Homenagem para meu Irmao de Sangue

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Tu é feito flor de cerejeira, simples, delicado, com um significado imenso. Me enche os olhos de alegria, me trás paz.

Sei que sou pouco e que sei pouco.
Mas dentro do pouco que sei e que sou
me dou por inteiro.
Mesmo sabendo que nunca verei o homem
que gostaria de ser.

Hoje é dia de sorrisos,
de abraços e beijos
de café com os amigos
trabalho e diversão
hoje é dia de encontros
hoje é dia de ser feliz...

O hábito torna aceitável o pior dos absurdos.

É loucura querer viver um dia à frente do hoje, pois o amanhã é incerto demais para desejá-lo que se faça presente.

"Não pense que o amor, para ser genuíno, tenha que ser extraordinário.
O que é preciso é amarmos sem nos cansarmos de fazê-lo."
"Cada vez que você sorri para alguém, é uma ação de amor,
um presente a essa pessoa, uma coisa linda"

Há entre mim e os meus passos
Uma divergência instintiva.
Há entre quem sou e estou
Uma diferença de verbo
Que corresponde à realidade.

A maior loucura que um homem pode fazer nesta vida é se deixar morrer.

O homem que conversa com uma mulher com segundas intenções jamais vai entender que a primeira faz toda diferença

Tem que haver coerência entre o pensamento, as palavras e as atitudes. Senão, pensar pra quê?

O tempo, esse químico invisível, que dissolve, compõe, extrai e transforma todas as substancias morais.

Machado de Assis
Iaiá Garcia

Acaso

No acaso da rua o acaso da rapariga loira.
Mas não, não é aquela.

A outra era noutra rua, noutra cidade, e eu era outro.

Perco-me subitamente da visão imediata,
Estou outra vez na outra cidade, na outra rua,
E a outra rapariga passa.

Que grande vantagem o recordar intransigentemente!
Agora tenho pena de nunca mais ter visto a outra rapariga,
E tenho pena de afinal nem sequer ter olhado para esta.

Que grande vantagem trazer a alma virada do avesso!
Ao menos escrevem-se versos.
Escrevem-se versos, passa-se por doido, e depois por gênio, se calhar,
Se calhar, ou até sem calhar,
Maravilha das celebridades!

Ia eu dizendo que ao menos escrevem-se versos...
Mas isto era a respeito de uma rapariga,
De uma rapariga loira,
Mas qual delas?
Havia uma que vi há muito tempo numa outra cidade,
Numa outra espécie de rua;
E houve esta que vi há muito tempo numa outra cidade
Numa outra espécie de rua;
Por que todas as recordações são a mesma recordação,
Tudo que foi é a mesma morte,
Ontem, hoje, quem sabe se até amanhã?

Um transeunte olha para mim com uma estranheza ocasional.
Estaria eu a fazer versos em gestos e caretas?
Pode ser... A rapariga loira?
É a mesma afinal...
Tudo é o mesmo afinal ...

Só eu, de qualquer modo, não sou o mesmo, e isto é o mesmo também afinal.

“” O silêncio parece refúgio,
Quando a alma teima em gritar
E mesmo calado
O grito é apenas um eco do desejar
É só uma esperança que tudo dê certo...””

O ano passado não passou, continua incessamente.

Pra mim o viver é Cristo e o morrer é lucro.

Paulo de Tarso
Filipenses 1:21.

O dinheiro não compra felicidade, mas compra momentos felizes.

Nada escapa aos olhos de Deus, nem as suas dores! Ele tem a cura!

A vulnerabilidade é o que me define como ser vivo. É por ser vulnerável que amo. Não tenho cercas na alma. Vivo exposto.
E prefiro.

"" Quem muito quer, às vezes não valoriza o tanto que tem...""

O PUXA-SACO
O puxa-saco é um sujeito desqualificado e sem dignidade, que se degrada sempre mais a cada bajulação. É um traidor em potencial. Não tem lado. Não se ama e, por isso, também não ama ninguém. O que nele parece fidelidade é mera e temporária conveniência. Coitado! É um bosta que devia usar coleira.