Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
TĂŁo certo como dois mais dois sĂŁo quatro,
Não existe sapato de um pé só.
Aos distraĂdos um de cada cor jĂĄ vestiram,
Cada cor tem seu par,
Cada par tem uma cor.
à talvez meus escritos não façam mesmo sucesso...
Nesse mundo ao inverso,
Onde no verso,
Ă bonito ser triste,
E nisso se insiste!
Nos meus versos levo amor,
Fujo da dor,
Ao invés de solidão,
Prego solução,
Troco o tropé,
Por fé,
Gritos vazios nĂŁo aliviam sofrimento
SĂŁo levados pelo vento,
Por isso escolho a fé,
E isso que me pÔe de pé!
Muitos serĂŁo os primeiros entre as pessoas, porque muitos pensarĂŁo como seres humanos gananciosos por posses e bens materiais em seus ensinamentos enganosos e falsos, mas serĂŁo os Ășltimos em conhecimento espiritual, e pequenos no amor e em sua sabedoria.
Gente vamos combinar "para sempre" não existe, principalmente qdo essa decisão não depende apenas de vc. Gostamos de azul hj e amanhã de verde. Preferimos salgado hj e amanhã doce. E geralmente o q foi feito seja bom, ruim, esforços ou não, não serå lembrado. Lembramos de quem estava no churrasco, mas nunca de quem ajudou a limpar a bagunça, lembra-se de quem estava na festa, mas nunca de quem um dia ficou, e comeu pão amanhecido.
Coisas da vida!
Quem vem a vocĂȘ com um problema pessoal nĂŁo se contenta com generalidades ou com frases da BĂblia. O que ele quer Ă© que vocĂȘ penetre junto com ele na sua confusĂŁo interior e encontre o fio da meada que ele nĂŁo consegue encontrar. Isso Ă© difĂcil, arriscado e exige mais que cultura, inteligĂȘncia e sensibilidade: exige uma quantidade de amor ao prĂłximo que a formação religiosa usual ou um diploma de psicologia nĂŁo bastam para desenvolver. Ao longo de toda a minha vida, sĂł vi UM sujeito capaz de fazer isso: o dr. Juan Alfredo CĂ©sar MĂŒller. Ver como ele sabia se identificar profundamente com as pessoas e curĂĄ-las curando-se a si mesmo me ensinou mais sobre o amor ao prĂłximo do que tudo o que ouvi em sermĂ”es nas igrejas.
Somos humanos, perfeito nas nossas imperfeiçÔes... Somos apaixonåveis... Nas qualidades e defeitos...
Perdemos. Perdemos o tempo que tĂnhamos, perdemos as pĂĄginas da histĂłria que escrevĂamos. Perdemos o amor enquanto tentĂĄvamos tirar nossas dĂșvidas. Perdemos diante a saudade que escondĂamos. Foram tantas perdas ao longo de um caminho repleto de mĂŁos dadas. Na ventania, perdemos a empatia. Enquanto ia consertando os meus defeitos para me moldar a vocĂȘ, perdi o melhor das melhores coisas que existiam em mim. Perdi a graça, enquanto perdĂamos o que ainda nos restava. No meio da frieza, perdemos o calor de ficarmos juntos. Quando eu lutava para encontrar maneiras de nĂŁo te perder, Ăamos nos desencontrando. AtĂ© que um dia, vocĂȘ se perdeu em meio as dĂșvidas, me mandou embora da sua vida e desapareceu. E eu fui me perdendo na tristeza, na solidĂŁo e na dor. Perdi as mensagens em palavras que nĂŁo enviei e nas cartas que nunca escrevi. Palavras que ficaram perdidas nas noites em que buscava respostas. Respostas que foram perdidas por descaso ao tempo. Respostas que nunca tive. Mas, aprendi que no amor nada se perde e, quase sempre, a gente se perde justamente pra se encontrar. E em meio aos encontros que tenho, sempre me deparo com aquele teu sorriso que fazia com que eu me perdesse. E lembro das perdas que tive. E lembro do amor que tinha. E percebo o quanto vocĂȘ tambĂ©m perdeu.
