Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Dia desses uma amiga mencionou que queria âa sorte de um amor tranquiloâ... passaram uma infinidade de coisas pelo meu imaginĂĄrio...
Do modo como vejo, o âamor tranquiloâ Ă© tĂŁo raro que na exceção, se torna inalcançåvel. De excluĂdo, vive somente nos sonhos, no querer, sem a possibilidade de ter. O âamor tranquiloâ Ă© miragem no campo dos sentimentos. Ă o pote de ouro no fim do arco-Ăris. Se torna assim o trevo de quatro folhas no jardim dos enamorados, no Ă©den daqueles que perseguem o ideal. O amor tranquilo Ă© perfeito como tudo que carrega. Que fique claro, âtranquiloâ nĂŁo Ă© despojado de emoção. âtranquiloâ se entende que Ă© o amor sem terremoto destruidor... Sem avalanches carregadas de frio adoecendo o coração. Imperfeitos somos nĂłs que por absoluta incompetĂȘncia nĂŁo temos a sorte de obtĂȘ-lo como regra, ao invĂ©s de exceção.
NĂŁo Ă© pelo amor que sinto, nem pela admiração que tenho por vocĂȘ, mulher da minha vida, que deve pensar que sou um tolo fraco ou ingĂȘnuo.
Meu coração é intenso, mas minha mente é firme.
Eu te dei liberdade para ir e vir, porque respeito sua escolha.
Eu te dei ferramentas para caminhar, mas também o alerta: cuidado para não se perder em seus próprios passos.
Amar nĂŁo Ă© ser tolo. Amar Ă© ter coragem.
E coragem é saber dizer: eu estou aqui, mas não sou refém. Lembrando que, o chinelo é para ir e vim. A corda é a tua escolha não vå se enforcar
Meu amor nĂŁo me cega,
meu respeito nĂŁo me diminui.
Nem tudo Ă© uma saga
que nĂŁo possa ser melhor.
Ă na calma dos teus olhos
que encontro o infinito,
na ternura dos teus gestos
que descubro o sentido.
O amor que nos guia
nĂŁo Ă© prisĂŁo, Ă© liberdade,
nĂŁo Ă© sombra, Ă© claridade,
nĂŁo Ă© peso, Ă© poesia.
E se o mundo nos desafia,
seguiremos de mĂŁos dadas,
pois cada passo ao teu lado
transforma a vida em jornada.
AMOR DE ALMA
Amar alguĂ©m com a alma Ă© carregar um peso invisĂvel que nĂŁo se mede em palavras, nem em tempo, nem em presença fĂsica.
Ă sentir que, mesmo quando os dias se transformam em semanas, as semanas em meses e os meses em anos, algo dentro de vocĂȘ permanece intacto: A certeza de que aquela pessoa ainda habita o seu coração.
O tempo pode passar cinco, dez, vinte anos e ainda assim, a lembrança, o sentimento e a intensidade continuam vivos, como se cada batida do coração fosse um sussurro dizendo o nome dela.
Amar com a alma nĂŁo Ă© um simples querer, Ă© uma marca profunda que se eterniza dentro de nĂłs, mesmo quando a vida insiste em separar caminhos.
A dor estĂĄ em saber que nem sempre serĂĄ possĂvel estar ao lado da pessoa que o coração escolheu.
O destino Ă s vezes impĂ”e barreiras, circunstĂąncias mudam, e a presença fĂsica se desfaz.
Mas o amor verdadeiro não se apaga com a distùncia, ele permanece como uma chama silenciosa, que aquece e ao mesmo tempo pesa, porque revela a grandeza e a fragilidade de amar além da lógica.
O peso de amar com a alma nĂŁo estĂĄ em prender-se, mas em sentir intensamente, mesmo quando nĂŁo hĂĄ retorno, mesmo quando nĂŁo hĂĄ reciprocidade.
Ă um amor que desafia o tempo, o espaço e a ausĂȘncia. Um amor que prova que, quando o coração decide, nenhuma força Ă© capaz de arrancar a raiz desse sentimento.
E Ă© justamente nesse peso que se encontra a beleza.
Amar alguém com a alma é descobrir que alguns sentimentos são eternos, ainda que as pessoas não permaneçam.
Autor desconhecido.
