Homenagem para meu Irmao de Sangue
Ha uma princesa
Que vive em meu coração,
um simples sorriso dela
Faz meu dia ficar o mais feliz do mundo,
Seu jeito especial com um traço único que nunca me faz esquecer quem e ela,
me mostra como se amar uma princesa
e me faz amar o mundo,
Seus cabelos lindos como da rapunzel seu olhos que deixam uma simples troca de olhares numa linda viagem,
Conversar com essa princesa faz meu coração mais leve,
Esses simples atos me faz ficar apaixonado por essa princesa,
E essa princesa me faz ter mais força para seguir meu caminho,
um dia desejo ver essa princesa pessoalmente,
Essa princesa e a mais linda do mundo inteiro,
Sou apaixonado nela
Só de pensar fico apaixonado
Algumas vezes ela nem sai da minha cabeça,
Me distraio as vezes pensando nela
Ela e simplesmente incrível
E essa princesa incrível e linda e voce
Que nunca sai da minha cabeça de tão linda que e
Posso de chamar de oitava maravilha do mundo de tão linda que e,
A coisa que mais quero e ver você feliz
Sempre fui apaixonado por você e sempre vou ser apaixonado por você,
Eu nunca quero te fazer triste ou mal
Porque eu te amo com todo o meu coração,
Você e a princesa mais linda que conheci a mais linda no meu coração sempre será você
Eu vou de admirar mesmo que o mundo diga contrario
Para mim seu sorriso sempre será o mais bonito
Você e meu pensamento mais bonito
E meu sonho mais sincero,
E a princesa que mora em meu coração e para quem sempre vou querer o melhor,
E se amar e um sonho eu nunca quero acordar
E assim, passo a passo, sigo em frente, sabendo que, aconteça o que acontecer, o lugar mais bonito do meu mundo sempre será ao seu lado.
No silêncio do meu quarto
É no silêncio do meu quarto que me transformo em palavras.
Às vezes, meu caro amigo, meu desejo não passa de aspirações literárias, poéticas talvez, românticas sempre.
Sou um romantismo em botão.
Tenho alma de poeta clássico e coração de donzela sonhadora.
Conheço os doces e amargos do sentimentalismo nato, e já fui provedora de todos eles.
E também, vez ou outra, quando me abasta a solidão cabível ao pungente e lascivo transcorrer do tempo, eu me ponho a combinar palavras,
formar versos, montar textos que quiçá traduzam o que sinto.
Tenho no papel um confidente perfeito, com quem compartilho angústias e alegrias sem medo de ser subjugada.
Ele apenas retém os meus sentidos, e isso já me basta.
Quero fazer conhecer a quem, um dia, porventura, venha ser leitor de meus escritos, que sou a mais sensível e suave das mulheres, me desmancho pelo toque, me recomponho pelo olhar, sou artista e plateia ao mesmo tempo; amante e amada.
Recebi do Criador a aflitiva missão de apenas amar, e dela não me queixo, nem me seria digno apontar um quê de reclamação.
É doce morrer de amor.
Ele é tudo e mais um pouco! A cada queda, dúvida ou dificuldade, Deus esteve ao meu lado, ajudando-me a superar obstáculos, crescer e evoluir. Agradeço todos os dias por Sua presença, por ser minha fortaleza e me dar forças para continuar a cada dia.
Proporcionei conforto, dei meu colo, carinho, amor. Dei um lar para as horas vagas. Desliguei-me do mundo. Construí castelos de areia para agradar. Meus anos foram materializados para doação. Deixei meu mundo e vivi o mundo da matéria. Hoje, procuro resgatar o imaterial.
Livre
Sinto-me como um pássaro.
Livre.
Voando em qualquer direção
Meu caminho é sem marco
Sem apelo
Viajo apenas para voar
Não há paisagem e nem cores
Só o rumor da solidão
Não me sinto sozinha, mas desencontrada.
Tenho um referencial para voltar
Apesar de não querer chegar
Vivo sonhando sem rumo certo
Batendo minhas asas
Até cansar
Pouso, então, e descanso
Junto com minha solidão.
Não desisti de tudo. Nem deixei para trás meu sonho. Apenas, dei uma pausa para fazer o que era necessário.
É claro que o tempo é o meu guardião e as horas minha bussola. Só que nada tem importância se eu não estiver alinhada a tudo.
Carta sem endereço
Escrevi em linhas abertas o meu sentimento. Mostrei em palavras o amor que sinto. Escolhi um papel delicado, adornado com borboletas – símbolo de despertar, de alma e de espírito. Minhas mãos tremiam enquanto eu derramava sobre a folha todo meu afeto, meu carinho, minhas intenções.
A carta ficou pronta.
O problema é o endereço.
Não sei onde ele mora.
Talvez more nas lacunas escondidas do tempo, em algum canto perdido entre o momento e espera. Talvez viva dentro do meu peito, oculto nas entrelinhas do que ainda não foi dito.
Dobrei o papel com cuidado, coloquei-o em um envelope e guardei. Quem sabe, um dia, ele entre em contato – e eu possa entregar pessoalmente. Cartas assim, sem data, podem esperar em uma gaveta. E, se não chegar ao destinatário, ao menos aliviam o peso da alma que ama silenciosamente.
Rita Padoin
Escritora
Falésias do Meu Silêncio
Falésias íngremes, no meio do nada, fazem morada. Meu olhar se perde entre o vazio e o instante de inspiração. As rochas parecem mortas, mas, ao observá-las atentamente, vejo que há vida, há história, há beleza, há transformação, há mistério. Isso acontece quando conseguimos abrir as cortinas internas, e captar a essência que ali habita – o verdadeiro remédio da cura.
Cada passo traz a sensação de que estamos lutando por um lugar onde possamos, enfim, nos encaixar. Nos limites do tempo, há um intervalo silencioso à espera de que compreendemos seu ensinamento e sua postura diante da pressa daqueles que tentam seguir sem perceber.
Meus passos estão, a cada dia, mais lentos. Não quero mais correr. Não quero ter pressa. Não quero tropeçar. Quero entender. Quero mudar. Quero viver intensamente, sem ter que olhar para trás e revisitar o passado. Quero um olhar voltado ao futuro – um olhar de sucesso, de vida que me espera.
Hoje, penso apenas no agora e no que está por vir...
Rita Padoin
"Dois Mundos...
"Não te esqueça que vivo
No silêncio que me toma
Meu universo é só meu
E você, o sonho que aconteceu
Uma presença amada
Que me abriu horizontes
Que não trás a ansiedades
Dos aventureiros viajantes
Me tirando das mesmices
Que as rotinas de meus dias
Vindos e se apresentando sem modéstia
Vezes em tristezas... ou alegrias
Ser mouco não é nenhum castigo
Não machuca e nem altera realidades
Trás quereres e desejos de viver
Pois é no silêncio que ouço tuas verdades
Jardim de Luz...
Meu jardim, apaixonado jardim
Chegou em minha casa
Vindo de trem de algum lugar
De um rincão ou de uma ribeira sem fim
Dele, brotavam versos
Construindo silenciosas poesias
Como embarcá-lo de volta
Se nem sei onde nasceu e floresceu
Sem cor, sem flor, sábio das coisas do amor
Se admirava com si e as estrelas
Que flutuavam no negro que foi azul
Quantas vozes ouviu em cada morada
Quantas vezes se apaixonou
Se deleitando no arrepio do vento vindo do sul
Nada era longe, nem roça nem céu
Não conhecia geleiras ou fogueiras
Não temia o que sabia e nem o que desconhecia
Era jardim de alma alva
Dessas que floresce luz em sua raiz
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