Humanização
“Humanizar é lembrar que antes do procedimento existe uma pessoa, antes do diagnóstico existe uma história e antes da técnica existe uma vida.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O cuidado humanizado não diminui a ciência; ele devolve à ciência o rosto de quem sofre.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A verdadeira humanização não está apenas no acolhimento bonito, mas na coragem ética de não abandonar quem mais precisa.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Humanizar o TOD não é permitir tudo; é compreender o comportamento sem abandonar o limite.”
Do livro TOD — Transtorno Opositivo Desafiador: Compreensão, Diagnóstico e Caminhos para o Equilíbrio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
AQUILO QUE NOS HUMANIZA!
Quando olhamos para a história humana, percebemos que a falta de compreensão sobre a necessidade de dominar o mal a partir de um olhar interior profundo da alma acabou custando um preço alto para a humanidade. Ao se esconderem atrás de religiões, homens perpetraram terríveis assassinatos, como o genocídio de mais de 7 milhões de judeus em campos de concentração, assim como o próprio assassinato de Jesus Cristo.
Independentemente da religião que seguimos, devemos ter em mente que existe uma orientação do Criador para que possamos compreender e orientar o mal a partir de um olhar profundo para nossas almas. Toda a mensagem de Jesus dialoga com a mesma orientação dada desde o início do mundo: a necessidade de dominar o mal interior.
Se desejamos construir uma nação mais justa, com menos violência, precisamos nos unir para que, ao dominarmos o mal — ou a desintegração interior — possamos desenvolver uma relação melhor com o nosso próximo.
Toda a nossa vida é permeada pela relação com o outro. Nesse sentido, tudo o que fazemos em sociedade — no trabalho, na família e em nossos vínculos cotidianos — passa pela forma como nos relacionamos. Somente conseguimos manter uma boa relação com o outro quando temos uma boa relação conosco mesmos e com tudo aquilo que habita dentro de nós.
Mais do que questões financeiras e materiais, a verdadeira prosperidade passa pela relação com o outro, quando contribuímos efetivamente para a construção de uma sociedade melhor e nos comprometemos a fazer deste lugar aquilo para o qual ele de fato foi criado: um espaço de paz e de compartilhamento da luz do Criador.
Nesse sentido, quando nos dedicamos a dar o nosso melhor em nosso trabalho, a tratar bem nossa família e nossos filhos, podemos, de fato, espelhar a divindade que habita em cada um de nós.
HUMANIZAR-ME
Humanizar-me não é fácil.
É abrir mão das fantasias,
da cultura que me separa,
da arrogância que me eleva,
da humilhação que me diminui.
É voltar ao berço,
depender do colo dos meus pais,
entregar-me ao embalo,
descansar no acalanto.
É não considerar diferenças,
não fazer comparações,
não contar os dias,
não viver em busca de satisfação.
É chorar para beber,
chorar para comer,
esperar o tempo dos outros,
sem pressa de compreender.
Humanizar-me é viver.
É apenas respirar,
apenas chorar,
apenas comer,
apenas mamar.
É reconhecer que antes de ser alguém,
eu fui somente vida.
A humanização
é o estágio
mais perfeito
para vivenciar_se
todo tipo
de relacionamento.
E ponto chave
para que haja
segurança em todos
os ambientes.
O ser humano
está tão animalizado,
que resgatar um mínimo
de humanização,
torna-se uma tarefa
imensa,
senão
uma utopia.
✍©️@MiriamDaCosta
Será que humanizar o ser humano é algo redundante? Enfermeiros tecnicistas também são importantes. Mas enfermeiros humanistas têm olhar de águia e são eles que farão história.
A maior sacada do Sistema, ao esbarrar na impossibilidade de humanizar os robôs, foi, sem dúvida, robotizar os humanos.
A maior sacada do Sistema ao tropeçar na impossibilidade de humanizar os robôs foi Robotizar os Humanos.
Não porque nos tenham instalado fios sob a pele ou chips invisíveis na consciência.
Mas sim, porque nos convenceram de que eficiência vale mais que sensibilidade, desempenho mais que presença e produtividade mais que propósito.
Transformaram o tempo em moeda, a atenção em mercadoria e os afetos em distrações inconvenientes.
Se não conseguiram ensinar as máquinas a sentir, ensinaram as pessoas a não sentirem demais.
Se não puderam programar empatia em códigos, programaram respostas automáticas em nós.
Reagimos antes de refletir o tempo todo.
Compartilhamos antes de compreender.
Julgamos antes de escutar.
Robotizar o humano é muito mais fácil e sutil do que parece.
Não exige aço nem parafusos — basta pressa constante, comparação permanente e a ilusão de que parar até para respirar é fracassar.
Aos poucos, a alma vai sendo substituída por algoritmos invisíveis: hábitos repetidos, opiniões terceirizadas e indignações sob medida.
E o mais curioso é que muitos chamam isso de evolução.
Talvez o verdadeiro ato revolucionário, hoje, seja o oposto: desacelerar quando todos correm, ouvir quando todos gritam, sentir quando todos performam.
Ser imperfeitamente humano num mundo que premia respostas automáticas pode ser a mais alta forma de resistência.
Porque, no fim, não é a Inteligência Artificial que ameaça a nossa humanidade — é a desinteligência para exercê-la.
Humanização
Vou fazer um breve relato da minha saga com animais. Fui mordida várias vezes por cachorros, aqueles em que o dono diz: pode entrar eles não mordem e crau, mais uma mordida, mais injeções, mais nervosismo, mais estresse. E mais pânicos desses animais. Fora que meu irmão foi atacado por um cachorro de rua e muito maltratado pelo bicho. Então meu pânico e medo estavam enraizados na minha mente, no meu corpo e na minha alma, porque não no meu coração. Nossas energias não se cruzavam. Então em 09/07/2011 me aparece dentro do carro um serzinho de 2 meses fraquinha, com fome e sede. Como ela podia está ali?? Procurei pelo dono, busquei alternativas para me livrar dela, mas eu me apaixonei, motivada pela vontade alheia da mana de ficar com ela. Vencida, ganhei uma filhotinha felina e a gata mais sapeca do pedaço. Batizada inicialmente de Tiffany e Co-batizada de Tiffany Vivi, vivi de sobrevivi, sim porque a bichinha, sapeca e levada sobreviveu a uma altura de um prédio de 15 andares. Isso porque a sem juízo pinotou na rede de proteção que cedeu. Sem sequelas Graças à Deus, São Francisco e São Lázaro.
Queria compartilhar que um animalzinho humaniza a gente de uma forma incrível, estou dez vezes menos estressada, dez vezes mais paciente, porque bicho é assim ou você desenvolve paciência ou vira serial killer. E como ela colore a sua vida, fiz amigos e acho incrível como as pessoas que amam animais são especiais. Seres evoluídos digamos assim.
