Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
PasiĂłn, delicadeza. Has nacido en mi. Sus ojos, su cuerpo ... La fascinaciĂłn del amor. Sentimiento, olor, color. Sus manos. Flor delicada. El rĂo nace. En el cielo tiene la estrella mĂĄs brillante. ÂĄĂres tĂș! ÂżQuĂ© mĂĄs puedo decir? Te doy mĂĄs una estrella, ahora, una estrella de los mares. Ăres mĂa. Dulce Petal. Dulce secreto. Dulce IlusiĂłn.
Ă Natal! Momento de reunir
os familiares
e amigos para celebrar o amor,
o nascimento do menino JESUS!
O natal enche nossos coraçÔes
de alegria, de amor e esperança.
Natal Ă© o exalar do cheiro
do menino
Jesus, que nos faz sentir o calor
de quando éramos crianças.
Natal também é momento para
refletir,
de ser feliz, e de desejar
aquém
amamos, conhecidos e
desconhecidos, muita saĂșde,
paz, amor, carinho, fé,
esperança, harmonia,
prosperidade e felicidade.
Um felicĂssimo Natal!
Bom que o ano-novo venha com alegria, amor e muita paz. Amigos, agradecida a Deus pelo carinho de todos vocĂȘs. Feliz Ano-Novo!
Que 2017 seja um ano de muita glória e bençùos, muitas alegrias e esperança, muito colo e amor, muita paz e tranquilidade, muitas conquistas e vitórias, muitas realizaçÔes e felicidades.
Feliz ano novo, feliz vida nova!
O amor vai
se desfazendo aos poucos ...
Em silĂȘncio.
Se nĂŁo houver troca
Um olhar de ternura
Um respeito mĂștuo
Um devido carinho...
Tudo se esvai
E cada um segue
livremente
o seu destino
Em busca
do seu prĂłprio ninho.
BRISA MORNA
Em tardes de brisa morna, descansa o coração
Ă sombra das asas do seu amor, que o embeleza e adorna.
Um amor lindo encantado que o einvaidece inteiro,
sabedor que é, do querer de outro coração apaixonado.
Em tardes de brisa morna o amor e suas asas de plumas,
refresca,o morno que a volta fica dos coraçÔes enternecidos,
que batem descompassados, e que ao amor se dĂŁo por vencidos.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista de Letras Artes e CiĂȘncias
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
JĂĄ tentei me fechar, tentei nĂŁo amar,
Sofri junto com o amor e desisti de tentar,
Chorei por nĂŁo conseguir e disfarcei o meu olhar,
jĂĄ sorri estando triste, sĂł para nĂŁo demonstrar,
Jå fechei os olhos para não te ver e também evitei dormir para não sonhar,
Jå tentei matar meu coração para ele não me turbar,
Então, um dia consegui descansar e apareceu alguém para me acordar.
ACEITAR
Curvo mais uma vez meu coração.
O amor impÔe, novas normas, e
elas terĂŁo de ser cumpridas.
NĂŁo Ă© fĂĄcil aceitĂĄ-las, mas, hĂĄ
lados que por receio, ou formação,
nĂŁo aceitam aquilo que dentro delas
Ă© real e verdadeiro.
Meu coração então, tranca seu amor
nas grades dele.
SĂł o soltarei, se ver que Ă© injusto
assim agir.
Mas a decisĂŁo. e a Ășltima palavra
quem darĂĄ?
Eu nĂŁo serei.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro d U.B.E
Aconteceu
VocĂȘ aconteceu.
Ă minha volta tudo se modificou.
O amor brotou mais forte.
O que era triste, sem sentido,
aos poucos foi esvanecendo,
e nada restou.
RoldĂŁo Aires
Membro HonorĂĄrio da Academia Cabista de Letras Artes e CiĂȘncias
Membro HonorĂĄrio da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Que se espalhe a verdade pra confundir a mentira.
Que se fortaleça o amor para que dure a felicidade.
Que o respeito permaneça para que cresça a união.
Que sobre fartura para que miséria morra de fome.
Que o sonho continue e os projetos também, que uns se realize e o resto se concretize.
Que o nada apareça, para o Tudo nascer.
Amor de irmĂŁo Ă© brincar de sorrir o tempo todo, Ă© sentir medo de ficar sozinhos. Ä o coma que faz o sofrimento
â â â O amor de verdade Ă© duradouro, o amor de verdade Ă© pra uma longa vida, e pra demonstrar o que sinto quero que faça parte da minha vida.
Amor sofrĂvel, irremediĂĄvel, reprimido ao isolamento
Procura-se a saĂda desse labirinto imposto pela vida
IncontĂĄveis noites sem dormir pensando nesse sentimento
desejo incontrolĂĄvel.
JUBILA CANĂĂO (soneto)
Bendito sejas o amor, ao coração meu
Que desnudou o breu da minha solidĂŁo
Em luz, das andas minhas na escuridĂŁo
Quando a sombra, me era o apogeu
Bendito amor, que me estendeu a mĂŁo
Como quem no amor oferta o amor teu
Sem distinção, pois, dele dor jå sofreu
E entĂŁo sabe aonde os vis passos dĂŁo
Bendito sejas, que no prazer plebeu
Trouxe amor Ă vida e, boa comunhĂŁo
Ao pobre pecante, dum Ăąmago ateu
E entĂŁo, neste renascer com gratidĂŁo
Que no peito uivou e angĂșstias moeu
Do solitårio pranto, fez jubila canção.
Luciano Spagnol
Poeta do cerrado
Janeiro, 2017
Cerrado goiano
O amor pelo dinheiro e a ganĂąncia, adoece os homens, seca o ser, apesar desse distribuir sorrisos, o que existe Ă© apenas um vazio incurĂĄvel
