Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

AMOR,EU SEI QUE TU ESTÁS AÍ.
Catarina Labouré.
Filho Ă© para ti que insuflo estas palavras empregnadas de amor e o amor Ă© inegavelmente coragem para todos os momentos.
Recorda-ti desse sentimento no Ăąmago do teu Ă­ntimo e diante da dor mais profunda que te faz verter lĂĄgrimas dorĂ­das, mergulhes na solidĂŁo que sentes em teu inexprimĂ­vel sofrimento para dizeres: _ Amor! Eu sei que tu estĂĄs aĂ­. Vem ser minha companhia visĂ­vel.
No momento da raiva incontrolĂĄvel que fadiga as fibras de todo o teu cĂ©rebro Ă  afetar teu corpo o entorpecendo em dormĂȘncia estĂĄtica. Vai no teu Ă­ntimo e evoques esse puro sentimento inato a todos,mas tĂŁo postergado,o amor, digas tu em profunda e emocionada rogativa: _ Amor, eu sei que estas aĂ­.
Diante da ofensa que lançan-ti sem misericórdia na face vos procurando fulminar maldosamente os teus sagradas idéias refugia-ti no pensamento próprio procurando se firmar vai secretamente em teu caminho entronizado ainda pela luz que tu amas sem ser enfadonho e grite para dentro de ti: _ Amor, eu sei que estås aí.
Quando as perseguiçÔes te espreitarem por onde quer que vĂĄs, nutra-ti de coragem,siga adiante mal grado os perigos penses alegre e evoques as figuras dos perseguidos injustamente e aparentemente vencidos, libertes junto as vozes e exemplos desses mĂĄrtires repetindo--lhes a inolvidĂĄvel vivĂȘncia e cantes junto a esse coral: _ Amor, eu sei que estas aĂ­.
Na alegria que vives mesmo que embora poucas vezes,pois a presença da solidão não vos esqueces, não olvides a missão da simples flor que mesmo na escuridão e esquecida não deixa de evolar a beleza e o perfume que lhe faz sobrepor o desprezo e com a mesma resiguinaçao fazes emitir de tua fala tristonha,mas confiante no porvir: _ Amor,eu sei que estas aí.
Segue meu filho! Redimido porque em todos os instantes nunca permitista estares sĂł e revoltado.O amor te acompanha e vos atende. As noites poderĂŁo ser solitarias,exteriormente frias mas em ti fostes fiel e o amor vos dirĂĄ:-Amado,eu aqui em tua porta,ansioso para que tu a abras para mim e ser contigo.
Votos de muita paz.

"Escrevo como quem toca uma ferida antiga que jamais cicatrizou. O amor nĂŁo partiu. Ele permaneceu distante. E a distĂąncia Ă© mais cruel que a ausĂȘncia."

"O amor nĂŁo une dois seres ele revela que eles jĂĄ eram um sĂł, separados apenas pela ilusĂŁo da individualidade."

"O amor só é quando deixa de exigir e começa a oferecer."

"O amor sĂł Ă© verdadeiro quando se torna silĂȘncio que compreendido."

O amor tem dimensÔes que só a delicadeza chega até ele.

" A dor do amor nĂŁo Ă© apenas sofrimento. Ela Ă© tambĂ©m revelação. Muitas vezes Ă© atravĂ©s dela que o indivĂ­duo descobre a extensĂŁo de sua prĂłpria capacidade de sentir. Aquilo que fere tambĂ©m ilumina. A ausĂȘncia de quem se ama, o desencontro das expectativas ou a fragilidade das circunstĂąncias humanas fazem com que o coração perceba algo essencial. Amar Ă© aceitar que a alegria e a tristeza pertencem ao mesmo campo de experiĂȘncia. "

Quando o Amor Carrega o CrepĂșsculo da Culpa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.


“Não há culpa em amar-te, mesmo quando esse amor me devora em mortes sucessivas. E, quando de ti necessito, aceito que venha envolto no presságio funesto que já habitava a primícia do próprio sentir.”

