Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â '' Nunca deixe um amor , que um dia virou saudade , se tornar uma lebrança boa , pois esta lembrança se disfaz com o tempo e a saudade dura a eternidade''
â JĂĄ falei que comida Ă© carinho Ă© amor Ă© zelo Ă© memoria afetiva!!! Casa de vĂł Ă© aconhego , vc sabe disso!
Quando a gente cresce,
Vendo o amor e o afeto
Como caos, a gente sempre vai procurar
O amor e o afeto como caos
E nĂŁo como paz.â
â O humano e o dragĂŁo: um amor impossĂvel
I.
Em terras distantes, onde a aurora boreal colore o céu,
Vivia um humano, de alma pura e sem fel.
Ele amava a natureza, com seus segredos e mistérios,
E no silĂȘncio da floresta encontrava paz e sossego.
Um dia, em meio Ă s ĂĄrvores frondosas e antigas,
Ele encontrou um dragão, ferido e com as escamas estilhaçadas.
O humano, com o coração transbordando de compaixão,
Cuidou das feridas do dragão, com carinho e atenção.
II.
Dia apĂłs dia, o humano visitava o dragĂŁo,
Levando-lhe comida e palavras de conforto e afago.
O dragĂŁo, com seus olhos de fogo e sabedoria ancestral,
Agradecia a gentileza do humano, com um sorriso angelical.
Uma amizade improvĂĄvel nasceu entre os dois,
Unindo duas almas diferentes, mas com um amor em comum:
A paixĂŁo pela natureza, pela beleza e pela vida.
O humano e o dragĂŁo, juntos, exploravam a floresta florida.
III.
Mas o amor florescia no coração do humano,
Um sentimento proibido, impossĂvel e insano.
Como amar uma criatura tĂŁo diferente,
Um ser mitolĂłgico, de beleza incandescente?
O humano sofria em silĂȘncio, com o coração dilacerado,
Sabendo que seu amor jamais seria correspondido.
O dragĂŁo, alheio aos sentimentos do humano,
Tratava-o com amizade e afeto, como um irmĂŁo.
IV.
Um dia, o humano, tomado pela paixĂŁo avassaladora,
Confessou seu amor ao dragĂŁo, com a voz embargada de chora.
O dragĂŁo, com pesar e tristeza no olhar,
Explicou que o amor entre eles era impossĂvel de se realizar.
O humano, desolado e com o coração partido,
Chorou amargamente, sob o céu infinito.
O dragĂŁo, com lĂĄgrimas nos olhos de fogo,
Aconchegou-o em suas asas, num gesto de conforto e afago.
V.
A partir daquele dia, a relação entre os dois mudou,
Uma sombra de tristeza pairava sobre o amor que floresceu.
O humano, resignado ao seu destino cruel,
Continuou a visitar o dragĂŁo, mas o amor se transformou em fel.
O dragĂŁo, sofrendo por ver o humano amargurado,
Prometeu sua amizade eterna, num juramento sagrado.
E assim viveram, lado a lado, mas separados,
Unidos por um amor impossĂvel, jamais consumado.
VI.
Até que um dia, o dragão, ancião e cansado,
Fechou seus olhos e partiu para o outro lado.
O humano, inconsolĂĄvel e devastado,
Chorou a perda de seu amigo, com o coração dilacerado.
No tĂșmulo do dragĂŁo, ele plantou uma roseira,
SĂmbolo do amor que jamais seria esquecido.
E a cada primavera, quando as rosas florescem,
O humano recorda o dragĂŁo e o amor que os prendeu.
VII.
Um amor triste e impossĂvel, mas que jamais se apagarĂĄ,
Uma histĂłria de amizade e compaixĂŁo que jamais se findarĂĄ.
O humano e o dragĂŁo, unidos para sempre na memĂłria,
Em um mundo de fantasia, onde a esperança nunca se perde na glória.
â Somos nĂłs quem precisamos do favor do nosso Criador. Limitados, devemos demonstrar por amor que somos da parte dos que amam nossos inimigos e oramos pelos quem nos perseguem.
Livro: Servir, o maior dos desafios
â Ter aparĂȘncia nĂŁo Ă© o suficiente
se nĂŁo tivermos princĂpios, inteligĂȘncia,qualidade,amor prĂłprio,valor e o pensamento de evoluir Ă cada dia.
â O amar ou amor, ele nĂŁo pode ser imposto ou querendo estarem obrigando, usam psicologia fazendo coerção para pensarem estarem erradas nĂŁo tendo esse sentimento para retribuição.