NĂŁo falemos aqui do amor Eros, a paixĂŁo
Vamos mais a fundo, buscar mais riqueza
O amor Eros Ă© incĂȘndio que cessa
O amor verdadeiro é firme convicção.
Vejo ser certeiro descrever o amor
Apontando quem mais amou
O Cristo, que deixou sua glĂłria e esplendor
E humilhou-se, sofrendo escĂĄrnios e dor
â Fizemos tantos planos. Acreditamos em tantas coisas. Trocamos tantas juras de amor. Ăramos um. De repente nos tornamos dois. Cada um no seu caminho, vivendo suas prĂłprias experiĂȘncias e vendo o mundo a partir de um Ășnico olhar. Os beijos roubados, devolvidos, que selavam sonhos e esperança parecem existir apenas no mundo das ideias. Bocas que se tornavam uma. Uma lĂngua, linguagem e cĂłdigos indecifrĂĄveis aos demais. Os olhares, na verdade o olhar. Eram dois olhos que se convergiam em um. Uma visĂŁo, que passava a sensação de ser uma sĂł percepção. Dois corpos adultos, que no encontro fundiam-se. Tudo tĂŁo maduro, com o gosto da inocĂȘncia das infĂąncias. O calor que aquecia os corpos e, como um fenĂŽmeno fĂsico da fĂsica, misturava pensamentos, desejos e consciĂȘncias. Tudo sob a ciĂȘncia de que eram um. Parece que nada mais permanecerĂĄ no estado em que estava. Seria tudo isso sinĂŽnimo de amar? Tudo acabou? Tudo se foi? Acredito que nĂŁo. A histĂłria que estava escrita, quem sabe, continua escrita. Como toda escrita, hĂĄ pontos de diferentes natureza, seja uma vĂrgula, um ponto de exclamação, interrogação, mas ponto final, de repente, jamais. A histĂłria continua sendo escrita. Talvez por alguns capĂtulos os protagonistas nĂŁo se encontram, mas nos Ășltimos, por conta da saudade e do sentimento que nunca se foi, se reencontrem. Ă, a vida Ă© assim. O passado marca o presente, que por meio de um cheiro, lembrança ou qualquer coisa que traz Ă tona tudo de novo o "velho", faz do futuro um presente delicioso com gosto de passado, reescrevendo a histĂłria com novas compreensĂ”es e sensaçÔes, fatos que culminam no reencontro dos protagonistas. Ah, nĂŁo hĂĄ herĂłis ou perfeitos, apenas pessoas, cheias de idiossincrasias, que decidem dar um ponto final. Ponto final? Sim, para que uma nova histĂłria seja escrita. Tudo novo com velhos conhecidos. Ă coisa do amor. Louco mesmo. Ă a loucura da vida que no silĂȘncio da noite os faz imaginar, sonhar acordados e, por isso, amar. HĂĄ quem diga que seja eterno enquanto dure, mas pode ser que dure para sempre.
Receita de escritora
Pego um pouco de loucura
Muito de imaginação
Acrescento o amor
E bastante observação
Misturo num bolo sĂł
Sem nenhum pouco de dĂł
Junto com dedicação.
Jamais me falta assunto
Seja em qualquer lugar
Usando caneta ou lĂĄpis
E também o celular
O negĂłcio Ă© escrever
Também tenho muito a ler
Sobre o que vem me rodear.
Sempre me achando estranha
Diferente das normais
Porque as palavras vĂȘm
Deixam-me quieta jamais
Ă grande a necessidade
De expor a minha verdade
Mente nĂŁo sossega, jamais.
Tudo gosto de anotar
Digo que sou da escrita
Prefiro do que a fala
Leia e veja se acredita
Assim me sinto uma escritora
Com uma mente criadora
Deixando a vida mais bonita.
Aprendi a escrever o amor
Momentos de inspiração
me fazem colocar no papel palavras bonitas.
Uma coisa nova para mim, quem diria!
Pois a Stela antiga, num momento como esse,
nem se expressar saberia.
Mas o quĂȘ?
E quem faz saltar de meu coração
essas palavras que, se cantadas,
sim, seriam uma bela canção?
Um amorâŠ
ah, Ă© sempre um amor!