Nesta formulação, o amor surge como sacramento e sentença, um movimento que exime de culpa porque nasce inevitĂĄvel, anterior Ă  vontade. A “primĂ­cia funesta” torna-se o anĂșncio silencioso de que todo afeto profundo carrega sua sombra desde o primeiro gesto, e que ainda assim escolhemos permanecer.

Que o peso e a luz dessas palavras se tornem um caminho onde a dor e o desejo se reconciliam na busca pela imortalidade.

"A renĂșncia por amor nĂŁo nos faz perder, mas nos devolve ao que somos de verdade, seres feitos para a leveza, nĂŁo para carregar espadas suspensas pelo fio do ego."

" Existem pĂĄssaros do amor que jĂĄ nĂŁo desejam mais voar. "

" Amei-te ao excesso de amor e isso nos afogou. "

O amor nĂŁo Ă© ponto final em nenhum momento, mas sim reticĂȘncias pela eternidade.

JOÃO 19.26 A 27
A SUBLIME TRANSFERÊNCIA DE AMOR E RESPONSABILIDADE.
O trecho de JoĂŁo 19.26 a 27, pertencente ao quarto Evangelho, insere-se no conjunto tradicionalmente denominado as Sete Palavras de Cristo na cruz. Nele lemos.
"Vendo, pois, Jesus sua mĂŁe, e que o discĂ­pulo a quem ele amava estava presente, disse a sua mĂŁe. Mulher, eis aĂ­ o teu filho. Depois disse ao discĂ­pulo. Eis aĂ­ tua mĂŁe. E desde aquela hora o discĂ­pulo a recebeu em sua casa."
A cena ocorre no CalvĂĄrio, momento culminante da PaixĂŁo. Segundo o Evangelho de Evangelho segundo JoĂŁo, estavam junto Ă  cruz Maria, mĂŁe de Jesus, algumas mulheres e o discĂ­pulo amado, tradicionalmente identificado como JoĂŁo. A declaração nĂŁo Ă© meramente afetiva. É um ato jurĂ­dico, moral e espiritual.
No contexto judaico do sĂ©culo I, a responsabilidade filial pelo cuidado da mĂŁe viĂșva recaĂ­a sobre o filho primogĂȘnito. Ao confiar Maria a JoĂŁo, Jesus cumpre a Lei e reafirma o quarto mandamento. Honrar pai e mĂŁe nĂŁo Ă© apenas reverenciar. É prover, proteger, sustentar. Mesmo sob extrema agonia fĂ­sica, Ele preserva a ordem moral.
A expressão Mulher não denota frieza. É forma solene e respeitosa, semelhante à empregada nas bodas de Caná. Ao dizer Eis aí o teu filho, Cristo inaugura uma nova família fundada não no sangue, mas na fidelidade espiritual. E ao declarar Eis aí tua mãe, estabelece uma comunhão que ultrapassa a biologia.
Sob perspectiva histórica, o gesto garante amparo concreto a Maria. Sob perspectiva teológica, simboliza a formação da comunidade cristã como família espiritual. A cruz, instrumento de suplício romano, converte-se em altar de fundação comunitåria.
Na tradição cristã antiga, essa passagem foi compreendida como sinal da maternidade espiritual de Maria em relação aos discípulos. Jå na leitura ética clåssica, destaca-se o exemplo supremo de responsabilidade mesmo em sofrimento extremo. A cruz não anula o dever. Antes o consagra.
Do ponto de vista psicolĂłgico, a cena revela lucidez e domĂ­nio interior. O condenado nĂŁo se encerra na prĂłpria dor. Ele volta-se ao outro. O amor, aqui, nĂŁo Ă© emoção efĂȘmera. É decisĂŁo consciente que organiza vĂ­nculos e assegura continuidade.
No horizonte moral, o texto ensina que a verdadeira grandeza nĂŁo estĂĄ no poder, mas na capacidade de cuidar. A autoridade espiritual manifesta-se no zelo silencioso.
Assim, JoĂŁo 19.26 a 27 nĂŁo Ă© apenas despedida. É instituição. É testamento afetivo. É pedagogia do amor responsĂĄvel.
E desde aquela hora o discĂ­pulo a recebeu em sua casa. Esta frase encerra uma verdade perene. O amor autĂȘntico nĂŁo se limita a palavras pronunciadas no auge da dor. Ele traduz-se em atos concretos, cotidianos, silenciosos.
Na cruz, o sofrimento nĂŁo gerou desordem. Gerou famĂ­lia. E toda famĂ­lia que nasce do dever vivido com amor transforma a histĂłria.

