Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

Amor... saudade eterna


Vieste, pra minha vida, um dia vieste.
E me deste toda a felicidade do mundo, me deste.
Foste, o amor da minha vida, foste.
E um dia te foste.
O amor eterno prometido,
em mil pedaços partido.
O amor eterno “que prometeste”
“era bem pouco e cedo se acabou”...
Partiste...
Triste me deixou...
Mas “de ti conservo no peito a saudade celeste” que do eterno amor ficou...
Amor eterno... em saudade eterna se transformou.


Rosangela Calza

Boa noite, meu amor! â€ïžđŸŒ™

Que Deus cuide de vocĂȘ enquanto dorme, encha seu coração de paz e renove suas forças para um novo dia. Que seus sonhos sejam lindos e seu despertar venha acompanhado de muitos sorrisos. Durma bem. VocĂȘ Ă© muito especial para mim. Te desejo uma noite abençoada!

O amor Ă© raro, mas quando Ă© verdadeiro, transforma duas vidas.

Sou a favor da paz
e do amor⁠

O amor muda vidas e isso Ă© um fato, precisamos aprender a amar as pessoas e aprender a ter amor prĂłprio para nĂŁo aceitar qualquer tipo de amor raso

O amor nĂŁo exige que sejamos infalĂ­veis.
Ele exige, apenas, que aceitemos ser amados onde tudo em nĂłs faliu

Se não amasse-mos, a solução seria simples. Mas o amor não permite soluçÔes simples. Ele cria um limite que não é de poder, mas de sentido.

⁠Eu cansei..
Cansei de ser o grande amor dos outros, de ser a paixĂŁo ou o melhor de todos, cansei de ser o quase perfeito ou aquele futuro que nĂŁo pode ser, aquela metade mais que perfeita, mas nĂŁo tĂŁo perfeita assim..
Odeio quando me vem à memória as lembranças das coisas que eu tentei fazer e deram errado, fui quem eu não era, o melhor de todos e mesmo assim não o suficiente, se eu passei por tudo isso dando meu melhor e sendo realmente bom pra as pessoas que me amaram, o que seria de mim se eu tivesse sido ruim?

Tudo chega ao fim.
Dizem que o amor Ă© eterno
mas vocĂȘ se foi.

O Funk Ă© um serial killer do amor romĂąntico, do carinho mĂștuo entre casais e do respeito e admiração pelo companheiro(a)

"O Direito não pode fabricar amor, mas pode e deve exigir responsabilidade. Porque a cidadania também se aprende no abraço e na presença".

NĂŁo chore pela infĂąncia que passou, pela mocidade que se perdeu, pelo amor que se foi, pelos sonhos nĂŁo realizados e pelas mĂĄgoas e feridas nĂŁo curadas.

Amor perdido


Querido! Escrevo para me libertar da saudade, da culpa, nessa imensidĂŁo de falsas felicidades. Escrevo para me libertar de vocĂȘ, especialmente das lembranças do seu calor , que me dĂŁo pavor.
Escrevo para sentir e lembrar a cada momento da minha moça idade, os momentos de grande seriedade
Escrevo para provar para mim mesmo que não te amo apesar que meu coração ainda te chamo.

O Controle da Boca Ă© um Ato de Amor ao PrĂłximo

Controlar a nossa boca Ă© um ato de amor ao prĂłximo.

As palavras que saem dos nossos låbios devem servir para edificar, consolar, incentivar e transmitir graça àqueles que as ouvem.

Uma palavra lançada de qualquer maneira pode causar grandes prejuízos, pois tem o poder de ferir e destruir. Por isso, precisamos aprender a controlar nossos pensamentos antes de falar. Quando educamos a mente e o coração, também educamos as nossas palavras.

A sabedoria é a chave para um falar saudåvel, respeitoso e cheio de amor, sem ofender ninguém. Que cada palavra pronunciada por nós reflita o caråter de Cristo e seja instrumento de paz, esperança e edificação.

"NĂŁo saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas sĂł a que for boa para promover a edificação, para que dĂȘ graça aos que a ouvem." (EfĂ©sios 4:29)

Estou feliz. Estou bem. Espero que esteja também, com o amor que escolheu para ti.

Eu amo alguém. Aprendi a amar, construir o amor! Ele também não me amava, mas hoje nos amamos.


Somos a felicidade um do outro.


Cuidamos um do outro.




O amor Ă© inexplicĂĄvel, ele surge de tantas formas diferentes...

18 de março de 2026

Oi, meu amor...

Hoje a gente completa 15 anos de casados. Quinze. Eu repito esse nĂșmero como quem prova uma palavra nova na boca, devagar, quase com medo de nĂŁo caber dentro dele tudo o que vivemos. E nĂŁo cabe mesmo. Porque 15 anos nĂŁo sĂŁo apenas dias empilhados em um calendĂĄrio, nĂŁo sĂŁo apenas datas comemorativas que chegam e passam. SĂŁo camadas. SĂŁo versĂ”es nossas que existiram, se desfizeram, reaprenderam a existir. SĂŁo pedaços de nĂłs dois que, de alguma forma misteriosa, decidiram ficar.

