Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza 😉

O sopro
Eu escrevo para mim, nĂŁo para ti.
Recomponha-se. O sopro da verdade e do amor reacendeu meu coração, e, desde então, eu sigo feliz.

O peso e a beleza de amar
Acredito tanto no amor que acho que ele virou convicção, mas nunca obsessão.
Ou serå que isso mostra que vivo uma espécie de escravidão?

HĂĄ horas em que o amor nos faz recuar, porque sentimos medo de amar novamente.
O amor Ă© algo que, por mais que tentemos explicar, nada consegue definir por completo.
Até porque, no amor, a gente pensa, sente falta e sente medo de perder.

Amor em Segundo Plano

Fomos donos e agora sĂłcios honorĂĄrios.
Sei lá
 tudo vai se tornando tĂŁo estranho, atĂ© porque o amor se tornou segundo plano — o plano B de cada um, uma loteria ou, talvez, um carma cardĂ­aco em que o perdĂŁo Ă© essencial.

Isso
 faz esse jeitinho, com rosto de amor e mĂŁos de carinho para mim, e receba milhĂ”es de batidas que vĂȘm do meu coração, explodindo em meu peito.
Hoje vou ser auspiciosa, vou colar em vocĂȘ — nĂŁo solte a minha mĂŁo.
Parabéns, meu menino. Vamos voar para longe!

A senha do coração
Mesmo com o meu corpo e os meus pĂ©s gelados para as histĂłrias de amor, meu coração e minhas mĂŁos estĂŁo sempre quentes quando se trata de vocĂȘ.

VocĂȘ Ă© minha energia, Ă© o pulsar do meu coração.

Quando minhas mĂŁos tocam o seu corpo, tudo se transforma — Ă© quase engraçado perceber que meu coração permanece quente, como se fosse o portal da sua entrada, cuja senha somente vocĂȘ possui.

NĂŁo era amor

Da janela, olho a praia imensa nesta manhã e ouço conversas, frases sombrias ditas por ti.
Deletei, porque não associei a mim —
ou, pelo menos, nĂŁo quis acreditar.
NĂŁo sofri.
Acho que a praia inteira ouviu,
mas o sentimento dito nĂŁo era de um amor genuĂ­no.
Foi naquele dia que vi a fila andar.
“Me mate ou se mate.”
NĂŁo era amor.
Sinto muito, vocĂȘ estĂĄ doente.
Sabe, o sofrimento também é evolução.
VocĂȘ veio, no final, se redimir,
mas a fila jĂĄ andou.
E, se dĂłi, desperta,
vai para longe e siga o seu caminho.
Sei que falei que esse amor poderia ser também um rio imenso e lindo.
Mas nem mesmo o rio Ă© sempre beleza:
ele tem barrancos e curvas,
galhos e excrementos.
Menina, olha o rio

ele jĂĄ nem corre mais.
EntĂŁo decidi nĂŁo entrar em suas ĂĄguas turvas e profundas.
Sinto muito, mas nĂŁo doeu.
“Me mate ou se mate.”
NĂŁo era amor.

Amor rarefeito


VocĂȘ Ă© genial. VocĂȘ me tocou com esse amor rarefeito.
Na minha opiniĂŁo, eu deveria pedir socorro, porque cada vez que te vejo quase morro um pouco de desejo.

Mas, quando a noite chega, eu sĂł quero pegar conchinhas com vocĂȘ e dormir sob o canto das estrelas. E, no dia seguinte, da janela, ver o seu sorriso dizendo que me ama.

Meu mundo agora estĂĄ no branco.
Nunca gostei de amor mediano, pois nunca foram inteiros nem intensos.
Bem, vocĂȘ Ă© demais.
Não se esqueça de que somos um amor mais que perfeito.

VocĂȘ tem razĂŁo: voar para o mundo e pedir mais de vocĂȘ.
Mas para que fazer isso se vocĂȘ nĂŁo estĂĄ lĂĄ?

Amor ceifado não vale, até porque as cinzas não se levantam, não sentem, não abraçam.

Esse amor rarefeito

Na minha opiniĂŁo, vou pedir socorro.
VocĂȘ tem razĂŁo: vou voar pelo mundo e pedir mais de vocĂȘ.