"O verdadeiro amor não enxerga status, conta bancåria ou rótulos; ele enxerga a alma, o respeito e a nobreza de um coração sincero."

Dizem que o amor machuca, que ele é uma nuvem carregada pronta para desabar em chuva sobre qualquer coração que não seja feito de pedra. E, honestamente? Talvez eles tenham razão. O amor deixa cicatrizes, ele marca a pele da alma com a ferro e fogo, e nem todo mundo é forte o suficiente para aguentar o peso dessa entrega.
Eu sou jovem, eu sei. Talvez aos olhos do mundo eu ainda nĂŁo tenha visto nada, mas eu aprendi uma coisa ou duas... e aprendi com vocĂȘ.
Aprendi que o amor não é apenas o frescor de uma brisa, mas também o calor de uma chama. E sim, às vezes essa chama queima quando esquenta demais. Mas é nesse calor, nessa intensidade que consome, que eu descobri o que significa estar verdadeiramente vivo.
Não quero um coração duro ou blindado contra a dor se isso significar não sentir o toque da sua mão. Se o amor é uma nuvem que carrega chuva, prefiro me encharcar ao seu lado do que viver na aridez de uma vida sem nós. Porque, no fim das contas, as feridas e as marcas que o amor deixa são apenas as provas de que fomos corajosos o suficiente para não fugir do fogo.
O amor machuca, Ă© verdade. Mas eu aceitaria cada cicatriz, desde que elas tivessem o seu nome.

Uma canção de trĂȘs minutos no rĂĄdio Ă© capaz de resumir anos de saudade de um grande amor.

Dizem que o amor mais difĂ­cil de ser superado Ă© aquele que nĂŁo foi vivido.

Dizem que o amor Ă© uma escolha, mas com vocĂȘ, ele parece mais uma descoberta. Foi como encontrar um refĂșgio que eu nem sabia que estava procurando; um lugar onde a tempestade lĂĄ fora perde a força e o barulho do mundo finalmente silencia.
Estar com vocĂȘ Ă© ter a certeza de que, nĂŁo importa o quĂŁo longe eu vĂĄ ou quĂŁo difĂ­cil seja o caminho, existe uma luz acesa na janela me esperando. VocĂȘ Ă© o meu ponto de paz, aquele abraço que reorganiza meus pensamentos e o calor que me protege nos dias mais cinzentos.
Por que vocĂȘ?
Porque no seu silĂȘncio eu encontro as respostas que procurei em mil palavras.
Porque o seu amor é como o aço: forte o suficiente para me sustentar quando minhas pernas fraquejam.
Porque vocĂȘ transforma o cotidiano em algo extraordinĂĄrio, apenas por estar presente.
Se o amor Ă© um oceano, aceito mergulhar em cada onda, com seus conflitos e suas calmarias, desde que o horizonte seja vocĂȘ. Se eu pudesse viver mil vidas, em cada uma delas eu buscaria o caminho que me leva de volta ao seu coração.
VocĂȘ Ă© a minha melhor memĂłria, o meu presente mais bonito e o meu futuro preferido.

"Desejo um amor puro e verdadeiro, capaz de enxergar alĂ©m das aparĂȘncias e caminhar ao meu lado em qualquer lugar do mundo."

Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressÔes por amor de mim e dos teus pecados não me lembro.

BĂ­blia Sagrada
IsaĂ­as 43:25.