Homenagem para meu Irmao de Sangue
AS SUAS ESTRELAS
Mas como é estranho sentir que são suas as Estrelas Senti-las dentro , no sangue, na pele......
Pedaços de céu que você leva dentro do coração....
sem saber o que deve fazer... sem entender quanto deve dar... apenas sentir este Amor.....
Você as ama antes mesmo de vê-las....
Ama-as ainda mais depois,.... assim que nascem.... Estrelas do céu adotadas pelos homens.....
que vêm do céu como Estrelas...... e na terra são abraçadas.....
vivem depois para sempre no seu Coração..... “ Os nossos filhos”..... Paixão.... Grande Amor......
Os recursos naturais são como as veias do planeta; a biodiversidade é como o sangue que as percorre.
Seja a pessoa com sangue nos olhos... Aquela que não se entrega no primeiro obstáculo. Seja a pessoa que não se rebaixa por nada, que sempre está de cabeça erguida e com fé na vida!
Seja uma pessoa diferente de todas as outras..a que não quer ser apenas mais uma das mesmas e sim a que se destaca. Seja sempre forte, corajosa e determinada.
Seja a pessoa que não espera nada de ninguém e nada cair do céu porque realmente nada cai! Seja diferente, faça a diferença, dê o valor que você merece por si mesma. Corra atrás dos seus objetivos e das suas metas porque o mundo não para pra você se levantar, o mundo não para pra que você se conserte dos seus cacos...
Vivendo pela fé no poder do sangue de Jesus Cristo, rejeitando o mal e as experiências de sofrimentos e escravidão.expulsando o mal e denúnciando o pecado e a conspiração de satanás.
Eludir-se
Das vinhas enraizadas
Corria o sangue,
fruto do pecado original,
Sangue corruptível e devasso.
Na gestação, concebeu discursos,
Justificando os vis atos
A seu modo apologético.
Das causas semeou,
Das consequências colheu
Perenes infortúnios.
Baldado o coletivo,
apelava à autocomiseração.
De si lograria, ao menos,
nem que ínfima simpatia.
O paraíso não está aqui.
Cuidado com quem sabe das suas angústias, cuidado com quem entrega a cura de suas feridas. Sangue atrai tubarões.
Viver é uma página de caderno escrito com sangue e ironia: ou se está à margem ou se traduz nas linhas.
"Na arena da vida, o suor, o sangue e as lágrimas não são fraquezas, são os símbolos do preço que se paga por cada conquista."
Na hora travou!
Sangue ferveu!
Coração disparou!
A ferida que achou que fechou, só inflamou
O orgulho até tentou segurar
Mas a lágrima caiu sem avisar
O verdadeiro código não está apenas oculto nos salões secretos, mas no sangue daqueles que ousam buscá-lo.
O Colapso dos Muros da Alma: Uma Peregrinação ao Vazio
Quando os muros erguidos com o sangue da alma desmoronam, não há mais abrigo para os segredos entranhados na carne do ser.
Cada tijolo, moldado pelo sofrimento silencioso de anos, dissipa-se como fumaça ao vento, revelando a nudez crua de uma existência outrora protegida.
Exposto, o âmago do ser torna-se espetáculo: os olhares alheios, alguns compassivos, outros carregados de adagas morais, trespassam a dignidade,
transformando-a em teatro para a condenação ou a piedade.
A verdade, agora desvelada, escorre como um rio sem leito, arrastando consigo os segredos mais sombrios, aqueles que fermentaram nas sombras da alma.
Nesse palco de vulnerabilidade, o ser contempla o paradoxo da libertação:
a mesma verdade que o despoja de suas máscaras também o condena à solidão do julgamento alheio.
Resta-lhe, então, a quietude da inexistência, não como fuga, mas como ato último de soberania.
É o fim de um ciclo que começou na infância, quando o primeiro tijolo foi cimentado com lágrimas,
e o sofrimento tornou-se arquiteto involuntário.
A inexistência, aqui, não é derrota, mas epílogo de uma narrativa escrita em sangue e silêncio.
Bem-vinda, inexistência!!!
Não como abismo,
mas como repouso das perguntas não respondidas.
O ser, agora desintegrado, retorna à quietude primordial,
onde segredos e dores dissolvem-se no vazio que precede até mesmo a linguagem.
Para:
Pais de criação;
Pais de sangue;
Pais de coração;
Mães que são pais;
Pais que já se foram;
Pais de pets;
Feliz Dia dos Pais!
Eu vim para este mundo chutando, gritando e coberto de sangue...E não vejo problema em sair dele da mesma maneira
Vida mais Além -
Quando a morte chegou,
impávida, serena ... gelou-se-me
o sangue nas veias ...
E na eternidade desse instante,
mais alto que todos os instantes,
mais profundo que todas as dores,
peguei-te na mão,
não deixei que partisses!
Chorei nesse instante, chorei de loucura!
Chorei ... chorei ... chorei perdidamente
porque pequei!
Mas tu partiste como quem sente
que a Vida é mais além!
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