Ilumina minha Vida
Em certos momentos da vida temos que rir da própria desgraça, só assim daremos valor áquilo que perdemos mas que podemos reconquistar.
Do que adianta viver uma pessoa, se seu amor o ignora como se você não tivesse vida? Ame sem medo de errar, sem medo de perder, pois a única coisa que tens a perder é o medo de não amar!
Viva como se cada dia fosse o último, fale para todos ao seu redor o que você sente, o que você passa. Compartilher, cresça e apareca!! Oh, mas eu não sou visto por ninguém... Mas você sempre será amado por alguém. Nem tudo na vida é do jeito que queremos que seja, se contente com o pouco, mas corra atrás do muito, o que não podemos é ficar sem nada. Seu esforço será recompensado, não em dinheiro ou bens materiais, mas por sentimentos e afetividades. Não perca tempo, ame, ame e ame!
é assim mesmo... umas vem e marcam nossa vida, vai embora e deixa saudades, outras vem, e pra felicidade vai embora (graças a Deus) já não era saudável aquela presença. Outras vem ensina, chora, sofre, nos faz chorar e sofrer, mas no fim de tudo deixa a amizade prevalecer, umas até vem e permanece, outras vem, marca... nos faz chorar... sofrer... sentir raiva... vai embora... e depois volta com todo o amor pra dá' porque o que é bom dura tempo o bastante, o que é essencial dura a eternidade mesmo que seja em intervalos de tempo! O amor não vê o fim...
A vida ensina que demora muito tempo pra gente conhecer alguém de verdade, e que nada é eterno mesmo a gente acreditando que vai ser pra sempre.
Eu acreditava em sonhos de criança, que o príncipe encantado iria aparecer e ficarmos pra sempre juntos, mas isso não é verdade, é apenas sonho, quando você vê a verdade já é tarde, quando você realmente vê que príncipes encantados não existem, você já se machucou, caiu na mentira de acreditar neles.
A vida é cheia de mistérios, alias ninguém disse que iria ser fácil...
Quando você pensa que conhece alguém, você que realmente não conhece nada
Eu acreditava que a gente iria ficar pra sempre juntos, eu fiz de tudo por você e você não deu valor, eu acreditei em nós e eu fiz de tudo pra dar certo, mas você conseguiu romper minha confiança, hoje eu não acredito mais em nada como antes, não sei se eu fiz certo ou errado só sei que minha parte eu fiz, eu amava você como nunca amei ninguém e acredito que o amor de verdade só se existe uma vez...
Voce mudou de um dia pro outro, não sei mais se estou feliz ou triste de voce estar longe, talvez seja melhor eu me acostumar com essa vida longe de voce, sofrendo sozinha e sem ter a ilusão que um dia voce iria ficar comigo para sempre.
Talvez você quisesse aproveitar, e eu não sabia, pois eu boba acreditava ainda em nós dois.
Meus sentimentos foram afundando, como um navio
Não sei mais se rio ou se choro com toda essa situação, pois estou tão desacreditada nessa vida, e já não tenho, mas um ideal a seguir, pois antes batalhava por nós e hoje não.
Espero que sua decisão esteja certa, para voce não vir se arrepender mas tarde e me colocar no meio da sua confusão, a vida é cheia de surpresas e voce pode cair...
Acredite ninguém é eterno e eu não estarei aqui para sempre te esperando, talvez hoje mesmo já é tarde demais, pelo menos agora sei que devo pensar mais em mim do que nas pessoas, pois ninguém pensa nos outros o mundo esta virado em uma concorrência de pessoas que não sabem dividir mais seu espaço.
Já sofri perdas maiores e estou forte aqui, vou seguir em frente pensando em mim, voce me fez perder a confiança nas pessoas, mas não me fez cair totalmente, alias foi voce quem decidiu isso, e o mundo ainda é redondo e gira, quando resolver pensar já estou mais longe que voce pensa.
Jamais esqueça as informações contidas no livro da vida,são elas que te levarão ao sucesso ou ao fracasso.
É bom sentir-me novamente apaixonada. Apaixonada pela vida, pelo amor e que por trás desse martírio ainda há uma luz que me guia ..
Posso sumir por segundos, por minutos, por horas ou por dias, mas nunca sumirei de sua vida, pois eu já tenho você como parte da minha.
