Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Te Quero
NĂŁo quero que nosso amor seja uma metamorfose atrofiada
Que o nosso desejo seja uma obrigação de hora marcada,
SĂł quero que o nosso sono, seja uma festa de amor na madrugada,
Pois quero ser teu amado e desejo que pra sempre sejas minha amada.
Qualquer dia, qualquer,
Que seja coberto de nuvem,
Ou que o sol se alastre na terra,
Ai, amor, contigo eu gosto.
... o maior de todos os pensamentos foi resumido a uma Ășnica palavra - AMOR - e mudou tudo ... qual terĂĄ sido a palavra para o mal ? ...
Qualquer pranto, qualquer,
Que seja gerado em teus olhos,
Por esta paixĂŁo que se vĂȘ,
Ai, amor, a vida entorna.
Como sĂŁo de vida,
Sinais que vem dos teus olhos,
Hei de viver muito ainda,
Com esse amor queme consola.
Nao existe palavras certas para descrever a amizade que mais te faz feliz,muito menos para um amor tao grande . Sentimentos cronstruidos,cuidados com carinho , cuidados com o maior amor retirado dentro do coracao,aquele que realmente nao encontramos em qualquer lugar
Seus beijos são grandes declaraçÔes de amor, que eram ditas com tanta delicadeza em meus låbios e minhas tentativas incansåveis de retribui-las só as tornavam mais bonitas.
TĂĄ na hora de jogar pro alto toda essa histĂłria mal contada de amor mal resolvido. TĂĄ na hora de engolir as lĂĄgrimas e dizer o que a garganta entalou no verĂŁo de dois mil e seis. TĂĄ na hora de molhar os lĂĄbios, soltar os cabelos e nĂŁo falar nada pra nĂŁo estragar o momento. TĂĄ mais que na hora de nĂŁo olhar pra trĂĄs e sĂł se preocupar com o que a vida tem de bom pra oferecer nos prĂłximos dez anos. Porque jĂĄ passou da hora de ficar olhando pro nada, pensando na paisagem do ontem, imaginando como seria se vocĂȘ sĂł reparasse que a sua hora chegou.
Ei, sabe que o amor pode existir de todas as formas, tĂŁo puro e verdadeiro como uma manhĂŁ de sol. Sabe, viver Ă© tĂŁo breve, tĂŁo contĂnuo e tudo o que temos Ă© a certeza da morte. Entendi que a vida pode ser mais que ter um coração batendo e um pulmĂŁo se enchendo de impurezas do dia-a-dia. Viver Ă© deixar o coração doer a cada batida ou parar a cada instante de felicidade. Ă encher o pulmĂŁo de ar com a maior certeza de que pode ser a ultima vez que farĂĄs isso. Ă amar, de todas as formas, certas e incertas, tortas e sinuosas como a estrada que nos guia atĂ© o ultimo brilho no olhar.
NĂŁo acredito mais no amor
Assim jurado e nĂŁo cumprido
Minha resposta Ă© sempre verdadeira
Prefiro ir sĂł no meu caminho.
AMANDO
Amor é a recompensa de quem encalça
Com os quatro cantos dos olhos
Passando por cada pelo, a luz .
Ă este amor, que se ganha, cego
Uma recompensa do fim do mundo
Passantes trovÔes que não enfeiam
As tardes, em tempo, de verĂŁo.
O que vale o preço e a pena
Dos segundos contado das horas
Arrepiado furor, que jĂĄ se espera
Amando, amado, pela boca.
Amor Ă© o que se colhe
No Ănfimo tempo, tempo de choro.
Tantos riem também da mesma dor,
Que se puxa pelos olhos, o amor.
AMOR
DifĂcil falar do amor.
Ele fugidio, abstraĂdo, confuso
Um nome dado a um sentimento
SintomĂĄtico da Silva
Dos sobrenomes todos da vida.
E de que forma este vulto toca na gente
Acompanhando a multidĂŁo dos tristes
Na legiĂŁo dos rebelados
Rompidos a sangue e fogo
Com suas prĂĄticas sentenciadas?
DifĂcil dirigir-se a ele
Pairar sobre as montanhas
Ăs vezes ir muito alĂ©m
E gritar por muitos nomes
Até que se explane o nefasto
A må obra, peça inacabada
E como se anunciarĂŁo seus dentes
O seu semblante como se verĂĄ?
Algo deplorĂĄvel, compassivo Ă dor.
DesconfiĂĄvel, improvĂĄvel que assim se mostre.
Achegando-se como uma presa astuta,
Pulando de galho em galho, irritadiça
Fazendo caras e bocas, brincando Ă toa
De nada ouvindo, tudo calando,
O amor vem das visÔes de barcos,
Em pleno mar, que ora aparecem,
Ora escondem por trĂĄs das ondas,
Em descompasso, com os olhos turvos
Que sobem e descem desesperados.
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naeno
BICHO
Chamamentos de amor pelo silvo
Deixa o coração em polvorosa
Ficam os nervos de flor em pele
Com as mĂŁos estiradas, em oferta.
Uivos de amor, quando Ă© saĂșdo
Um cio de ardores pelo olhar
Um raio imprevisto, um pasmo
De nĂŁo se querer acordar.
Amor serĂĄ te amar, vitĂłria!
Ou se volta a mĂŁo sem nada
Ou se fica aĂ por dentro
Latejando desarmado.
Quais das feras, a mais temida,
A onça no seu grunhido,
O cravo no escuro sumido,
Quem mais te bota medo?
E quem mais tira
Da nossa coragem inconsiderada
Dos nossos jeitos arquétipos,
TerĂĄ um mais presente e omisso,
Mas Ă mostra e invisĂvel,
Que o amor.
A dor que queima e abrasa,
Um ferino que nĂŁo cala
A ponta perto, o arpĂŁo.
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naeno
As vezes eu queria que o mundo fosse só o meu quarto bagunçado, que o amor fosse algo descomplicado, que a saudade não fosse tão presente, que a maior distùncia fosse o outro lado da rua.
