Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
O amor Ă© um negĂłcio muito coisado...
Pois Ă© o que mais nos faz feliz e o que mais nos faz sofrer...
Vai entender!
O amor intendi ele Ă© inteligente ele Ă© racional
Decidi mergulhar no mar da vida
Mesmo sabendo nadar
Descidi esquecer.
Me perdi no mar do mundo
No pro fundo
Do silĂȘncio
Antes de bailar com vento
E depois de ti ver .
Eu sabia de tudo
Meio um pouco confuso
Combinei com voce.
Vamos lĂĄ
Reaprender a nadar
No escuro
Como um cego
Que nĂŁo quer enchergar.
Pois jĂĄ sabĂa
Na profundidade sentia
Mais nĂŁo queria escutar
Era escuro
Era confuso
NĂŁo entendi o mundo
Como podia pra vc explicar
Estamos certos
Mesmo estando errados
Decidimos ficar calados
Para cada um se escutar
Assim
Foi
Ăramos um
Agora samos dois
Aprendendo pra sĂł depois
Voltarmos a se encontrar
Todo o amor é póstumo; enquanto o vivemos tem a impiedade do sol, que tudo mostra, ou seja, tudo esconde. O amor vivo é uma roda de alegria e dor, conforto e tédio.
Vazio
A poesia fugiu do mundo.
O amor fugiu do mundo â
Restam somente as casas,
Os bondes, os automĂłveis, as pessoas,
Os fios telegrĂĄficos estendidos,
No cĂ©u os anĂșncios luminosos.
A poesia fugiu do mundo.
O amor fugiu do mundo â
Restam somente os homens,
Pequeninos, apressados, egoĂstas e inĂșteis.
Resta a vida que Ă© preciso viver.
Resta a volĂșpia que Ă© preciso matar.
Resta a necessidade de poesia, que Ă© preciso contentar.
Encontraremos o amor depois que um de nĂłs abandonar
os brinquedos.
Encontraremos o amor depois que nos tivermos despedido
E caminharmos separados pelos caminhos.
EntĂŁo ele passarĂĄ por nĂłs,
E terĂĄ a figura de um velho trĂŽpego,
Ou mesmo de um cĂŁo abandonado,
O amor é uma iluminação, e estå em nós, contido em nós,
E sĂŁo sinais indiferentes e prĂłximos que os acordam do
seu sono subitamente.
O amor não pode ser conquistado ou perdido; um relacionamento não tem um sistema de pontuação. Somos parceiros, juntos contra o mundo. Não podemos ter sucesso se estivermos em desacordo.
Foi quase um poema,
quase foi um suicĂdio,
era quase um eu te amo,
quase era um amor.
Hoje Ă© saudade,
Ă© hoje solidĂŁo,
foi uma grande decepção,
uma decepção jå se foi.
Amanhã serão lembranças,
serå amanhã esperança,
o ontem eu jĂĄ esqueci,
ela também me esqueceu ontem.
Era quase uma poesia,
quase foi uma histĂłria de amor,
foi quase um amor,
talvez eu seja quase poeta ou
um poeta do quase.
FAMĂLIA Ă ALGO MUITO SĂRIO
FamĂlia Ă© algo muito sĂ©rio.
Tem vidas envolvidas.
Amor para se cultivar.
Nela, hĂĄ muito com o que cuidar.
O descuido dos pais numa Ășnica pedra em seus caminhos, os farĂĄ tropeçar.
E se nĂŁo forem fortes e rĂĄpidos para se levantar,
seus filhos sentirão o tropeço,
Podendo eles, também se machucar.
A pedra maldita que os fez cair, ainda perto de todos estĂĄ.
Levantem-se, pais! Os vossos choros, da pedra, nĂŁo o farĂĄ dela se afastar.
Mas com coragem, de homem e de pai, de mulher e mĂŁe,
A pedra os porĂĄ para longe de todos, atirando-a ao mar.
A dor sentida e que se estendia.
Que nĂŁo deveria... ainda em todos, cicatriza.
SĂł o Senhor dos tempos, as suas vidas, os restaurarĂĄ.
Peçam hoje o perdão, um para o outro, pra viverem novamente em comunhão.
Retornem agora ĂĄ sua casa, perdoados, e vivam em uniĂŁo.
Escrevam: âquĂŁo belo Ă© a minha famĂlia e a Deus toda nossa gratidĂŁoâ.
O retorno, depois desta triste lição que os fez sofrer, levou-os a entender:
âCuidar bem do que Ă© de todos, e um do outro, agora, com demasiada atençãoâ.
