Honestidade
Na corrida para o Sucesso
Muitos se perdem no ORGULHO
e deixam pelo caminho seus maiores valores,
Honra , Honestidade e Humildade
Não crie barreiras, seja honesto e simplifique, pois as barreiras de hoje podem virar fortalezas burocráticas de amanhã.
Quero ao meu lado tudo que me faça bem!
Quero sorrisos com a verdadeira alegria.
Quero abraços que compartilham a vida, sentindo o Pulsar cardiaco como resposta.
Quero as vibrações positivas que concretizam desejos.
Quero o movimento contínuo como ondas que levem e tragam tranquilidade.
Quero o apoio para aprimorar ideias e transforma-las em realidade.
Quero a ação de sempre entender para assim aprender e contribuir com o mundo que vivo.
Me desapego das impressões e aparências dos achismos do mundo. Vivo a partir de agora a verdadeira essência, seguindo minha missão de alma com o coração aberto para as maravilhosas possibilidades com Gratidão, confiança, calma, honestidade, bondade, recebendo a prosperidade e abundância infinita com facilidade, alegria e glória.
Sabe quando é correto ser antiético? NUNCA!
Não considerar os valores sociais, as pessoas, grupos ou a sociedade em si, nunca será honesto.
Em uma conversa seja honesto. Demonstre que a conversa é sobre o que é certo e não sobre estar certo. Não se trata de uma competição, mas da elaboração dos fatos.
É preferível corta a cidade toda de ônibus, porém chegar ao destino com a consciência limpa, que andar no carrão do ano tendo consciência toda suja.
A felicidade só é submissa à paz interior, que por sua vez só se submete a uma consciência tranquila. A felicidade reina onde há honestidade.
A pessoa que adotar meticulosamente, a cultura dos seus antepassados, de não dever nada a ninguém, terá a consciência tranquila acerca da sociedade. Porém, não se desenvolverá. Morrerá, pura, "dura" e imaculada.
210125
Os conselhos dos seus pais podem não ser os melhores, mas provavelmente serão
os mais honestos e
bem intencionados
que você receberá
em sua vida.
Não quer compartilhar o celular, conversinhas de whatsapp, messenger, pega a visão, quer privacidade? NÃO CASE fique solteiro(a)..!
O amor verdadeiro…
No âmago da existência humana, o amor verdadeiro emerge como uma força indomável, uma chama que aquece a essência e ilumina os recantos da alma. É na preocupação genuína que se revela a primeira faceta deste sentimento sublime, onde o bem-estar do outro se torna um espelho de nossa própria felicidade. Quando nos preocupamos, criamos um laço invisível de apoio emocional e prático, nutrindo a conexão com gestos silenciosos e palavras que acalentam.
A dedicação, por sua vez, é o tempo transformado em eternidade. São momentos partilhados, memórias tecidas com o fio do afeto, que permanecem pulsando no coração como um testemunho de vida vivida em plenitude. É na presença constante que o amor se aninha, encontrando abrigo na simplicidade do cotidiano e na grandiosidade dos sonhos compartilhados.
Para que o amor verdadeiro floresça, a comunicação aberta é essencial. Não há espaço para segredos, pois a verdade é a base sobre a qual edificamos a confiança. Palavras sinceras, mesmo nas horas difíceis, são a ponte que nos une, permitindo que a empatia flua livremente como um rio que encontra seu mar.
Na dança do amor, a empatia e a confiança são os passos que nos guiam. É a capacidade de sentir com o outro, de compreender sem julgar, que nos permite encontrar consenso nas divergências. A felicidade do outro se torna uma extensão da nossa, e suas necessidades ecoam como um canto familiar que nos faz querer ser melhores.
A intimidade é o solo fértil onde o amor lança suas raízes. É no compartilhar de pensamentos, sentimentos e desejos que nos tornamos vulneráveis, despidos das armaduras que o mundo nos impõe. Neste espaço sagrado, o outro se torna não apenas um parceiro, mas um confidente, um reflexo de nossa própria alma.
Quando o amor verdadeiro se estabelece, o outro se torna prioridade. Fazemos coisas que jamais imaginamos, movidos por uma força que desafia a lógica e transcende o egoísmo. É um respeito profundo pela individualidade, um reconhecimento de que, apesar de diferentes, somos complementares.
O diálogo é a melodia que mantém o amor vivo. É através da troca constante de palavras e silêncios que solidificamos nossa parceria, cultivando a paciência necessária para entender que o amor é uma jornada, não um destino.
E assim, o amor verdadeiro se revela, não como uma teoria distante, mas como uma prática diária de cuidado, compreensão e crescimento mútuo. Ao final, toca o coração como uma brisa suave, convidando-nos a refletir sobre a qualidade de nossas próprias relações. Faz-nos desejar encontrar ou cultivar essas características em nossas vidas, lembrando-nos de que o verdadeiro amor não é uma conquista, mas uma construção contínua, um poema que escrevemos a cada dia com as ações mais simples e os gestos mais sinceros.
Ter um culpado…
Colocaram fogo no restaurante comigo ainda lá dentro. As chamas lambiam as paredes como línguas de uma ira que nunca foi minha, mas, de alguma forma, sempre me escolheu como alvo. O calor não me assustou. Pelo contrário, senti uma espécie de familiaridade com ele. Eu, que vivi tantos incêndios na alma, agora era apenas mais uma peça no cardápio do caos.
Enquanto o teto ruía e o ar se tornava pesado, percebi: não valia a pena gritar. Quem acendeu o fósforo já havia saído pela porta da frente, talvez assobiando uma melodia de inocência fingida. E quem passava pela calçada, ao ver as labaredas, não pensava em salvar quem estava dentro. Pensava apenas no espetáculo da destruição. Porque é isso que as pessoas fazem, não é? Elas assistem.
Então eu olhei ao redor. Louças estilhaçadas. Mesas tombadas. Cortinas em chamas. E, pela primeira vez, senti uma espécie de alívio. Uma certeza incômoda, mas libertadora: se é pra me chamarem de culpado, talvez eu devesse ser. Não me restava mais nada pra salvar — nem o restaurante, nem a mim. Peguei o que sobrou de força, virei o gás no máximo e, com um fósforo que achei no bolso, devolvi o favor. Explodi aquele lugar como quem assina um bilhete de adeus: com firmeza, sem remorso, mas com estilo.
Saí pela porta de trás, enquanto os destroços ainda voavam pelo ar. A fumaça subia, preta como os julgamentos que viriam. E eu sabia que viriam, claro. Sempre vêm. “Por que você fez isso?”, perguntariam. “Por que não tentou apagar o fogo? Por que não pediu ajuda?” Ah, os paladinos da moralidade, tão rápidos em condenar e tão lentos em entender. Mas eu não queria me explicar. Explicações são como água despejada sobre um incêndio: às vezes apagam, mas quase sempre só espalham mais fumaça.
Ser o vilão era mais fácil. Mais honesto. Assumir o papel de quem destrói é menos exaustivo do que tentar convencer o mundo de que você foi destruído. Porque, no final das contas, ninguém realmente escuta. Eles só querem um culpado. E, se é pra ser apontado de qualquer jeito, que seja com a dignidade de quem escolhe o próprio destino.
Não estamos falando de restaurante. Nunca estivemos.
Se todo adulto trabalhasse/agisse com a verdade que uma criança brinca, o mundo não teria os problemas que vivenciamos!
