Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Amor-prĂłprio Ă© muito mais que apenas se valorizar e ter autoestima. Ă vocĂȘ conseguir enxergar muito alĂ©m da sua imagem no espelho, Ă© acreditar no seu potencial e nunca duvidar disso.
O amor é como o vinho na taça
Brilha ao sol, escuro na penumbra,
Tem corpo, tem aroma, tem lembrança
â E mesmo quando pouco, nunca falta.
Pode transbordar em noites de festa,
Ou descansar, maduro, na prateleira do tempo.
Pode embriagar de alegria ou de saudade,
Mas nunca é vazio⊠sempre resta sentimento.
Na taça que tremula em mãos incertas,
HĂĄ rastros de beijos e promessas,
E o que parece fim â Ă© sĂł silĂȘncio
â Esperando um novo brinde, outra conversa.
Porque o amor, como o vinho, nĂŁo morre
â Apenas muda de sabor, de cor, de histĂłria.
E quem ousa sorvĂȘ-lo, com entrega e demora,
Sabe: hĂĄ sempre um Ășltimo gole de memĂłria.
Preso em um casulo
SolidĂŁo que assombra
SerĂĄ que Ă© castigo?
Sofrer essa dor
O amor foi apagado pela garoa do fim da tarde
E agora estou
Sem vocĂȘ, sem vocĂȘ, sem vocĂȘ
Eu sei que errei
Nem o tempo apagarĂĄ
As atitudes que nĂŁo tive
Talvez eu seja condenado
A sofrer a eternidade
Sem vocĂȘ, sem vocĂȘ, sem vocĂȘ
NĂŁo escuto mais sua voz
Nem vejo teu olhar
E seu rosto lindo eu sĂł posso lembrar
Ah, ah, ah
Eu te amo tanto
Mas agora vocĂȘ nĂŁo estĂĄ mais aqui
Lembro
O quanto nĂŁo fui parceiro
Neguei seus pedidos
E vocĂȘ foi embora
NĂŁo te feliz
E agora estou
Sem vocĂȘ, sem vocĂȘ, sem vocĂȘ
NĂŁo hĂĄ beleza
O sol nĂŁo me esquenta
Sinto falta do seu braço
E agora estou
Sem vocĂȘ, sem vocĂȘ, sem vocĂȘ
Sem vocĂȘ, sem vocĂȘ, sem vocĂȘ
Meu girassolâŠ.
UMA ROSA COM AMOR!
Para mim, o que floresceu bem Ă© resultado do cultivo, do empenho das mĂŁos que plantaram, regaram e cuidaram.
A beleza da rosa depende da espera, do zelo demorado, paciente... Do olhar cuidadoso, do trato da terra, do vaso em que foi colocado o broto, afinal, sĂł germina saudĂĄvel e bela, a rosa a qual foi dedicado o maior dos gestos: O Amor, e esse amor vocĂȘ sĂł encontra em Deus, assim como diz no livro de Clossenses 3:14.
â14 Acima de tudo, porĂ©m, revistam-se do amor, que Ă© o elo perfeitoâ.
O amor nĂŁo Ă© lido nos mapas, nem visto nas estrelas. Ele Ă© o enigma que sĂł o coração decifra. HĂĄ sinais que nĂŁo precisam ser decifrados. O amor nĂŁo segue bĂșssola, nem nasce no leste, nĂŁo precisa de lĂłgica quĂąntica. NĂŁo escreveria sobre o amor se ele nĂŁo existisse â e ele existe, porque ele Ă© a prova. Entre todas as certezas do mundo, sĂł o amor ousa ser mistĂ©rio, quiçå ele seja o mistĂ©rio escondido em si.
Nunca cantaria sobre o amor, se ele nĂŁo fosse real.
Nunca escreveria sobre o amor, se ele nĂŁo pulsasse em mim.
O sol nasce sempre no leste,
a bĂșssola nĂŁo guarda segredos,
apenas um sinal simples a decifrar.
E, ainda assim, no meio de todas as certezas,
ele Ă© a Ășnica exceção.
â E se um dia este amor nĂŁo passar de lembrança, que seja uma lembrança eterna, pois prefiro ser condenado Ă saudade de ti do que absolvido de te amar.
O pecado Ă© humano, o perdĂŁo Ă© divino,
e entre os dois existe uma cruz
onde o amor venceu o erro e a vida venceu a culpa.