Enquanto seu sorriso brilhar minha vida Alegre estarĂĄ
Pra Deus eu vou sempre agradecer
por ter conhecido vocĂȘ
JĂĄ perdemos muitas batalhas. Perdemos familiares. Gente de bem, tĂŁo querida e amada, que sua falta nos tirou o chĂŁo. Perdemos amigos, atravĂ©s das circunstĂąncias que a vida nos impĂ”e ou diante de fatos consideravelmente relevantes que nos obrigaram a nos desprender. Ao longo da vida, independentemente do tamanho da estrada, deixamos muitas coisas para trĂĄs. E isso deve ter machucado muito pois, nem sempre, queremos nos soltar. De um abraço, de uma boa conversa, de uma cidade. De uma casa que abriga amor, compreensĂŁo, tolerĂąncia. De um lar que, com toda adversidade chamada famĂlia, era o ninho perfeito para curar qualquer aflição. JĂĄ perdemos prova. Perdemos o primeiro lugar. O segundo. Ăs vezes, perdemos tanto, que nem ficamos entre os dez. Perdemos coisas. Aquela coisa que a gente achou que iria ter pra vida toda e seria a nossa referĂȘncia de saudade e boas lembranças no futuro. Perdemos todos os dias. Perdemos chances de sermos justos, de sermos bons. Todo dia, alguĂ©m necessita de uma palavra amiga e nĂłs, simplesmente, perdemos a oportunidade de sermos o portador dessa luz. A gente perde, sempre. E essas perdas angustiam. E os amores que perdemos? Por comodismo, por sermos infantis, imaturos, incompreensĂveis. Por perdemos a capacidade de nos colocar no lugar de alguĂ©m, talvez. Amores que nos davam norte e era o nosso solo firme. Perdemos e choramos. Gritamos por dentro, de um lugar onde sĂł a nossa alma era capaz de ouvir. Noites de desespero. Prantos e lamentaçÔes. Perder Ă© muito ruim. Perder, talvez, seja a vida nos dizendo que nĂŁo somos perfeitos. NĂŁo somos invencĂveis. NĂłs somos pessoas simples, que podem perder ou ganhar a depender das escolhas que iremos fazer. Mas, tambĂ©m, perder Ă© uma das maiores provas de resistĂȘncia que temos. A maior prova de que somos fortes Ă© que chegamos atĂ© aqui. Vivos e dispostos a ganhar.
Moça, nĂŁo tenha medo das adversidades do caminho. Se for pra chorar, que seja sozinha assistindo um drama Ă©pico na Netflix no final da tarde de um domingo qualquer. Mas, chorar por alguĂ©m que nĂŁo demonstra importĂąncia em te fazer sorrir, moça, Ă© burrice. NĂŁo trate isso com normalidade, porque o amor nĂŁo Ă© a fatalidade que vendem por aĂ. NĂŁo creia na lenda de que todo casal vive nessa inconstĂąncia sentimental de arrogĂąncia e vacilos tolos de homens bobos. Tenha amor por vocĂȘ e pela sua felicidade. E sĂł ame quem amar a sua felicidade, tambĂ©m. Porque, moça, quem amar a tua felicidade vai lutar, atĂ© em dias tristes, para te fazer sorrir.
CONFISSĂO
Perdoa, pelos tantos erros perpetrado
Pela omissĂŁo que em mim acaso calei
A confissĂŁo que na falta nĂŁo confessei
Num tal medo do ser réu no ser culpado
PerdĂŁo, se dos enganos eu pouco falei
Quando o silĂȘncio tinha de ser quebrado
E a confidĂȘncia na confiança ter selado
Mas, na insegurança a coragem hesitei
Na utopia do outro que era equivocado
Levei a ilusĂŁo de que ser manhoso Ă© rei
E que num novo dia novo renascia o fado
Se, cedo ou tarde, confesso que errei
Ăs tantas palavras, se foram desagrado
Perdoa, a nĂmia mĂĄcula que eu causei
Luciano Spagnol
Julho, final, 2016
Cerrado goiano
De corpo e alma
Atirei-me em seus braços,
Sem medo,
Sem culpa,
De corpo,
E alma
Atirei-me em sua cama,
Sem medo,
Sem culpa,
De corpo,
E alma
Atrei-me em sua vida,
Com medo,
Com culpa,
De corpo,
E alma
Joguei tudo pro alto,
Com medo,
Com culpa,
Sem corpo,
Sem alma
Atiri-me em seus braços,
Sem medo,
Sem culpa,
De corpo,
E alma!
Ricardo Cardoso
"Deve ter alguma coisa de errado comigo. Quando eu tĂŽ com vocĂȘ, eu nĂŁo quero que vocĂȘ vĂĄ embora nunca!"
Se cheguei ate aqui Ă© porque toda armadilha preparada para mim nĂŁo prosperou, e todos que torceram contra mim novamente se enganou.
Para vocĂȘ que nĂŁo deixa a minha em paz, te digo que cuide da tua vida, que da minha jĂĄ tem Deus tomando providencia.
Não adianta querer esconder por trås de mascaras e lençóis o que és realmente, se as tuas atitudes revelam a tua verdadeira personalidade.
Perda de tempo Ă© dizer que nĂŁo vou conseguir, se nos planos de Deus jĂĄ estĂĄ decretada a minha vitĂłria.
