Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Se eu pudesse saber o quanto de mim ainda vive em vocĂȘ... Se seu coração ainda pulsa diferente quando escuta aquela mĂșsica, se sua pele ainda lembra o toque que sĂł existia entre nĂłs. O amor que tivemos nĂŁo foi desses que o tempo leva com o vento... foi daqueles que se cravam na alma, que doem mesmo depois de tanto silĂȘncio. Ăs vezes me pergunto se vocĂȘ tambĂ©m fecha os olhos e se perde nos mesmos instantes que ainda moram em mim. Porque, mesmo longe, mesmo depois, hĂĄ amores que nunca dizem adeus... apenas se escondem onde ninguĂ©m mais vĂȘ.
â Aprecio as estrelas... nĂŁo apenas por sua beleza silente, mas por aquilo que simbolizam: a doce ilusĂŁo da permanĂȘncia. Embora saiba que estĂŁo em perpĂ©tua agonia, consumindo-se em esplendores terminais, ainda assim parecem eternas aos olhos de quem, da Terra, as contempla. LĂĄ do alto, brilham com uma serenidade que desmente o caos de sua essĂȘncia. Enquanto os mundos se desfazem, os deuses se calam e os mortais esmorecem como brumas ao vento, as estrelas seguem cintilando, indiferentes Ă finitude que nos devora. E Ă© nesse cenĂĄrio celeste que me permito sonhar... sonhar que o tempo cessa, que os amores nĂŁo fenecem, que os instantes ternos permanecem suspensos no vĂ©u da eternidade. Porque, ao fitĂĄ-las, sinto como se tudo aquilo que me Ă© caro â um olhar, um gesto, uma memĂłria â pudesse resistir ao tempo, envolto na luz serena de um firmamento que nĂŁo se apaga.
Durante muito tempo, confesso, temi o mundo... mas nĂŁo por suas dores naturais, nem por seus silĂȘncios frios. Tive medo de viver em um mundo onde vocĂȘ nĂŁo estivesse. A simples ideia da sua ausĂȘncia era como um vento cortante atravessando o peito, como uma noite sem estrelas, como uma eternidade sem luz. Havia algo na sua presença que fazia o tempo parecer menos cruel, e a vida, ainda que imperfeita, tornava-se suportĂĄvel, quase bela. Sem vocĂȘ, tudo perdia cor, propĂłsito e rumo. E assim, mais do que temer a morte, temi a vida sem vocĂȘ... porque viver, se nĂŁo for para dividir o olhar, o riso e o silĂȘncio com quem se ama, Ă© apenas existir Ă margem do que poderia ter sido eternidade.â
â Era uma vez um homem que acreditava caminhar sĂł... nĂŁo por falta de passos ao redor, mas porque havia se tornado prisioneiro de muros erguidos dentro de si. Vivia entre palavras guardadas, olhares desviados e silĂȘncios pesados como correntes. AtĂ© que um dia, como um raio de sol que ousa atravessar as frestas da cela, apareceu ela: uma amiga que nĂŁo se intimidava com o seu estranho jeito de existir.
Ela o chamou de amigo, mesmo quando ele dizia que nĂŁo sabia ser. Disse que ficaria, mesmo que o mundo partisse. E prometeu que, se um dia os dois se encontrassem sĂłs no destino, ficariam sozinhos... juntos.
Ele a questionou, como quem duvida da prĂłpria liberdade, e ela o respondeu com leveza, como quem nĂŁo tem medo de cuidar... nem de se deixar ser cuidado. Entre perguntas e provocaçÔes, entre o medo do amor e a esperança do abrigo, os dois descobriram que talvez a verdadeira fuga da solidĂŁo nĂŁo estivesse no mundo lĂĄ fora, mas nos olhos de quem vĂȘ a alma e ainda assim decide ficar.
E assim, entre prisÔes internas e promessas eternas, nasceu uma história onde dois coraçÔes, marcados por feridas, aprenderam que não hå maior liberdade do que encontrar repouso um no outro.
E viveram... como sabem viver os que ainda acreditam no amor que se escreve devagar.
â Talvez seja mais fĂĄcil amar alguĂ©m que nĂŁo conheço, porque no desconhecido mora a liberdade de imaginar o outro sem falhas, sem cicatrizes, sem o peso do cotidiano. Mas entĂŁo me pergunto: serĂĄ amor ou apenas atração disfarçada de encanto? Porque o amor real exige convivĂȘncia, paciĂȘncia e a coragem de amar mesmo quando o espelho revela rachaduras. JĂĄ pensei que o amor sĂł valeria se durasse para sempre, mas o âpara sempreâ Ă© uma fantasia que o tempo insiste em contrariar. Existem amores que duram um instante e mesmo assim deixam marcas que resistem Ă eternidade. Descobri que amar nĂŁo Ă© prender, nem possuir, mas sentir... com presença, com verdade, com entrega. E mesmo que termine, se foi amor, existiu. E isso basta. Porque o amor, em sua forma mais pura, Ă© o motivo da existĂȘncia. NĂŁo precisa ser eterno no tempo; precisa apenas ser verdadeiro no momento.
â Que a luminosidade de sua alma, o brilho dos seus olhos e a luz do seu sorriso, atraia os mais belos girassĂłis de amor, paz, felicidade, fĂ© e bĂȘnçãos!
