Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Sabe, as vezes me perco em minhas hipocrisias ao escrever em um site insignificante. Pensar que um peixe sabe mais da vida do que todos nĂłs juntos. Ele nada e nada, senĂŁo, morre.
Sabe como um psicopata vĂȘ o mundo?!
Ele vĂȘ o mundo como uma simulação, como um jogo. E como num jogo, nĂŁo temos empatia pela mĂĄquina, tampouco somos verdadeiros, sinceros. Somos manipuladores e sempre tentamos levar vantagem. E como estĂŁo em um jogo, por que ter empatia, compaixĂŁo?... Por que ser sincero e verdadeiro?! O jogo sĂł se torna Ășnico quando acreditamos nele; talvez seja por isso que por vezes fingem a realidade, ser quem nĂŁo sĂŁo; matam.
Se vocĂȘ for paranoico suficiente, verĂĄ que sempre hĂĄ a possibilidade de estar sendo manipulado; que nunca hĂĄ como saber quem estĂĄ lhe manipulando.
Espero que este texto faça vocĂȘs entenderem mais como um psicopata vĂȘ o mundo. Sabe, Ă s vezes penso que esse Ă© o segredo, nĂŁo ligar para nada, se adaptar ao meio e tirar vantagem do que se pode enquanto hĂĄ tempo.
FilĂłsofo Ă© aquele que ama a vida, pois a vida nos proporciona o sentir, e tudo o que existe no mundo sĂŁo conceitos. Para se viver, Ă© necessĂĄrio ser um FilĂłsofo, pois tudo o que existe sĂŁo conceitos â conhecimento. Sabe por que o mundo estĂĄ do jeito que estĂĄ? Porque ninguĂ©m aprendeu a viver; porque ninguĂ©m entendeu que a vida Ă© perceber, sentir que tudo sĂŁo conceitos. A vida senciente Ă© isso, mais um conceito. Ser um FilĂłsofo Ă© ser consciente da prĂłpria, efĂȘmera e conceitual vida.
1.Âș VocĂȘ nĂŁo sabe o que lĂȘ, ouve ou vĂȘ atĂ© questionar os indivĂduos envolvidos ou a natureza.
2.Âș Deus, tendo existĂȘncia alĂ©m do Universo, implica a impossibilidade de comprovação.
3.Âș Dependendo de como observa, terĂĄ diferentes respostas.
4.Âș Podemos passar e/ou usar o tempo; quem passa nĂŁo usa, mas quem usa passa.
5.Âș A ciĂȘncia Ă© o mĂ©todo natural de comprovação do mundo das formas; a razĂŁo, natural do mundo conceitual.
6.Âș Quando vocĂȘ sabe, nĂŁo crĂȘ; mas quando crĂȘ, nĂŁo sabe.
7.Âș Tenha consciĂȘncia das possibilidades que hĂĄ perante a situação presente. Se mantenha um passo Ă frente.
8.Âș A dĂșvida Ă© o Ășnico caminho para alcançar o conhecimento; sem ele, sĂł nos resta a crença.
9.Âș A perfeição Ă© tudo que existe, visto a impossibilidade de existĂȘncia da imperfeição.
10.Âș A reflexĂŁo Ă© mais importante que a leitura, visto que a leitura se limita ao conhecido, enquanto a reflexĂŁo agloba o mundo.
11.Âș Mais vĂĄlida uma ditadura com um lĂder inteligente que uma democracia com um povo ignorante.
12.Âș O agnosticismo Ă© um padrĂŁo de plena descoberta sobre Deus, apesar que a cada argumento chegamos mais prĂłximos de ser ateu.
13.Âș A Filosofia, sendo o amor ao conhecimento, implica ao FilĂłsofo o amor Ă vida; e como tal, implica a inexistĂȘncia de crença divina.
14.Âș O livre-arbĂtrio se remete ao poder de escolha, e isso todos temos; mas tambĂ©m todos somos influenciados.
15.Âș Temos que nos unir e apoiar ideias, nĂŁo homens; homens sĂŁo ferramentas.
Sabe qual o problema do mundo? As pessoas.
Sabe qual o problema das pessoas? As crenças.
Sabe qual o problema das crenças? As inverdades.
InteligĂȘncia estĂĄ ligada a consciĂȘncia, que por sua vez estĂĄ ligada a capacidade de perceber a prĂłpria insignificĂąncia.
Crença Ă© o que vocĂȘ pega dentro e pĂ”e para fora. Conhecimento Ă© o que vocĂȘ pega fora e pĂ”e para dentro. Verdade Ă© o que vocĂȘ nĂŁo pega e nem pĂ”e.
â 1.° Quando o homem nĂŁo era homem, e o mundo nĂŁo era mundo, o tempo nĂŁo era tempo.
2.° Quando o homem caminhava sobre à terra, o mesmo ainda não sabia caminhar; quando o homem caçava sobre à terra, o mesmo ainda não sabia caçar.
3.° Desde que o mundo é mundo, e o tempo é tempo, o homem é homem.
4.° No horizonte se encontra o mundo, mas somente o que nos é próximo pertence ao mundo.
5.° Desde as lĂmpidas ĂĄguas Ă s turvas, o mundo jaz do homem.
6.° Desde o padeiro ao engenheiro, ambos partilham do mesmo conhecimento, mas em diferentes intensidades.
