Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â
Seis meses de nĂłs, um amor que floresceu,
No jardim da vida, vocĂȘ apareceu.
Teus olhos sĂŁo farĂłis que guiam meu caminho,
E em teu abraço, encontro meu ninho.
Cada instante contigo Ă© um presente divino,
Um amor que nos une, um laço genuĂno.
Strimani, meu amor, minha doce paixĂŁo,
VocĂȘ Ă© a melodia do meu coração.
Que venham mais meses, anos de uniĂŁo,
Construindo um futuro com muita emoção.
Ao seu lado, a vida se torna mais bela,
Minha Strimani amada, minha eterna estrela.
â Mesmo longe, perto estĂĄ o meu coração. Um abraço apertado, mesmo Ă distĂąncia. O amor nos une, mesmo longe. Deus nos fortalece, nos aproxima. Sinta meu abraço e o abraço de Deus. Sua fĂ© nos guia, sempre juntos.
Rosinei Nascimento Alves
Ătimo dia!
Deus abençoe sempre đđŸ
Tenhamos fé!
â "O homem nĂŁo Ă© apenas o provedor do lar â ele Ă© chamado a ser presença viva de amor, cuidado e acolhimento dentro de sua casa."
O amor Ă© como uma lĂąmina afiada, pronta para cortar o mais profundo possĂvel e te fazer sangrar atĂ© a morte
â O bendito amor
TĂŁo belo como uma flor
E tĂŁo terrĂvel quanto um atirador
O amor acerta sem previsĂŁo
E assim a explosĂŁo
Sentimentos sem colocação
Não entendo a emoção
Se ele Ă© belo como a flor
Porque a acusação
De que a flor acabou com o meu coração
â Pro meu futuro
Tão obscuro quando o fundo do poço
escuro
Talvez eu pense em amor
Ou em favor da dor
Me apaixonar pelo esplendor
O que eu espero ou me apego
Fica martelando como se fosse um prego
Mais no final
A Ășnica coisa que eu espero
Do poço escuro
E em fim chegar até o fundo
â đ€
> âMeu problema nunca foi a falta de amor. Foi a ausĂȘncia de lugar para existir.â
â Purificação
---
đ€
> âA dor calada Ă© a que mais machuca, porque ninguĂ©m ouve o grito por dentro.â
â Purificação
â era sĂł um amor.
mas me fez esquecer
onde deixei minha dignidade.
nĂŁo era fome.
mas parei de comer.
nĂŁo era febre.
mas tremi quando ele disse que nĂŁo sabia o que sentia.
eu, que sempre fui boa de ir embora,
fiquei.
como quem erra de propĂłsito
só pra ver até onde aguenta.
abri mĂŁo do sono,
da lĂłgica,
da escova de dente,
do aviso que dizia ânĂŁo ultrapasseâ.
troquei o arroz com feijĂŁo
por silĂȘncios indigestos.
troquei o bĂĄsico
por tudo que me fazia doer
mas que me fazia sentir.
e eu, no fundo, prefiro o que machuca
ao que nĂŁo faz nada.
ninguém me avisou que
o amor que a gente aceita
diz mais sobre o nosso vazio
do que sobre o outro.
ele nunca prometeu.
mas também nunca foi embora.
e essa presença que não assume.
foi o que mais me corroeu.
me deixei amar como quem se deixa atropelar devagar:
primeiro a perna,
depois a vergonha,
por fim, a parte que ainda dizia
âisso nĂŁo Ă© amorâ.
nĂŁo Ă© que eu nĂŁo soubesse.
Ă© que eu jĂĄ tinha aceitado morrer bonita
na beira da estrada.
Juliana Umbelino
â o amor que me fez mudar de altura
nĂŁo foi sĂșbito.
ele nĂŁo chegou me virando do avesso.
foi um desvio pequeno, quase distração.
e, quando percebi,
meus pés jå não tocavam mais
o mesmo chĂŁo.
era amor.
mas nĂŁo desses que pedem manual.
era amor
como uma outra densidade do ar.
como se respirar perto dele fosse
um idioma secreto entre pulmÔes
que nĂŁo mentem.
antes dele, eu vivia no nĂvel do necessĂĄrio.
sabia pagar contas emocionais,
fazer pactos de sobrevivĂȘncia,
entregar o corpo
com a alma em modo aviĂŁo.
mas eleâŠ
me leu como quem abre um livro
com as mĂŁos limpas.
sem pressa.
sem medo de encontrar
o que nĂŁo entende.
ele nĂŁo me prometeu nada.
mas me entregava presença
como quem escreve no escuro
e ainda assim acerta a grafia
do meu nome.
com ele, os rituais mudaram.
nĂŁo era mais sobre manter.
era sobre descobrir
como o toque pode ser pausa
e o silĂȘncio, construção.
entĂŁo, deixei o bĂĄsico.
