Impossível

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Progressão Impossível


Você chegou sem aviso,
feito acorde suspenso que não pede licença,
e desde então minha alma vive esperando a resolução do teu som.


Teus olhos...
carregam a calma do modo Jônio nas manhãs claras,
mas às vezes escondem uma saudade em tom Eólio
que me faz querer ficar e escutar teu silêncio.


Teu sorriso tem intervalo perfeito.
Não é terça, quinta ou sétima.
É daqueles que a teoria não explica,
porque desafina qualquer razão em mim.


Teus cachos dançam no vento
como arpejos correndo pelo braço da guitarra,
subindo casa por casa,
até meus pensamentos fazerem um bend no coração
e esticarem sentimentos além do tom.


E eu estudo teus detalhes
como quem passa noites decorando modos gregos:
Dórico nas tuas fases fortes,
Lídio quando teu olhar parece iluminar tudo,
Frígio quando teu mistério me desmonta.


Talvez você não saiba,
mas meu peito virou instrumento depois que te conheceu.
Porque toda vez que você chega perto,
meu coração esquece a técnica...
erra a escala, perde o tempo,
e toca só de ouvido.


Porque existem músicas que a gente aprende.
Mas existem pessoas
que a gente sente.


E você…
você parece aquela progressão impossível
que, por algum milagre,
encaixa perfeitamente dentro de mim.

"Às vezes é preciso o IMPOSSÍVEL estar na tua vida, para que o Deus de MILAGRE seja notado em meio aos INCRÉDULOS."

—By Coelhinha

"Um exemplo de vida e de luta é não deistir do impossível que Deus tem preparado pra ti.... QUE SIM.... Pra Deus tudo é possivel,
até mesmo quando para os homens já não sejam. "

—By Coelhinha

"Impossível, para Mim, manter diálogo ou qualquer relação com gente que fica o tempo todo com isso de 'hein?', 'o quê?', 'oi?'. Sem chance!
Frase Minha 0419, Criada no Ano 2010


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Impossível, para mim, conviver com quem passa a vida toda dissimulando. Aquele tipo de gente que diz que gosta até de jiló... Só para não desagradar a cozinheira, a amiga ou quem quer que seja!"
Frase Minha 0668, Criada no Ano 2013


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
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"COISAS QUE NÃO TÊM PREÇO (1): BACALHAU NAS PEIXARIAS. Impossível ver preço de Bacalhau nas Peixarias porque, no Brasil, Peixarias não vendem Bacalhau (apesar de o dito estar associado a peixe)!"
0710 | Criado por Mim | Em 2014


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"Exemplos, para alguns, do que é FÁCIL e IMPOSSÍVEL, respectivamente: VIVER e DEIXAR VIVER."
Texto Meu 0875, Criado em 2017


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1945 📜 "É impossível eu indicar a melhor música, o melhor filme e o melhor livro que 'conheci'. Aí está pergunta que não se limita ao singular. Não há 'o melhor' e sim 'os melhores' !"

2106 📜 "Assumir só é difícil (e impossível) para os velhacos. Também por isso eles vivem recorrendo a Deus, a Jesus e até a Simpatias!"

"Impossível olhar para trás e não sentir uma saudade."

☆Haredita Angel

⁠Seria
impossível Brincar com as Palavras temendo o Absurdo, temendo o Indizível.


As palavras nunca foram apenas instrumentos de comunicação.


Elas são também pontes, labirintos, espelhos e abismos.


Brincar com elas não é um ato de leviandade, mas de liberdade.


É permitir que a linguagem ultrapasse os limites do previsível e alcance aquilo que a lógica, sozinha, jamais tocaria.


O absurdo, tantas vezes rejeitado, pode ser justamente o lugar onde as certezas se desfazem e novas possibilidades surgem.


É no aparente contrassenso que descobrimos perguntas que jamais faríamos seguindo apenas o caminho da razão.


O indizível, por sua vez, não representa um fracasso da linguagem, mas um convite permanente à imaginação.


Há sentimentos, memórias e silêncios que nenhuma palavra consegue conter por inteiro, mas é justamente essa insuficiência que mantém viva a necessidade de continuar falando, escrevendo e criando.


Quem teme o absurdo acaba prisioneiro do óbvio.


Quem teme o indizível contenta-se apenas com aquilo que pode ser explicado.


