Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â "VocĂȘ Ă© museu? Pq parece q vive no passado kkkkkk"
Sim eu sou um museu.
O museu repleto das melhores lembranças.
Dos melhores momentos que construĂ com vc.
E toda vez que eu sinto sua falta eu volto no museu.
Eu volto no passado pois lĂĄ eu te encontro.
Volto no tempo e me encontro novamente em seus braços.
LĂĄ estou com vc.
Mesmo doendo eu volto no museu sĂł pra te ter d novo.
â Minha vida Ă© como uma estrada na lua
Tem muitas fases e muitas curvas
Tem perĂodos de brilho e de escuridĂŁo
â Minha vida Ă© como uma estrada na lua
Por que nela tĂȘm declives e crateras, rupturas e fraturas
Ora diz precisar de pontes e reparos
Ora apenas queria ser de cimento e durĂĄvel...
â Minha vida Ă© como uma estrada na lua
à preciso parar, olhar, cuidar, reparar, direcionar esforços
Nessa estrada estacionar nĂŁo Ă© uma questĂŁo singular!
â Minha vida Ă© como uma estrada na lua
A estrada Ă© nossa vida, tem buracos e sinas, e nela hĂĄ a essĂȘncia amar!
â Minha vida Ă© como uma estrada na lua...
Hå as cavidades de pequenas dimensÔes, ora são gigantes e até turvas.
â Trago no desencantar de mundo a turbidez de LucĂola e poder de Lakshmi.
A todo momento vejo confins, estorvos e subordinadas oraçÔes.
â Entre dissabores e amores veja: hasteio bandeiras.
E nĂŁo sĂŁo nanicas... Muito Ă© o pano que as alimenta!
â Entre nĂłs e as palavras hĂĄ metal fundente.
Entre nós e as palavras hå hélices cortantes e estridentes.
Que fazem renascer mistérios ou segredos gerados no ar.
Que podem dar vida ou com ela acabar.
â Entre nĂłs e a cachaça hĂĄ relaçÔes contundentes.
Entre nĂłs, erguem-se desejos suaves e singelos, de carmesim mancha o mar.
â Entres as formigas-picadeiras surgem forte dores, agudas sensaçÔes.
Que escalam a garganta e move as paixÔes, amores.
â Tenho em mim uma rede de palavras.
Entre cinco e seis as que mais uso.
Palavras abraçadas e entrelaçadas.
Uma a uma âcoletadasâ num arranjo bruto.
â Tenho em mim uma rede de palavras.
Queria combinĂĄ-las com cravo e canela.
Tangenciar as circunstĂąncias um nobre sabor.
Aquilo que a vida âme pedeâ nĂŁo Ă© o mesmo que me ressoa.
Ai de mim, ai de mim! Chame um serafim, o santo viver é uma construção sem fim...
â Minhas habilidades nĂŁo podem se limitar Ă rotina.
E buzinar uma marginal poesia nĂŁo retrata a mais autĂȘntica rima...
