Ilumina minha Vida
O que é a vida...
A vida é o óleo que joga na panela
É a cebola que corta enquanto chora
É o simples olhar do cachorro que te acompanha
É o sentimento que a música do ambiente te que toca
É o olhar para o céu sem um propósito
É o arroz que queimou durante sua reflexão
Mas mais que isso, a vida mesmo é muito mais sobre o arroz queimado, ou você o joga fora ou aproveita as partes boas e o saboreia como uma vitória!
Meu tempo
Talvez eu, Filipe, curta minha vida em bem menos tempo que a sua.
Quanto tempo leva? Essa é a pergunta que fazemos para quase tudo antes de começar, não é? Inclusive quando nos deparamos com um textão como este ou mesmo antes de ir, arrumar ou melhorar alguma coisa. A pergunta é sempre a mesma: será que vale o meu tempo?
E, sim, acredito que o tempo é apenas uma questão de contexto. Sua vida passa em um ritmo bem diferente do meu. Vou te explicar:
Quando falamos sobre tempo, podemos pensar em duas dimensões:
O primeiro você já conhece bem: é o tempo físico, o espaço-tempo. Ele é baseado no movimento da Terra em relação ao Sol e divide nossas vidas em horas, dias e anos. Apesar de parecer uma regra absoluta e inquebrável, não é tão linear assim. A física já mostrou que ele pode se curvar, desacelerar ou acelerar dependendo de fatores como gravidade e velocidade.
O segundo é o que faz meu tempo passar diferente do seu. Ele altera a velocidade de forma inconsciente, inconstante e, eu diria, fascinante.
Esse “tempo” diferente é mais sutil. Talvez nem devesse ser chamado de “tempo”, mas vamos chamá-lo de tempo subjetivo. Ele é baseado na percepção de cada pessoa, na forma como vivemos e sentimos os momentos.
Em uma competição, por exemplo, os segundos que antecedem a largada podem parecer intermináveis. Já em uma boa conversa, daquelas que não acontecem há muito tempo, o tempo simplesmente desaparece. Uma hora parece vinte minutos?
Esses dois tipos de tempo — o físico e o subjetivo — coexistem e se cruzam o tempo todo. Enquanto o tempo físico nos dá estrutura, o tempo subjetivo nos dá profundidade.
Ok, eu sei que você já percebeu isso em alguns momentos. Mas já se perguntou como seria se isso acontecesse o tempo todo? E se sua vida inteira fosse assim?
Deixe-me te alertar: ela já é.
Começa no trabalho, passa pelo tempo que você gasta no celular, no convívio com suas companhias, e até na criação deste texto aqui. Tudo isso acontece no tempo real, mas é vivido no tempo subjetivo.
Esse tempo subjetivo muda de pessoa para pessoa, de dia para dia. Ele é afetado pelo que vivemos, pelas nossas emoções e até pela repetição da rotina.
A qualidade do seu tempo e a forma como ele passa podem ser moldadas, podem ser aprimoradas. O segredo é criar um “algoritmo” orgânico na sua mente, que torne sua visão das coisas mais interessante e profunda.
A verdade é que viver é contextual. O tempo não é apenas uma contagem universal, mas também uma experiência única, que se molda ao significado que damos aos momentos.
No fim, não importa quanto tempo passou no relógio. Geralmente, a felicidade está inversamente ligada a isso.
E, se ao olhar para trás você sentir que a vida está passando rápido demais, talvez — só talvez — você esteja vivendo.
Maneiras de \/iver a \/ida
#Viajando!
Conhecendo e entendendo que a vida é muito mais do que nos parece.
Que é magnifica e infinitamente interessante.
A vivência te faz ser mais forte.
Te faz vê o outro,
te faz olhar pra dentro.
Te leva pro norte,
te leva a lugares incríveis.
E inevitavelmente você #VIVE.
Tive um sofrimento tão grande na convivência com você que isso marcou profundamente minha trajetória de vida e alguns desgastes orgânicos e psicológicos.
Hoje aproveitei para olhar e ver o caminho de volta. Tudo pareceu como se estivesse vendo pela primeira vez. Deixamos de apreciar a beleza da vida ao nosso redor, porque olhamos e não enxergamos o quão a vida pode ser bela!
E eu que pensava que a vida seria generosa comigo depois de sofrer tanto na infância e adolescência. Não foi.
Tem gente que a vida não muda nunca, porque é uma forma de continuar aceitando o mínimo que lhe é oferecido. Mudar dá muito trabalho. É melhor reclamar e dizer que a vida não presta. Que a culpa da situação é de fulano, de sicrano. Viver na mentira e na ilusão, encontrando nelas justificativas para continuar na mesma.
Por causa do sono dessa noite, lembrei que há uns dois anos atrás sonhei que André tinha recebido uma nova chance de viver. Ele estava adulto como quando partiu. Lembro que virei para ele e aconselhei que ele tomasse conta com carinho dessa nova vida e não fizesse com essa o que fez com a outra.
Não fazemos a mínima ideia do que pode acontecer amanhã ou daqui há pouco.
(sobre os fatos da vida)
Sonhei
Um sonho
Lindo.
Senti um corpo quente
Sobre o meu,
Com beijos e carícias
Alucinantes.
O amor aconteceu,
Pleno, feliz e integro
Como só você e eu sabemos.!
"Pensamentos soltos... Ciclo da vida"
Estou eu aqui, neste meu pensamento solto,
divagando entre o que vai e o que volta,
sentindo que a vida é um fio que se entrelaça
entre o que somos, o que damos e o que recebemos.
Nesse ciclo de ida e retorno,
talvez o sentido esteja em apenas sentir —
e confiar que tudo encontra seu lugar no tempo.
E de pensar que, em um só instante, tudo pode florescer ou desabar...
Neste ciclo sutil da vida, o que damos volta,
como eco no tempo, como semente que espera o sol.
Nada se perde — amor, dor, gesto ou palavra —
tudo gira, renasce, e nos encontra de novo.
Somos sementes ao vento do tempo,
plantamos gestos, colhemos destinos.
Na terra onde pisamos, deixamos marcas —
que o amor seja rastro, e a empatia, caminho.
Pois a vida é ciclo que retorna,
e o que damos, um dia, nos visita de volta.
E de pensar que o que me conforta nesta vida
é saber que o mundo gira, silencioso e certeiro,
e que tudo o que se planta — seja dor ou ternura —
um dia retorna, com o peso ou a leveza do que foi.
Nada se perde no ciclo sagrado do tempo.
E sendo assim, encerro meu pensamento solto,
nessa brisa leve de reflexão,
sobre o ciclo da vida e o que dela faz sentido:
não os grandes feitos, mas os pequenos gestos,
não o que levamos, mas o que deixamos.
Porque viver, talvez, seja isso —
fluir, sentir, e deixar um pouco de luz por onde se passa.
Todo dia eu sabia
Que a tua Alma viria
Me encontrar quando o sol saía
E a noite caia
A lua me visitava
E eu dizia que te amava
Cada vez que eu falava
Uma estrela passava
Em noite de lua cheia
A chuva acompanhava
O rumo da estrela
E do poema que eu recitava
Os versos do vento
E as rimas da brisa
Chamavam a sua Alma
Para a leve dança da vida
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