Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Andressa, meu amor, minha doce princesa,
Teus olhos brilham como estrelas na noite,
Teu sorriso, um sol que em meu coração acende,
Cada instante contigo Ă© um novo deleite.
Teus cabelos ruivos, como fogo que arde,
Em cada fio, a paixĂŁo que me envolve,
Teu jeito suave, tua força encantada,
Fazem meu mundo girar, meu amor se resolve.
Nos teus braços, encontrei meu lar,
Teu riso Ă© a mĂșsica que sempre quero ouvir,
Em cada toque, um universo a explorar,
Andressa, contigo, aprendi a sorrir.
Prometo te amar, na alegria e na dor,
Ser teu abrigo, teu porto seguro,
E juntos, escreveremos nossa histĂłria de amor,
Minha ruiva, minha vida, és meu futuro.
Daniel Vinicius de Moraes
MĂŁe GaĂșcha
Em cada rancho do pago
Um belo amor floresceu:
Mulher guerreira, gaĂșcha,
Presente que Deus nos deu.
Sempre com mate cevado
E o carinho no olhar,
Depois dos filhos criados
A saudade lhe faz chorar.
Nos braços do seu carinho
Ela ensina com saber,
Mostrando rumo e caminho
Pro filho nĂŁo se perder.
Minha mĂŁe querida,
Onde estiver,
A bĂȘnção de Deus,
GaĂșcha mulher!
Que criou seus filhos
No rancho, no galpĂŁo,
Te levo pra sempre
Em meu coração.
De poncho, alma erguida,
Feita de campo e ternura,
MĂŁe gaĂșcha Ă© luz da vida,
Bondade e formosura.
NĂŁo tem nada no mundo
Maior que seu valor:
Um abraço de mãe
Ă verdadeiro amor.
E quando ela nos deixa
A vida perde a razĂŁo,
Mas seu mate nunca esfria
Em nosso coração.
Minha mĂŁe querida,
Onde estiver,
A bĂȘnção de Deus,
GaĂșcha mulher!
Que criou seus filhos
No rancho, no galpĂŁo,
Te guardo, minha mĂŁe,
Dentro do coração.
Renato JaguarĂŁo.
VocĂȘ me ensinou o amor de uma forma tĂŁo profunda, que agora sou grato por tudo o que eu aprendi sobre amar.
O que eu achava que era amor era dependĂȘncia emocional, onde eu achava que era reconfortante era a depressĂŁo, e onde eu achei que nĂŁo era o amor, era o amor em pessoa pegando na minha mĂŁo e dizendo que tem orgulho de mim.
Isso Ă© sobre pessoas e eu. Eu sempre achei que sabia de tudo, mas eu nĂŁo sabia o que fazer sobre os meus sentimentos e o que era realmente. Fui descobrir depois de 3 anos.
O que Ă© a saudade, se nĂŁo o amor que perdura?
Ela nasce quando o corpo se afasta, mas o coração permanece. Ă a chama que nĂŁo se apaga mesmo diante da distĂąncia, o eco de um abraço que ainda vibra na memĂłria, o perfume que insiste em morar na pele mesmo depois da ausĂȘncia.
Saudade Ă© o amor vestido de silĂȘncio, Ă© o olhar que procura no vazio um reflexo que jĂĄ nĂŁo estĂĄ ali. Ă o diĂĄlogo que continua dentro de nĂłs, ainda que os lĂĄbios do outro nĂŁo respondam. Ă a eternidade escondida em pequenos instantes que nunca se repetem, mas que insistem em viver dentro da alma.
Se o tempo tenta levar, a saudade guarda. Se a ausĂȘncia tenta apagar, a saudade escreve em letras de fogo. Porque, no fundo, ela Ă© apenas a prova de que o amor Ă© maior do que a presença... Ă© a sobrevivĂȘncia daquilo que o coração nĂŁo permite que morra.
E talvez seja isso: a saudade não é dor apenas. à também o privilégio de ter amado tanto, a ponto de sentir falta. à a lembrança que acaricia por dentro e nos faz entender que amar é, inevitavelmente, também saber esperar.
Achava que era uma forma de amor!
Porém, o amor verdadeiro não desaparece, não se finda.
Crença era de que era real, até que me deparei com muitas falsidades.
Nunca considerei que fosse uma ilusĂŁo, dado que parecia tĂŁo clara diante de mim.
NĂŁo era amor, jĂĄ que o amor Ă© compreensivo e nĂŁo prioriza a si mesmo.
Não era, pois o amor envolve colaboração e troca.
NĂŁo era, pois quando Ă© amor, sempre encontramos maneiras de resolver quase tudo, jĂĄ que o amor Ă© capaz de enfrentar qualquer desafio.
Acreditei que fosse, mas estava errado, porque quando Ă© amor
NĂŁo se apaga
A ilusĂŁo se desfez e revelou a verdade.
O que pensei ser amor nĂŁo era mais do que um reflexo de meus prĂłprios desejos.
Mas aprendi que o verdadeiro amor Ă© paciente, nĂŁo busca interesses prĂłprios e tudo suporta.
