Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
â Mulher qual o peso que pensas aguentar em teus ombros? Saiba que sois capaz de mais que o dobro, porĂ©m se na tua base houver rochas de muito amor.
â a lua sabe o quanto eu amava vĂȘ-la brilhar e o quanto eu amava ver as estrelas no cĂ©u..mas sabia que eu nĂŁo podia as tocar..e nem as sentir.. entĂŁo ela te trouxe atĂ© mim..pra que eu seja o seu sol e vocĂȘ a minha lua. Pra que vocĂȘ seja as estrelas e eu o seu cĂ©u..
â Folhas sĂŁo lembranças jĂĄ vividas, um dia verdes, mas secas pelo tempo e levadas pelo vento.
Lembranças de pessoas que naquele momento jurei enganos e ilusĂ”es. SĂŁo horas de conversas jogadas para o vento, sorrisos bestas e momentos Ășnicos!
Secaram, sumiram... Mas prevalecem aqui e aĂ. No mais Ăntimo possĂvel, mostrando que entre espinhos havia um afeto.
â Para te acompanhar joguei tudo para o alto, joguei todas as cartas que tinha, nĂŁo me arrependo, se o destino quis assim, assim serĂĄ.
FlĂĄvia Abib
Animal Doméstico
â Quando Ă s vezes me recordo admirado
Do deleite dos encontros casuais
Ponderava uma vida despojado
Dos amores e paixÔes de calmaria
Em meu Ăąmago de afetos ilibados
Renegados em meus dias perspicaz
Postergava apegos inacabados
Passeando entre o lirismo e a boemia
Do encanto dos casais desavisados
Ă ironia do entendimento tĂŁo fugaz
Desguardei o sentimento resguardado
Mais que insulto ao amor, eu proferia!
Sem notar que jĂĄ tinhas me domado
Fui cativo em teu colo tĂŁo voraz
NĂŁo previ que tal amor era meu fado
HĂĄ quem viva sem amor, Ă revelia?
â no sexto dia Deus se
distraiu e cochilou,
quando acordou
a sua criação jå havia
superado o criador.
BENDITO SEJA O SILĂNCIO
Vamos andar com passos leves, esquecer de nossas dores, nĂŁo acreditar em fantasmas e procurar jamais deixar o medo nos dominar.
Vamos procurar ser sempre gentis e pacĂficos, mantendo assim a nossa alma tranquila.
Vamos deixar que o carinho toque nosso coração.
Vamos aceitar todos por inteiro e lembrar a cada instante que todos cometem erros e que tĂȘm diversas imperfeiçÔes.
Vamos nos doar mais, perdoar mais e julgar menos.
DifĂcil para nĂłs sermos iluminados, como um anjo, uma flor ou um passarinho, mas devemos acreditar que podemos voar e que temos a liberdade de ir ou ficar, estar ao relento ou construir nosso ninho.
E benditos sejam os verdadeiros amigos, aqueles que âouvemâ o nosso silĂȘncio.
â
Betel sempre serĂĄ minha casa
Djalma sempre serĂĄ meu Lar
Assim onde ele estiver
Eu sempre vou me sentir em casa
Terei sempre pra onde voltar.
Deixei muitos por apenas um
Mas com apenas um ganhei milhares
Meu amor meu lar
â Todos os dias as sujeiras das paixĂ”es deixa no ar um odor absurdo de cĂąmara de gĂĄs.
Ă desumano voltar ileso para a realidade depois que se experimenta o amor.
â NĂŁo se trata apenas de vontade - a mente Ă© tĂŁo astuta, tĂŁo ardilosa, que em alguns casos, pode exigir de nĂłs um esforço de uma vida para conseguirmos virar uma pĂĄgina.
LuDarpano
VocĂȘ Ă© amado(a)
â VocĂȘ nĂŁo Ă© mais um na imensidĂŁo deste planeta
VocĂȘ nunca esteve sĂł
Nunca foi deixado(a), nem desamparado
Pois desde o mais altos cĂ©us havia e ainda hĂĄ um olhar sĂł para vocĂȘ
O EU SOU te ama profundamente
Isso Ă© inexplicavelmente maravilhoso e eterno.
NĂŁo Ă© por merecimento, nem por obras, me por acertos ou por doutrinas seguidas, Ă© AMOR.
