Indiretas de amor: demonstre interesse com sutileza đ
Nesse Réveillon não é necessårio sair de casa pra viajar a algum lugar !
minha felicidade Ă© poder estar com minha famĂlia,meus melhores amigos,meu amor .. âȘ#âAmoresâŹ
- Poucos tem e quem tem nĂŁo valoriza -
Todos temos 2 chances de ser feliz:
Primeiro : Acreditando em nĂłs mesmos.
Segundo: Valorizando também a nós mesmos.
Mesmo quando ele se distraiu, ele se distraiu lembrando dela. Fora mais que um desejo, foi uma ambição de conquista...
Hoje ele escuta mĂșsicas que o fazem lembrar dela. NĂŁo porque quer. Mas porque necessita da presença dela em seus pensamentos...
Ame as noite tĂŁo bem quanto ama as manhĂŁs. Perdoe os erros tanto quanto contempla os acertos. Pois serĂĄ nos momentos mais sombrios que Ă© preciso paciĂȘncia para entender que atĂ© nas montanhas mais gĂ©lidas, em seu pontĂfice, ainda estarĂĄ mais prĂłximo do calor do sol.
Eramos dois!
Minha Cabeça esta a mil,
E eu nĂŁo consigo pensar em outra coisa.
NĂŁo sei em qual vida eu devo estar vivendo, mas tenho a certeza de que nĂŁo Ă© a minha.
Tudo aqui dentro de mim parece girar feito uma imensa roda gigante, e essas voltas e voltas me deixam explicitamente atĂŽnito, vulnerĂĄvel e sim, bastante paranoico.
NĂŁo entendo porque que vocĂȘ Ă© uma camisa de força tĂŁo resistente para mim,logo eu que sempre lhe deixei sonhar,sentir uma brisa de liberdade, e vocĂȘ? me trancou, e sinceramente agora eu que nĂŁo consigo sair. Onde entĂŁo eu vou parar?
As duras batidas de cabeça contra a parede nĂŁo deram em nada, nada mesmo, pois eu continuo aqui, preso, encarcerado em alguĂ©m que vendou os meus olhos para que eu nĂŁo enxergasse a realidade, apenas sentisse e imaginasse que aquele fundo preto fizesse parte de um pesadelo noturno que iria acabar ao amanhecer. Amanheceu e cade? Ainda continuo no escuro, e pior, sem venda alguma, o que me obriga a pensar que ainda continuo preso a vocĂȘ. Volto a questionar-me, Onde entĂŁo eu vou parar?
Aos poucos tudo em mim vai sendo afetado por esse escuro, ah, que saudades do amarelo dos seus cabelos, do azul dos seus olhos e do vermelho dos teus lĂĄbios... Pera! Novamente pensando, falando, sentindo vocĂȘ. Sim, eu estou bastante paranoico, talvez eu saiba onde, mas nĂŁo quero parar.
Aos poucos sinto que até meu olfato jå não tem mais o mesmo ritmo de antes, a cada minuto que o relógio faz o favor de engolir, o seu cheiro, doce cheiro some, e vai ficando apenas um cheiro de nada no ar, puro,sem vida, vazio, é, talvez eu jå precise parar.
Uma pena, pois gradativamente tudo em mim vai se desgastando, se secando, tudo vai sendo afetado,o sinal de alerta jå disparou, o coração esta se aproximando de uma sala escura, uma sala onde coração nenhum quer visitar,o meu foi sendo arrastado, coitado, a porta desta sala escura e vazia estava propositalmente escancarada.
Lå dentro, tudo escuro, o que jå não era mais novidade para um coração tão inquieto e vermelho, o mais doloroso disso tudo, é que ele tentou fazer seu måximo, tentou... Mas ela se afastou ainda mais, abandonando aquele pobre coração naquela sala escura, vazia, sem vida. Ela escolheu um outro coração, e o mais desumano disso tudo é ter dado a esse novo coração o mesmo nome que tinha aquele pobre solitårio que jå não vivia mais, mas dessa vez, a sala deste novo coração estava radiante, extremamente clara, com vida, com luz, com ela.
Morri, espero enterrar a minha sala escura sem sentir mais dor alguma.
Agora, vendo de camarote, comprei uma pipoca dos deuses, sentei, e irei apreciar a sala branca agora.
Agora eu sei aonde eu deveria parar. Tarde demais.
A felicidade pura e inopinada dos instante vividos ao lado das pessoas que amamos, ainda que em toda sua singeleza, não é somente a mågica criadora de sorrisos inebriantes e da altivez da alma, mas também o alcance, às vezes inconsciente, do apetecido estado de completude.
Vinhas
com as mĂŁos a abarrotar
de estrelas
e eu te esperava
com o orvalho da noite
e o alvorecer das rosas
âŠurgentemente
Neste Ăntimo torpor
em que tudo parece ser,
a vida se esbate
num fingimento de existir
Tudo de belo ĂĄ nossa volta
Ă© poalha de sonho ou ilusĂŁo...
LĂĄ fora a ĂĄgua corre
descalça
em avenidas molhadas
ultrapassando as margens
despedaçando as pontes
Destruindo os rios
que pouco a pouco
me ligavam ao cais
JĂĄ nem sei se foi o cais
que partiu,
ou se fui eu
quem dele fugiu...
Cheiram
a terra molhada
as manhĂŁs bordadas
com dedos de chuva
e a sangue
de papoilas
degoladas pelo vento
Se tudo que for possĂvel tiver o bem como meta, entĂŁo o impossĂvel serĂĄ meramente uma consequĂȘncia dos desĂgnios do amor. VcoĂȘ pode e deve viver mais, pois o amor Ă© teu maior legado. Vida sempre... sempre que quiser! F.E.L.I.Z...A.N.I.V.E.R.S.Ă.R.I.O...!
Poeta Almany Sol
Depois de tanto tempo adormecida dentro da minha alma vocĂȘ acordou, nĂŁo lembrava mais do sabor, do seu tom, do seu poder. Seu despertar me trouxe a cor que antes
se tangia de preto e branco seu brilho me despertou, apĂłs tanto tempo nas trevas eu encontrei a saĂda para uma nova vida. Seu nome Ă© Amor!
