Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Que seja abençoado tudo o que vier para nos fazer o bem.
Que seja duradouro. Que traga amor e paz também.
Ai, meu amor⊠que delĂcia.
VocĂȘ sabe tĂŁo bem despertar em mim
um desejo que nĂŁo sabe esperar,
arrepios que invadem meu corpo inteiro,
me provocando delĂrios intensos,
me fazendo tua presa.
Ă exatamente assim que te quero:
nesse desejo que vira febre,
que me toma inteira sĂł de pensar em vocĂȘ.
Ai, amor⊠assim eu me entrego sem medo,
cheia de vontade de vocĂȘ.
Quando digo que te quero,
Ă© porque meu corpo jĂĄ te escolheu,
minha alma jĂĄ te reconheceu,
e minha pele, faminta da tua,
jĂĄ se abre pra te receber.
Vem pra mim, sou toda tua.
_escrevendo.me
26/11/25
TĂO QUANTO.
Naquele tempo o amor era inocente,
As chuvas pareciam que choravam,
O e inverno era tĂŁo quente.
Eu vejo que de dia, a Ășnica estrela continua linda,
Diga-me, quantos passados vocĂȘ jĂĄ passou?
E o que escrever sem rima?
Fica uma dica do meu coração,
Pois continuo escrevendo no papel rascunho,
E a minha mente, mente para minha solidĂŁo.
NĂŁo sou a dor, mas o amor,
Quanto mais perto estou, mas longe me sinto,
Tipo um beija-flor,
Voando, parado no ar, procurando seu ninho.
As minhas palavras nĂŁo soam em minha voz,
Os meus pensamentos geram ilusÔes,
Sou como um rio, grande, mas sem foz.
Percorro, percorro pelas ĂĄguas profundas,
Tipo um peixe, mas na direção do anzol,
E arremesso, arremesso o meu coração de uma funda.
SĂł para dizer o que nunca disse,
Que meu amor nĂŁo durma,
Sou o rascunho, mas te digo,
TĂŁo quanto o meu sangue serĂĄ sangrado,
TĂŁo quanto meu amor por ti serĂĄ sagrado.
Autor: CĂĄssio Charles Borges
PRETO Ă PRETO.
Preto nasce na senzala,
Cresce na inspiração,
Do amor de dentro,
Um lĂĄ, uma casa.
Vive em um dote,
Das cotas dadas,
Das lutas dos trabalhos triplos,
Duros, difĂceis, mas sem chicote.
Da arte, que parte de algum lugar,
Como uma guerra sem um mĂĄrtir,
Mas no corpo preto,
Nasce o desejo de sonhar.
Querer ser um ser alguém,
Precisa saber e ter o conhecimento,
Que o mais importante nĂŁo Ă© ser o ser,
Mas ser quem Ă©, e fazer sempre o bem.
Porque ser preto nĂŁo Ă© sofrimento,
Mas também não são tudo flores,
Sim! Ă duro, olhar e nĂŁo ser honrado,
Pelo que de bom faz, fez e farĂĄ sem ter reconhecimento.
NĂŁo mudem a cor, preto Ă© preto,
Seja pintado em um quadro,
Sem moldura, sem assinatura,
E no canto um polegar discreto.
SĂł queremos a pureza das cores,
E com isso misturar como um arco-Ăris,
E mesmo na chuva sermos semelhantes,
E nĂŁo mais sentirmos os olhares de horrores.
Sou preto, preto filho, preto irmĂŁo,
Preto amigo, preto colega, preto sobrinho,
Preto companheiro, preto esposo, preto pai,
Preto no sim e/ou no nĂŁo.
Preto Ă© preto.
Ei!! Que sejamos iguais.
Autor: CĂĄssio Charles Borges
MĂE E MĂE.
MĂŁe Ă© um amor,
Do fundo de dentro do peito,
MĂŁe Ă© um ser iluminado,
Nasce, cresce e vive do lado direito.
MĂŁe Ă© o sinĂŽnimo de amor,
Tem defeitos maravilhosos,
E suas qualidades sĂŁo brilhantes,
E suas brigas sĂŁo sons carinhosos.
MĂŁes sĂŁo todas iguais,
Merecem serem amadas por horas,
E expÔe seu amor a todos,
Sejam de dentro ou de fora.