nĂŁo por orgulho,
mas porque ele me lembrou
que aceitar pouco
Ă© uma forma lenta de se retirar da vida.
e eu queria estar inteira.
quando ele chegava,
o tempo esquecia da obrigação
de andar em linha reta.
ficĂĄvamos ali:
nĂŁo fazendo planos,
mas modificando o que o mundo
parecia ser.
em vez de âestamos juntos?â,
era âo que estamos inventando hoje
pra sermos mais reais?â.
ele me fazia rir de coisas
que eu ainda nĂŁo tinha perdoado.
me fazia dizer âficaâ
sem precisar perder nada pra isso.
nĂŁo era conto de fadas.
era conto de carne.
onde a pele reconhece antes da palavra,
e a palavra vem limpa.
com ele, aprendi a nĂŁo fugir
quando tudo parecia bom.
aprendi que o conforto verdadeiro nĂŁo anestesia...
expande.
com ele, o mundo parava de pedir explicação
e começava a fazer sentido
sĂł por ser habitado a dois.
ele nĂŁo era meu lar.
mas me ensinou a morar em mim
sem medo de abrir as janelas.
e quando me perguntam se foi amor,
nĂŁo sei dizer.
mas sei que desde ele,
nada que me oferece o bĂĄsico
consegue ficar.
Juliana Umbelino
â o amor que me tirou da categoria de sobrevivente
aconteceu sem anĂșncio.
um gesto despretensioso
e, de repente, eu estava rindo.
rindo de verdade!
sem o dente de trĂĄs doendo,
sem a pressa de acabar logo.
e eu que jĂĄ tinha ensaiado tantas fugas,
fiquei.
não por esperança.
era por vergonha de nĂŁo saber
como recusar um afeto
que nĂŁo me pedia nada.
ele nĂŁo me fez voar.
mas, pela primeira vez,
meus joelhos nĂŁo tremiam por medo.
com ele, eu parei de ser
uma mulher que espera.
e comecei a ser uma mulher que respira.
em voz alta.
com respiração feia mesmo.
daquelas que ninguém edita
pra caber num story.
ele olhava pra mim como quem diz:
âĂ©, vocĂȘ tem partes ruins.
que bom.â
e eu fui abrindo gavetas que nem lembrava ter.
fui pendurando as armaduras.
fui perdendo o medo
de ser tocada
sem que isso significasse
contrato ou colapso.
tudo nele era verdade que nĂŁo doĂa.
e, por isso, doĂa um pouco.
porque eu aprendi a desconfiar
de qualquer lugar onde meu nome
nĂŁo viesse com grito.
com ele, o amor nĂŁo era destino,
era desvio.
uma linha torta
onde eu quis morar um tempo
sem precisar arrumar as malas.
e foi ali, entre um gesto idiota
e um silĂȘncio sincero,
que eu entendi:
nĂŁo era sobre me completar.
era sobre parar de me mutilar pra caber nos amores anteriores.
ele me quis inteira,
mesmo com os ossos fora do lugar.
e isso, pra mim,
foi o suficiente
pra nunca mais aceitar o suficiente.
Juliana Umbelino
Bom dia! Que Deus abençoe vocĂȘ e todos que te rodeiam, e que seu dia seja cheio de amor, paz e alegria.
â No amor, encontrar a pessoa certa nĂŁo Ă© sobre escolher a melhor pessoa do mundo.
Mas é também sobre a sua aptidão para assumir e cumprir com as tuas responsabilidades com ela.
Amar também é um compromisso e não apenas um sentimento.
â O amor, que nĂŁo conhece limites nem fronteiras, deve ser dado a todos,
sem reservas, sem barreiras.
Como o olhar que acolhe, que traz consolação, sem esperar retribuição,
apenas com a alma em comunhĂŁo.
Livro: O Respiro da Inspiração
Assim como a vela na escuridão, é o Amor de Deus em nosso coração.
Não ofusca os que estão ao seu redor, mas aponta uma direção.
Para que através da minha chama, eu possa acender a sua.
Basta encostar nossos espĂritos em agradecimento a D'us.
Que ela se propagarĂĄ.
Assim Ă© o Amor Divino, espalha luminosidade sem perder a prĂłpria Luz.
Amenđ
Essa nova geração
Onde a falta de amor
Ă algo normal
Onde a ausĂȘncia de carinho
Ă algo normal
Onde...
Onde...
Onde...
Onde jĂĄ nĂŁo hĂĄ mais nada
Onde tudo se esgotou
Pouco amor se espalhou
E tudo acabou.
â
â Tenho orgulho Do seu amor đ Tenho orgulho Do seu olhar Mesma com tanto đ Dificuldade NĂŁo consigo Para de te amarđ
â Aprendi que nĂŁo posso cobrar o amor de ninguĂ©m...
Mas posso ser paciente, oferecer bons motivos para que gostem de mim...
E, acima de tudo, entregar e confiar tudo nas mĂŁos de Deus.
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