Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â " Senti uma dor de amor
amor que dĂłi nĂŁo Ă© nada
mas seja lĂĄ o que for
Ă© como uma curva quadrada. "
Saber que perdi seu amor me faz questionar: um dia aprenderei a amar outra pessoa, ou passarei a vida lamentando ter perdido quem um dia me amou?
SerĂĄ que um amor pode ser substituĂdo por outro, ou algumas ausĂȘncias nos acompanham para sempre?
Temos uma vida e morte vårias. Passamos a vida morrendo: de ódio, de amor, de raiva de preguiça de dor, de alegria, de cansaço, de saudade...
Morre-se de tudo um pouco todo dia. Até de felicidade, morremos. Mas um dia a verdadeira morte chega e nos leva... E não morremos mais. De nada.
â AlguĂ©m (...), o seu pai ou o meu, devia ter nos dito que Ă© muito raro alguĂ©m morrer de amor. Mas milhĂ”es jĂĄ morreram, e morrem a cada hora â e nos lugares mais estranhos! â de falta de amor.
â No amor nĂŁo sou profano, aĂ nĂŁo. Sou sectĂĄrio.
Nota: Entrevista publicada na revista Manchete, em 14 de junho de 1969.
...Maisâ O Brasil Ă© um paĂs com uma força enorme. NĂłs somos um continente, meu amor. NĂłs nĂŁo somos um paisinho, nĂłs somos um continente, com um povo extraordinĂĄrio.