MĂŁes nĂŁo contam os filhos,
Porque os filhos sĂŁo sempre delas,
Pois nĂŁo existem filhos sem mĂŁes,
E nem mĂŁes sem filhos, Ă© que sĂŁo belas.
MĂŁes sĂŁo sentimentos,
Seja de sangue, seja de coração,
MĂŁe Ă© um amor eterno,
Seja na terra, céu, mar, é pura afeição.
MĂŁe Ă© mĂŁe,
Tem o dom e o amor supremo,
Nascendo ou nĂŁo,
O amor Ă© o mesmo, Ă© super, Ă© extremo.
MĂŁe! Te amo.
Autor: CĂĄssio Charles Borges
SETE CORES.
Sempre pensei
Que as cores nĂŁo sĂŁo iguais.
Que a palavra amor
Vem do amar.
Mas percebi que
As cores tĂȘm seus significados
E sĂŁo desiguais.
E que o amor tem suas diferenças
Em sua forma de amar.
Percebi,
Que o preto nunca serĂĄ branco,
Que o branco nunca serĂĄ amarelo,
Que o amor de pai
Nunca serĂĄ o amor de mĂŁe.
Que o amor de irmĂŁo
Nunca serĂĄ o amor de amigo.
Que o amor da mulher
Nunca serĂĄ o amor do homem.
E que em um casamento
PoderĂĄ nĂŁo existir um marido.
Entendi,
Que as cores enfeitam as flores,
E o amor pode existir
Entre um casal de homens e/ou mulheres,
E que ao preconceito deve resistir.
De longe ou perto também somos animais,
E temos no sim ou no nĂŁo, o livre-arbĂtrio para decidir.
Sim, eu compreendi que as cores sĂŁo iguais.
No amor,
Sim, no arco-Ăris.
Tem sete cores.
Autor: CĂĄssio Charles Borges
A SOMBRA DO AMOR.
O amor Ă© quase igual a sombra,
Sabemos que existe, e que estĂĄ lĂĄ
Mas nunca conseguimos segurar.
O amor vocĂȘ atĂ© pode tĂȘ-lo
Mas nunca poderĂĄ tocĂĄ-lo.
Porque o amor
NĂŁo depende sĂł de vocĂȘ
Para o amar, para o existir.
Diferentemente da sombra
Que depende unicamente
De vocĂȘ, atĂ© o fim.
O amor tem uma sombra.
Duas sombras.
Autor: CĂĄssio Charles Borges
Outono
O amor chegou como a brisa do outono.... O cheiro doce das folhas que caem sem descanso,teu olhar me trouxe refĂșgio teu toque o recanto de um lugar distante como aurora radiante.Teu sorriso Ă© meu abrigo.teu olhar me traz sinais ao qual descanso tranquilo pois vocĂȘ esta comigo. Antes que eu me esqueça ou o poema se acabe,quero dizer que nĂŁo vivo sem vocĂȘ pois Ă© meu sorriso,te amarei de janeiro a janeiro,de inverno a outono saiba que sem ti nĂŁo sou completo mas contigo me sinto pleno..... Rayanne Shenayder Poema pronto Emoticon grin byAlmeida Jefferson
Ao meu amor.
Quando te vejo peco o chĂŁo.
Teu sorriso ilumina a escuridĂŁo de um futuro esquecido.
Eu quero um amor, mas eu tenho medo de amar.
Amar sem ao menos se arriscar.
Quero teus abraços,teus beijos e teus desejos.
Apressa-se a entender meus sinais que te passo através do meus sonetos.
Te amar se torna proibido, pois Ă© um amor bandido. Cabe a nĂłs lutar por isso ou seguir nossos destinos.
Mas esse miserĂĄvel, sempre nos faz andar no mesmo caminho. E nesta estrada sem vocĂȘ eu nĂŁo vivo.
Jefferson almeida.
#Poemas
â â Teu sorriso me trĂĄs abrigo,teu olhar me trĂĄs o amor,tua fala me trĂĄs segurança e tudo que eu tenho isto eu te dou como demonstração do meu amor.Jefferson
â Como dizer que Ă© amor?
Como saber se o amor chegou?
Como saber se o sentimento floreceu e enraizou em nós sem que ninguém viesse nos ensinar o que é amar?
Te amar Ă© como vento que bate na ĂĄrvore
Como universo que se expande e estica para que eu e vocĂȘ fosse se encontrar entre o espaço-tempo que Ă© te amar.