O que se faz necessĂĄrio para se ter o AMOR Ă© o RESPEITO, porque ele estĂĄ em primeiro lugar, e o AMOR sem ele, Ă© que nĂŁo subsiste. JĂĄ ele sozinho Ă© ABSOLUTO.
â Aliança desfeita
O amor deixa de ser amor...
quando os passos
perdem os compassos
quando a dor
deixa rastros
e os traços
desencontram...
quebram-se os laços.
Nivaldo Duarte
FICAR POR FICAR
Tem jeito para o amor
quando o Ășnico jeito do amor Ă© amar
Se para amar nĂŁo tem jeito
o jeito mesmo Ă© ficar por ficar.
Esse amor desconfiado
que finge amar e ser amado
Ă© apenas um recado
do que nĂŁo Ă© amar.
Nivaldo Duarte
Recanto das Letras
CĂłdigo do texto: T6956123
Classificação de conteĂșdo: seguro
â Temos condiçÔes reais de escolher? Pois que nossa escolha seja o amor. A caridade Ă© a Ășnica forma segura de se sentir Ăștil e ter paz. Sempre o amor, mesmo quando for forte a dor.
â Amor Ă© intocĂĄvel para algumas pessoas, a espinhos em todas os lugares.
Então ame como se fosse uma criança.
Se despeça como se fosse o ultimo dia.
â A bĂblia nĂŁo diz que obter muito dinheiro Ă© a raiz da maldade. O amor ao dinheiro Ă© que Ă© a rota do perigo. âPorque o amor do dinheiro Ă© a raiz de toda espĂ©cie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fĂ© e se transpassaram a si mesmos com muitas doresâ (1 Tm 6:10)
Livro: Servir, o maior dos desafios
â VocĂȘ estĂĄ sempre comigo, mas nunca demonstrou nenhum sentimento. E de repente, recebo todo o amor que eu precisava em outra pessoa."
â Os braços que nos acolhem podem ser diferentes daqueles que imaginamos, mas o amor que encontramos neles Ă© verdadeiro e transformador."
â eu sofri de amor pela primeira vez.
eu sofri quando eu te olhei pela primeira vez;
eu sofri quando te pedi pra ficar mais;
eu sofri quando resolvi te olhar sĂł pelo o que eu gosto;
eu sofri quando compartilhei as minhas mĂșsicas;
eu sofri quando te ensinei a dançar;
eu sofri quando almocei ao seu lado;
eu sofri quando compartilhei silĂȘncios;
eu sofri quando te deixei me enxergar;
eu sofri quando todo mundo me avisou, mas eu ignorei todas as placas;
eu sofri quando furei o sinal vermelho;
eu sofri porque eu não esperei o "ação";
eu sofri por nĂŁo ter me aberto antes;
eu sofri por nĂŁo saber mais;
eu sofri por querer sofrer?
eu sofri.
EU sofri.
EU.
e depois de tudo, eu me olhei no espelho e vi lĂĄgrimas caindo enquanto entendia o pior: EU sofri, EU fiz, EU. Ă© COMIGO.
Quem tem muito do cĂ©u em si demonstra pureza e amor, pois o clima do cĂ©u Ă©, em tudo, santidade e amor.â
â VocĂȘ..
Foi assim que começou um lindo e desinteressado amor. Palavra que dĂĄ vida, mas tambĂ©m machuca. VocĂȘ autoconfiante deixou a porta aberta, entrei!!! Sem cerimĂŽnia, livre, leve
e sem medo das sombras doloridas do passando. Tuuuudo novo! Redescobrindo sentimentos trancados dentro de mim! Juntos, rimos de cada situação, e mesmo parecendo impossĂvel, fizemos do simples um mundo muito nosso com personagens puros, simples e engraçados. Ăramos nestes personagens tudo de bom. Eles jamais morreram, porquĂȘ somos nĂłs. Mesmo que a hipocrisia fantasiada de gente tente sujar. Ă nossa histĂłria simples, mas, nossa. Pena!
E saio como sempre fui, nada dissimulada, Eu! Nua de quaisquer medos de expor meus sentimentos.
A mesma que adentrou sua vida de forma moleca, doce, engraçada e sedenta de conversas, papos e aprendizado. Simples assim!
Mundos diferentes, iguais no sentimento chamdo amor, e com ele vocĂȘ veio! Comigo foi menino, foi sorrisos que escondia, foi moleque travesso que e pĂŽde viver um pouquinho de liberdade verdadeira.
De alguma forma somei e desarmei muitos gatilhos
que deixaram marcas no seu olhar.
Para vocĂȘ meu grande homem menino, guardado no coração meu menino grande.
Dedicado a vocĂȘ CFB meu "U", que deixou eu enxergar a porta aberta.
Rica Almada
