Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
"Somos a soma do que somos"
Doe um tempo livre!
Nem que seja para um afago.
By: Ivan Barbosa da Silva.
â Sim, amo cartas escritas a mĂŁo, boquĂȘ de flores sem datas especiais, jantar a luz de vela sendo sĂł vinho e macarrĂŁo, e aquele desenho bobo passando na tv, respiração sobre meu peito, meus dedos entre cabelos, e um sorriso de canto pra agradecer aos cĂ©us, isso me faria tĂŁo imensamente feliz, e tĂŁo igualmente idiota por querer.
â Se eu soubesse que seria a Ășltima vez teria te beijado mais isso Ă© um fato.
Enfiaria minha mĂŁo entre os seus cabelos ainda Ășmidos,deslizando levemente sobre o seu pescoço,estamparia em meu rosto um sorriso de luxuria,daqueles de quem se deu bem no maior golpe da histĂłria.
E estas sensaçÔes ,eu sei, transbordariam ao ponto dos poros nĂŁo se conterem, e deixariae levar pelo prazer de me banquetear ao ver estremecer a carne em seus ossos.Talvez falasse ao seu ouvido e o quĂŁo mĂștuamente delicioso estava sendo, concorda?
e mesmo que em meio a relutante resistĂȘncia,minha doce voz ecoasse aos seus ouvidos,da maneira mais atenta me dedicaria a sentir sua respiração ofegante,o enbaracar dos dedos, os toques mais sutis, e a perca total do livre arbĂtrio que me foi dado.
Tenha consigo que certamente gravei na memĂłria seu olhar,o som da sua voz e a parte na qual vocĂȘ me beijava enquanto estava dentro de mim e talvez isso seja o suficiente.
â olhei para lua đ đ
E ela me disse
Calma menina
Eu também tenho fases
Foi aĂ, que eu acalmei meu
Coração â€ïž
â Com a lua consigo đ
Conversar
JĂĄ com o sol âïž
NĂŁo consigo nem
Olhar e nem conversar
Pq vocĂȘ ainda nĂŁo
Olha pra mim đŠ
â â POLIMENTO DO SER
Na jornada da vida, um ser a nascer, como pedra bruta, sem brilho a se ver.
Mas o tempo e a vida com seu cinzel, vai esculpindo a alma, fiel.
As dores e alegrias a lapidar, com cada experiĂȘncia, um novo lugar.
Os desafios sĂŁo como o fogo a arder, forjam a essĂȘncia a crescer.
E assim, a pedra bruta se transforma, em diamante lapidado, que encanta e ilumina.
A alma polida pela vida em ação, reflete a luz da transformação.
Cada faceta, um aprendizado a brilhar, cada cicatriz, uma histĂłria a contar.
O ser humano é uma obra em constante evolução, que busca beleza e perfeição.
Que a vida nos guie, com sabedoria e amor, para sermos um dia, diamantes reluzentes a cintilar, beleza do ser a irradiar.
E mesmo quando a noite esconde o céu, a esperança acende um novo anel, pois dentro de nós, a força se esconde, e em cada amanhecer, um novo elo se expande.
Assim seguimos, com passos firmes e serenos, aprendendo com os erros, colhendo os acenos.
A vida é um palco, onde somos atores, e cada ato, uma lição, um mar de sabores.
No "polimento do ser", a alma se revela, em cada detalhe, a vida se modela, com paciĂȘncia e fĂ©, a gente se encontra, e no espelho da alma, a beleza se apronta.
Que a jornada seja leve e a alma fique em paz, que a luz do amor nos conduza e jamais se desfaça, pois somos diamantes, em constante lapidação, buscando a beleza, a eterna canção.
â Quero um dia acordar e te ver junto a mim.
Quando n tivemos o q falar, por conta da vergonha que vai nos invadir aos poucos, fazendo nossas bochechas corarem.
Quero encontrar teus olhos conversando com os meus. Quero ver em seus olhos o brilho do nosso amor a refletir.
Como vou olhar pra vocĂȘ como amiga, sendo que eu estou apaixonada. E vocĂȘ me vĂȘ e me trata como amiga?
â Eu jĂĄ entendi que vc nĂŁo Ă© meu, mais pq Ă© tĂŁo difĂcil do meu coração seguir em frente. Vc nĂŁo Ă© meu, mais eu sou tĂŁo sua, q qualquer um que me olhasse enxergaria o quanto estou apaixonada por vc...
Eu poderia te encontrar em mil vidas, mas eu tenho certeza que em todas elas eu me apaixonaria pelo teu sorriso e me contagiaria com a beleza da tua energia.
â O Abismo do ParaĂso
VocĂȘ me olhava, olhos feitos de abismos,
Uma pergunta silenciosa queimava no ar:
Ă amor o que sangra em nĂłs,
Ou serĂĄ a dor que nos costura Ă beira do precipĂcio?
NĂŁo hĂĄ resposta que nĂŁo fira,
NĂŁo hĂĄ verso que nĂŁo rasgue o peito.
Somos feitos de incĂȘndios silenciosos,
De um fogo que tanto aquece quanto consome.
Amamos como quem pisa em cacos,
Cada passo ressoa um lamento cortante.
A dor Ă© irmĂŁ gĂȘmea do ĂȘxtase,
E juntos, dançamos na corda tĂȘnue da perdição.
Talvez sejam os dois, amor e dor,
Misturados como veneno e cura,
Nos levando pela mĂŁo a um destino cego,
Um salto sem redes para o abismo do paraĂso.
