Homenagem para meu Irmao de Sangue
Escrevo por instinto e não por razão
Sou aquele animal ferido por uma lança
acuado, revolto, inflamado
Com sua língua lambe a ferida
Sorve seu próprio sangue
A palavra é meu sangue
Escrevê-la é minha língua
#MINHA #ESTRADA
Creio nos anjos que andam pelo mundo...
Creio num céu futuro...
Creio que os inocentes tem pressa em voar...
E eu aqui, cá comigo...
O hei de fazer senão sonhar?
Indago de mim se eu próprio tenho paixão...
E o que há assim no mundo que responda minha indagação?
Um palavra soprada...
Um flor na sarjeta abandonada
Um supremo silêncio...
Nas ruas obscuras e esquecidas...
Cujos espinhos e sangue dão o rumo à minha vida...
Insondável ilusão...
Felicidade cujo crime espero...
Estranha ansiedade que em mim circula...
Sabe-me o sol...
Testemunha-me a lua...
Alongando minha estrada...
Que nem sequer começou...
Só sei que nesse destino...
Vou atrás do que não sei...
Sonhando...
Um dia de cada vez...
Sandrinho Chic Chic
facebook.com/conservatoria.poemas
.
Noite calada, como num lamento...
Foi cena alegre...
Oh quão lembrado estou...
Grande...
Grande Ilusão...
Perdida nos abismos da memória...
Pelas saudades que me aterram...
Durmo...
E o que importa?
Já não vivo em mim...
Chora o vento…
Noites sem brilho...
Noites sem luar...
Dolorido canto deste penar...
Meu olhar se pousou e se perdeu...
Mas por certo, a fé ardente...
Não perdeu a sua viva claridade e persiste...
E na volúpia da dor que me transporta...
Ainda insiste...
Sinto-te longe...
Ó esperança quase morta...
Entre esses vultos falantes porém mudos...
Sou eu mais do que eles...
Ou tenho igual fado?
Um soluço subindo a eternidade...
Coração...
Coração...
Nas veredas da vida a alma não cansa...
Alongo os vacilantes passos...
Sob o julgo do tempo...
Ergo o cálice e blindo...
Sorvendo sublime veneno...
Sangue...
Luar...
Distantes saudades...
Sandro Paschoal Nogueira
Corpo em carne e desejo...
Que alimenta o tumulto do vento...
Voz de inquietação...
Batalhas a meu lado...
Boca seca...
Palpitante coração...
Vem contigo a madrugada...
Meus olhos não se cansam...
A promessa de tua boca de eternidade...
Em surdina dás-me mais vontade...
Passo na rua e nada vejo...
Por que ardo eu até tão tarde?
Quis eu lá saber a tua idade?
Na embriaguez da cisma...
Foste um murmúrio...
Rua deserta...
Mundo mudo...
O sangue...
Festim ruidoso e ligeiro...
E a ilusão que me trouxe e que não invento...
Adubando a flor do desejo...
Seja meu que de ti também serei...
Arde-me a cabeça de vos querer...
Em febre e vagando...
Deixando-me de ser...
Nunca me dissestes seu nome...
Mas a ti conheço bem...
Enquanto na sombra te espero...
Aos olhos alheios não sou ninguém...
Sandro Paschoal Nogueira
Há homens cuja história é escrita com sangue, suor e coragem. Homens que enfrentaram não apenas os fantasmas internos, mas também os perigos concretos, armados, em defesa da lei, da ordem e da vida. Eu sou um deles.
Advogado por vocação, Capitão Reformado da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro por missão, minha jornada não foi traçada em linhas suaves. Estive em muitos combates armados, encarando a violência de frente, onde cada segundo era uma batalha pela sobrevivência e pela justiça. Em meio ao caos, a vida me testou, deixando em meu corpo marcas indeléveis: oito perfurações por projéteis de arma de fogo, cada uma simbolizando uma batalha vencida, uma promessa de nunca recuar.
Essas cicatrizes não são apenas feridas fechadas; são medalhas silenciosas que carrego com orgulho. Elas me lembram do preço da coragem, do valor da proteção e da força de continuar. O peso da dor foi real, mas nunca maior que a determinação de seguir em frente, de transformar cada queda em aprendizado, cada ferimento em força renovada.
Hoje, visto minhas cicatrizes como se fossem asas. Elas não me prendem ao chão; elas me elevam, pois cada marca é uma lembrança de que, apesar de tudo, estou aqui. Estou vivo. Estou de pé. Sou prova de que a luta vale a pena, de que é possível vencer até mesmo quando tudo parece perdido.
Aos que olham para mim e veem as marcas de uma vida vivida na linha de frente, eu digo: cada uma delas conta uma história de superação, honra e amor pela vida. Que elas sirvam de inspiração para que todos, em suas batalhas, internas ou externas, encontrem a força de se reerguer e de transformar cicatrizes em asas.
