Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

O amor Ă© suspiros e lĂĄgrimas, fĂ© e fervidĂŁo, fantasia, paixĂ”es e desejos; adoração, aceitação e reverĂȘncia; pureza, aflição e obediĂȘncia.

O amor não estå na posse, estå na apreciação.

O amor Ă© fundamental. O amor Ă© o principio, Ă© o ĂȘxtase, Ă© a eliminação do ego, Ă© quando vocĂȘ enxerga o outro nĂŁo como um jogador. É quando vocĂȘ começa a olhar junto para as mesmas coisas, com a mesma delicadeza, e as coisas ficam tĂŁo melhores com o amor. O amor Ă© fundamental. O amor Ă© a primeira coisa. É o começo do resto.

Nem todas as poesias que eu li nos Ășltimos dias fizeram referĂȘncia ao meu amor por vocĂȘ, mas garanto que esse amor se tornou uma linda poesia.

Assim que o amor entrou no meio, o meio virou amor
O fogo se derreteu, o gelo se incendiou
E a brisa que era um tufĂŁo
Depois que o mar derramou, depois que a casa caiu
O vento da paz soprou.
(Romeu e Julieta)

Talvez eu saiba, em algum lugar no fundo da alma, que o amor nunca dura. E temos que arranjar outros meios de seguir em frente sozinhos.

Paramore

Nota: The Only Exception

NĂŁo Sou Um Personagem
JĂĄ chorei por amor e Ăłdio...
Ah! De tanto rir também...
JĂĄ briguei sem motivo
E até humilhei alguém...

Jå levei fora e jå dei também...
Fiquei com quem nĂŁo devia
Deixei partir quem muito queria...
E com certeza,
Das poucas que tenho na vida,
Ainda hoje me amaria...

JĂĄ conheci um anjo e a ele
Entreguei minha alma
Recebi muito amor por um tempo
Para a eternidade muita mĂĄgoa...

Conheci o céu e a felicidade
Até o fatídico dia em que
Conheci o inferno e a maldade...
Os primeiros frutos do amor
E os demais...
Da dor da saudade...

JĂĄ fui julgada...
Julguei e condenei a mim
Fiz de meu corpo,
Meu cĂĄrcere sem fim...

Minhas colegas de cela
DesilusĂŁo, mĂĄgoa e saudade...
Ás vezes deixam-me
Conversar com a vizinha
Chamada Fé, irmã da Esperança,
Que em nossos cochichos
Promete-me um amor de verdade...

Meu coração só eu conheço,
E o quanto dĂłi
SĂł eu sinto
NĂŁo sou um personagem!
Em minhas veias corre sangue...
E quem pensa o contrĂĄrio
NĂŁo pensa, acredita em bobagem...

O melhor amor Ă© aquele que desperta a alma e nos faz querer mais, que acende o fogo em nossos coraçÔes e traz paz Ă s nossas mentes. Foi isso que vocĂȘ me deu e Ă© o que eu espero dar a vocĂȘ. Eu amo vocĂȘ e estarei te esperando.

Noah Calhoun
DiĂĄrio de uma paixĂŁo (2004)

Se foi amor, esqueci.
Se foi desejo, acabou.
Se foi vicio, destrui.
As lembranças apaguei, e o que era pra toda vida, jå morreu.

O amor Ă© uma das armas mais fortes que existe, pois ao mesmo tempo que constrĂłi coisas lindas, ele pode destruir uma vida...

Hoje eu vou sair para encontrar um amor, que espera tanto tempo e ainda não rolou. O vento diz que é em meio à multidão que eu vou encontrar a dona do meu coração.

VocĂȘ me mostrou que o poder nĂŁo Ă© nada se nĂŁo for guiado pelo amor.

VocĂȘ sabe que Ă© amor quando tudo que quer fazer Ă© ficar junto da outra pessoa, e tem a impressĂŁo de que Ă© o que a outra pessoa tambĂ©m quer.

Como pode chamar isso de evolução, se os prédios crescem, mas o amor não.

A gente procura um amor que dure o mais possĂ­vel. Procura, procura, talvez tu ache. Para mim Ă© horrĂ­vel eu aceitar o fato de que eu estou em disponibilidade afetiva. Esse espaço entre dois encontros pode esmagar completamente uma pessoa. Por isso eu acho que a gente se engana, Ă s vezes. Aparece uma pessoa qualquer e entĂŁo tu vai e inventa uma coisa que na realidade nĂŁo Ă©. E tu vai vivendo aquilo, porque nĂŁo agĂŒenta o fato de estar sozinho.

Prefiro abrir mĂŁo de "um amor" para vĂȘ-la feliz que lutar e vĂȘ-la sofrer confusa sem saber o que fazer.

NĂŁo hĂĄ no mundo amor e bondade bastantes para que ainda possamos dĂĄ-los a seres imaginĂĄrios

Friedrich Nietzsche
100 aforismos sobre o amor e a morte. SĂŁo Paulo: Companhia das Letras, 2012.

Nenhum amor, por maior que ele seja, resiste a uma falta de consideração.

É aquela velha histĂłria. Amor, pra mim, sĂł dura em liberdade. Nasci pra ser livre e – quem quiser – que me aceite assim. Tenho um coração que quase me engole, uma força que nunca me deixa e uma rebeldia que Ă s vezes me cega. Sou guerreira. Sou druida. Sou filha da lua. Quero sempre o voo mais alto, a vista mais bonita, o beijo mais doce. Tenho um jeito de viver selvagem, mas sou mansa com quem merecer. NĂŁo gosto de cafĂ© morno, de conversa mole, nem de noite sem estrela. Sou bem mais feliz que triste, mas Ă s vezes fico distante. E me perco em mim como se nĂŁo houvesse começo nem fim nessa coisa de pensar e achar explicação pra vida. Explicação mesmo, eu sei: nĂŁo hĂĄ. E me agarro no meu sentir porque, no fundo, sĂł meu coração sabe. E esse mesmo coração que me guia e nĂŁo quer grades nem cobranças, Ă s vezes me deixa sem rumo, com uma interrogação bem no meio da frase: O que eu quero mesmo?
Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que Ă© assim que eu costumo ser): se eu gostar de vocĂȘ, tenha a gentileza de nĂŁo me deixar tĂŁo solta. NĂŁo me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fĂĄcil de ler, mas nĂŁo tente descobrir por que o mesmo refrĂŁo insiste em tocar tanto. Se eu gostar de vocĂȘ, tenha a delicadeza de tambĂ©m gostar de mim. E me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente. Desconfiada. E independente. E adoradora de todos os luxos e lixos do mundo. Quer me prender? Nem tente. Quer me adorar? A escolha Ă© sua, meu amigo, vĂĄ em frente!

Fragmentos de um amor

Na minha mente, tua lembrança
No meu coração, teu amor
No meu corpo, tuas mĂŁos
No meu desejo, teu calor.

Na minha vida, teu rastro
Nos meus sonhos, tua imagem
Nos meus olhos, teu olhar
No meu peito, tua saudade.

Na minha dança, teu molejo
Na minha pele, teu cheiro
Na minha boca, teu gosto
No meu paladar, teu tempero.

Nos meus ouvidos, tua mĂșsica
Nas madrugadas, tua presença
Na minha fantasia, tua espera
No meu lado, tua ausĂȘncia!