Incapaz
Ser o segundo não significa ser ruim ou incapaz de ser o primeiro,significa que você está um passo atrás do primeiro,se esforce um pouco mais,e de dois passos a frente do primeiro.
Deus prova ao homem que ele está muito longe de entender a sua grandeza, quando este é incapaz de saber o tamanho da coisa por ele criada: o universo.
13/04/18
Mesmo o homem sendo incapaz de ser perfeito nesta terra, se formos sábios seremos pessoas pelo menos melhores, ou seja, aprendendo a cada dia com os nossos próprios erros e equívocos, pois só seremos perfeito naquele grande dia do Senhor.
O forte não pode ser amado, por que o amor dispensado a ele, é remetido ao fraco, que é incapaz de se amar.
A.
Você será incapaz de amar alguém de forma saudável, se não for capaz de amar-se genuinamente.
O amor próprio é a imunidade que nos livra das dependências emocionais.
(Fernandha Franklin)
“CUIDADOR é a pessoa que cuida de um doente ou incapaz, com o zelo de uma mãe, que ouve com o respeito de um sacerdote, que ensina com a paciência de um professor e que conduz com a delicadeza de um anjo”.
Luiza Gosuen
Um indivíduo incapaz de argumentar, utiliza o sarcasmo como forma de se beneficiar em uma situação onde não seria soberbo.
A experiencia nos ensina muitas coisas,que muitas vezes a propria teoria `e incapaz de prever!!! simone vercosa
Incapaz de decidir,hesitei,parei,nem se quer tentar tentei e no fim nem notei que agi com tanta redundância...
O inseguro incapaz de dialogar e expor seus pontos de vista entende todo e qualquer questionamento como uma ofensa pessoal.
Aquele que se põe incapaz de algo, eh o msm que seria o capacitado...nao fosse sua própria derrota de dentro pra fora...
Tenho pena de gente que é incapaz de sair do passado. Viver de migalhas da atenção dos outros é decadente!
"Então se passaram uma, duas, três horas. Tentei dormir, mas era incapaz de fechar os olhos porque lapsos da briga me atormentavam. Pensei em comer, mas meus sentidos me impediram... Eu precisava distrair minha cabeça, já latejando com tantos pensamentos negativos, impossíveis de dispersar. Liguei a tevê e troquei rápido de canais até encontrar um desenho animado, o que geralmente me colocava pra cima durante uma situação complicada.
Assisti por dois minutos, e quando a risada irrompeu da caixinha de som, eu não entendi a piada. Por alguma razão me senti estranho Parecia que riam de mim como fora mais cedo, e tornei a desligar. Peguei um livro, fui até o lado de fora tomar um ar e comecei a ler sentado na varanda. As letras estavam se movendo, embaralhadas, saltando da página. Fiquei tonto e tive vontade de gritar. Eu não aguentava mais estar tão confuso, tão louco, não sabia o que fazer. Entrei, sentei-me no sofá e, num ato inconsciente, usei minha mão direita para arranhar a esquerda.
Não foram arranhões fortes ou profundos de início, era como se minha pele estivesse coçando por uma reação alérgica. Então captei os meus sentimentos deixados de lado, ignorados, e eles vieram à tona como nunca antes. Pensei nas pessoas ao meu redor, no que elas me causavam, e a raiva aumentou. Minha mão arranhou mais, com mais violência. Pensei na tristeza e desgosto que tinham me feito passar. Minha pele sangrou. O sentimento corrosivo no meu interior foi se intensificando. Quando me dei conta do que estava fazendo, parei.
Foi uma sensação breve e libertadora. A dor na minha mão parecia invisível comparada à causada por todos os outros.
Enquanto eu me machuquei foi como se parte da raiva deixasse meu ser, e uma satisfação subiu pela minha coluna até o cérebro agindo como calmante. Não entendi por que estava fazendo aquilo, não sabia por que resolvi descontar sobre minha própria carne, e muito menos, por que raios eu estava gostando.
No minuto seguinte, um pranto dolorido sobreveio através dos meus olhos e eu desabei num choro emocionado e abismado. Meus lábios se moveram por conta própria e um sussurro escapou da minha boca, aumentando o tom na medida da minha raiva:
– Eu sou importante, eu sou... – choramingando em silêncio, um pouco mais estável, olhei para minhas mãos e em seguida as pressionei contra meus olhos, tentando conter as lágrimas, que pareciam infinitas – sou sim... e não mereço isso... – senti pânico, aflição, até que gritei com todas as minhas forças:
– EU NÃO MEREÇO ISSO!
Rapidamente, cambaleei, ainda perdido, sem ter completa consciência do que estava fazendo, até o banheiro. Abri o armário de higienização e retirei do estojo de barbear do meu pai uma gilete prateada, com cerca de 1x3 centímetros. Prendi a respiração, soltei devagar, então repeti o ato e fiquei parado, admirando meu reflexo no espelho, ainda com o rosto queimando e encharcado, sem conseguir sustar o choro e a lástima em que me abraçava. Não compreendi no momento o porquê daquilo, estava tudo muito confuso e eu só queria acabar com a dor. Novamente meus lábios se moveram instigados pela raiva, e um sussurro debilitado vazou do meu interior:
– Vocês merecem isso!
O tempo ao meu redor parou. Levei a gilete ao meu pulso esquerdo e a deslizei sobre a pele, rasgando de modo visível e profundo minha própria carne. Senti uma dor aguda e quente, o sangue brotou e permaneci num silêncio atormentador. Todos os pensamentos assustadores escorreram para fora de mim junto com aquele líquido denso e escarlate.
Depois do primeiro corte, abandonei a lâmina sobre a pia, abri a torneira, lavei o ferimento com água gelada e senti meu ódio, meus medos e desesperos descerem pelo ralo. Eu estava bem, apesar da minha pele arder; me sentia limpo. Puxei quase um metro de papel higiênico, envolvi-o na ferida em aberto e estanquei o sangramento. Dez minutos mais tarde, reabri o armário, guardei a gilete, retirei um band-aid do estojo de medicamentos e cobri a marca.
Com o coração pulsando e as mãos trêmulas, voltei até o sofá da sala, me deitei, tapei minhas pernas com o cobertor xadrez da mamãe, e religuei a tevê no mesmo desenho que estava passando minutos atrás. Em cada cena eu soltava uma gargalhada, o meu senso de humor estava sólido e usual. Era como se a água da pia tivesse lavado a minha alma, fazendo eu me esquecer de tudo."
- Trecho do livro Guerreiro.
Se entregue aos sonhos, se torne incapaz de ser mudado, se torne como uma criança mas uma que não é mudada pelas pessoas e então se agarre no que lhe dá vida, alguns irão se agarrar à ciência, outros à Deus... Sua escolha mudará o presente e principalmente o futuro! - Pense bem!
Quando o sentimento flui no peito de ambos nada nesse mundo pode ser incapaz de torna esse sentimento impuro pois ambos se amar loucamente pelo mesmo amor todos os dias.
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