O jardim que silenciou

Dizem que, quando se está amando — quando o amor está no ar e há muito amor para dar e compartilhar — nascem flores no coração. Olho para trás e sinto saudades do meu jardim.

Fico imaginando como seria a felicidade de viver em um mundo florido, deliciando-se com fragrĂąncias que adentram a alma.

Fico imaginando e questionando por que, hoje, as flores já não nascem como antes — em qualquer espaço, em qualquer lugar, em qualquer jardim, rio ou mar, em qualquer estrada desta nossa vida. Elas estão morrendo.

Fico imaginando por que hå tantos espaços concretizados, onde as flores não crescem; mesmo querendo se propagar, elas são silenciadas.

Fico imaginando quantas flores machucadas, presas em correntes invisíveis, existem nos lugares mais improvåveis. Porque, hoje em dia, infelizmente, embora algumas ainda cresçam, sempre haverå, infiltradas no jardim, ervas daninhas.

Fragmentos de um Amor

O amor tem vĂĄrios cenĂĄrios, como em um filme de cinema: alguns terminam com “felizes para sempre”; outros perguntam “onde vocĂȘ estĂĄ neste momento?”; hĂĄ ainda aqueles que decretam “sua vida termina aqui”. E existem muitos, muitos outros cenĂĄrios, nos quais somos todos atores do filme chamado Vida.

O amor nos faz gente, mais humanos. Faz-nos felizes, capazes de sorrir no silĂȘncio e encontrar graça em tudo. Esse Ă© o lado bom — o cenĂĄrio de que mais gosto.

O amor me faz sorrir com os olhos marejados, a voz embargada e o corpo trĂȘmulo.

Mas hĂĄ o outro lado: quando tudo dĂĄ errado, tudo perde a cor. Hoje estamos aqui, alegres, rindo e gargalhando; amanhĂŁ, somos apenas um borrĂŁo.

Amor nĂŁo se dissolve

Sempre pedi ao universo um amor puro e verdadeiro, justo e transparente.
Mas eu me negaria a receber um amor líquido — que Deus me proteja —, pois esse tipo de amor inconsequente seca minha garganta, cega meus olhos, gela meu corpo e sela minha boca.

Esse amor sem compromisso, leviano, nĂŁo flui em mim.
Prefiro os toques que permanecem, os beijos que acalentam e os abraços que aquecem — algo duradouro, de verdade.

E viva a força do amor.

Tempestades de Amor e VerÔes de Justiça

Sei bem que, neste vasto mundo que o Criador nos deu para habitar e cuidar, hå muitos coraçÔes famintos por vingança. Mas o que mais me encanta é saber que hå muitos, muitos mais famintos por amor.

EntĂŁo, em qualquer tempo da nossa existĂȘncia, que tenhamos verĂ”es de justiça.
Que tenhamos tempestades de amor.
Que tenhamos ventos fortes de fé.
Que a chuva do céu lave a tristeza de todos, que ilhas de esperança se formem e que possamos nos agarrar às årvores da paz.

Que eu possa, também, conectar minha energia de alegria com todos os meus e com os seus.

E que hoje, nesta Sexta-feira da PaixĂŁo, possamos suportar as dores do dia a dia e, aos domingos, celebrar o amor sem dor.

A Face Oculta do “Amor”

Um grande homem
 ou talvez apenas um grande ser?
Ou um grande lĂ­der? TipĂŁo ou tirano?
Talvez — e com certeza — um grande lixo.

Quando alguĂ©m diz que ama uma criança, mas por trĂĄs de suas palavras existem pensamentos libidinosos e cruĂ©is, entĂŁo nĂŁo Ă© um ser humano falando — Ă© o prĂłprio demĂŽnio agindo.

Ecos de um Amor que NĂŁo Volta

Cada amor tem uma histĂłria.

E, se as ondas de lembranças invadissem o coração, talvez levassem embora o eco do vazio de uma vida inteira.