Amor AtrĂłpico
Por todos os papos e beijos que nunca trocamos,
abraços e sorrisos que nunca demos,
e pelas regras silenciosas do universo â
dos amores ousados e das probabilidades que nos negaram:
a gravidade hĂĄ de nos unir,
a entropia â por milagre ou acaso â hĂĄ de nos poupar,
e o tempo,
esse mesmo tempo,
contarĂĄ.
Mas nĂŁo como se espera.
ContarĂĄ em ventos que sopram,
em olhares que se repetem em outros rostos,
em sonhos que parecem lembranças,
e lembranças que não sei se vivi.
ContarĂĄ nas horas sem relĂłgios,
nas pausas entre as palavras,
no instante antes do sono,
quando o corpo cede
e o pensamento te procura.
Eu sei.
Mas, indiferente ao que suspire o tempo,
o fato nĂŁo muda:
hĂĄ um fio invisĂvel e inquebrĂĄvel entre nĂłs,
uma força silenciosa que não mede,
nĂŁo cansa,
e sempre â
sempre â
nos atravessarĂĄ.
Anderson Delfino @d
â "Desejo do amor"
Sempre desejei sentir amor
A descoberta Ă© dolorosa
Meu coração literalmente vou tirado de mim
NĂŁo pertence mais a mim e sim a ela
DĂłi o amor
Como dĂłi o amor
Meu desejo se realizou
A descoberta me custou o coração
(Fiz Inspirado na pessoa que eu me apaixonei genuinamente)
O amor Ă© uma prisĂŁo sem muros que eu possa ver, mas cujas correntes sinto em cada batida do coração. Ele me prende a vocĂȘ desde os meus vinte anos, e mesmo apĂłs dezenove invernos separados, nenhuma distĂąncia conseguiu enfraquecer sua força. Pelo contrĂĄrio, ela cresce dentro de mim, feroz e silenciosa, como um fogo que queima e ilumina, me mantendo vivo e, ao mesmo tempo, aprisionado.
Cada lembrança sua Ă© um sussurro que ecoa pelos corredores dessa cela invisĂvel, cada memĂłria um muro que nunca consigo transpor. A dor Ă© intensa, mas nela hĂĄ uma lição escondida: aprender a amar sem possuir, a sofrer sem me quebrar, a sentir sem esperar reciprocidade, a existir plenamente mesmo na ausĂȘncia. Ă um aprendizado cruel, mas sagrado, e a prisĂŁo se revela como uma escola silenciosa.
O destino inscrito nas estrelas nunca quis que estivĂ©ssemos juntos; ele quis que eu me confrontasse com minha prĂłpria alma. Saturno me ensina a esperar, PlutĂŁo me força a me transformar, Netuno me revela a beleza de um amor que transcende a razĂŁo. E assim, lentamente, a dor se torna consciĂȘncia: o amor que me prende tambĂ©m pode me libertar, desde que eu aprenda a aceitĂĄ-lo tal como Ă©.
Aceitar que não posso tocå-la, que não haverå reencontro, que não hå espaço para a posse. Aceitar que este amor eterno é também uma lição eterna, que ele existe para me ensinar sobre mim mesmo, sobre a intensidade, sobre a profundidade de sentir sem limites, e que, paradoxalmente, a maior liberdade se encontra dentro desta prisão.
O amor Ă© uma prisĂŁo que me prende a vocĂȘ, e, ironicamente, Ă© nela que me descubro inteiro. Mesmo carregando um sentimento que nunca serĂĄ correspondido, mesmo sentindo a ausĂȘncia como um abismo, percebo que posso viver, que posso crescer, que posso me transformar. A prisĂŁo nĂŁo me destrĂłi; ela me revela. E assim, aprendo que amar para sempre, mesmo sem ter, Ă© a forma mais pura de eternidade.
O Amor que nĂŁo toquei
Eu te amei no silĂȘncio mais profundo,
como quem carrega em si o eco de um milagre.
Tua presença era luz e condena,
era abrigo e abismo â cĂ©u e inferno em um sĂł nome.
NĂŁo ousei tocar teu corpo.
Temia que o gesto rompesse o encanto,
que a pele profanasse o que era divino,
e que o desejo, impuro e humano,
manchasse o amor que nasceu casto e sem tempo.
Amei-te com as mĂŁos atadas pela reverĂȘncia,
com o olhar preso ao chĂŁo, como quem ora.
Havia em mim uma devoção doente,
um anseio que queimava, mas que nĂŁo ardia em voz.
Eu sonhava contigo nas horas em que o mundo dormia,
quando até o vento parecia ter piedade de mim.