Caminhamos sem olhar para trĂĄs,
Como loucos que amam seus prĂłprios cĂĄrceres.
VocĂȘ me olhava e eu sabiaâ
NĂŁo fugiremos, nem queremos.
Esse amor Ă© nossa ruĂna,
Mas também o céu pintado por nossas mãos.
Se hĂĄ um fundo no abismo,
Que seja feito de estrelas,
E que ao cair, toquemos o impossĂvel.
E assim seguimos, entre beijos que cortam
E abraços que selam feridas invisĂveis.
Rumo ao desconhecido, de olhos fechados,
Para cair ou voar.
Pouco importaâ
O paraĂso sempre começa na queda.
Bate-papo
"(ThaĂs Silva Oliveira R. de Lima - In memoriam)
Oi, menina, minha filha e pedaço de mim! A tia sĂł quer falar de cada sorriso, choro e coisinhas que sĂł nĂłs sabĂamos bem.
Tia e sobrinha, mĂŁe e filha, nĂŁo era assim? MĂŁe, porque vocĂȘ Ă© fruto de um pedaço maior de mim. Como vocĂȘ falava: "MĂŁe do coração".
Sei que me ouve, sei que nĂŁo duvidava do meu amor. Afinal, amor Ă© demonstrado com pequenos gestos, nĂŁo Ă©?
Neste bate-papo simples, venho te falar que nada, nem ninguém, pode tirar de nós esta força chamada amor.
Menina, vocĂȘ sabe o que deixou comigo? VocĂȘ sabe da certeza que tenho da magnitude do Pai Maior?
EntĂŁo, neste papinho com vocĂȘ, quero lembrar daquele sorriso quando eu falava: "Linda, igual Ă tia!" rsrsrs... Estou repetindo, nĂ©?
Como todos que amamos, Ă s vezes queremos seguir antes, temos que respeitar e a tia respeita. Respeito pela vontade do Pai Maior.
Neste bate-papo leve e sem cobranças â porque o amor nĂŁo julga â, a tia fala pra vocĂȘ!!! Sua linda.
Vai!!! VĂĄ na luz! VocĂȘ quis voltar pra casa. Eu, chorando um pouquinho, e ao mesmo tempo, vem o consolo, porque, quando Deus quiser, tambĂ©m vou voltar, e a gente vai se encontrar.
Deus te abençoe! Te amo eternamente, sua tia-mãe Rosania Rica Almada."
cuidar de uma rosa não é uma tarefa fåcil, muito menos desejar que ela cresça da noite para o dia tão Repentinamente. o amor é exatamente como uma Rosa, deve ser alimentada e cuidada com carinho, pois aos passar dos dias ela ira crescer e florescer.
o amor nĂŁo pode e nem deve ser apressado, ele deve ser nutrido e ter os seus cuidados. e como uma ĂĄrvore forte cujas raĂzes sĂŁo profundas, o seu amor enraizado serĂĄ mais forte do que qualquer tempestade que tente derruba-lo.
â àŒșàŒ»
Como tenho saudades daquele banco de jardim.
SerĂĄ que vocĂȘ se lembra como eu?
Não importa, são minhas recordaçÔes...
RecordaçÔes de nós dois.
àŒșàŒ»
Tc.05042025/050
â Te amo mais que deveria
e menos que gostaria.
Por culpa do tempo!
Que fez vocĂȘ chegar
Atrasada ao nosso amor...
â Declaração
Sento-me na calçada e acendo um cigarro
AtrĂĄs de mim, a festa
Ao meu lado, a bebida
Ante a mim, a sarjeta
Me vĂȘ de costas e se aproxima
Senta-se ao meu lado e me pergunta como estou
âtristeâ, respondo
E me pergunta o que me aconteceu
âora!â exclamo
ânĂŁo sabes? Foi tuâ
âtu me aconteceste, inconvenienteâ
Me pergunta que mal me fez
âmal? NĂŁo, nĂŁo, isso seria o de menosâ
âquando jĂĄ estava desistindo das pessoas, tu me aparecesteâ
âdescendendo dos cĂ©us como a chuva que molha uma lavouraâ
âcom esses cabelos negros enrolados, esse carismaâ
âseu sorriso de mĂĄrmore brancoâ
âe esses olhos, ah os seus olhos...â
âolhos acesos de curiosidade e inteligĂȘncia, pretos negros feito breuâ
âum olhar marcante e tĂŁo Ășnico que atĂ© em fotografia nĂŁo Ă© possĂvel capturarâ
âoh, quantas vezes joguei fora desenhos de tiâ
âpor nĂŁo sentir verdade nos teus olhos de papelâ
âĂ© evidente que te quero por mais do que um momentoâ
âmas vocĂȘ insiste em ser perfeita demais e interessada de menosâ
Olha-me nos olhos e nĂŁo me responde
Levanta-se sem expressĂŁo
Calada sai
Estraguei nossa amizade
â Quando oramos com fĂ©, o impossĂvel se dobra diante de Deus. Que o planeta inteiro seja tocado pela Tua graça, Senhor.
[...]
Mas tu não és como aqueles ninguéns,
Ăs minha poesia favorita,
Ăs minha paixĂŁo prĂ©-escrita,
Ăs o sentimento que dĂĄ valor Ă vida.
â Lembro-me de quando conversamos por horas e tu, sonolenta, fez-me ler Ă quele conto para ti. Apaixonei-me pelo momento, porque, a cada segundo que passou, acompanhei o dulçor da tua alma e a delicadeza do teu afeto