Dizer o quanto é grande sua importância em minha vida, é como com palavras tentar descrever o que vai além do sobrenatural.
"Faz do teu sorriso o sol da tua vida. Que todos o vejam, que todos o sintam, e que os que realmente se importam, o admirem."
Tem alguns momentos na vida que são inesquecíveis e se pararmos bem para recordar esses momentos vamos perceber que os melhores momentos de nossas vidas são os mais simples como um abraço de um amigo que já não víamos há muito tempo, um sorriso de uma pessoa que sorrio só por te ver ou escutar sua voz, vivemos dando tanto valor a coisas que achamos que vão nos fazer feliz e esquecemos que a felicidade estar nas coisas mais simples...
Para algumas pessoas, a morte é assinatura do final da obra inteira de uma vida. Só teme a morte quem não tem o que assinar ou para quem dedicar...
A vida é cheia de altos e baixos basta sabermos aproveitar quando estivermos ao alto, e quando cairmos sabermos levantar de tal forma que não voltaremos a cair
A VIDA COMO ELA É
Não celebramos os clássicos por acaso. Eles nos ensinam métodos de composição literária, refletem um momento dentro do tempo, mostram a cultura, costumes, movimentos sociais, estética dominante. Foi assim com o Romantismo, por exemplo, uma das mais fortes e produtivas correntes literárias. E foi assim também com o Realismo, que veio em seguida para trazer a obra literária para mais perto da realidade. Exagerou na crueza das situações e na nudez das descrições. Mas, em literatura, como na vida, parece certo que o meio-termo é que é o termo certo. E surgiu, nos dias de hoje, uma nova maneira de contar histórias, mesclando o descritivo e o analítico com o subjetivo e o emocional. É uma literatura mais cotidiana, mais a vida como ela é, como queria Nelson Rodrigues. A vida não é novela, mas um mestre da televisão pode tornar uma novela tão expressiva quanto a própria vida. Esse mestre é Walcyr Carrasco, que nos dá a surpresa de trazer à luz "A palavra não dita".
O livro de Walcyr é uma história sincera. Com toda a honestidade, o autor faz com que os personagens interajam, e não lhes esconde os sentimentos. Essa franqueza perpassa o relato inteiro, e as pessoas retratadas revelam suas almas, com as purezas, mesquinharias, temores e anseios que habitam todas as almas. Gente, sem os disfarces românticos ou os exageros realistas. São pessoas, encontrando-se e desencontrando-se. E, por isso mesmo, é a boa literatura, moderna e forte.
Moderna porque trata, do ponto de vista do conteúdo, de temas atuais, observados pelo olhar do jornalista que se acostumou a observar a vida social, a participar e até a alterar o seu rumo. Do ponto de vista da linguagem, é simples e direta, com traços de coloquialidade que trazem à tona os aspectos tribais presentes nos diferentes grupamentos. A naturalidade com que o paulista Walcyr Carrasco trata do linguajar do povo gaúcho, em especial dos jovens de Porto Alegre, revela uma boa pesquisa e um excelente espírito de observação.
Forte porque aborda corajosamente um tema relegado ao noticiário do chamado "mundo cão", e o faz com naturalidade, respeito, e principalmente honestidade.
Lá dentro, na trama narrativa, Walcyr Carrasco vai usando alguns artifícios. Um deles é o de explicar, como se fosse casualmente, termos, vocábulos e situações, com um propósito didático, mas que não soa como aula. E vai buscar apoio na própria linguagem dos jovens, para que tudo seja explicado para o jovem leitor na sua própria forma de comunicação. Coisa de escritor sensível ao mundo que o rodeia.
Mas é o conjunto de valores expressos na narrativa o que dá ao livro o peso pedagógico e que lhe dá motivo para ser comentado neste espaço.
A história de Walcyr Carrasco fala de sinceridade. De honestidade. De lealdade. As más ações contadas no livro não resultam em geral de má índole dos personagens, mas de contingências e circunstâncias. Porque o mundo é assim mesmo. As pessoas não fazem o mal, normalmente, para prejudicar, mas porque escolheram motivos e atitudes erradas diante da vida. O livro fala também que não se deve julgar as pessoas com base em idéias pré-concebidas. Cibele, a personagem principal, narradora, vai aprender isto a todo momento.
