Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Com vontade de dizer o que sinto mas não posso, não por falta de coragem mas pela anulação que as minhas palavras teriam e palavras assim não merecem valores assim.
â â Amar nĂŁo Ă© ceder sempre,
pois quando se cede sem se impor
nega-se ao seu prĂłprio amor.
E quem nĂŁo tem amor-prĂłprio,
nĂŁo pode ter o prĂłximo como seu amor.
Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade Ă© sentir o que arde dentro. Ă deixar que as chamas da paixĂŁo consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração Ă© um territĂłrio sem fronteiras onde o amor Ă© a Ășnica lei, a Ășnica verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(âDesperdĂcio de Almaâ, de Douglas Duarte de Almeida)
â Immortalis
"O maior ato de gratidĂŁo Ă© amar e ser amado,
pois nĂŁo finda, nĂŁo encerra, mas aglutina-se
ao nosso ser para sempre."
Marcelo HB
â Eclipse
"Se existem amores impossĂveis
com o do sol e da lua,
temos os eternos possĂveis:
Arroz e feijĂŁo,
café com leite,
bife com batatas fritas,
homem e mulher...
O amor nĂŁo deixa de ser possĂvel
quando o querer afronta e vence
o medo de sĂȘ-lo."
Jorge B Silva
InesgotĂĄvel
â Quanto mais te amo, mais te amo!
-O que fazer entĂŁo?
-Continue a amar, nĂŁo existe mais
nobre sentimento.
MĂĄrcia A. Prazeres
Entrego-te a minha vontade, entrego-te as minhas lĂĄgrimas e as minhas promessas ficaram todas em minha voz. NĂŁo as calarei, deixo na mĂŁo do destino, todos os meus planos falidos.
Faça a sua parte universo, ou me tira de vez desse mundo ou me prove para quĂȘ afinal, caĂ nesse jogo sujo a qual se desdenham tanto sobre o amor?
"Imaginando a janela do seu sorriso"
Eu gosto de olhar para vocĂȘ enquanto dorme, vejo a imagem de um anjo refletindo na sua calmaria, sinto o gosto dos seus beijos ao imaginar a delicadeza que tocastes suas mĂŁos em minha face, sinto vocĂȘ e de vocĂȘ apenas imaginei-me, afinal alguns minutos de uma boa conversa, quase me derreteram em sal. E o meu Ăłdio por vocĂȘ aumentou em 77%.
SOB A SOMBRA DA BELEZA NO AMOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O amor nasce jĂĄ ferido.
NĂŁo como promessa, mas como necessidade.
Uma carĂȘncia inscrita na prĂłpria estrutura do querer.
Ama-se nĂŁo por plenitude, mas por falta.
A beleza surge como engano sublime.
Ela se oferece ao olhar como redenção,
quando na verdade é apenas o véu mais refinado da dor.
Toda forma bela carrega em si a sentença do perecimento,
e Ă© justamente por isso que fascina.
O espĂrito, ao reconhecer o belo, nĂŁo encontra repouso.
Antes, inquieta-se.
Pois compreende que aquilo que o atrai
jamais poderĂĄ ser possuĂdo sem perda.
Amar Ă© desejar o que inevitavelmente escapa.
A consciĂȘncia, ao amadurecer, percebe
que o amor nĂŁo promete felicidade,
apenas instantes de intensidade.
E intensidade Ă© sempre sofrimento condensado.
Quanto mais profundo o vĂnculo,
mais aguda a percepção do fim.
A mĂstica do amor revela-se entĂŁo trĂĄgica.
O sujeito nĂŁo ama o outro,
ama a imagem que nele desperta sua prĂłpria carĂȘncia.
E quando essa imagem vacila,
a dor emerge nĂŁo como surpresa,
mas como confirmação da natureza do querer.
HĂĄ uma tristeza inerente Ă beleza
porque ela nos obriga a desejar o que nĂŁo se fixa.
Tudo o que Ă© digno de amor
Ă©, por essĂȘncia, transitĂłrio.
E a consciĂȘncia disso nĂŁo liberta: aprofunda.
Assim, amar Ă© consentir com o sofrimento lĂșcido.
Ă aceitar a vigĂlia permanente do espĂrito
diante de um mundo que nĂŁo promete consolo.
A grandeza nĂŁo estĂĄ na felicidade,
mas na coragem de contemplar o abismo
sem desviar o olhar.
â Seja gentil consigo,
Tenha mais Amor PrĂłprio
Incentivado pelo o Amor Divino,
Diante de tanto mal,
Amar-se Ă© fundamental,
Um NecessĂĄrio EquilĂbrio.
