Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
A vaidade contemporĂąnea nĂŁo Ă© excesso de amor-prĂłprio â Ă© seu colapso. Quem precisa ser visto a todo instante nĂŁo se afirma: sustenta-se por emprĂ©stimo no olhar alheio. NĂŁo hĂĄ transbordamento, hĂĄ carĂȘncia organizada; nĂŁo hĂĄ centro, hĂĄ eco. E, assim, a existĂȘncia deixa de ser presença e torna-se performance contĂnua â porque, sem testemunha, jĂĄ nĂŁo se sabe permanecer.
O amor Ă© sempre uma asa ferida: nasce para o voo, mas traz consigo a queda jĂĄ inscrita; e ainda assim, Ă© no risco de despencar que a alma encontra a vertigem que a torna maior do que o prĂłprio destino.
O amor maduro nĂŁo Ă© fusĂŁo â Ă© consentimento na incompletude. O outro jamais alcança a totalidade do que se Ă©; percebe fragmentos, projeta o resto, constrĂłi uma versĂŁo que nunca Ă© idĂȘntica ao sujeito que supĂ”e conhecer. A transferĂȘncia, no sentido clĂnico mais amplo, atravessa toda relação afetiva: amamos sempre, em alguma medida, alguĂ©m que tambĂ©m Ă© nosso construto. Permanecer nĂŁo Ă© ingenuidade â Ă© a escolha de sustentar o vĂnculo mesmo sob a inevitĂĄvel distorção perceptiva. Porque o amor nĂŁo Ă© ser plenamente compreendido: Ă© consentir em ser amado de modo incompleto, e descobrir que essa incompletude, de algum modo, ainda sustenta.
O amor-prĂłprio genuĂno nĂŁo tem estrutura narcĂsica â tem estrutura de luto. Ă o processo ĂĄrduo de descer ao que foi negado: as partes cindidas, as representaçÔes de si rejeitadas, as feridas que o ego preferiu encapsular a integrar. NĂŁo se trata de buscar perfeição, que Ă© formação reativa; trata-se de integração â recolher os fragmentos com lucidez suficiente para suportĂĄ-los sem os romantizar nem os negar. Quando esse trabalho avança, emerge o que a clĂnica reconhece como capacidade de estar consigo: a aptidĂŁo de olhar para o prĂłprio interior com verdade e, mesmo assim, nĂŁo fugir â nĂŁo por resignação, mas por reconhecimento de que aquilo que se Ă©, ainda que incompleto, ainda que ferido, merece permanecer.
O amor é a escolha diåria de dar as mãos, vencer a vida juntos e seguir, na mesma direção, com o coração conectado ao mesmo sonho.
Aprendi que nĂŁo se deve recusar presentes. Sou grata e recebo com amor o que Deus me dĂĄ com a missĂŁo de cuidar e fazer o meu melhor.
Neste Dia das Mães, meu coração se enche de gratidão e amor.
GratidĂŁo pela bĂȘnção de ter uma mĂŁe que Ă© exemplo de força, cuidado, carinho e dedicação: minha mĂŁe, Mariluza, cujo amor me acompanha e sustenta ao longo da vida.
Também celebro o privilégio de ser mãe da minha amada Maria Luiza, minha luz, meu sorriso diårio, meu presente mais precioso.
Ser sua mãe é uma das maiores dådivas que Deus me concedeu: um amor que atravessa geraçÔes, cura, fortalece e nos ensina diariamente sobre afeto e esperança.
Feliz Dia das MĂŁes a todas as mulheres que carregam no coração a beleza de amar incondicionalmente. đ·đ
Triste pensar ter perdido o amor da sua vida.
EntĂŁo lembrei que amar Ă© decisĂŁo de ficar, dar a mĂŁo e lutar. Juntos.
Meu amor, escuta a voz do coração. Não perca o que temos. Podemos resolver. Nunca é tarde. Deixa o orgulho de lado. Vem e escreve pra eu te entender.
Tem algo dentro de mim que pulsa e te chama. Fruto do nosso amor. Ă pra sempre. Entenda que nĂŁo somos passageiros na vida um do outro. Temos missĂŁo, propĂłsito. NinguĂ©m vai entender. SĂł eu e vocĂȘ.
Se o amor for verdadeiro, nĂŁo se apagarĂĄ com o tempo. Ele resiste Ă s distĂąncias, sobrevive Ă s dificuldades e encontra forças para lutar pela permanĂȘncia.
Sentimentos reais nĂŁo desaparecem â amadurecem, permanecem e, muitas vezes, esperam o tempo certo para florescer novamente.â
RelaçÔes podem terminar mesmo existindo amor, especialmente quando duas pessoas nĂŁo conseguem, naquele momento, transformar sentimento em equilĂbrio. Mas, em razĂŁo do amor, uma reaproximação, tende a acontecer de forma mais sĂłlida quando nasce de reflexĂŁo genuĂna, diĂĄlogo maduro e disposição concreta dos dois para reconstruir â e nĂŁo apenas da saudade ou do sofrimento da perda.
Buscar a cura Ă© ter coragem de enfrentar a dor mesmo depois do perdĂŁo, resgatando o amor-prĂłprio, a paz e o autocuidado.
Eu aprendi que sĂł amor nĂŁo basta.
Ă preciso compartilhar sonhos, projetos e a vontade de caminhar juntos.
O amor que nasce da pureza do olhar e cresce na ingenuidade da razao, floresce no universo sem destruição.
Para aprender sobre amor verdadeiro, observe quem constrĂłi junto, permanece com consciĂȘncia e transforma dificuldades em amadurecimento, mantendo-se na mesma relação.