É certo que, Ă s vezes, a linha do tempo fica desordenada, fragmentada. Nesses momentos, chega a ser curioso, porque hĂĄ ocasiĂ”es em que nem o prĂłprio dia parece compreender que a escuridĂŁo de um lindo manto brilhante chega todas as noites.

EntĂŁo, penso: se a gente ama e o amor vai embora, devo aceitar a frase “vocĂȘ ama, entĂŁo o amor volta”?

NĂŁo, nĂŁo volta. AtĂ© porque, se voltasse, seria visto de outra forma — nĂŁo seria o mesmo. Carregaria algo diferente junto com aquele sentimento. E, ainda assim, se realmente voltasse, talvez nĂŁo houvesse tantas desilusĂ”es e sofrimento.

Fico em dĂșvida: serĂĄ que minha visĂŁo estĂĄ diferente? Houve mudança?
É
 pode ser que sim.

À Beira do Amor

O amor surge até na escuridão. Até as sombras que ali habitam se inquietam, desejando se aproximar dessa luz chamada amor.

No entanto, as interrogaçÔes se instalam em mim, e quanto mais me aprofundo na tentativa de entender o amor, mais me vejo à beira da praia.

⁠Todas as coisas agora me lembram de como o amor costumava ser. Taboas dilatadas em lugares
solitĂĄrios. Condicionador viscoso em meus cabelos. SĂłlidos livros. Suas variegadas lombadas.
TurbilhĂŁo de palavras como um coquetel agitado, umbigo em torvelinho, pulsante asterisco.
O passado Ă© isto: ter sido jovem e desejosa e nĂŁo ser mais.
No futuro, as taboas explodirĂŁo sem mim. Oro para que elas
não passem despercebidas. Quem irå cavalgar os cavalos do cemitério? Loiras e incorrigíveis madeixas
soprando em seus olhos. Quando eu caminhava pelos cemitérios comentando
sobre os nomes estranhos. O presente: seguir um caminho sem amor Ă© cortejar
um vazio roxo azulado, como uma gruta ou uma boate. Ou a caverna onde cadĂĄveres
sĂŁo armazenados no inverno, quando uma pĂĄ nĂŁo consegue romper o solo congelado.
Eu jĂĄ vi tais lugares. JĂĄ estive sozinha neles. Som de ĂĄgua marulhando.
Animais chamando uns aos outros. Eco da minha própria respiração. Fumaça saindo
da minha boca no frio. MemĂłria, um intruso em um canto que quer matar,
pedra pesada na mĂŁo. E a poesia. Este poema agora. Este caso de uma noite.
Trad.: Nelson Santander

Ótimo início de semana

Que cada dia seja melhor que o outro,
com paz, amor, alegria e leveza no coração.
Com esta nova semana que se inicia,
que venha a pureza das coisas simples,
a alegria de um novo dia,
o despertar da alegria,
e que possamos viver tudo intensamente e que a fé nos sustente.

"E guardo tudo dentro do meu coração.
As vezes acho que vai transbordar.É
tanto amor que as vezes chega ate doer
uma vontade imensa de sair por ai e gritar
pro mundo ouvir, como Ă© bom te amar".

Quem me segurou nos momentos de afliçÔes foi Deus.
Ele cuidou de mim, com seu amor protetor de pai. Olhe
para o Céu e sinta a imensidão do seu amor. Deus me deu
asas para ir atras de meus sonhos, e me deu amigos para
me sustentar se eu fraqueja!
Boa Noite meus anjos.

Se eu posso te dar um conselho?
Não mendigue amor de ninguém,
amor deve ser gratuito, espontĂąneo
não uma obrigação. Não ligue se ele
nĂŁo quer te atender, nĂŁo chore se ele
estiver sorrindo. Sei que nĂŁo Ă© fĂĄcil, mais
esqueça quem jå te esqueceu ao virar a
esquina. Saiba que quando menos esperar
a vida vai te surpreender com um amor
verdadeiro, puro e sincero. AĂ­, sim, vocĂȘ
vai entender que amor se retribui com
AMOR.

Amor Ă© Paz, aconchego, ternura
e cumplicidade. Amor Ă© um dom,
muitos querem, muitos sentiram,
mais nem todos compreende o
verdadeiro sentido do amor.