Immanuel Kant
Você só é livre quando faz o que não quer! Essa frase de Immanuel Kant nos convida a uma jornada de reflexão profunda sobre a essência da verdadeira liberdade. A liberdade não está simplesmente em seguir nossos desejos imediatos, mas sim em resistir a eles quando entram em conflito com a razão e a moralidade. É ao agir de acordo com princípios universais e racionais, superando nossas inclinações pessoais, que alcançamos uma liberdade autêntica. Libertemo-nos das amarras dos desejos efêmeros e abracemos a coragem de agir em conformidade com a razão e a vontade moral. Assim, seremos verdadeiramente livres, desfrutando de uma existência plena e significativa. A liberdade está ao nosso alcance, quando nos tornamos senhores de nossas escolhas, transcendo o desejo imediato e abraçando a nobreza de agir em consonância com a razão.
A morte, ninguém pode experimentá-la em si mesma (pois experimentar é da alçada da vida), só é possível percebê-la nos outros.
"É absolutamente necessário persuadir-se da existência de Deus; mas não é necessário demonstrar que Deus existe."
Os actos humanos são aqueles que são pensados, antes de realizar.
O homem pode conhecer só o fenômeno e não o númeno.
Pensamentos sem conteúdo são vazios; intuições sem conceitos são cegas... somente a partir de sua união pode surgir a cognição.
Se prestarmos atenção ao que se passa em nós mesmos sempre que transgredimos qualquer dever, descobriremos que, na realidade, não queremos que a nossa máxima se torne lei universal, porque isso nos é impossível; ao contrário dela é que deve universalmente continuar a ser lei; nós tomamos apenas a liberdade de abrir nela uma exceção para nós.
A lógica não pode ir mais além; nenhuma pedra de toque lhe permite descobrir o erro que atinge não a forma, mas o conteúdo.
"A moral conduz, pois, inevitavelmente à religião; por esta estende-se, fora do homem, à ideia de um legislador moral poderoso, em cuja vontade é fim último (da criação do mundo) aquilo que, ao mesmo tempo, pode e deve ser o fim último do homem"
O homem é um fim em si mesmo e, por isso, não pode ser tratado como objeto nem ser usado como meio de obtenção de qualquer objetivo, como a servidão.
Tudo tem um ou um preço ou uma dignidade. Pode-se substituir o que tem um preço por seu equivalente; em contrapartida, o que não tem preço – portanto, o que não tem equivalente – é o que possui uma dignidade.
Eu não digo que os corpos parecem simplesmente seres externos ou que minha alma parece simplesmente dada na minha autoconsciência, quando afirmo que as qualidades do espaço e do tempo – segundo as quais, como condição da sua existência, coloco aqueles e esta – estão no meu modo de intuir e não nesses objetos. Seria um erro meu se transformasse em mera ilusão (Schein) aquilo que devo considerar como fenômeno.
A preguiça e a covardia explicam por que tantos homens (...) permanecem sob tutela ao longo da vida e por que é tão fácil para alguns homens estabelecerem-se como guardiões de todo o resto.
Da madeira torta da humanidade, nenhuma coisa reta foi feita.
