Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
a paixĂŁo eh um sentimento banal que nos faz perder a visĂŁo daquilo que eh ridiculo
o amor eh um sentimento que nos deixa esquecer o que somos para nos lembrar do que seremos ao sonharmos com quem amamos
Amor Ă© um sentimento de
Dor, tristeza, angĂșstiaâŠ
Mas também tem sentimentos bons,
Tais como a felicidade.
O amor Ă© algo bom e mau.
Num dia amamos verdadeiramente,
Mas no dia a seguir jĂĄ sentimos
Desprezo, raiva ou até mesmo ódio pela
Pessoa que em tempos era a nossa maior paixĂŁo.
As desilusÔes custam a passar e elas passam
Mas muito lentamente.
O fim e o começo de uma nova via começam do zero
Como se nunca tivéssemos vivido antes.
Uma nova vida cheia de garra, paixÔes,
Sentimentos, amizades, coragem e
TambĂ©m cheia de decisĂ”es fĂĄceis e difĂceis.
Mas temos que ultrapassar isto como se nunca
Tivéssemos uma outra vida que acabara quando
Realmente abrimos os olhos e reparamos como
Perdemos o verdadeiro sentido da vida.
Muitos dias passados sem nos apercebermos que
Quem tĂnhamos amado na nossa vida passada,
NĂŁo merecera o tempo que nĂłs perdermos a
Pensar nela, nos momentos em que
OlhĂĄvamos para a sua beleza, em que
SonhĂĄvamos com essa mesma pessoa.
Isto tudo para que? Para sofrermos?
Para sabermos o verdadeiro sentido do amor?
Basta, chega temos que aproveitar a vida que
Temos agora e que a nossa vida passada acabou.
Chega da vida que tĂnhamos.
Mas com estas amarguras todas devemos continuar
A viver e a caminhar para um outro horizonte,
Sem nunca desistir daquilo que mais gostamos,
E principalmente nĂŁo desistirmos de sermos felizes,
Sermos nós próprios e também que nunca estaremos
Sozinhos nesta nossa vida de sofrimentos, perdas, tristezas,
AngĂșstias, desilusĂ”esâŠcoisas da vida de cada um de nĂłs.
O amor embota os sentidos, confunde o entendimento, tira a memĂłria, escurece a vista, faz o homem pĂĄlido e torpe, traz a velhice e apressa a morte.
Em amor, vence quem pode e sabe esperar o Ășltimo minuto. Em amor e em tudo, vence quem tem mais vontade.
A Ășnica dor viril Ă© a dor do amor, a Ășnica lĂĄgrima herĂłica Ă© a lĂĄgrima do amor, a Ășnica divina covardia Ă© a covardia da fragilidade do amor.
O amor Ă© um mar semeado de escolhos de que os velhos tentam livrar a mocidade; mas os mancebos querem arrostĂĄ-lo e reclamam seu direito ao naufrĂĄgio.
Amo,
com toda a essĂȘncia da palavra Amor...
Amo,
porque faz parte do meu Calor...
Amo,
vocĂȘ, meu filho (Guilherme), porque Ă©s o pulsar de minha vida...
Amar-te Ă© sentir-me vivo,
feliz e puro...
Amar-te Ă© saber que vivo,
porque vivo,
viverei uma vida,
de viver contigo...
As fronteiras do amor sĂŁo imaginĂĄrias, como o vento que sopra e me leva em pensamento. NĂŁo hĂĄ limites na alma, nĂŁo hĂĄ limites no vĂŽo.
Hoje sou mais feliz do que ontem, pois tenho na minha mente e no meu corpo com quem compartilhar meus desejos e minhas realizaçÔes.
O sorriso Ă© cada dia mais belo, o querer Ă© imenso.
Basta viver cada minuto com a intensidade e a certeza de que serĂŁo perpetuados no espĂrito e impressos no coração.
Todo o bem que eu puder fazer, todo amor que eu puder demonstrar a qualquer ser humano, que eu os faça agora, que eu não os adie ou esqueça jamais, porque por aqui não mais passarei..!
