Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Sempre haverĂĄ uma razĂŁo na loucura de se amar tanto uma pessoa. Que nos desperte a felicidade de um tamanho que sempre
esperamos e de uma forma especial e madura como raramente encontramos.â
â SĂŁo duas as formas de amar.
A primeira Ă© amor que nasce de dentro,
que brota como sentimento
e se expande para fora.
JĂĄ a segunda, Ă© o amor que veio de fora
e ficou estampado do lado de dentro,
Ă© o que reprime os sentimentos, mas que
apesar da diferença,
ainda continua sendo amor.
O primeiro, Ă© considerado o amor verdadeiro,
o amor correspondido, duplicado,
jĂĄ o segundo, Ă© o amor do sofrimento,
ficou reprimido, o amor solitĂĄrio, mas que apesar do contratempo,
ainda continua sendo amor.
Se nĂŁo quiser sofrer,
que seja o amor compartilhado,
o amor interagido,
que Ă© compreendido e que a morte nĂŁo tocou.
Agora, se nĂŁo der tempo,
que seja o amor estampado, padecido,
considerado o mais sofrido, cheio de lĂĄgrimas e dor,
mas que apesar do toque da morte,
ainda continua sendo amor
â E de todos os amores, o amor de Deus Ă© incondicional, o amor de mĂŁe Ă© Ășnico e o amor de um animal Ă© puro.
Minha transparĂȘncia nĂŁo permite joguinhos, minha maturidade nĂŁo permite infantilidade... Meu amor nĂŁo se restringe, nĂŁo se cala. Ele Ă© demonstrado em cada detalhe. Talvez, seja tarde demais para vocĂȘ notar isso. Um dia quem sabe, sinta minha falta. Eu sigo, entregando-me por inteiro, de bandeja. Sou muito, sou intenso e tenho uma imensidĂŁo que em mim nĂŁo cabe. AlguĂ©m saberĂĄ receber isso, reconhecendo tudo que hĂĄ de melhor aqui.
â Numa dança de afetos, o coração dança,
Emaranhado em laços, tece a esperança.
Amor, doce encanto, ora benção, ora maldição,
A dependĂȘncia emocional, tece a ilusĂŁo.
Na teia do afeto, a alma se enreda,
Talvez trouxa, buscando o que se perde.
Entre suspiros e lågrimas, o coração se doa,
Ăs vezes, no amor, a razĂŁo se escoa.
Em dependĂȘncia, a liberdade se esvai,
Cadeias emocionais, onde a alma cai.
Ser trouxa no amor, um papel desenhado,
Na peça da vida, onde o coração é ludibriado.
Mas no teatro do sentimento, hĂĄ luz e sombra,
A dependĂȘncia se desfaz, e a alma se sobressai.
Que o amor, soberano, cure a ilusĂŁo,
Libertando coraçÔes da trouxa paixão.
â Infinito
Que bom seria se todos nossos amores fossem "nosso primeiro amor"
Seria ser feliz ao infinito
Ser feliz depois de ser feliz, e depois ser mais feliz ainda, denovo e denovo
Seria entrega, seria inocĂȘncia, seria malĂcia, seria procura, calor, confiança seria coragem e tambĂ©m medo
Mas, nĂŁo esse medo
Esse medo que não vem do coração
Esse medo que vem quando um primeiro amor jĂĄ "fudeu" sua vida
E que péssimo!
Primeiro e Ășltimo amor.
â Uma vida sem amar a Cristo, sem tentar seguir os Seus passos Ă© despropositada, oca e insignificante!
O amor que Cristo nos convida a respirar e transbordar
Transforma...
Preenche...
Cura!
O amor Ă© fonte de vida e de vontade de viver!
O amor Ă© ar!
Ă sangue!
Ă alimento!
O amor Ă©!
''â No fundo, eu sempre soube que vocĂȘ me destruiria, mas escolhi continuar. Afinal, ninguĂ©m poderia matar o amor que eu sentia por vocĂȘ, a nĂŁo ser vocĂȘ mesma...''
â Uma Chuva de Lembrança đ§ïž
As gotas dançam na janela fria,
Sussurram memĂłrias que o tempo levou,
Cada trovĂŁo, um eco tardio,
De um amor que a chuva deixou.
O vento canta em tom de saudade,
Levando os segredos da nossa estação,
No chĂŁo molhado, a realidade,
Reflete os traços da recordação.
Os pingos desenham no vidro embaçado,
Versos perdidos na imensidĂŁo,
Um céu cinzento, um peito marcado,
Pelas sombras da solidĂŁo.
Mas toda tempestade um dia se acalma,
E o sol renasce no peito ferido,
A chuva se vai, mas deixa na alma,
O brilho eterno do que foi vivido.
â "O amor passa a ser incondicional a partir do momento em que vocĂȘ estĂĄ disposto a fazer de tudo para salvar a vida de quem vocĂȘ ama. E o impossĂvel torna-se sĂł uma palavra sem significado algum."
â A humanidade parece tĂŁo medĂocre porque nĂłs nos esquecemos da
lei de dar e receber. Em vez de se dar, o amor se transforma em um
mendigo, sempre pedindo. A esposa pede: âMe ame, sou sua esposaâ.
O marido diz: âMe ameâ. Todo mundo pede: âMe ameâ. Mas quem
é que vai dar? E como no mundo alguém darå se todos somos
mendigos.
â
O amar
Quem nĂŁo declara
nĂŁo sente, ou se sente
aprende a dizer,
revela o pulsar.
NĂŁo se trancafia
o sentimento
no silĂȘncio
do barulho
do coração.
Declama,
diz,
grita dentro da gente!
MĂĄrcia A. Prazeres