NĂŁo Ă© pouca coisa. Nunca foi.

Se alguĂ©m me perguntasse, lĂĄ no começo, se eu acreditava que chegarĂ­amos atĂ© aqui, talvez eu sorrisse meio sem jeito, talvez eu desconversasse, talvez eu nem soubesse responder. Porque o inĂ­cio foi feito de incertezas. Foi em 2011 que tudo começou a acontecer, e eu lembro como se fosse uma fotografia meio desfocada, daquelas que a gente guarda mais pelo sentimento do que pela nitidez. VocĂȘ tentando se encaixar no meu mundo, eu tentando caber no seu, e nenhum de nĂłs realmente sabendo como fazer isso sem se perder no processo.

Era uma dança desajeitada. Um passo seu, dois meus, um tropeço nosso.

E, ainda assim, algo nos mantinha ali.

Foi tão difícil aquela época. Eu carregava sentimentos que me atravessavam como uma espada de dois gumes. De um lado, a vontade de te amar de verdade, sem reservas, sem medo, com tudo o que eu tinha. Do outro, um receio quase silencioso, mas constante, de me entregar de novo na mesma intensidade e acabar me despedaçando outra vez. Eu não sabia se era coragem ou teimosia. Talvez fosse um pouco dos dois.

VocĂȘ sabia disso. Sempre soube.

VocĂȘ conhecia meus medos, meus silĂȘncios, minhas pausas no meio de frases que eu nunca terminava. Sabia que eu ainda estava aprendendo a amar, como quem aprende uma lĂ­ngua nova depois de anos tentando esquecer a antiga. Eu estava em construção. E construir, Ă s vezes, dĂłi mais do que destruir.

Demorou muito para eu entender isso.

Eu ainda vivia à sombra dos seus erros comigo no namoro, e isso me puxava para trås. Era como tentar caminhar com o passado segurando minha mão com força demais. Eu tinha medo. Medo de confiar, medo de sentir, medo de me abrir completamente e descobrir que, no final, eu estava sozinha de novo dentro de algo que deveria ser dois.

E o amor, dizem, acontece apenas uma vez na vida.

Eu jĂĄ tinha acreditado nisso. JĂĄ tinha vivido algo que pensei ser Ășnico, definitivo, irrepetĂ­vel. E entĂŁo vocĂȘ apareceu, e eu me vi diante de uma pergunta que ninguĂ©m me ensinou a responder: e se o amor acontecer de novo?

Eu nĂŁo sabia se queria descobrir. Mas descobri.

Porque, mesmo cansada, mesmo cheia de dĂșvidas, mesmo com o coração remendado de tantas histĂłrias mal resolvidas, eu escolhi ficar. Cansada dos meus prĂłprios anseios, dos meus sentimentos confusos, das dores que eu carregava como quem carrega uma mala pesada sem saber mais o que tem dentro. Eu sentia dor por tudo aquilo que ficou fora do meu alcance, por tudo que eu nĂŁo consegui ser, por tudo que nĂŁo deu certo.

E, no meio disso tudo, sĂł restava vocĂȘ.

VocĂȘ, ali, tentando do seu jeito. Talvez sem entender completamente o que eu sentia, mas tentando. E eu, tentando tambĂ©m, cada um Ă  sua maneira, cada um com suas falhas, seus tempos, seus silĂȘncios. Era como se estivĂ©ssemos construindo algo sem planta, sem projeto, apenas com a vontade de que desse certo.

Eu queria uma segunda chance. VocĂȘ queria a primeira.

E, de alguma forma, isso nos encontrou no meio do caminho.

Teve um dia, e eu lembro disso com uma clareza que me emociona atĂ© hoje, em que algo dentro de mim mudou. NĂŁo foi um acontecimento grandioso, nĂŁo teve mĂșsica de fundo nem luz especial. Foi silencioso. Foi interno. Foi como se eu finalmente tivesse coragem de descer naquele porĂŁo escuro onde eu guardava tudo o que me prendia ao passado.

E eu abri as portas.

Coloquei para fora o que doĂ­a, o que sufocava, o que me impedia de viver o presente com vocĂȘ. NĂŁo foi bonito. NĂŁo foi fĂĄcil. Foi um tipo de explosĂŁo quieta, daquelas que ninguĂ©m vĂȘ, mas que muda completamente a paisagem por dentro.

E, dias depois, algo começou a se encaixar.

Pela primeira vez em muito tempo, eu senti paz. Uma paz que eu nĂŁo sentia desde a adolescĂȘncia, como se eu finalmente tivesse encontrado um lugar dentro de mim onde eu pudesse descansar. E, curiosamente, esse lugar tinha vocĂȘ.

Mas a vida nĂŁo para para a gente aproveitar a calmaria.

Os desafios vieram. E não foram poucos. Foram intensos, foram difíceis, foram, às vezes, quase injustos. SituaçÔes que poderiam ter nos quebrado, nos afastado, nos feito desistir. E, ainda assim, aconteceu o contrårio.