FamĂlia? Ă© tudo muito sĂ©rio.
Para mantĂȘ-la viva, Ă© preciso o calor de todos, de seus abraços feito elos de ligação.
A força que os une a todos vem de Deus aos pais,
E de filhos retos e obedientes, orgulho e alegria para com os seus.
Quando os filhos nĂŁo forem poupados, de ciladas de amigos que se faziam,
Possam eles encontrar o leito certo,
Pra chegar em casa a salvo onde sĂł hĂĄ boa companhia.
Cobrindo-se de humildade,
NĂŁo ousem agora em casa querer mudar.
NĂŁo desonrem os seus pais nem mesmo seus irmĂŁos;
Eles que um dia estenderam-lhes as mĂŁos,
Para livrar-lhes de algo feio que muito mau pudesse lhes causar.
Se, na famĂlia o dinheiro lhes faltar, a doença os abater e,
Se intrigas rodearem a sua casa, nĂŁo discutam, porque irĂŁo se entender.
Contem um para o outro o que sentem, sĂł com diĂĄlogo diĂĄrio, poderĂŁo resolver.
Deus quer vos escutar. Permitam-no em vossa casa adentrar
Convidando-o também para convosco morar.
O Homem que acolheste, veste branco, resplandece luz.
Das Suas mĂŁos, lĂnguas de fogo surgem e de encontro a todos vai começando a agir.
Ordena aos Anjos Celestiais vos guardar, aos espĂritos malignos infiltrados nos cĂŽmodos, Se retirar; as doenças do corpo, da mente e do espĂrito, curar; seus pecados, perdoar e de Toda angĂșstia, acalmar.
O teu lar agora alvejado, respira paz e descansa proteção, os nĂłs agora desatados nunca Mais obterĂŁo. E Deus, com todo o seu poder, sentiu o vosso amor e entĂŁo declarou: - âque Nenhuma mĂŁo inimiga, em meus filhos tocarĂĄ e, nenhum espĂrito imundo tornarĂŁo Contra eles, se levantar.â
A mensagem deste pai
lhes diz muito de como amar, ter fé e perdoar.
Creem também em Jesus Cristo, e nunca ousem Dele se afastar.
Uma vez a famĂlia toda acolhida,
aproveitem os momentos para muito, a todos, do bem ensinar.
Iniciem pelo dom do amor, mostrando por si, como perdoar.
Pensamento, tĂŁo incontrolĂĄvel como o vento.
Amor, tĂŁo parecido com a dor.
Frieza, causa tanta tristeza.
E nĂŁo ficou, como um dia me jurou!
Todo amor Ă© brega Todo amor nĂŁo nega Que todo amor quando
pega Pega fogo pega a alma Pega de jeito a menina tĂŁo bela Todo amor meu Ă© dela.
O amor...
DĂłi como um cabo de uma rosa,
Mas Ă© lindo ao mesmo tempo.
Quero ser forte ao amar,
Choros a noite, sorrisos pela manhĂŁ,
Pare de me machucar!
Uma vez na vida, eu sĂł quero amar!
Mas eu sei, amar nĂŁo Ă© um mar de rosas
Amar Ă© um mar de espinhos que estĂŁo prontos para nos furar,
Mas nĂŁo desista, o amor Ă© algo inexplicĂĄvel.
Sinta, mesmo que machuque.
-Kessia B.
A oração perseverante, a penitĂȘncia, a paciĂȘncia e o Amor nos levam a alcançar a vitĂłria e as respostas de Deus sobre todas as situaçÔes que nos afligem.
Quem sou eu?
âSou feito de atitudes, nĂŁo de meias palavrasâ
Tem dias que sou um amor de pessoa, outros uma verdadeira tempestade. Sempre dei para as pessoas, seja de bom ou de ruim, o melhor de mim. Nunca fiz questĂŁo da opiniĂŁo alheia, pois nĂŁo vivo delas. Sabemos que palavras sangram, assim como nĂŁo dizer nada tambĂ©m Ă© uma resposta. Sou profundo, sou tudo, mas nunca sou e nunca serei um nada. Sou um livro com inicio, meio e sem um fim... Sou apenas um cara que ama viver, que valoriza o simples. Eu sou apenas um grĂŁo de areia nesse mundĂŁo de DEUS. Sou perfeitamente imperfeito, sou raiz, sou origem, sou autĂȘntico. âEsse cara Sou Eu.â
