Honestidade
Pegou atalhos, passou à frente levando tudo olhou para trás e começou a atirar. Conseguiu montar um forte onde instalou-se e de lá continuara atacando.
Até que um dia, um raio partiu ao meio a torre onde estava instalada, uma forte língua dágua saiu do mar e invadiu as suas instalações e ela foi levada para o mais profundos dos mares, onde foi degustada pelas criaturas marinhas.
A sua alma vagueia, atormentada pela própria consciência e a sua descendência cuspirá sobre a sua lápide simbólica.
Ai de ti...
O maior erro do ser humano é levantar demais a expectativa das outras pessoas com falsas promessas.
Humanos sejam honestos, com os outros, consigo mesmo, com a vida, com o universo. Os frutos da honestidade sempre serão mais doces.
Se você não gosta, não curta.
Se está chateado, fale.
Se não quer mais alguma relação (seja qual for), seja objetivo.
Se está incomodado com alguma situação, exponha.
Você não pode cobrar de ninguém algo que não faz, relações honestas sempre serão bem mais solidadas e duradouras.
Você pode dar um castelo para um rato, mas ele não entende, sempre vai procurar um esgoto. E não é que ele não tenha suas ambições, claro que tem, mas não são nem de longe dignas de honra. Ao contrário, é apenas um oportunista buscando aventura e prazer, o queijinho de hoje e mais nada. Então, defino: ratos não podem ser reis, não dê poder há eles! O rei precisa pensar em governo, em disputas genuínas em busca do fortalecimento do seu povo e de seu império, o rei precisa pensar em grandeza. Ratos, no entanto, gostam do inóspito, são aventureiros medrosos, são tão sagazes quanto sujos. E nem adianta tanta esperteza, afinal, o fim é sempre o mesmo, o esgoto. Se der um castelo a este bicho ligeiro, vai logo perceber que o trono e um cedro não transformam sua natureza, precisaria bem mais que isso. Teria de dar a ele uma mente, coração e ensinar-lhe sobre caráter.
Assim como as tatuagens e piercings não transformam as pessoas em marginais, ternos e gravatas não transformam as pessoas em éticas, honestas e decentes.
Ser Esnobe, de berço ou chique,,...: é dar bom dia para o carteiro, o empregado, ate pro lixeiro. Ser uma pessoa fina é: é conversar com o varredor de rua, com o porteiro, com algum idoso na rua que espera só que alguem lhe de um pouco de atenção. Ser fino é escutar com atençao as criticas, entende-las e se tornar uma pessoa melhor. Ser fino, ter berço é: Saber ouvir, não falar pelos cotovelos não deixando o outro se expressar. è saber conviver com as diferenças, é se adaptar, e por vezes calar. É honrar sua palavra, pagar suas contas, pagar o 1, 10, 100,00 que se deve, as prestaçoes, é ser grato com quem ajuda, correto com quem se relaciona, e honesto em todo negocio que fizer. Ser fino, ser chic é: expor os sentimentos, nao se fexar, é ser simples, humilde independente das posses. Enfim ser uma pessoa chic é o que a maioria não é mas se acha.
Não tenho orgulho, não sou nada,
a única satisfação que tenho
é cumprir o meu dever,
percorrendo com honestidade
a minha pequena estrada...
Não tenho que te perdoar em nada, nós somos o que somos, alguns tem mais caráter do que os outros e isso é uma matemática simples da vida...
A qual desempenho com grande afinco e dedicação!
Métodos e termos estatísticos são necessários para relatar os dados das tendências sociais e econômicas, das condições dos negócios, da “opinião”, das pesquisas, dos censos. Mas sem redatores que utilizem as palavras com honestidade e compreensão, e sem leitores que saibam o que significam, o resultado só poderá ser o absurdo semântico.
Quando você tem convicção de que está no caminho certo, independente da multidão, e não desiste, um dia você vai colher o que ninguém teve coragem de plantar.
Quem desvia dinheiro da educação mais tarde vai ter que construir mais presídios. Ninguém nasce bandido! Todos crescem com sonhos, precisam de educação e oportunidades.
REFLITA:
A lealdade deveria ser uma das mais sublimes qualidades pertinentes a um ser humano. Muitas vezes as pessoas ignoram a lei natural de causa e efeito, e utiliza-se dos meios mais escusos imagináveis para derrubar aquele que está em degrau acima, ou até mesmo no mesmo patamar que si, seja por inveja, ou pela simples necessidade de autoafirmar-se. O indivíduo se esquece, que gentileza, gera gentileza, lealdade, gera lealdade. A gratidão por um gesto de companheirismo e amizade, não há no mundo dinheiro que compre. Pense nisso.
Ser quem você é de verdade quando ninguém está olhando nunca foi o bastante, anseio por portas abertas e janelas escancaradas.
Meu pacote de doces
De repente me vejo de frente à minha realidade, meus 62 anos de idade me mostram mais curta a estrada da vida à frente do que a percorrida até agora. Me sinto como aquela criança que ganhou um pacote de doces e como se o último fosse comeu com prazer até perceber, que havia bem poucos, começou a saboreá-los, degustando aos poucos sentindo o gosto de cada mordida.
Já não tenho tempo para discussão, não me meto em confusão, quem veio primeiro o ovo ou a galinha, essa teima não é minha. Não apoio questões absurdas de pessoas que parecem surdas para sugestões, de que servem sermões regras e procedimentos ideologias e regulamentos para no final nada ser alcançado.
Sem pressa eu quero a essência da alma mergulhado na calma da aceitação. Esse é meu mote, poucos doces no pacote me empurram pra junto de pessoas bacanas, pessoas humanas que riem dos próprios erros e não promovem seus próprios enterros, que são exemplo e não ficam inchadas com os próprios feitos nem sentem-se eleitas antes do tempo.
Pessoas que assumem responsabilidade, que defendem a dignidade que andam com a verdade, que defendem a honestidade enfim, meu objetivo é chegar ao fim, satisfeito e em paz, desavença jamais. A nossa segunda vida começa quando termina a pressa que tanto nos estressa por termos apenas uma. Meus doces embora poucos, são mais requintados agora por serem degustados com sensatez e não com a avidez daqueles primeiros ponteiros do tempo.