E uma vida reduzida ao explicável perde o encanto do mistério, da poesia e da descoberta.


Talvez o verdadeiro sentido das palavras não esteja apenas naquilo que elas afirmam, mas também naquilo que insinuam.


Nos vazios entre uma frase e outra.


Nas metáforas que desafiam a lógica.


Nos paradoxos que revelam verdades incômodas.


Afinal, nem tudo o que faz sentido parece razoável, e nem todo absurdo está vazio de significado.


Brincar com as palavras é, no fundo, brincar com a própria realidade.


É reconhecer que o pensamento cresce quando se permite duvidar de si mesmo e que a liberdade de imaginar é uma das formas mais profundas de compreender o mundo.


O Medo do Absurdo empobrece a linguagem; a Coragem de enfrentá-lo transforma Palavras em Possibilidades e Silêncios em Reflexão.

⁠Um dos
Maiores e mais Belos Propósitos da Fé é Constranger o Impossível.


A fé nunca foi um convite à negação da realidade, mas um desafio permanente aos limites que ela insiste em impor.


Quando tudo parece encerrado pela lógica, a fé abre porta onde antes havia apenas muro.


Ela não ignora as circunstâncias; simplesmente se recusa a aceitá-las como palavra final.


Constranger o impossível não significa obrigar Deus a agir conforme a nossa vontade.


Significa colocar diante do impossível uma confiança tão firme que ele perde o poder de nos paralisar.


O impossível continua existindo, mas deixa de ser uma sentença para se tornar um cenário onde a Esperança pode revelar aquilo que os olhos ainda não conseguem enxergar.


A história da humanidade é marcada por homens e mulheres que ousaram acreditar quando não havia motivos aparentes para isso.


Não foi a ausência do medo que os moveu, mas a certeza de que a fé enxerga além do horizonte das probabilidades.


A verdadeira fé não nasce da evidência; ela floresce justamente onde as evidências terminam.


Por isso, talvez o maior milagre da fé não seja apenas transformar circunstâncias, mas transformar pessoas.


Antes de mover montanhas, ela move o coração.


Antes de abrir caminhos, ela fortalece os passos.


E, antes de mudar o mundo ao nosso redor, ela muda a maneira como o enfrentamos.


Quando a fé encontra morada em um coração perseverante, o impossível deixa de ser um limite absoluto e passa a ser apenas o palco onde Deus manifesta possibilidades que a razão, sozinha, jamais conseguiria imaginar.

Às vezes acontecem umas coisas que é impossível falar que Deus não existe... Ouvir de uma pessoa: É sorte!
Só me faz entender que o coração de quem falou está duro e fechado. Onde o orgulho reina Deus não entra.

Nesse fato acontecido minutos atrás posso afirmar que Não foi sorte nem coincidência, algumas coisas são impossíveis de acontecer no momento solicitado e como prova faz acontecer. Não para provar nada, pois nem precisa, mas pq É.
Deus.nos surpreendi.

⁠Um dos propósitos mais belos da fé é constranger o impossível.

⁠Um dos maiores e mais belos propósitos da fé é constranger o impossível.

Um dos maiores e mais belos propósitos da Fé é constranger o impossível.






Porque a Fé não é ausência de dúvida — é presença de confiança.


Ela não se alimenta de garantias, mas de esperança.


É o gesto mais ousado de quem planta mesmo sem ver o solo fértil, de quem continua caminhando mesmo quando o chão parece ter desaparecido debaixo de seus pés.


A Fé é essa força bruta silenciosa que, ao invés de discutir com o impossível, o constrange com pureza, entrega, insistência e resiliência.


Ela não o vence pela lógica, mas pelo amor.


E quando o impossível, envergonhado, se curva diante da perseverança dos que creem, é ali que o milagre acontece — discreto, sereno, e profundamente humano.

⁠⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.⁠⁠

⁠Seria impossível aos Políticos-Influencers manter as cabeças dos asseclas alugadas, sem a produção de
Temporais
de Conteúdos.


Porque o aluguel da consciência exige manutenção constante.


Silêncio prolongado gera pensamento próprio — e isso é inadmissível para quem lucra com a ocupação mental alheia.


Por isso, o fluxo não cessa.


Há sempre um inimigo novo, uma indignação reciclada e uma urgência fabricada.


Não para informar, mas para impedir o intervalo — aquele espaço perigoso onde a dúvida nasce e a razão respira.