7.° A toda pessoa com quem fales, estarås vendo um fragmento de si mesmo.
8.° Tenha ouvidos ou olhos, sempre estarå a ouvir o que quer ouvir, e a ver, o que quer ver.
9.° Para que a boca mova a montanha, a mente deve mover o coração.
10.° Para encontrar Deus, primeiro busque si, encontrar; para entender Deus, primeiro busque si, entender.
â â Para um conceito existir, hĂĄ duas origens:
1. Abstração do meio natural/material; 2. UniĂŁo de ideias jĂĄ abstraĂdas do meio;
Quando mesclamos mais de uma ideia ao invĂ©s de abstrair, temos que procurar algo no mundo fĂsico e atribuir esse valor ao objeto.
Como Deus nunca foi experienciado; nunca poderĂamos ter criado o conceito de Deus atravĂ©s da abstração, logo a ideia nasceu da uniĂŁo de outras ideias, como da palavra âpaiâ com outras palavras, como o infinito, ao decorrer do tempo.
Tudo bem, e o infinito? Ele nĂŁo foi experienciado, mas ainda sim temos um conceito. O infinito surgiu de uma generalização, onde uma sequĂȘncia de fatos, nĂșmeros nĂŁo termina.
Como Deus nunca foi experienciado, logo temos que procurar algo na existĂȘncia e atribuir valor.
Deus criou o Universo;
SĂł existia Deus no inĂcio;
Toda criação decorre de uma transformação;
Se sĂł existia Deus no inĂcio e toda criação Ă© uma transformação, Logo Deus Ă© o prĂłprio Universo.
(1)Deus sabe tudo;
(2)Deus pode tudo;
(3)Deus estĂĄ em toda parte;
Se Deus Ă© tudo, logo cria o prĂłprio lugar, logo estĂĄ em todo lugar (3); Se Deus Ă© tudo, logo sabe tudo, pois Ă© tudo (1); Se Deus Ă© tudo, logo pode tudo, pois Ă© tudo (2).
Deus não necessita de fé, crença ou religião, pois Deus é tudo o que existe, desde os åtomos em seu corpo às estrelas nos céus.
Não tenha fé, tenha conhecimento!
â A busca pelo conhecimento tem como consequĂȘncia a ignorĂąncia, mesmo que isso seja paradoxal. Quando escolhemos conhecer uma coisa, deixamos de lado, naquele momento, a possibilidade de conhecer outra coisa.
No final, temos a constatação da nossa limitação. Somos, infelizmente, fadados a ser ignorantes.
â No princĂpio havia Nada e Tudo.
Era o Nada sem forma e vazio; nada podia ser visto, sentido ou ouvido, e o Nada movia-se sobre si mesmo.
O Nada entĂŁo, sem forma e vazio, criou Tudo Ă sua imagem; e Ă imagem do Nada criou-se Tudo.
E o Tudo havia forma e conteĂșdo.
E o Tudo podia ser visto, sentido e ouvido.
E o Tudo via-se, sentia-se e ouvia-se a si mesmo.
â O tempo Ă© como um rio em movimento. Tudo que existe, pertence ao rio. Tudo na superfĂcie do rio se move com a mesma velocidade. Conforme um objeto A aumenta a sua densidade, ele afunda, mas ainda se move com o rio.
Se tivermos dois objetos, podemos criar um referencial.
Conforme o objeto A afunda, a sua velocidade diminui. Em referĂȘncia ao objeto B da superfĂcie, percebemos que a distĂąncia entre eles aumenta, conforme o objeto A afunda.
â 9Qs da Aprendizagem
1.Âș Qual o objeto de estudo?
2.Âș O que Ă©?
3.Âș Qual a função?
4.Âș Qual a composição do objeto?
5.Âș Quais as regras?
6.Âș Qual o significado?
7.Âș Qual o propĂłsito do estudo?
8.Âș Qual a forma de aprender?
9.Âș Qual a forma de praticar?
â O exĂlio mais ĂĄrduo nĂŁo Ă© o da terra natal, mas o de si mesmo â quando a alma se esquece do caminho de volta ao coração.
â AMAR Ă VOAR
Tu podes te tornar grande e adquirir asas, mas se não aprender a voar teu esforço serå em vão, visto que voar é amar e amar é voar para além de
si mesmo.
â O VALOR DO DETALHE
Se fĂŽssemos educados a valorizar os detalhes e a simplicidade, nĂŁo serĂamos engolidos pela
ambição do mundo.
Os nossos maiores medos estão nas versÔes desconhecidas de nós mesmos, visto que somos um território quase nada explorado, a cada passo uma nova måscara e uma nova armadura, um novo sonho e uma nova aventura. Por isso, viver exige coragem para enfrentarmos aquilo que nos tornamos a ser em outros lugares, em outros cadafalsos e outros altares.
â A LETRA ALIVIA MINHA DOR
Tenho certo fascĂnio pela flor da planta Dente-de-leĂŁo, pois entre meus mais secretos desejos estĂĄ a ver minha letra ser distribuĂda por almas
sensĂveis, assim como o vento distribui as sementes desta linda flor, para que faça aos outros o bem que me faz, porque tudo que escrevo Ă© antes de tudo um lenitivo para minha prĂłpria dor.
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