Ignorância
"Queira você goste ou não, a ignorância prevalece sobre a humanidade; você é abto a prevalecer sobre ela?
Somente as pessoas honestas, inteligentes e descentes, almejam prosperidade, os ignorantes se contentam com alguns tapinhas nas costas, degustando um macarrão com frango de 4 em 4 anos...
Se a ignorância sobre Deus e Seus escritos assegura a salvação conforme sugere João 15:22 ao dizer que sem o anúncio da palavra não haveria pecado então a Bíblia é o verdadeiro fruto proibido: ao revelar a verdade, ela retira a nossa inocência e nos condena à condição de pecadores.
A ignorância dos instruídos, a arrogância dos narcisistas, a pequenez de almas que precisam da tirania para compensar a própria vileza, a avidez por territórios a conquistar, a exigir, não era conquista, era RECUO, O DECLÍNIO TOTAL DA HUMANIDADE!
Como nos contos das tragédias gregas, o Desastre não ocorre pela ignorância do risco, mas pela adaptação silenciosa a ele.
"Ignorância foi achar que pássaros, só porque tem asas, não caem ou que nunca descansam nos tapetes de deus durante o percurso.
A liberdade não tem nada a ver com invencibilidade."
A felicidade está nas coisas simples, a complicação quem causa somos nós msm com a ignorância de perfeição, e de querer provar as coisas para os outros e na ganância de sempre quere mais.
Quem pratica abandono e maus-tratos com os animais não merece respeito, será que a ignorância destes é tão grande, que não sabem que os mesmos sentem dor, frio, fome, etc.? Como qualquer ser humano, eles têm sentimentos.
Pensamento III
Ignorância ou liberdade
I.
Se a verdade liberta,
por que tantos fogem dela como se fosse fogo —
e acolhem a mentira como se fosse mãe?
Se há ordem nas estrelas,
por que reina o caos no coração?
O que distingue o dom da graça
da encenação fria do hipócrita?
Conhecer o bem e praticar o mal —
seria ignorância? Ou liberdade em rebelião?
II.
O que perdeu Deus ao dar o livre-arbítrio?
— O controle.
Mas o trocou pela chance do amor verdadeiro.
III.
Deus correu o risco do mal
para criar seres livres o bastante
para recusá-lo —
e, por isso mesmo, capazes de escolhê-lo.
IV.
O que separa o dom da graça
da máscara do hipócrita?
— A intenção:
um se entrega,
o outro apenas representa.
Não adianta sermos vaidosos, egocêntricos, soberbos ou ignorantes. Nosso destino, como de qualquer outro, é a morte.
Não se joga xadrez ignorando regras, assim como não se interpreta o Direito sem princípios, nem se aplica a gramática sem normas. Se a produção de conhecimento exige método científico e critérios objetivos, o debate teológico só se torna responsável quando fundamentado em métodos claros.
O problema central da nossa época não é a ignorância, mas a incapacidade de transformar informação em sabedoria
Reclama que ninguém se importa com você, ignorando quem se importa, simplesmente porquê não tem a atenção de quem você queria ter.