â Eu, Canceriano navegador,
Ă procura do mar libertador,
Do sonho de ouvir com ardor,
O canto da Sereia sedutor,
No real acorde encantador,
De veraz porto seguro Amor!
Paz é um artigo raro que, quando conseguimos, apreciamos sem moderação.
Mesmo quando breve, Ă© essencial para nossas vidas.
Precisamos obtĂȘ-la direto na Fonte, a fim de termos certeza da sua qualidade.
Jesus!
Beba vocĂȘ tambĂ©m desta Fonte!
Assim como a distĂąncia
A saudade do toque
Carinhoso das suas mĂŁos
DĂłi profundamente
Como nĂŁo rimar
Amor e dor
Quando tudo que preciso
Ă o sorriso distante e
Amoroso do teu olhar
Sou teu homem
Ăs minha minha mulher
Sou teu destino
Ăs minha vida
Somos o reflexo do amor
Esperando nosso encontro, afinal
DifĂcil nĂŁo Ă© encontrar alguĂ©m...
DifĂcil, Ă© permanecer com este alguĂ©m, mesmo quando o viço da juventude se vai, e leva com ele a paciĂȘncia, a memĂłria, o perfume dos cabelos, a maciez da pele, o ballet dos quadris, deixando em seu lugar a impaciĂȘncia, a irritabilidade, as rugas, os cabelos e os sentimentos gris...
Eis aĂ o verdadeiro amor...
Aquele que encontra e permanece, vencendo todos os obstĂĄculos que a vida oferece...
Eu sou o vento...
E eu, o fogo. Atiça-me!
Eu sou a chuva...
E eu, a terra. Fecunda-me!
Eu sou a vida...
E eu, a morte. Supera-me!
Eu sou o amor...
E eu, o ciĂșme. Evita-me!
Eu sou a paixĂŁo...
E eu, a desilusĂŁo. Derrota-me!
Eu sou a liberdade...
E eu, a rendição. Possua-me!
Mais forte que o vento
VocĂȘ Ă© o quinto elemento
Ă como o sol no meu peito
Luar no sorriso
Tempestade no sertĂŁo
Alguém que com seu beijo me cala
E com apenas um olhar
De todo seu amor me fala
E possui meu coração
Eu seguraria a mão de alguém que pudesse me levar a lugares sonhados...
Eu beijaria os låbios de alguém que pudesse cantar tão doce quanto meus sonhos mais secretos...
Eu voaria nas asas do pĂĄssaro, que me me levasse ao mais alto sentimento de prazer...
E me fizesse e me mostrasse vivo
E fosse o fogo ardendo dentro de mim...
A paixĂŁo e o amor da minha vida...
Definitivos...
Sua luz natural
Se confunde com o luar
O contorno do seu corpo
Insinua a beleza
Das suas curvas...
O perfume dos seus cabelos...
A maciez dos seus toques...
O calor dos seus lĂĄbios...
O sabor dos seus beijos...
Sua lembrança invade minha alma
O desejo queima meu corpo como chama
Meus lĂĄbios entreabertos imploram pelos seus beijos
Cujo sabor ainda guardo em minha memĂłria
SerĂĄ que pensa em mim?
SerĂĄ que arde por mim?
Serå que é dela também
A minha histĂłria?
Desejo...
Mais que isso...
O corpo grita por todos os poros e expressa os desejos que as palavras nĂŁo foram suficientes para expressar...
â O homem sente por sentir vontade
E quem me dera um dia ver-me diferente, encontrando sentido além das razÔes por trås da mente, sendo coração que pulsa apressadamente, apenas por saber que é verdade. E se é verdade, dou-te tudo o que encontrar no caminho do meu eu; do apego à solidão, que habita nessa imensa vastidão desconhecida, à medida dosada da paixão.
NĂŁo me apaixonei por vocĂȘ
NĂŁo me apaixonei por vocĂȘ.
Quando me apaixonei, nĂŁo foi por vocĂȘ.
Foi pelos seus dentes
Pelo seu cabelo, pelos vestidos que usava.
Hoje vocĂȘ sĂł usa calças
Mudou o corte do seu cabelo
E agora me disse que vai usar aparelho nos dentes
E sĂł agora me dou conta
Que eu nĂŁo me apaixonei por vocĂȘ como imaginava
Pois vocĂȘ mudou
O vocĂȘ por quem me apaixonei nĂŁo existe mais
E, mesmo assim continuo apaixonado.
Mesmo assim te amo
Independente dos dentes, do cabelo e das roupas.
Amo em vocĂȘ algo que nĂŁo sei o que Ă©
NĂŁo sei explicar o que, mas amo.
Acho que Ă© vocĂȘ pura
Sua essĂȘncia, sua alma.
Ă por vocĂȘ com ou sem complementos,
Que estou apaixonado
Ă vocĂȘ esse todo que eu amo
NĂŁo me apaixonei por algo que possa ser mudado
Quando me apaixonei, eu nem sabia.
Mas era mais que paixĂŁo fĂsica
Era por uma mulher completa,
Plena, mais que corpo.
Era mais que atração ou desejo,
Era amor.
Corpo e alma, sorriso e dor,
Irritada e calma, calça e vestido.
VocĂȘ!
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