VocĂȘ Ă© o tesouro de Deus
VocĂȘ Ă© amado(a) e tudo que Deus criou nesta terra foi para vocĂȘ, para vocĂȘ desfrutar e aproveitar em comunhĂŁo com Ele.
Viva neste amor, e um dia Ele virå te buscar para eternamente viver com Ele no Paraiso. Amém Aba Pai.
â (Ser) tĂŁo
Quando, à tarde, o sol risca o céu de encarnado
E a vida debreia seu ritmo normal
Vejo advir um ser tĂŁo bonito
Com um jeito sincero, de um povo sereno
Onde falar sorrindo Ă© tĂŁo natural
Ser tĂŁo realista, da cerva trincada
Do banho de rio, da alma lavada
Que pede conselho e nĂŁo desafina
Como sanfoneiro em festa junina
Um ser tĂŁo livre, que anseia por mais
Que nunca desiste e nĂŁo volta atrĂĄs
Mas luta e persiste, pegando a estrada
Na mala um sonho, sem rumo, sem nada
Qual flecha atirada, nĂŁo voltam jamais.
Eu deveria ter dito que te amava. Eu perdi a minha chance por um medo bobo e agora vocĂȘ tem alguĂ©m novo.
â QUESTĂO
Sussurra: - para sempre! a vontade enamorada
E o tempo que dirĂĄ, no entanto, em qual sorte
Nós estaremos, no até a separação pela morte
Avivando o desejo e a sensação muito desejada
Mais e mais o olhar nesta agridoce caminhada
Num amor estar, ao querer ficar, de alto porte
Sul ou norte, cada estĂłria, uma narrativa forte
De paixão dando emoção. Poética encantada!
Nada Ă© mais primavera em flor, estar amando
Quando, até, sem importùncia, pois chilrando
Fica a vibrante alegria, sem querer sair jamais
Juras de amor, de eternidade, os votos soltam
Tem também os que dizem e não mais voltam
Por que promessas nas palavras de mortais? ...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
03 de maio, 2021, 05â15â â Araguari, MG
Coppéerando
â "Observe o Universo. Quando nosso planeta acabar, ele seguirĂĄ.
Na Terra, mesmo em um lugar onde houve uma catåstrofe nuclear, se olharmos com cuidado, encontraremos pelo menos uma flor, um matinho. Isso porque a O Universo é otimista e a Vida é forte; sempre prevalece. Somos parte disso. Somos assim, também."
(Trecho do livro O Ciclo - Oscar Pestana)
"Todos dizem que nĂŁo se deve julgar. Eu digo que sim, devemos julgar, mas nunca condenar. Isso porque, o julgamento Ă© algo interior que vale para que tenhamos parĂąmetro do certo e errado, dentro dos nossos valores e para nossa conduta. JĂĄ condenar, Ă© exteriorizar e, consequentemente, expor o outro. Isso Ă© um erro terrĂvel que pode destruir a vida de alguĂ©m."
(do livro O Ciclo - Oscar Pestana)
â Perdoar Ă© realmente esquecer-se que houve algum problema. Ă, acima de tudo, compreender que todos tĂȘm direito de errar e de se arrepender. Fica muito mais fĂĄcil se nos colocarmos no lugar dos outros e tentarmos entender o que pode ter gerado tal indisposição.
Basta exercitar o perdĂŁo e o esquecimento.
Quem ganha com isso? Na certa, quem perdoa.
Afinal, quem planta sentimentos ruins, colhe frutos ruins.
Ana Toledo
â Estranho as pessoas perderem tempo, perguntando o "PorquĂȘ" de algumas coisas. Normalmente, culpam sua infelicidade pelos traumas de infĂąncia, falta de amor dos pais, magoas de antigos amores, enfim, em acontecimentos que nĂŁo se pode alterar.
AĂ pergunto: Que tal substituir a pergunta âPor quĂȘ?â por "Para quĂȘ?â
Para que te servem suas mĂĄgoas, senĂŁo para te envenenar?
Para que te servem seus traumas, senĂŁo para transferi-los aos inocentes, na histĂłria?
Para que te serve o âporquĂȘâ, senĂŁo para travar suas perspectivas de um futuro saudĂĄvel ?
Deixe o passado descansar em paz!
Liberte-se...Cure-se..
Perdoe, Agradeça, Ame.
As experiĂȘncias devem ser amigas que nos ajudem a trilhar caminhos melhores, e nĂŁo um muro que nos impeça de ver um futuro brilhante.
Ana Toledo - Psicanalista
