Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â ApĂłs certa idade, criamos um novo olhar,
Amor por coisas que o tempo faz brilhar.
O silĂȘncio suave de uma manhĂŁ serena,
Uma casa arrumada, uma mente plena.
O prazer de voltar para casa e seu lar abraçar.
Realizar pequena tarefas, sorrir, dançar e cantar,
Paz por não ter nada e ninguém a quem provar
Valorizando a leveza, e o mundo em volta a silenciar.
Menos do ruĂdo que insiste em gritar,
Mais da doce calma que nos faz flutuar.
Assim, com o tempo, aprendemos a ver
As pequenas belezas que nos fazem viver.
â O amor suporta tudo! NĂŁo! Chega um momento em que o meu amor se cansou! Cansou de esperar o que nunca veio, lutei muito, tirei forças de onde nem eu sabia que tinha, no silĂȘncio do meu quarto chorei, pedi, implorei, de nada valeu, dei o que tinha, amor, abraços, beijos, carinho, mas tambĂ©m quando se ama nĂŁo Ă© sĂł o sim que prevalece, dei tambĂ©m o meu outro lado, e hoje estou aqui, acredito que minha doação nĂŁo foi o suficiente, a importĂąncia que dei, nĂŁo tinha importĂąncia, se dĂĄ importĂąncia a que importa.
â Quanto amor pode ser cultivado em um jardim? Talvez seja impossĂvel mensurar, pois seu perfume deixa um rastro que permanece eterno.
â " ACABOU "
Foi lĂĄ nos tempos postos na elegĂąncia
que fez-se forte a mĂĄgica do amor
e colocou o mundo ao seu dispor
ao exalar sutil a sua fragrĂąncia!
Mudou tudo o que havia a se compor
em nova e inexorĂĄvel substĂąncia
e o cosmo lhe acolheu sem relutĂąncia
qual se o feitiço desse-lhe vigor.
Tudo era romantismo, efervescĂȘncia,
paixĂŁo voraz coberta de inocĂȘncia
num sonho de perfeita sociedadeâŠ
A mĂĄgica acabou! Perdeu o efeito
e tudo se esvaiu qual se desfeito
o amor um dia exposto Ă sua vontade!
â "Entre a DĂșvida e o Amor"
Todos os dias, eu penso em vocĂȘ,
Ao meu lado, no amanhecer.
A vontade de chorar me invade,
Mas sei que um dia virĂĄ a verdade.
Jamais pensei que iria amar,
Surpreso estou, sem acreditar.
Eu disse a mim mesmo: jamais sentirei!
Mas aqui estou, e me apaixoneiâŠ
Nunca quis alguém ao meu lado,
Além de mim mesmo, solitårio e calado.
Mas sua ausĂȘncia me faz sofrer,
E todo dia sĂł penso em te ver.
VocĂȘ me mudou, me transformou,
Fez de mim alguém que jamais sonhou.
Antes, eu via o mundo em tons de rancor,
Hoje, enxergo luz no seu amor.
Eu jĂĄ fui frio, cruel, indiferente,
Disse palavras que feriram sua mente.
E mesmo assim, vocĂȘ ficou,
Por quĂȘ? Eu nunca entendi, amorâŠ
Tantas opçÔes, tantos caminhos,
Mas escolheu seguir comigo sozinho.
Eu, que me via como um fracassado,
No seu olhar, fui alguém amado.
Talvez um dia eu vĂĄ entender,
O que em mim fez vocĂȘ escolher.
Mas sou grato, de todo o coração,
Por ter vocĂȘ como minha paixĂŁo.
Desde o primeiro olhar, me encantei,
Mas nunca soube como cheguei.
Seu rosto, sua voz, seu perfume no ar,
VocĂȘ Ă© perfeita, meu eterno lar.
"O amor ainda Ă© o Ășnico caminho.
O amor não deixou de ser amor só porque muitos decidiram odiar. O amor não perdeu sua força como motor do mundo e dos relacionamentos só porque muitos optaram por cruzar os braços e se omitir.
O amor sempre serĂĄ o Ășnico caminho para consolidarmos relaçÔes internas conosco e relaçÔes com as pessoas que transformam a maneira como vemos o mundo. Ele Ă© a força primordial que dĂĄ novo sentido e significado a tudo o que fazemos.
â Amor forçado Ă© contrato. GratidĂŁo cobrada Ă© dĂvida. A Ășnica forma de viver essas emoçÔes em plenitude Ă© permitir que elas fluam sem peso, sem amarras, sem exigĂȘncias.
A magnitude do amor de Deus por nós é insondåvel. Através de sua graça, um presente imerecido, ele nos amou de forma incondicional, imparcial e profundamente afåvel.