Por essas razões é que venho recomendar aos professores que trabalhem em sala o livro "A palavra não dita", de Walcyr Carrasco. Evidentemente os professores terão que destacar e corrigir dois ou três erros de revisão - coisa rara numa editora séria como a Moderna, mas que não comprometem a qualidade geral do livro. É claro também que os professores não deverão abandonar os clássicos, mas uma leitura como esta, complementarmente, ajuda a entender o mundo. O mundo como ele é.
Revista Profissão Mestre, outubro/2007
NO LABORATÓRIO DA VIDA
A educação não precisa necessariamente se realizar dentro de uma sala de aula. O cotidiano da vida é um excelente laboratório, em que se vão misturando doses de atitudes, ações e reações, até encontrar o aristotélico meio-termo. Mas um dos ingredientes mais fundamentais de qualquer dessas misturas é, sem dúvida, o respeito. O respeito tem que estar presente em qualquer experimento social - ou mesmo individual. Isto porque, quem não tem amor-próprio, quem não se respeita, corre o risco de perder o sentido da vida.
A dignidade nasce do respeito que forma o caráter e determina uma vida condizente com ele. Há numerosas histórias de pessoas que se encontraram em situações em que poderiam levar vantagem ilícita, sem que ninguém soubesse e sem que nunca fossem descobertas. Os desfechos de algumas dessas histórias seguem a lógica da esperteza - "já que posso passar impune, por que não aproveitar a ocasião?" Outros seguem uma lógica mais profunda, que respeita a consciência. - "Pode ser que ninguém veja, mas eu estou vendo" - reagirá aquele que se respeita. Na ótica do laboratório vital, aquele que não se respeita não será respeitado.
Respeito é palavra que significa, na sua origem latina (respectus), a ação de olhar para trás. A palavra demonstra, claramente, que a pessoa dotada de respeito é aquela que não esquece o que passou, não se esquece de quem ficou para trás porque envelheceu, morreu ou sofreu. Geralmente se utiliza a palavra respeito para definir a atitude desejável diante de pessoas mais velhas, porque mais vividas, mais sofridas. Merecem, por um cansaço físico, passar à frente nas filas, ter primazia nos transportes, receber atendimento prioritário em hospitais e bancos e em outros serviços públicos ou privados. Isso não significa que devam ser tratados com pena, mas com dignidade. Inclusive no mercado de trabalho. Talvez não tenham a mesma força física. Têm, entretanto, geralmente, mais sabedoria. Viveram mais, experimentaram maiores perdas, amadureceram.
Mas também merece respeito a criança, um ser em formação. O Estatuto da Criança e do Adolescente traz um corolário dos direitos de que são detentoras essas crianças. Essa lei traz proibições inclusive para os pais e outros educadores. Traz exigências ao próprio Estado quanto ao atendimento das necessidades das crianças. Elas não podem ser humilhadas nem agredidas. Em outras palavras, precisam ser respeitadas.
Merece respeito o trabalhador, independentemente de sua profissão. Como é bom trabalhar em um ambiente em que as pessoas respeitam e são respeitadas, em que há hierarquia, mas não humilhação ou prepotência.
Merece respeito a mulher que não pode, por conta de uma desvantagem física (há exceções, é claro) se submeter ao marido agressor. Multiplicam-se os casos de violência doméstica que causam indignação e dor. A covardia do mais forte é intolerável.
Merece respeito todo cidadão, pelos impostos que paga, pelas obrigações que não pode deixar de cumprir. Desrespeita o cidadão o político corrupto, o mentiroso, o demagogo. Desrespeita o cidadão o político que age em interesse próprio ou aquele que é ineficiente na utilização do dinheiro que não lhe pertence.
Merecem respeito todas as pessoas. E isso se aprende em casa, na escola, na vida. E a melhor lição é que é possível vencer sem destruir os próprios princípios. É preciso respeitar os limites, as diferenças, as perdas. É preciso compreender que cada um é diferente. Quantos há que querem mudar tudo em si mesmo, com a intenção de agradar ao outro. Isto é falta de respeito próprio. Será que o outro teria a mesma disposição em mudar tudo para me agradar? Se tiver, tome cuidado. Quem não respeita a si mesmo não há de respeitar o outro também. O mais interessante é que essas coisas são tão simples, tão óbvias e exatamente por isso merecem ser repetidas o tempo todo, como uma composição química testada e comprovada. Porque o difícil é ser simples.