â â Um amor grandioso e inexplicĂĄvel,
fruto de uma conexĂŁo
que vai além do sangue,
serve como um incentivo diĂĄrio
que alimenta uma determinação constante,
a sua fonte Ă© inesgotĂĄvel,
faz superar limites,
deixando medos e angĂșstias ofuscados,
permite que a sua hospedeira
cometa certos sacrifĂcios
chegando a esquecer de si mesma
em muitos casos,
entĂŁo, busca nĂŁo demonstrar fraqueza,
mesmo que seja grande o seu cansaço,
pois sente a necessidade de tornar-se fortaleza ouuma leoa brava
por mais difĂcil que seja a situação
ou diante de possĂveis ameaças,
portanto, faz questĂŁo de estar
presente
nos momentos de felicidadese de tristezas,
assim, sua existĂȘncia vai ficando
cada vez mais importante,
claramente, de Deus, é uma benção
e deve ser tratada com todo o esmero devido a grandeza deste amor materno
que torna a mĂŁe nesta inestimĂĄvel riqueza.
Ela â desconhecia o seu valor,
deixou que a fizessem acreditar
que nĂŁo era o bastante
entĂŁo, contentava-se, antes,
com migalhas de amor,
ou pior, de amores farsantes,
não dava a devida atenção
para os que a amavam de verdade,
portanto, grande era a sua dor,
que foi ficando cada vez mais sufocante,
desgastando sua identidade aos poucos
ao ponto de seu antigo eu virar pĂł,
mas graças ao Senhor,
o que sobrou dela percebeu
que o seu fim ainda nĂŁo havia chegado
e que tudo tinha sido necessĂĄrio
para o seu amadurecer
por ter lembrado que semelhante
a uma fĂȘnix, temos a capacidade
de renascer das cinzas
e assim, renasceu
e alçou um vÎo flamejante
no céu do seu próprio amor
para a liberdade de sua vida angustiante.
â â Ela encontra na arte, um lugar seguro, uma forte ligação, onde sente-se Ă vontade e muito bem recebida, restaura suas forças, usufrui de sobriedade, um girassol majestoso na direção da luz do Sol, que o deixa mais vivo, um lindo esplendor, uma das formas que encontrou para acorvardar uma possĂvel estupidez ou ofuscar a sua dor, demonstrando uma certa sensatez alĂ©m da sua demasiada beleza, entĂŁo, provavelmente, van Gogh teria gostado muito de conhecĂȘ-la ao ponto de retratĂĄ-la em uma de suas telas.
Costuma ter um olhar diferenciado para tudo que estĂĄ a sua volta, uma ponte atĂ© um mundo mĂĄgico, que permite o encanto pelo o que Ă© simples, aguçar o seu imaginĂĄrio, admirar a natureza e os seus belĂssimos detalhes, que consegue tornar um momento memorĂĄvel com sua presença singular, capaz de transformar o desĂąnimo em um sorriso largo, um fardo em um alĂvio, pintar com cores alegres um dia nublado, um poder muito significativo, amĂĄvel, proveniente do conhecimento divino.
Viaja por muitos cenas em vĂĄrias pĂĄginas atravĂ©s dos seus pensamentos provocados por palavras repletas de vida, casais apaixonados, conquistas e perigos, felicidades e lĂĄgrimas, histĂłrias diversas e emocionantes, romances com tons de realismo, uma viagem constante que lhe serve de abrigo, que a incentiva a ser a protagonista da sua prĂłpria histĂłria, sendo o seu viver uma aventura interessante de glĂłrias e lutas, choros e risos, intensidade e ternura, realidade que daria um bom livro, provido de vivĂȘncias profundas.
O seu florescer Ă© radiante, vĂvido, elegante, naturalmente, atraente e a cada primavera, renasce, uma tulipa de pĂ©talas vermelhas, essĂȘncia de um amor eterno, delicadeza na sua venustidade, mensageira do renascimento, contornos harmoniosos, belos significados, sentimentos amĂĄveis, consequentemente, sĂł quem souber amĂĄ-la de verdade, poderĂĄ cultivĂĄ-la verdadeiramente, contemplando as suas qualidades, a sua alegria veemente, a sua gentileza e sua confiança principalmente.
Certas mĂșsicas lhe sĂŁo muito verdadeiras, pois aparentam conversar diretamente com a sua alma como se as suas emoçÔes e aquilo que pensa tivessem ganhado a oportunidade de fala por intermĂ©dio de notas, melodias e frases certeiras, uma liberdade que se espalha, lhe trazendo leveza, o deleite de ter a sua percepção felizmente compreendida, de nĂŁo ter a sua razĂŁo mais uma vez ignorada e de ser vista e tratada sendo bem mais do que uma mulher jovem e bonita, uma bĂȘnção rara que muito edifica.
â Linguagem sincera de olhares, a curiosidade serena, voltada para o mundo grandioso a sua volta, o olhar atencioso motivado pelo zelo, doce amora, onde mora o amor verdadeiro e a vida lindamente se renova, olhos cintilantes, uma forma de amar sem palavras, laço que nĂŁo tem preço, divinamente, abençoado, esplendor da jovialidade com a da infĂąncia, momento simples e memorĂĄvel, sublime bonança.