As grandes poetisas,
como Elizabeth Barrett e Alice Ruiz,
também se inspiravam
nessa bela iguaria.
Sim, sim, Ă© claro:
como nĂŁo se embriagar
com essa coisa
que transborda em meu coração
e o agita com tamanha euforia?
Mas eu, claro,
quando falo desse amor,
refiro-me ao que me traz alegria.
Recuso-me a escrever, em letras,
a parte feia a que amar pode levar:
a tal melancolia.
Prefiro a parte
que me faz ir até ti,
a parte que, ao olhar teus olhos,
me leva a sorrir.
Para que falar do amor que destrĂłi?
Eu prefiro o amor que constrĂłi,
o amor que nĂŁo fere, nĂŁo foge,
não promete o céu e depois destrói.
Prefiro o amor que fica,
que enfrenta o dia difĂcil,
que segura a mĂŁo com firmeza
quando o mundo parece impossĂvel.
O amor que encanta a princesa,
sim, como um prĂncipe ou super-herĂłi,
mas que, sem capa nem espada,
escolhe ficar
e um dia quando tudo parece perdido,
assim sem mera magia ou ilusionismo
nos reconstrĂłi.
E diferente do outro, nĂŁo, ele nĂŁo dĂłi.
04/01/26
Descobri o amor
Entendi o amor
Da minha mĂŁe
Da minha avĂł
Enfim, compreendi
Que estava vazia
E me sentia sĂł.
Antes de ser mĂŁe
Estava iludida
E nĂŁo era desse mundo
Sentia solidĂŁo
Sem conhecer
Um sentimento tĂŁo profundo.
Vivia sĂłbria
Envolta em uma névoa
Mas embebi-me de amor
Comecei a sentir vida
Comecei a sentir medo
Entendi o que era a dor.
A dor da angĂșstia
A busca chegou ao fim
O que era perdido, fora achado
Sem nem saber
Que estava procurando
De repente, era passado.
NĂŁo existe amor maior
Nem nada melhor no mundo
Que o amor maternal.
Descobri que antes
Eu nĂŁo sabia amar
Nada era especial.
Troque Ăłdio por amor
NĂŁo se pode ser calado
E aceitar o horror
De viver amedrontado
Dizendo amém ao terror
Se alguém é maltratado
Sem clemĂȘncia ou clamor
Até mesmo assassinado
Uma vĂtima do furor
Como se Ă© odiado
Com toda raiva e rancor
Se cada um Ă© igualado
Diante do Criador
Por isso deixo o recado
Troque Ăłdio por amor.
Tudo o que é real envelhece bem. O amor, a fé, a amizade, a paz. O tempo não os gasta, apenas os prova.
E o que resiste Ă prova do tempo Ă© porque nasceu do eterno.
Um lar firmado em Deus, onde florescem a paz e o amor, Ă© o maior tesouro que um homem pode carregar em seu coração ao lado de sua famĂlia.
Tocar-se Ă© mostrar amor
Outubro chega rosado
Com mensagem e emoção
Ă tempo de ir se cuidando
De ouvir o próprio coração
Tocar-se Ă© mostrar amor
A si mesma dar valor
Em cada passo e ação.
Mulher, cuide de si mesma
Esse Ă© certo o caminho
Faça o toque, marque exame
Tire da vida, o espinho
Para os desafios enfrentar
Logo no inĂcio detectar
Olhe-se com mais carinho.
O cĂąncer de mama existe
Mas pode ser combatido
Com cuidado e atenção
O perigo Ă© prevenido
Quem se ama e se conhece
Jamais deixa ou se esquece
Segue em passo decidido.
A luta Ă© de toda gente
De famĂlia e sociedade
Apoie e lembre a todas
Mostre solidariedade
O rosa que nos envolve
Ă o medo que se dissolve
E um sĂmbolo de bondade.
NĂŁo espere o amanhĂŁ
Nem deixe pra outro dia
A saĂșde Ă© maior tesouro
Nossa melhor companhia
Quem previne vive mais
Preservando sua paz
Com coragem e alegria.
Outubro rosa Ă© alerta
à mais que informação
Ă mulher sendo exemplo
De fé, cuidado, união
Prevenir Ă© um gesto nobre
à força que se descobre
à amor que se faz ação.