Respeito. No laboratório da vida, vale nos dois sentidos: comigo e com o outro. De mim para mim; do outro para o outro; de mim para o outro, e do outro para mim.
Revista Profissão Mestre, setembro/2007
CÂNDIDA ADÉLIA,PRADO DE POEMAS
Mestra na sala de aula, mestra em recontar a vida. Adélia Prado escreve como quem fala para a vizinha, numa conversinha mansa, descansada, cheia de vocativos, remetendo a pessoas que espera serem velhas conhecidas do leitor. É a tia Ceição, a lavadeira Tina do Moisés, a Dorita. Mestra na emoção.
Não aquela emoção grandiosa das tragédias gregas. Não a emoção espetacular das tragédias das tevês. Não. Descreve e narra as emoções pequeninas, que povoam os corações de todas as pessoas. Como quando a gente promete visitar alguém e não vai, e fica se sentindo constrangido, depois. Como quando a inquietação atinge um casal, que começa a perceber dificuldades na relação a partir de mínimas evidências - "Abel e eu estamos precisando de férias. Quando começa a perguntar quem tirou de não sei onde a chave de não sei o quê, quando já de manhã espero não fazer comida à noite, estamos a pique de um estúpido enguiço."
Foi com essa sabedoria que coroou a sua participação na Feira Literária Internacional de Parati, de 9 a 13 de agosto. Disse ela: "poeta é o que consegue perceber o ordinário, qualquer tolo repara o incomum".
Com essa placidez de rio Itapecerica, que banha a sua mineira Divinópolis natal, Adélia espicaça o leitor e o ouvinte a obter funduras de pensamento. "O transe poético é o experimento de uma realidade anterior a você. Ela te observa e te ama. Isto é sagrado. É de Deus. É seu próprio olhar pondo nas coisas uma claridade inefável. Tentar dizê-la é o labor do poeta."
Foi exatamente sobre isso que conversou a poeta Adélia Prado, na Festa Literária Internacional de Parati. Disse que a nossa vida ficou "esvaziada de realidade". Estava numa mesa de debates, apropriadamente denominada Bagagem, título de seu primeiro livro. A pergunta que se fazia era esta: que livro você levaria para uma ilha deserta? Ela escolheu "A transparência do mal" de Jean Baudrillard. E explicou, docemente: "Escolhi esse livro porque ele mostra que o individuo é um ser único. Sem o horror, não há a possibilidade do amor. Sem o mal não existe o bem".
Arrebatou platéias, em Parati, como arrebatara antes o patrício Carlos Drummond de Andrade, que vaticinava no Jornal do Brasil, em 1975, numa crônica, a senda de sucesso da poeta. Levou muita gente às lágrimas, pela comovente simplicidade com que abordou assuntos tão variados quanto amor e política. Sobre política, lamentou que os brasileiros não tenham um "consciente político coletivo", arma, segundo ela, "capaz de dar um jeito no País". Disse mais: "Nem mesmo juventude transviada nós temos, no sentido de que eles não têm uma via para se desviar dela".
Filosofou: "O que confere dignidade é aquilo que dá sentido à vida."
Falou de pedagogia: "Liberdade absoluta é liberdade nenhuma. Liberdade é ter compromisso com alguma coisa".
Falou de caridade: "Você já nasce experimentando uma orfandade. São Francisco fez um texto muito bonito em que diz 'eu, velhozinho miserável'. Isso é reconhecer a necessidade da ajuda".
Falou de inspiração: "As paixões humanas são as mesmas em Nova York, em São Paulo e na roça. Não tem importância ficar lá".
Lá quer dizer Minas Gerais. Lá, lugar do qual dizia Guimarães Rosa: "Minas são muitas. Porém, poucos são aqueles que conhecem as mil faces das Gerais".
Adélia Prado conhece. Porque tem alma de poeta, porque faz da poesia o pão espiritual, a fonte vital. Porque é uma mulher que tem inspiração para escrever isto: "Uma ocasião, meu pai pintou a casa toda de alaranjado brilhante. Por muito tempo moramos numa casa, como ele mesmo dizia, constantemente amanhecendo."
Adélia é poeta porque é cândida. A cândida Adélia, prado de poemas.
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