Ă parceria e reciprocidade, um equilĂbrio que fortalece e nĂŁo destrĂłi. Agora, com essa experiĂȘncia, posso reconhecer o amor verdadeiro quando ele aparecer. JĂĄ apareceu, vocĂȘ!
A mulher que um dia eu fui
Houve um tempo em que eu acreditava cegamente no amor. As palavras doces me tocavam profundamenteâŠ
Me deixavam vulnerĂĄvel â e eu achava isso bonito.
Mas o tempo passou.
E com ele, vieram as desilusÔes.
Hoje, ainda acredito no amor⊠mas com ressalvas.
A cada dia, luto contra a descrença que me consome em silĂȘncio.
As frases lindas que antes me encantavam agora soam ocas. Começo a pensar que talvez fossem sĂł palavras â
como tantos jĂĄ me disseram.
NĂŁo escrevo mais cartas de amor. As palavras nĂŁo fluem. A comunicação Ă© difĂcil. Ă como se tivessem arrancado o meu lado romĂąntico Ă força.
E isso me dĂłi.
Porque a pessoa que agora ocupa esse espaçoâŠ
gostaria de ouvir o que sinto. Os poemas que um dia fiz â e recitei â pra vocĂȘ.
SerĂĄ que um dia eu volto a ser? Aquela mulher sonhadora, sensĂvel, romĂąntica... a que vocĂȘ destruiu?
SerĂĄ? Hoje, tudo o que consigo dizer⊠tudo o que ainda sobrevive em mimâŠ
Ă© que eu te amo.
Era uma vez um quase-amor... Intenso, confuso, bonito, mas mal vivido. NĂŁo faltava sentimento â faltava coragem. Ela amava com presença, ele respondia com ausĂȘncia. E nesse vai e vem, perderam um ao outro sem nunca terem se tido por inteiro.
Ela foi embora pra se proteger. Ele ficou, tentando disfarçar saudade com distraçÔes. No fim, o que restou foi silĂȘncio onde havia conexĂŁo, e um âpoderia ter sidoâ que pesa mais que qualquer adeus.â
đđŒ A Dor que Silencia e o Amor que Nunca Morre
âAlgumas dores nĂŁo pedem explicação, apenas silĂȘncio e respeito. A perda de quem amamos revela o limite da razĂŁo diante do mistĂ©rio da vida. NĂŁo hĂĄ respostas prontas, apenas a lembrança que se torna eterna. O tempo nĂŁo apaga, mas ensina a conviver com a ausĂȘncia. E no coração, permanece aquilo que jamais a morte pode levar: o amor.â
Ăs vezes, o destino nos ensina que nem todo amor Ă© feito para ser vivido lado a lado. HĂĄ pessoas que habitam nossos coraçÔes com uma intensidade silenciosa, mas que nĂŁo encontram lugar em nossa rotina, em nossos dias, em nossa vida. E Ă© nesse espaço invisĂvel â entre a lembrança e a ausĂȘncia â que elas permanecem: como saudade, como aprendizado, como um amor que nĂŁo coube no tempo, mas que jamais deixarĂĄ de existir dentro de nĂłs.
Ăs vezes, o amor parece uma dança entre luz e sombra. Na euforia dos primeiros momentos, os sorrisos sĂŁo garantia de felicidade, mas com o tempo, as tempestades se tornam inevitĂĄveis.
à nesse espaço impreciso que encontramos a tristeza, como um lembrete sutil de que cada relacionamento é um reflexo de quem somos.
A felicidade de quem jĂĄ se reconheceu em essĂȘncia, Ă© fazer outras pessoas despertarem pro seu amor prĂłprio, e admirarem a sua capacidade de sempre poder mais.âšïž
Ăs vezes a gente complica demais o amor, tentando plantar flores em solo seco, insistindo em conquistar coraçÔes que nĂŁo batem na mesma sintonia que o nosso. Mas a verdade Ă© simples: Ă© muito mais fĂĄcil se apaixonar por quem jĂĄ gosta da gente. Porque quando existe reciprocidade, tudo flui sem esforço. O olhar encontra abrigo, o sorriso ganha sentido e o coração aprende que amar nĂŁo Ă© luta, Ă© encontro. O amor verdadeiro nĂŁo nasce da insistĂȘncia em quem nĂŁo nos quer, mas da leveza de ser bem-vindo no coração de alguĂ©m que jĂĄ nos escolheu.
Amor em Remanso:
Meu coração ama
Meu coração ama, ai de não amar, me apaixonei
E nĂŁo tinha como nĂŁo me apaixonar
E emocionado, acabei de chorar
ApĂłs sentir em meu belo pulmĂŁo que nĂŁo iria sofrer
E nem, talvez, me desesperar
Foi entĂŁo que percebi
Que o amor em remanso
Ă a minha lĂąmina segura
A minha razĂŁo de viver
Amar vocĂȘ Ă© como gelatina
NĂŁo existe fogo de pimenta
E nem capsaicinoides
Nem capsaicina
Nem piperina
