Ideia
O grande mal do neoliberalismo
é criar no homem
a falsa ideia de excelência,
pois a sua busca
o conduz ao ridículo da hipocrisia.
A sua ideia é uma obra de arte não fique pintando para qualquer um porque quem pendura o quadro na parede se considera dono e tem muito prego aguardando por suas iniciativas.
A dúvida é uma realidade legitima e comum a todos os seres humanos. Encarada, ou buscamos respostas por nossos próprios esforços, ou o fazemos buscando o auxílio de outros que capacitados sejam. A confusão de ideias, por sua vez, atinge a muitos. Quem a vive, costuma tomá-la como verdade, satisfazendo-se e acomodando-se a ela. Pior ainda é quando repassa tal confusão como se verdade fosse, pois se torna um mestre a fazer discípulos confusos e praticantes da confusão.
O absurdo do capitalismo é escravizar o homem ao consumismo, criando no seu âmago a ideia de satisfação diante da realização de desejos que não seus, mas de um mercado que precisa, cada vez mais, de consumidores para a sua sobrevivência.
Deixe de lutar contra a ideia de perfeição; sua missão não é consertar o universo existente, mas sim dar vida a um novo.
Nenhuma ideia surge do nada.
O acúmulo de conhecimento e experiências permite o surgimento de uma nova ideia.
Existe um abismo que separa uma grande idéia de um grande produto, onde poucos conseguem atravessar...
Autoestima e seu oposto, são ilusões da dialética para discursar ajuda aos indivíduos fracassados. O que existe de verdade, é viver bem e não saber viver o que se é, ou o que se tem.
A mentira sempre muda de face, de atitude, de idéia, sempre faz suas adaptações.
Já a verdade, não importa o que aconteça, é imutável.
A verdadeira arquitetura vai além de projetar estruturas; mas sobre criar propostas que inspiram e transformam vidas. - Guilherme Coutinho Fuzel, Arquiteto e Urbanista
Se alguém, despojada de rótulos e fortuna, acredita que deixou de ser algo, é porque, na verdade, nunca foi nada enquanto os possuía. A essência do que se é não se apaga com a perda de símbolos ou bens. Aquilo que somos não depende do que nos é dado ou retirado. A verdadeira identidade, a substância da pessoa, permanece intacta, sem ser tocada pelos adornos do mundo.
E o inverso é igualmente verdadeiro: quem ganha títulos ou fortuna e se convence de que, por isso, passou a ser algo, engana-se. Se antes não tinha um valor que lhe fosse intrínseco, os títulos ou riquezas não o fabricam. Tudo isso são adereços, temporários e ilusórios. O que conta é o que se carrega por dentro — porque só quem já era algo pode, de fato, ser. O resto é brilho fugaz, destinado a desaparecer na primeira ventania.
Qualquer forma de discriminação é a expressão da ignorância do ser, que desconhecendo a origem da humanidade e as suas próprias raizes, logo tem a falsa ideia de ser superior àquele que discrimina.
Ideas são como essências! As escolas precisam criar estudantes que sejam químicos de novas essências, e não repetidores do conhecimento.
Felicidade é apenas uma ideia que se concretiza por intermédio da realização de desejos, logo ela é efêmera e não eterna, então, não podemos dizer que somos felizes, mas que estamos ou não felizes.
