Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
AMOR, Ă GOSTAR DE ESTAR COM ALGUĂM
AMAR, Ă TER A NECESSIDADE DE ESTAR SEMPRE COM ESSE ALGUĂM.
POSSO SENTIR AMOR E NĂO AMAR, MAS, NĂO POSSO AMAR SEM SENTIR AMOR.
Amor de verdade, Ă© sempre aquele que vem acompanhado de sacrifĂcio incondicional pelo outro, do contrĂĄrio, nĂŁo seria amor e sim mera ilusĂŁo.
O que diferencia o amor das demais insanidades Ă© que quando estamos insanos, fazemos atos sem pensar. E quando estamos amando, fazemos atos sem pensar nas consequĂȘncias, mas pensando em alguĂ©m...
O perfume que exala das flores nĂŁo cheira metade do cheiro que vem de ti: cheiro de amor, de querer, de pulsar...cheiro de chuva, de sol, de mar, ...cheiro de cores, de sonhos, de vida.
"Cartas de amor sĂŁo eternas. Quando se ama com envolvimento e intensidade esse amor fica impregnado, toma conta dos pensamentos e do pulsar descompassado do coração. Ă um momento de total prazer registrar esse sentimento que pode ser num livro, num pedacinho de papel, na pele ou no cĂ©u - nĂŁo importa. Cada palavra Ă© uma confissĂŁo ; cada gesto uma declaração. Oferecer esse amor Ă© uma dĂĄdiva e receber esse presente Ă© um bĂĄlsamo de alegria e sedução".ï»ż Luiza Gosuen
Todas a flores do futuro estĂŁo na semente do seu sorriso e do seu amor. Tenha sempre a intenção de oferecer uma flor que vocĂȘ reservou para aquelas pessoas que vocĂȘ ama e quer bem; Creia que, nesse momento de certo hĂĄ alguĂ©m, em algum lugar precisando sentir seu perfume. Eu te ofereço essas rosas!!
O amor alcança... passa aquela fresta... não é vulnerabilidade, é a simplicidade de uma alma agraciada. Igor Brito Leão
O amor tem o hĂĄbito de rasgar as vestes dos nossos sentimentos e sorrir da nudez de nossa alma.
-Mery de Almeida.
Estamos no Outono... Friozinho lĂĄ fora...
Mas um doce sentimento de Amor paira no ar, visitando atĂ© coraçÔes endurecidos pela dor, pela tristeza e pela mĂĄgoa causada pela violĂȘncia pelo nosso dia a dias. Tudo parece ficar mais bonito Ă quele que consegue vislumbrar a Luz da Verdade, que ouve a Melodia do Universo e com suavidade vive e ensina o Amor.
Ă ,Ele, Jesus, que esta sempre junto de NĂłs..
Apesar do seu lado sombra que assola o Mundo em nossos dias, o Lado Luz, com sua suavidade natural, avança e enfeita nossa Ărvore da Vida com os pingentes da Solidariedade, da Fraternidade, da CompaixĂŁo, da MisericĂłrdia, do PerdĂŁo e da Caridade...
à o Coração dos seguidores da Luz...
A melodia suave que permeia o Universo, sĂł pode ouvi-lĂĄ que aquele que se modifica , elevando sua frequĂȘncia vibratĂłria para um patamar mais elevado.
O Ouvido humano nĂŁo tem acesso, uma vez que ela sĂł Ă© audĂvel ao EspĂrito.
à , portanto, dever aqueles que buscam cada vez mais o aperfeiçoamento, estender a mão aqueles que vivem nas sombras e desconhecem as notas musicais que vibram por todo o Cosmo.
A NĂłs, Ă© dado a capacidade de Amar a si e o outro.
O nosso Coração que ao aperfeiçoar seu ser interior, olhando para dentro de si, também vem modificando suas atitudes externas, seu modo de pensar e agir.
Para participarmos dessa evolução Ă© necessĂĄrio, pois que cada um, seja envolvido pelo Manto da CompaixĂŁo e da MisericĂłrdia, tecidos pela promessa agasalhar aqueles que tĂȘm o coração gelado por falta de conhecimento da chama do Amor Divino.
E para que os nossos dias sejam de Luz e Paz, nĂŁo deixe de sorrir muito, pois o sorriso de felicidade Ă© o passaporte que atravessa as fronteiras humanas e permite o acesso do EspĂrito ao OĂĄsis Divino...
Beijinhos ... Com Muito Amor...
O amor nĂŁo se perfaz numa tessitura inconsĂștil de atitudes. Por vezes mudar a direção nĂŁo significa perder o caminho. Mas sim corrigir uma rota que nĂŁo levaria nossos ideogramas aos lugares almejados. O amor Ă© uma construção que exige remanejamentos, atitudes e desvelos que nem sempre estamos preparados para executar.
Tais Martins
NĂŁo existe palavras especĂfica, nem poesia com tom doce. Os sintomas do amor Ă© constuĂdo por cada afeto, quando a batida do coração pulsa em teu chamado. O amor Ă© puro, nĂŁo tem cançÔes exatadas para defini-lo. Ă como morrer de saudade, por nĂŁo te ter 24 horas ao lado, mas te sentir viva em mim. Erguer as mĂŁos e sentir as suas tocar o meu corpo. Ă amar sem medo, sem desespero, sem cobranças. Na frente do espelho, o socorro do choro batendo nos olhos, olhar o teu sorriso no fundo do visor secando cada gota de lĂĄgrimas. NĂŁo Ă© fĂĄcil concluir em palavras esse sentimento. Eu vivo em gritos, a dor da solidĂŁo quer permanecer em mim, a dor da saudade, insiste tocar meu coração, na vontade de faze-lo parar de bater. Mas o amor Ă© forte, nenhum sentimento tosco o quebra, dor nenhuma pode ser mais forte que o amor. O amor Ă© tudo, quando Ă© verdadeiro.
