Ilusão

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Não existe meias verdades, assim como não existem pessoas perfeitas....existem pessoas que se encaixam em nossos perfil, assim como coisas que queremos ouvir, sendo assim meias verdades tornam se palavras sinceras e pessoas comuns perfeitas aos nossos olhos, cabe a vc decidir se quer acreditar na sua própria ilusão ou ser realmente iludida por quem manipula bem esse jogo de cenas....

é pobre os sonhos daquele que dá as costas pra vida real e vai viver de ilusões

Um coração magoado por outro é como sofrer uma operação…
Pode ficar a trabalhar muito bem…
Mas as cicatrizes ficam lá e podem demorar muito a desaparecer…

Tá escrito nas estrelas que, eu sempre vou gostar de quem não gosta de mim.

CONFISSÕES
Casei, fui mãe, presente não sei,
mas como eu os amo, e sempre amei.
Eu os criei para a vida e nela eles se formar
para uma nova família formar.
Assim descobri que em meu coração
cabe sempre mais um para amar.
Hoje sou viúva, palavra estranha que dói.
Antes chegava em casa e encontrava bagunça,
casa suja, tapetes enrolados, pia com louça.
televisão alta, ele dormindo no sofá,
mas ele sempre estava lá.
Hoje volta encontro tudo em ordem,
mas ele não mais esta lá.
Agora me veem como uma mulher vazia,
sem vontade própria, sugerem
reuniões de idosas, leitura de Bíblias e Evangelhos.
Fiquei mais sensível igual minha pele,
as vezes uma palavra dita sem pensar,
me deixa quase a chorar.
Não fiquei incapaz, nem quero que segurem minha mão,
sei andar com meus pés, mas agora sem muita ilusão.
A sensibilidade aflorou, choro mais fácil,
não mandem em mim, assim minha tristeza aumenta e
meu abatimento todo mundo comenta.
A tristeza no meu peito uma bolha formou,
ela sempre preparada para estourar,
seguro minhas lágrimas, contra elas sei que que tenho que lutar.

VALDELICE BACIC

Acho que o problema das pessoas que iludem as outras é apenas falta de amor. Uma falta de amor próprio que admira qualquer um que se aproxima, é preciso iludir algumas pessoas para se sentir amado, a falta de amor próprio é a doença do século. Todos doentes!

Santo vinho

A lua nesta noite anseia os goles em sua plenitude
E eu sonhando o gosto, daquele belo rosto, onde o sorriso composto, regado a um tom misterioso, quase impertinente, onde eu criança carente quero me entregar
Será que tenho a chance? Será o mundo que está a me testar? Me mostrando o sonho de compartilhar o mesmo trago do beijo mais uma vez? Será uma alusão na ilusão de esquecer por um segundo essa pobre solidão que me parece companheira uma menina faceira então venha me incendeia minha boca te anseia as ideias se compactam elaborando histórias futurística no contexto de um nós dois talvez possível.

“Às vezes me pego pensando em como seria “nós dois”, viajo horas nessas maluquices da minha mente, até que um sorriso aparece em meu rosto…
mas aí logo depois, vem a realidade e eu percebo que aquilo tudo não passou de ilusão, que nunca irá acontecer, o sorriso some e dá lugar a um grande vazio, que antes era preenchido pelas lágrimas, mas nem elas se manifestam mais.”

O amor não acaba, as pessoas mudam e deixam de ser aquelas que amávamos, ou nos iludem, se mostrando ser quem não eram.

MALDADE


Se em alguma circunstância se questionar sobre a maldade, eis aqui uma possibilidade.
Ausência de amor,
Tanto a si, quanto ao próximo,
E talvez, um pouco de dor,
Causada por um malfeitor

Ilusão de que o material
Vale mais do que o espiritual,
Escassez de altruísmo,
E em resposta, o individualismo

Desmemoria de valores e ideais
Buscam o que almejam feitos canibais
Enxergam o preço de tudo
Perdem de vista o valor do nada

Desconhecimento de que apenas perpetua a alma
O que é feito para tal,
Ó Céus, esquecem que a maldade
Pode ser letal.

Hoje acorde, tomei meu banho e fui fazer café. Enquanto a água fervia, eu comecei a passar as mãos sobre meu corpo e sentir as cicatrizes deixadas por uma ilusão.

Naquela noite em que dormi ao seu lado, quando te conheci, eu confiei em você. Estar ao seu lado, era o único antídoto que aliviara tudo o que eu sentia: dores. Dores essas, causadas por você. Dor e remédio, é tudo o que eu sei que você era. Estar próximo de você era o que me deixava dormente, ate que adormeci, por dois anos. Quando acordei, lembro-me, que despertar, não era tão bom como adormecer. Mas, literalmente acordei, ou você foi embora? Será que em algum momento você realmente esteve aqui? Bom, eu não sei, hoje, nada mais me resta do que marcas, talvez, de uma ilusão que, na minha cabeça, foi criada por mim mesmo, expectativas criadas por mim mesmo, dores sentidas por mim mesmo, choros chorados por mim, resultado, de um amor que senti por você.

Dificilmente as pessoas irão fazer o que você espera. O relacionamento entre as pessoas sempre será uma base de troca. Seja ela afetiva, emocional, maternal, sexual ou financeira. As diferenças entre os interesses é maneira como esse conteúdo é apresentado. Ou seja, sempre terá aquele alguém que é usado e às vezes não correspondido.

"Entre cada batida de nossos corações e cada olhar perdido, sinto uma perda. A perda de sua atenção, mas talvez seja apenas perda de tempo te esperar".

Eu nunca quis ir embora, mais você aos poucos me forçou a querer seguir sozinho.

você pediu espaço e eu te dei. O espaço foi tão grande entre a gente que coube outra pessoa em seu lugar

Não acredite nas palavras bonitas que as pessoas lhe falam se elas não demonstram.