A dedicação cresceu.

O cuidado cresceu.

O nosso jeito de olhar um para o outro mudou.

O seu olhar sereno e gentil começou a me tocar de uma forma diferente. Eu comecei a te ver alĂ©m dos erros, alĂ©m das falhas, alĂ©m das histĂłrias que eu insistia em revisitar. Eu comecei a te ver como vocĂȘ Ă©.

E isso mudou tudo.

Claro que ainda doĂ­a. Algumas coisas daquele tempo de incerteza nunca desaparecem completamente. Existem marcas que nĂŁo somem, apenas deixam de doer todos os dias. E estĂĄ tudo bem. Eu aprendi que o amor nĂŁo Ă© a ausĂȘncia de dor, mas a escolha de nĂŁo deixar que ela defina tudo.

Foi aí que a compreensão começou a falar mais alto.

E, junto com ela, veio algo que talvez seja ainda mais forte do que o amor: a admiração.

Eu comecei a te admirar. Pelo homem que vocĂȘ se tornou. Pela forma como vocĂȘ permaneceu. Pela maneira como vocĂȘ escolheu ficar, mesmo quando seria mais fĂĄcil ir embora.

E eu também mudei.

Eu amadureci. Eu cresci. Eu me encontrei.

Eu nĂŁo sou mais aquela adolescente insegura, perdida entre o medo de amar e a vontade de ser amada. Hoje eu sei quem eu sou. Sei o que eu quero. E, principalmente, sei o que eu escolho.

E eu escolho vocĂȘ.

NĂŁo por falta de opção, nĂŁo por costume, nĂŁo por medo da solidĂŁo. Eu escolho vocĂȘ porque, depois de tudo, de absolutamente tudo, Ă© ao seu lado que eu quero estar. É com vocĂȘ que eu quero continuar escrevendo essa histĂłria, com todas as suas imperfeiçÔes, com todas as suas pausas, com todos os seus recomeços.

Eu nĂŁo quero pensar no fim. NĂŁo agora.

O que eu quero Ă© imaginar o resto da minha vida ao seu lado. Imaginar nossos dias simples, nossos momentos bobos, nossas conversas sem sentido que, no fundo, fazem todo o sentido do mundo. Quero imaginar a gente viajando, descobrindo lugares novos, mas sempre encontrando um jeito de se sentir em casa um no outro.

Quero imaginar a gente cozinhando juntos, rindo de receitas que dão errado, inventando pratos que ninguém mais entenderia. Quero imaginar nossas risadas por coisas pequenas, piadas internas que só a gente conhece, aqueles momentos em que o mundo parece pesado demais, mas a gente consegue, de algum jeito, tornå-lo mais leve.

Quero continuar construindo com vocĂȘ.

Dia apĂłs dia.

Sem pressa, mas sem desistir.

VocĂȘ Ă© a minha paz nos dias caĂłticos. E nĂŁo Ă© uma paz silenciosa, distante, fria. É uma paz viva, que respira, que acolhe, que Ă s vezes atĂ© discute, mas que, no final, sempre encontra um caminho de volta.

VocĂȘ Ă© o meu chĂŁo. NĂŁo no sentido de me prender, mas no sentido de me sustentar quando tudo parece instĂĄvel demais.

VocĂȘ Ă© tudo o que eu preciso nessa vida.

E, por muito tempo, eu tive medo de dizer isso em voz alta, como se admitir fosse arriscado demais. Hoje nĂŁo. Hoje eu digo com a tranquilidade de quem sabe exatamente o que estĂĄ sentindo.

Eu sĂł tenho vocĂȘ. E, pela primeira vez, isso nĂŁo me assusta. Isso me acalma.

Ao longo desses anos, eu aprendi a te observar. Aprendi a perceber detalhes que antes passavam despercebidos. Aprendi a enxergar o homem incrĂ­vel que vocĂȘ Ă©, nĂŁo apenas nos grandes gestos, mas, principalmente, nas pequenas atitudes do dia a dia.

E Ă© ali que mora o amor de verdade.

Nos detalhes.

Nos silĂȘncios confortĂĄveis.

Nas presenças que não precisam ser anunciadas.

É... no fim das contas, depois de tantas voltas, de tantos medos, de tantas reconstruçÔes, a verdade Ă© simples.

Eu sĂł quero vocĂȘ.

Por toda a minha vida.

Feliz 15 anos para nĂłs.

Te amo incondicionalmente.

Sempre Ă© sempre.

O amor divino alcança todos os seres, inclusive aqueles que erram.

Talvez o amor divino nĂŁo esteja na ausĂȘncia da liberdade, mas justamente na sua existĂȘncia. Porque um amor verdadeiro nĂŁo controla, nĂŁo escraviza e nĂŁo obriga. Ele permite a escolha. E Ă© exatamente por isso que podemos praticar a bondade, mas tambĂ©m podemos praticar a crueldade.

Eu sou suficiente.
Eu sou digna de amor.
Eu sou digna de respeito.
Eu sou digna de paz.