O amor estĂĄ na tranquilidade que, muitas vezes, o outro nos traz apenas de fazer-se ali, presente, mesmo que em um cĂŽmodo distinto da casa. Nem sempre Ă© questĂŁo de cheiro e toque; ele estĂĄ tambĂ©m no impalpĂĄvel, na cumplicidade invisĂvel de um sentimento que nĂŁo demanda excesso de palavras.
O amor estå na falta, na saudade absurda que sentimos do sorriso torto, da textura de sua camiseta favorita, do cheiro do pescoço e do cabelo bagunçado do outro. à esquecer-se propositalmente de todas essas coisas só para se apaixonar novamente por elas no reencontro. O amor é reencontro. à uma constante mistura dolorida e gostosa de uma saudade daquilo que, muitas vezes, ainda nem aconteceu.
Mas, muito antes de compreensĂŁo, o amor estĂĄ no respeito, na sensibilidade de saber ouvir mesmo que ainda assim nĂŁo decida concordar, na nĂŁo necessidade de mudar para agradar ou adequar-se ao outro, mas na liberdade de reinventar-se naturalmente, na tranquilidade de ser exatamente aquilo que se Ă©.
O amor estĂĄ entre um âsimâ e um âcom certezaâ, nunca Ă© um âtalvezâ, atĂ© porque nĂŁo se ama pela metade, nĂŁo se sente quarenta por cento de amor ou essas coisas, por exemplo. Amor Ă© ajustar-se. Se acomodar no tempo do outro, harmonizar os passos, conciliar as respiraçÔes. Amor Ă© um clichĂȘ multicolorido, o mais belo, quem sabe. Amor Ă©, entre todas as coisas, saber ser simples pelo outro, se apaixonar pelo compreensĂvel, malĂcia recatada. Amor nĂŁo Ă© escolha, Ă© convicção. Amor Ă© esquecer os medos, desafinar num riso alto, amor Ă© correr na veia do outro, sentir o pulsar do outro e mesmo assim, costurado a outro corpo, soldado em outra alma, estar confortĂĄvel como se fosse apenas outro lar. Amor Ă© acertar de primeira e nunca, jamais barganhar, porque o amor Ă© trapaça, golpe de sorte, arritmia inesperada. Amor Ă© se apaixonar pelos mesmos olhos e pela mesma boca todos os dias. Ă gostar de rotina por saber que nela alguĂ©m lhe faz esquecer-se desses dias compridos. Ah o amor, que Ă© a porta do espĂrito, Ă© preencher o vazio do medo de ser sozinho, Ă© acomodar-se. Amor Ă© um nome, tem mais ou menos o tamanho de um abraço apertado, amor Ă© sentir paz e estar em paz. Ă nunca roubar o que lhe pertence. E hĂĄ quem diga que amor Ă© estar com sono, mas esperar a pessoa ir dormir primeiro apenas para nĂŁo perder momento algum ao lado dela, porque amor tambĂ©m Ă© doar-se, amor tambĂ©m Ă© um momento. Amor Ă© ouvir um âEu te amoâ e revidar com um âEu tambĂ©m te amoâ e nĂŁo apenas com um âEu tambĂ©mâ, justamente por nĂŁo existir metades, todavia sim um bocado de encaixes esperando o instante certo de amoldar-se. Amor Ă© nĂŁo duvidar do destino, desafiar a morte, o amor acontece feito uma bomba implosiva de açÔes e reaçÔes. Amor Ă© sonhar a dois, dançar sempre com o mesmo par. Ah esse amor, que faz agradecer todos os dias por respirar o mesmo ar, o amor esse que caminha por anos, sem resposta para as perguntas, talvez, mas quem se importa? Amor Ă© um terminar a frase do outro, Ă© cuidar, Ă© importar-se. Amor Ă© recomeçar todos os dias a mesma histĂłria e nunca enjoar dela. Ah mais amor, este que move o mundo, que muda pessoas, amor Ă© renascer dentro de si e ficar surpreso pela batidas do coração que se parecem tanto com tambores sem ritmo. Amor Ă© dançar sem mĂșsica, escrever poesia no ar, amor Ă© olhar o nada e lembrar-se de alguĂ©m, porque amor tambĂ©m Ă© insignificĂąncia, amor Ă© jamais esquecer. Amor Ă© perder-se na pele do outro, decorĂĄ-la, enfeitĂĄ-la de felicidade recĂproca. Amor Ă© nĂŁo hesitar. O amor nunca morre, apenas adormece. Ah o amor! Ă nĂŁo saber nem quando, nem onde. Amor Ă© zelo excessivo, rota de fuga das fugas. Amor Ă© perder-se com outrem sem fazer questĂŁo de ser encontrado. O amor nĂŁo tem ĂȘxito, porĂ©m urgĂȘncia sim. Ă amar os pĂ©s, os dentes, a curva da orelha. Amor Ă© dizer nĂŁo ao peso do tempo nos ombros e viver intensamente o eterno dos dias. Amor tambĂ©m Ă© esquecer-se de prever o imprevisĂvel. Amor Ă© perdoar o que pode ser perdoado, o justo pelo justo. Ă unir fio de sangue, criar raĂzes como a natureza e ser infinito feito ela tambĂ©m. O amor, ele adoça a vida, ele adoça o ser humano. Ah o amor! Ă a espera do que vale a pena. Amor Ă© conquista.
E quando o amor da sua vida bater Ă sua porta, vocĂȘ nĂŁo irĂĄ hesitar. JĂĄ vai saber.
Amor Ă© nunca se arrepender.