Quarentena é como psicoterapia sem um psicoterapeuta, é como um filho sem um pai, é como uma criatura sem um criador, sem um guia para si mesmo e talvez por tal motivo seja tão avassalador.

O problema não é solidão e isolamento.Na ausência de uma imagem externa, começamos a ver uma imagem interna. E ao depararmos com o nosso reflexo podemos: fugir de nós mesmos ou resgatar-nos da ilusão de parecer, para virmos a ser.

Na espúria vida através do feed
E na vacuidade das relações através dos comentários.
A sociedade embebedou a alma de vazio e cultivou afetos inexistentes através dos likes.
Esqueceu que likes, não constituem afeto, independente do algoritmo.

Algoritmo do hedonismo contínuo, incessante busca por deleite, a fim de evadir da solidão.
Numa realidade que tudo conecta, mas nada solidifica.
Gradualmente aniquila a capacidade de desfrutar, sentir e viver aquilo que é real

Seriam os “likes” o feitiço de auto contemplação como com Narciso?

Vaidosos na busca por validação, perdem o fôlego em suas timelines, e a percepção sobre si mesmo, com seus mosaicos de alegria, avesso a vida real, a vida sem filtro.

⁠Quando estou em outro tempo, estou invertido, transformado numa versão desesperada de mim. Viro um ladrão, um andarilho, um bicho que corre e se esconde. Assusto velhas e assombro crianças. Sou um truque, uma ilusão da mais alta ordem. É incrível eu ser mesmo real.

Forrest Gump é uma pessoa que vê a vida de uma forma diferente do padrão comum imposto pelo amadurecimento e pelas exigências sociais. No filme ele é descrito como “retardado”, adjetivo que é contraposto por uma frase do próprio personagem: “idiota é quem faz idiotice”. A visão do personagem em relação a vida é a verdadeira matrix. Matrix que se trata absolutamente da percepção, a forma de ver o que está para ser visto, ou seja, “olhar para a matrix é olhar para a nossa mente.” A ilusão torna-se a realidade do personagem, ou a ilusão é tudo o que ele não vê?
Levando em conta que tudo o que vivemos, criamos e temos definidos como correto ou incorreto, é uma questão de percepção, pode-se dizer que tudo trata-se de uma ilusão. Tendo em vista a realidade cinematográfica, o personagem é o verdadeiro mundo. No filme tudo se torna mais fácil e decorrente para Forrest Gump, que ao longo de sua vida conquista por mérito, milhares de coisas e inspira muitas outras.
Na faculdade, Gump, acredita que conquistaria o mundo com os pés e é com essa fantasia que se torna um grande jogador de futebol e ao se formar entra para o exército americano, do qual participa da tão famosa Guerra do Vietnã. Em meio a tanta crueldade e discórdia, Gump permanece todo o tempo dentro da sua fantasia, o que desmascara todo o controle social existente na época, pois Gump vivencia toda a guerra, vendo somente de forma clara os objetivos, ou seja, ele nunca teve a necessidade de matar ou entender o motivo de sempre “procurarem por alguém chamado Charlie.” A que se remete o bem e o mal? Qual é a linha de separação dessas duas oposições e qual é a vantagem desse binarismo?
A riqueza tem muita consequência negativa para o ser humano devido a sua mente egoísta e egocêntrica natural, pois nunca nada é suficiente num mundo capitalista. Essa ilusão consumista não diz respeito a identidade ou classe social, diz respeito ao ego e ao superego da sociedade. No filme, quando a riqueza e a fama chegam á vida de Forrest Gump, ele não percebe essa ocorrência, fato que comprova que o intuito do filme é questionar verdadeira ilusão, pois a riqueza não mudou a vida do personagem e é perceptível na narrativa: "O Tenente Dan investiu em um negócio de frutas e disse que eu não precisaria mais me preocupar com dinheiro, e eu pensei: ‘- Ah, um problema a menos. ’”
Com o passar trama, Gump, depois de mais velho e feito, “maduro” no ponto de vista social, num entardecer de outubro, sentado em sua varanda, decide correr sem destino, e faz isso durante 3 anos, 2 meses, 14 dias e 16 horas. Sem nenhum motivo ou causa, Gump, corre por todo os Estados Unidos. A população com o decorrer da noticia, não entendia que o fato não tinha nenhuma causa e sim, ser só uma questão de liberdade. Diante disso, mil falsas causas tornaram-se para os estadunidenses o motivo para a corrida exaustiva e inspiradora de Forrest Gump. O que era real a partir disso? O fato de Gump usar do seu livre arbítrio e correr sem nenhum motivo, ou a ilusão rotineira da sociedade em acreditar que pra tudo existe uma explicação?
Algo sempre perturbou a mente de Forrest Gump, algo maior que tudo que ele havia conquistado e que ele não explicava, justamente por não viver com a ilusão de que pra tudo existe uma explicação. Era o amor, Jenny, que ele levou a vida inteira por onde andou. Algo que sempre buscou internamente mas que não precisava de libertação por não precisar de reciprocidade. Mas o que é a libertação? A morte de Jenny não afeta Forrest negativamente, justamente por acreditar no natural. A libertação é produto da ilusão. O natural não precisa de salvação, é súbito por ser de certa forma inconcebível.
O filme indaga a curiosidade sobre o real e o imaginário. A posição que a sociedade toma no âmbito da comunidade de todas as formas, como o preconceito, o costume, o imoral, a ética e a noção que passam a ser questionados quando o normal, padrão, se contrapõe ao ver do natural e do comum. A desilusão causa o afrontamento da realidade e o fortalecimento do ilusório.