Antes desconhecidos hoje nĂŁo conseguĂamos viver um sem o outro.
O que os 792 kilometros vem nos separando o nosso amor vem nos aproximado. A resposta que foi feita antes Ă© que o amor nĂŁo tem formula magica ele simplesmente existe. E por isso que eu existo para te amar e vocĂȘ a mim e assim ser o meu abrigo.
EscĂąndalo de Estrelas
Nosso amor Ă© um incĂȘndio
Que consome os manuais de etiqueta,
Um mapa escrito em lĂngua antiga
Que os sĂĄbios modernos condenam.
Para eles, Ă© escĂąndalo!
O modo como nossas raĂzes se enovelam
Nas profundezas onde a luz hesita,
Como dois rios que, rebeldes,
Escolhem o mesmo leito proibido.
Para eles, Ă© escĂąndalo!
A matemåtica do nosso abraço,
Onde, um mais um, nĂŁo faz dois,
Faz um universo novo,
Um sol que gira em dupla chama.
Eles medem o amor em passos,
Em distĂąncias seguras, em portas entreabertas.
Falam de equilĂbrio, de razĂŁo, de pĂĄtios sombreados.
Mas ignoram o voo vertiginoso,
A vertigem sagrada
De quem se lança no abismo
E encontra asas no ar que corta.
Ah, os que nĂŁo conhecem o Amor!
Pensam que Ă© jardim podado,
Caminho calçado, silĂȘncio obediente.
NĂŁo sabem que o Amor verdadeiro
Ă tempestade que canta,
Ă raiz que quebra o mĂĄrmore,
Ă o grito primordial
Que ecoa antes do Verbo.
Nosso amor Ă© escĂąndalo?
Que seja!
à o fogo que não pede licença
Para iluminar a noite.
Ă o naufrĂĄgio voluntĂĄrio
No oceano sem fundo do Outro.
Ă o salto de Kierkegaard, mero filĂłsofo que define a existĂȘncia, onde hĂĄ de se transcender,
Sem rede, sem garantia,
Só fé no abraço que sustenta.
Deixem que murmurem!
Suas palavras sĂŁo cinzas
Levadas pelo vento do nosso furacĂŁo.
Enquanto eles colecionam sombras,
NĂłs bebemos a luz crua,
A seiva impura,
O vinho forte dos impossĂveis
Que sĂł os amantes ousam provar.
Porque nosso amor nĂŁo cabe
Nos relĂłgios que marcam horas,
Nem nas balanças do mundo.
Ă um escĂąndalo cĂłsmico,
Um big bang contĂnuo
No silĂȘncio entre dois corpos.
Ă o verso que PlatĂŁo nĂŁo ousou sonhar,
O enigma que desafia
Todas as lĂłgicas frias.
Sim, nosso amor Ă© escĂąndalo, nĂŁo confesso que seja, mĂĄs
Para os que nunca mergulharam
No fogo que nĂŁo queima,
Na ĂĄgua que nĂŁo afoga,
No caos que Ă© a Ășnica ordem
Que os deuses verdadeiros reconhecem.
Que o escĂąndalo perdure!
AtĂ© que o Ășltimo eco do nosso riso
Se confunda com o rumor das estrelas,
Lembrando ao cosmos adormecido
O que Ă© o Amor quando ousa ser inteiro,
Quando Ă© fogo, abismo, canto e grito
â Um belo, eterno, necessĂĄrio escĂąndalo.
Ă um escĂąndalo que ecoa a verdade mais profunda do meu coração. Eu te amo â€ïž
Porque um dia vocĂȘ descobrirĂĄ o amor. E neste dia, vocĂȘ irĂĄ mirar os seus olhos para mim. E sem dizer uma Ășnica palavra, vai me fazer sentir em vocĂȘ. Seremos o melhor do amor, na sua mais bela descoberta.
Simplesmente Assim
A mĂŁo que me cria Ă© a mesma que me agride
O amor por qual eu vivo, Ă© o mesmo que me faz sofrer
Escondido atrĂĄs de mĂĄscaras
espero pelo dia da revelação...
do amor, por quem eu vivo...
Queria mais do que tenho agora...
como nĂŁo tenho nada...
O pouco que me oferecer, me farĂĄ feliz...