Essa graça, a manifestação de seu amor, bondade e misericórdia, opera continuamente em nossas vidas, conduzindo-nos de volta à santidade e ao primeiro amor por Ele.
Assim, compreendemos que somente por ela somos redimidos dos pecados que nos aprisionam. Onde o pecado abundou, a graça superabundou, libertando-nos do cativeiro espiritual e restaurando-nos à verdadeira vida.
Cantiga antiga de amor
â SĂł em pensar que sem vocĂȘ nĂŁo vivo,
Fico louco, imaginando o que acontece.
Sem vocĂȘ, envelheço a cada instante,
Sinto a falta do seu abraço,
Esqueço do céu azul
E me perco nos seus olhos,
Da cor das montanhas do sul.
Lembro bem... e sinto falta de vocĂȘ.
SĂł em pensar que um dia posso te perder,
Ao te reencontrar, nĂŁo vou sonhar,
Nem imaginar, nem recordar.
Sem sentir seu cheiro,
Sem tocar seus cabelos,
Sem o tom rosa da sua pele,
Esquecendo do sabor da sua boca,
Estremecendo meu ser.
SĂł em pensar em um adeus,
Meu peito arde,
Se renova, se revoga,
E volta a arder.
E assim escrevo,
E me perco ao lembrar
Do nosso amor, ao chorar.
E ao invés de apenas emocionar,
Amo mais vocĂȘ.
â A DAMA...
A pura dor do odio e amor
Por lindas mulheres mortas
Com o coração frio e gelado
Sendo mortas e esfaqueadas.
Mulheres indefesas e mortas
Homens em conflito e loucos
Por sangue de poder e forças
Viram enlouquecidos carrascos.
Choram e gritam por morte
Os cavalheiros enfraquecidos
Sem as belas damas da noite
Viraram vagantes noturnos.
Morram, morram seus malditos
Dependes e sedentos por sangue
Seremos seus piores pesadelos
E nos vingaremosamargamente.
â Amor no vasto campo do relacionamento hĂĄ uma imensa lavoura ser plantada cabe a nĂłs separamos cada cantinho desse Campo para semearmos um pouco de cada coisa que se constrĂłi o amor em um canto colocamos a fidelidade em outro canto colocamos o respeito em outro canto colocamos a lealdade e a cumplicidade em outro canto colocamos o carinho a atenção e a percepção e assim por diante em todos os quadradinhos se semeia um pouco de cada coisa que se constrĂłi o amor quando chegar ao fim da semeadura deixe sente-se debaixo da sombra da Esperança e fique sempre olhando ao Horizonte do amor esperando brotar tudo aquilo que vocĂȘ plantou.
Autor "CLODOALDO CORADINI "
â No jardim da alma, um amor vĂŁo floresce, Um desejo ardente, um sonho sem razĂŁo.
Olhos que se encontram, num olhar fugaz, Mas o destino cruel, traça um caminho ainda mais longe. A distùncia implacåvel, separa coraçÔes, Um abismo profundo, sem pontes ou cançÔes. Amor proibido, um fogo que não queima, Um segredo guardado, em palavras não ditas, não compartilhadas. A saudade é acesa, como brasas ao luar, Um suspiro de tristeza, em cada pensamento, em cada lugar. O amor que não pode ser, uma dor sem cura, Um lamento eterno, um sonho que se desvanece na escuridão.
â Em um mundo distante, onde os sonhos se vĂŁo,
Um amor que floresce, mas nĂŁo encontra chĂŁo.
Olhares que se cruzam, mas nunca se tocam,
CoraçÔes que se chamam, mas o destino provoca.
Como estrelas no céu, que brilham sem se ver,
Um amor que Ă© segredo, um desejo a sofrer.
Palavras nĂŁo ditas, ecos na solidĂŁo,
Um amor que se esconde, em cada coração.
E na brisa suave, sussurros de paixĂŁo,
Um amor que Ă© eterno, mas vive em vĂŁo.
Na memĂłria guardado, como um verso perdido,
Um amor que nĂŁo pode ser, mas que sempre Ă© querido.
â Em cantos silenciosos, onde a saudade reside,
Um amor adormecido, que em sonhos se esconde.
Olhos que se cruzam, em um olhar proibido,
Um desejo ardente, que o destino esconde.
Como um rio que corre, em direção ao mar,
A alma anseia por um amor, que não pode alcançar.
Um abraço inalcançåvel, um beijo em vão,
Um amor que se apaga, antes mesmo de amanhecer.
E no silĂȘncio da noite, a lembrança surge,
De um amor que nĂŁo pode ser, que em sonhos se aflige.
Um sussurro de esperança, que a alma alimenta,
Mas o destino cruel, o amor condena.