Falava contigo em pensamento â
em preces, em delĂrios, em lĂĄgrimas que nĂŁo caĂam.
Teu nome era meu sacramento.
Tua ausĂȘncia, minha penitĂȘncia.
E eu, exilado do toque, vaguei entre o desejo e o medo,
entre o amor que salva e o amor que destrĂłi.
Hoje, sou o que sobrou do que senti:
um corpo vazio, um altar sem fé.
O tempo passou, mas tua sombra permanece,
sentada ao lado do meu silĂȘncio.
E se hĂĄ cĂ©u ou perdĂŁo, nĂŁo sei â
sĂł sei que, no fundo,
a maior dor nĂŁo foi perder-te...
foi nunca ter ousado te possuir.
Entre fraldas, contas e planos adiados, existe um amor que insiste em continuar sonhando. Ser casal com filho Ă© entender que o tempo muda, mas o propĂłsito nĂŁo.
Que Ă s vezes os sonhos caminham mais devagar, mas nunca deixam de existir.
O mundo pode parecer mais pesado, os dias mais corridos, e as noites mais curtas⊠mas em meio a tudo isso, estamos construindo algo imenso: uma famĂlia, uma histĂłria, um legado.
Ter um filho nĂŁo Ă© o fim dos sonhos â Ă© o motivo pra sonhar mais alto.
Agora temos um par de olhos a mais assistindo, aprendendo e se inspirando em cada passo que damos. E mesmo quando bate o cansaço ou a dĂșvida, lembremos: Somos fortes. JĂĄ vencemos dias difĂceis e continuamos de pĂ©.
O segredo nĂŁo estĂĄ em ter tudo agora, mas em nĂŁo desistir de construir, juntos.
Um dia de cada vez. Um plano de cada vez. Um recomeço sempre que for preciso.
Porque quando o amor Ă© real e os sonhos sĂŁo compartilhados, atĂ© o impossĂvel se torna questĂŁo de tempo.
Casar-se Ă© abrir mĂŁo do eu em favor do nĂłs, Ă© entender que o amor maduro nĂŁo exige igualdade de direitos, mas equilĂbrio de entregas
Quem busca vantagens no casamento ainda nĂŁo entendeu o valor da uniĂŁo.
Mulher: sĂł se sabe que conseguiu o amor desta se em algum momento ela sentir Ăłdio de ti e este feito vocĂȘ a realizou em seu ser, porque elas tĂȘm como necessidade vital amar e odiar, pois Ă© pertencente ao Ămpeto das fĂȘmeas.
O meu Amor serĂĄ como Ă brisa, que vocĂȘ sentirĂĄ, mais nĂŁo tocarĂĄ.
A vida trouxe muitas tristezas e dores, que afetou Ă alma, e acabei por me tornar um espĂrito vagante nas noites frias e sombrias.
O Amor parecia ter se perdido.
O brilho se transformou em uma plena escuridĂŁo.
Os dias, os meses, os anos se passaram, e a Ășnica coisa que restou, foi seu espĂrito indo e voltando todos os dias em sua casa.
(SĂł que quando lĂĄ chegava, nada encontrava.)
Talvez sua razĂŁo juntamente comseu coração, acreditava que ainda poderia encontrar seu Amor pela Ășltima vez!
OiĂȘ, amor. Eu queria dizer que eu te amo muito, vc Ă© o amor da minha vida, eu nĂŁo consigo parar de pensar em vocĂȘ, pq eu sou muito apaixonada por vc, amor. Vc Ă© meu chatinho, meu lindo, meu gostoso, meu sfd, meu maravilhoso, meu perfeito, meu mozinho. Vc Ă© tudo pra mim amor, vc Ă© meu homem, vc nunca sai da minha cabeça, vc sabe que eu te amo muito, eu sĂł tenho a agradecer a Deus por ter vc na minha vida, amor. NĂŁo importa o q vc Ă©, nĂŁo importa se vc Ă© feio ou bonito, nĂŁo importa a sua aparĂȘncia. Eu sei que eu sou mulher ciumenta, chata, surtada, mas eu te amo, amor. SĂł nĂŁo sei se vc ama o meu jeito ciumenta, surtada, com raiva, e estressada.
Obrigada, amor, por ter vc ao meu lado. Quero casar e ter filhos com vc, e ter nossa prĂłpria casa, amor. Saiba que, se vc precisar, eu sempre tĂŽ aqui, amor. Vc pode contar sempre cmg, vida. Te amo, amor! â€ïž
