Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
[B]"Por ser exato, o amor ñ cabe em sĂ.
Por ser encantado, o amor revela-se.
Por ser amor, invade e FIM."
Não quero alguém que morra de amor por mim. Só preciso de alguém que demonstre em pequenos gestos que gosta de estar do meu lado.
Nota: Trecho adaptado de um poema muitas vezes atribuĂdo, de forma errĂŽnea, a Mario Quintana.
Que Amor Fez sem Remédio, o Tempo, os Fados?
Depois de tantos dias mal gastados,
Depois de tantas noites mal dormidas,
Depois de tantas lĂĄgrimas vertidas,
Tantos suspiros vĂŁos vĂŁmente dados,
Como nĂŁo sois vĂłs jĂĄ desenganados,
Desejos, que de cousas esquecidas
Quereis remediar mortais feridas,
Que amor fez sem remédio, o tempo, os Fados?
Se nĂŁo tivĂ©reis jĂĄ longa exp'riĂȘncia
Das sem-razÔes de Amor a quem servistes,
Fraqueza fora em vĂłs a resistĂȘncia.
Mas pois por vosso mal seus males vistes,
Que o tempo nĂŁo curou, nem larga ausĂȘncia,
Qual bem dele esperais, desejos tristes?
Perder alguém por morte é melhor que pela deslealdade... a morte leva o corpo e deixa amor, admiração e saudade. A deslealdade deixa mågoa, tristeza e decepção.
A educação é um ato de amor e, por isso, um ato de coragem. Não pode temer o debate. A anålise da realidade. Não pode fugir à discussão criadora, sob pena de ser uma farsa.
Eu nĂŁo acredito mais em amor romĂąntico, eu acredito em respeito e amizade; amor romĂąntico traz sofrimento e sempre acaba.
Ser feliz e mais nada
A tranquilidade Ă© a tua praia
O amor, o teu banho diĂĄrio
A esperança, o teu sol
E o resto Ă© passageiro
Querido Deus... Cuida de mim. Enche a minha vida do seu, amor, do seu perdão, da sua paz. Que eu possa reconhecer o seu toque, sentir o seu abraço e ouvir a sua voz me dizendo "não temas, Eu sou contigo".
E o amor sempre prevalece, vence todos os obstĂĄculos e aumenta a cada nova dificuldade encontrada pelo caminho.
Assim como o céu
o nosso amor nunca terĂĄ um fim!
E por mais que a distĂąncia
insista em nos separar,
ela jamais prevalecerĂĄ!
Seu amor foi o cĂąncer da minha vida.
Enquanto eu morria, vocĂȘ me entorpecia.
Com juras de amor e a promessa de felicidade um dia.
Nisso tudo me distraĂa, enquanto seu amor me destruĂa.
Iludido com uma paixĂŁo que na verdade me consumia.
Diferente do poeta que jĂĄ dizia um dia.
Seu amor Ă© como fogo que me queima em agonia.
Uma ferida que se abriu, e agora todos podem ver.
E vivo descontente em nĂŁo consigo me conter.
Pois essa dor que sinto agora, nĂŁo sei quando deixarĂĄ de doer.
Maldito seja o dia que eu me apaixonei por vocĂȘ.
Noites perdidas em conflitos que jĂĄ mais vou resolver.
SĂŁo problemas que eu dia eu hei de esquecer.
VocĂȘ estarĂĄ no meu passado atĂ© o dia em que eu morrer.