Temporais de Conteúdos, nesse caso, não são mensagens.


São coleiras, cabrestos e afins.


São ruídos pura e friamente estratégicos para que ninguém escute a própria consciência.


Se é que ela existe.


E assim, enquanto muitos acreditam estar escolhendo lados, apenas renovam contratos invisíveis: retroalimentam a economia da atenção, a defendem com paixão e chamam dependência de engajamento.


O pensar por conta própria, afinal, continua sendo o maior risco que qualquer modelo de influência não se atreve a correr.

⁠Seria muito difícil — ou até impossível — alugar a cabeça de todo um povo, ou parte dele, sem antes comprar algumas.


Porque nenhuma multidão é dominada de uma só vez.


Primeiro, conquistam-se as vozes mais potentes, as mentes mais influentes, os que falam com facilidade e pensam com preguiça.


Compra-se a opinião de alguns e, pouco a pouco, ela passa a parecer a verdade que muitos gostariam que fosse.


Ideias alugadas raramente chegam com contrato visível.


Elas se disfarçam de pertencimento, de urgência, de causa nobre ou de solução fácil.


E quando parte do povo passa a repetir convicções que nunca questionou, talvez já não perceba que deixou de ser dono dos próprios pensamentos.


Há quem venda a consciência por conveniência, há quem a entregue por medo, e há quem a troque pela confortável sensação de fazer parte do coro.


Mas toda mente que abdica do esforço de pensar por conta própria torna-se terreno fértil para quem deseja governar sem diálogo, conduzir sem explicar e dividir para melhor controlar.


Pensar exige coragem.


Questionar exige disposição para, às vezes, caminhar sozinho.


Afastar-se da famigerada mamada.


Por isso, manter a própria cabeça livre talvez seja um dos atos mais silenciosos — e mais revolucionários — que alguém pode praticar.


No fim, não são as ideias impostas que transformam uma sociedade, mas aquelas que nascem do encontro honesto entre consciência, reflexão e responsabilidade.


Porque quem preserva a própria mente, não apenas protege a si mesmo, mas ajuda a impedir que o pensamento coletivo seja transformado em propriedade de poucos.

⁠Sem comprar os “formadores de opinião”, seria humanamente impossível aos manipuladores se deleitarem com os aplausos dos manipuláveis.


Essa triste constatação provoca — ou ao menos deveria —, porque desmonta uma engrenagem muito silenciosa: a da influência fabricada.


Em um mundo onde a informação circula em velocidade muito vertiginosa, não são apenas os fatos que importam, mas quem os interpreta, quem os amplifica e, sobretudo, quem os valida diante do público.


Os chamados “formadores de opinião” ocupam esse lugar estratégico — uma ponte entre o acontecimento e a percepção coletiva.


Quando essa ponte é comprometida, toda a travessia se torna duvidosa.


O que deveria ser análise vira roteiro; o que deveria ser questionamento transforma-se em eco.


E assim, pouco a pouco, constrói-se uma realidade onde o consenso não nasce do pensamento crítico, mas da repetição bem orquestrada.


Não se trata apenas de manipular informações, mas de moldar a própria capacidade de julgamento.


O mais inquietante, porém, não é a existência de manipuladores — eles sempre existiram, e sob diferentes formas ao longo da história.


O que mais inquieta é a facilidade com que encontram terras tão “férteis”.


A necessidade humana de pertencimento, de confirmação e de segurança, muitas vezes, abre espaço para aceitar discursos prontos, desde que venham embalados com autoridade ou popularidade.


Nesse cenário, a responsabilidade não é unilateral.


Se há quem compre vozes, há também quem as consuma sem questionar.


A manipulação só se completa quando encontra adesão.


E essa adesão é raramente forçada; ela é seduzida, conduzida e até normalizada.


Talvez o verdadeiro antídoto não esteja apenas em denunciar os manipuladores, mas em cultivar uma postura mais vigilante diante do que nos é apresentado como verdade.


Questionar não como ato de rebeldia, mas como exercício de liberdade.


Porque, no fim, a autonomia do pensamento é o único território que não pode ser comprado — a menos que decidamos vendê-lo.


Bem-aventurados os que se atrevem a juntar a sinergia da consciência, inteligência e paciência para suportar o antídoto do desconforto: a capacidade de ouvir o que não queremos e de duvidar, inclusive, das vozes que mais gostamos.