uma vida com vocĂȘ
Mas eu estou invisĂvel pra vocĂȘâ .
Preciso lembrar de te esquecer
Mas Ă© de hora em hora
De tempo em tempo
Que vocĂȘ estĂĄ lĂĄ
O relĂłgio bate as 12
E o meu feitiço se desfaz
Assim o meu amor por ti
Que um dia era, hoje ja nĂŁo Ă© mais
Tudo parece muito simples pra vocĂȘ
VocĂȘ apenas se desfez de mim
E tudo ok para vocĂȘ
Mas o meu sentimento por ti Ă© como um vĂcio
Que eu mesma nĂŁo quero esquecer
Poesia da â Solitude
A solidĂŁo Ă© a mais cruel dos sentimentos
Nem sequer leva em conta os entes
Abraça quem estå próximo dos semelhantes.
Do amor faz sentir saudades
Como um påssaro enlaça seus filhotes
Assim Ă© a soledade.
A solitude é o mais selvagem das sensaçÔes.
Ignora quem estĂĄ ao redor; toma o seu lugar.
Ao seu lado estĂĄ. PropĂnquo permanecerĂĄ
A ela, quem vencerĂĄ ?
A solidĂŁo da crueldade toma forma
Ăs tuas vestes se amolda.
Aos ouvidos declama a mais sombria poesia:
- EstĂĄs contente ? Ă cercania estou.
- EstĂĄs descontente? Amplexo ardente.
Onde estĂĄs, lĂąnguido gladiador ?
Ermo desértico é o ùmago daquele solitårio.
Da sua alma dĂĄ risadas.
Do coração triste, sai palavra desolada
Os pés do coração ao lugar inóspito o arrebata
As mĂŁos ao encontro do seu peito o agasalha.
De longe o trouxe. Perto o deixa.
A natureza do mais temĂvel sentimento Ă© a soledade.
Intensa como calor glacial é a calmaria do coração isolado.
Frio que derrete as geladas montanhas da Felicidade.
Essa Ă© a solidĂŁo.
Essa Ă© a soledade.
â Quando todos os meus medos
Gritam dentro de mim
Quando o céu estå cizento
E me parece ser o fim
Quando vem o vento revolto
O meu coração vem a gritar
Logo penso em ti
E tudo vem a passar
Muitas vezes nĂŁo pude entender
Nem pude confiar
Mas ao te conhecer pude ter a certeza de voltar a amar
Eu gosto de ti, sempre penso em ti
Eu olho pra Ti e espero logo te encontrar.
â Encontre-se para ficar inteiro. Resolva-se e, depois disso, relacione-se. NinguĂ©m merece pedaços de pessoa.
â Quando estou sozinha penso em um monte de coisas que queria dizer para vocĂȘ, quando eu tenho a chance de dizer eu fico sem palavras, mas hoje quero deixar essas palavras escritas, o ano chegou ao seu ponto final e deixando para trĂĄs todos aqueles momentos em que so vocĂȘ conseguiu superar, um novo ano se aproxima e vocĂȘ foi o melhor presente de Deus na minha vida!
â Amar nĂŁo Ă© uma batalha ou uma competição. NĂŁo hĂĄ vencedores, nem vencidos. Amar Ă© doar-se com qualidade. Quem ama verdadeiramente nĂŁo sabe ser egoista, nĂŁo maltrata, nĂŁo machuca. Portanto, quando decidimos amar alguĂ©m de verdade, a cumplicidade, fidelidade, respeito e companheirismo devem ser o tempero principal na relação.
â Bom dia, bayâ€ïž! NĂŁo tem sensação melhor nesse mundo do que acordar todas as manhĂŁs sabendo que o nosso amor Ă© mais forte do que qualquer dificuldade e que sempre posso contar com o seu abraço e seus beijos đ. Eu te amo!đ
â A mĂșsica Ă© um dos prazeres que tĂȘm o poder de nos transportar para outras dimensĂ”es e lugares incrĂveis e nos conectar a emoçÔes profundas muito alĂ©m da imaginação . A mĂșsica Ă© a maior famĂlia do mundo.
Ela nos inspira a sermos mais autĂȘnticos e corajosos em nossas vidas. Quando ouvimos nossa mĂșsica preferida somos capazes de nos sentirmos mais fortes e determinados e isso pode nos ajudar a superar qualquer obstĂĄculo que encontrarmos em nosso caminho.
â Trabalhar com carinho, atenção e cuidado Ă© transformar cada tarefa em uma oportunidade de construir conexĂ”es sinceras e duradouras.
â Para amar eternamente
nĂŁo diga "sempre" ou "jamais"
vĂĄ deixando, simplesmente,
um gosto de "quero mais"
Dar a outra face nĂŁo Ă© apanhar ou se decepcionar duas vezes.
E sim perdoar, ressignificar e para outra direção.
Jesus fala disso, pois se nĂŁo te respeita e nĂŁo pode ajudar, Ă© melhor que dĂȘ a sua outra face e se afastar!
A gente nĂŁo ama o outro porque ele Ă© nosso espelho, a gente ama o outro na notĂcia que ele dĂĄ de que hĂĄ um mundo para alĂ©m do nosso umbigo. Ter o nosso narcisismo furado Ă© um baita alĂvio, e, no amor, Ă© disso que se trata.
"â NĂłs"
O sorriso dela encanta
Como as luzes do sol
Cada conversa Ă© um livro
NĂłs dois nĂŁo temos temas
Somos livres versos de poemas
Nosso romance Ă© poesia
Sinceros demais com a vida
RelĂłgio? NĂŁo somos mais escravos
O tempo tornou-se domesticado
Morremos a todos os momentos
Mas nunca deixamos de viver
O grĂŁo de areia da ampulheta corre
NĂłs dois juntos envelhecemos
NĂŁo deixamos de ser belos
Deixamos de viver escondidos
Sem mĂĄscaras, somente essĂȘncias
NĂłs amadurecemos e florescemos
Abandonando as nossas casas
Sendo até o fim
NĂłs.