“Quem paga o pecado é quem vive com o pecador".
Tanto faz para o Vampiro se Você morre.
Depois que sugar todo seu sangue, deixa-lhe a culpa por não satisfazê-lo.
Como um vampiro precisa de sangue... Eu preciso me alimentar da minha própria espécie.
Curiosidade: instinto que leva alguns a olhar pelo buraco do vidro quebrado, e outros a descobrir a América.
Amor de Sangue
Sei que essa paixão é proibida
Os laços de sangue não me permitem te amar plenamente.
No começo pensei que fosse só admiração, sabe?! Mas depois que os sintomas surgiram, eu percebi! Que dali nascia uma paixão avassaladora, um amor inegável, incondicional.
Te amarei pelo meu sangue e por ele te odiarei também.
Por ele nunca te terei, mas levarei você comigo eternamente.
Você que é adotado ou pensa em adotar não se esqueça de que maior que os laços de sangue, são os laços espirituais. Nada acontece por acaso. Antes de nasceremos escolhemos os pais e filhos que queremos para nos ajudar e possamos ajudar na caminhada. Porque, no final, como essa frase linda que o site Espiritismo Kardecista nos mandou: Não existem castigos, existem apenas um tempo para repensarmos a vida que estamos levando, como, também, não existem recompensas, existe apenas o resultado das nossas ações. Para um ou outro resultado existem o nosso livre arbítrio e nossas escolhas.
Eu já vi sangue inocente sendo derramado no chão,
Eu já vi cristãos marchando em nome de Deus propagando ira, ódio e morte. Eu já vi meus irmãos e amigos serem exterminados como se fossem insetos.
Eu já vi um amor sincero machucar uma sociedade inteira,
Eu já vi donos da morte calarem uma humanidade por completa.
Eu já vi todos lutarem contra um garoto que amou outro,
Eu já vi muitos matarem o amor por ele ser diferente.
Eu já vi a ignorância cuspir no meu rosto,
Eu já vi o fim de uma menina que sonhava ter uma vida com outra.
Eu já vi muito erro no mundo que ninguém tem coragem de enxergar porque estão ocupados demais tentando matar quem apenas quer amar.
A carga organótica dos tecidos celulares do sangue determina o grau de suscetibilidade para infecção ou disposição para doenças
Tenho irmãs que não são de sangue. Irmãs que a vida deixou que eu escolhesse. Não nascemos da mesma mãe, não temos o mesmo sangue, nem o mesmo sobrenome. Encontrei elas por um acaso. Como um presente de Deus elas apareceram na minha vida. Cada uma tem seu jeito, não somos iguais nem de longe. Mas o sentimento é verdadeiro e igual para todas. As minhas irmãs eu escolhi a dedo, tive essa oportunidade. A quem diga que irmã é só de sangue, mas pra mim, irmã a gente pode escolher. Eu escolhi. Minhas irmãs são minhas amigas.
A serpente
A chuva respinga a minha alma
Em gotas de sangue coagulantes
Sufocadas pelo ar que pressiona os pulmões
Os olhos de uma serpente esverdeada
Enlaça em meu olhar e transmuta em minhas veias
O veneno de uma sinceridade falida
Um nevoeiro anunciava por trás das frestas
E somente a luz ali pôde passar e avançar
Em cavalos de batalha, mostrando a cena
Um misto de tragédia anuncia o olhar
Gelo glacial nas pálpebras congela o batimento
Um instante de supressão, de cólera espasmódica
A serpente avança com dentes arreganhados e sorriso
Amarelado pela maldade congelante de uma página da história
O instante do tempo: o muro cai e a luz revela a cor do ambiente
Saltam sapos e o mal cheiro da lama azulada de negro
O vento suaviza a alma em choque, em transe....
A calma visão do absurdo, do desamor configurado em bailado
A presa de sangue gargalha no silêncio do anonimato
E figuras, cenas perdidas assombram o presente
De uma idealização, agora nebulosa e massacrada de negro
O homem presa do homem na selvageria da ignorância
Estraçalha as cortinas transparentes em fúria e fulgor eternos
Sorria..... a máscara do palhaço revela-se vampiro ratejante
E assombra os cordeiros desatentos: devorando-os
Vagarosamente e perpetuamente.
Exceto que no escuro, há o iluminar do amor infinito
Da brisa implícita da boa intenção que tudo revela e modela
Nos fantasmas deformados do que se diz humano.
- Relacionados
- Poemas sobre irmão
- Feliz aniversário, meu amor: frases para uma surpresa inesquecível
- Amor de irmão: frases e textos sobre o vínculo fraternal
- Textos em homenagem às mães para expressar carinho, amor e gratidão
- Mensagens para todas as mães (homenagens emocionantes)
- Poesias para Irmão
- Depoimentos Amo Meu Amor
