Homenagem para meu Irmao de Sangue
MEU JEITO DE SER, POETIZANDO
Meu jeito de chegar,
é pelos cantos.
Meu jeito de falar,
é simples e alegre!
Meu jeito de sorrir,
é fácil e largo!
Meu jeito de olhar, é sempre perceptivo,
mesmo que às vezes: distante.
Meu jeito de sentir é interno,
explorando!
Meu jeito de expressar é calado,
demonstrando…
Meu jeito de amar não é frio,
nem morno...
Meu jeito de pensar é intuitivo,
indagando...
Meu jeito de viver é fantasioso,
acreditando...
Meu jeito de sonhar é acordada,
imaginando!
Minha linha de pensamento não é tênue.
Patrícia Pontes de Moraes Tancler Campos.
Em Paris
"Meu Deus! Quanta beleza..."
exclama o poeta Castro Alves...
Meu Deus! Quanta tristeza...
horror, indignação
achar que a solução está...
nas próprias mãos...
Ou... pior... achar que É a solução.
Eu te amo tanto que até o meu coração chega a doer às vezes por te amar...
Não paro de pensar em ti, até tem vezes que minha cabeça chega a doer.
“A verdadeira riqueza do meu império não está nos trilhões em números, mas na quantidade de vidas que eu reprogramo para nunca mais aceitarem a escassez.”
“O meu império trilionário é construído para provar uma única coisa: que a abundância extrema não é um privilégio do acaso, mas o destino inevitável de quem decide transformar o mundo.”
“As portas que o meu ecossistema abre não são para poucos; são avenidas gigantescas criadas para quem tem a coragem de caminhar lado a lado com a história em tempo real.”
Meu quarto enferruja, meus cigarros queimam e o tempo passa — mas alguma coisa em mim ainda se recusa a desaparecer
Ao reparar a chuva sobre meu rosto eu concebi a eternidade; denotei o infinito como pedaço de um instante.
A falta do ódio é o meu maior manifesto de superioridade emocional: eu sou feito do que eu cultivo, não do que me feriu.
Eu construí meu castelo com as pedras que atiraram em mim,
fiz do silêncio meu elo,
para um novo e forte motim.
Não serei mais o mesmo que antes
eu juro que não serei,
sou agora as minhas variantes
Em tudo que me tornei.
Me reinventei, sim, me refiz
Com a luz que em mim encontrei,
Enfim, me achei, fui feliz,
E para sempre serei.
O meu amor tem calor de Saigon e a paz do teu sorriso, Saigon que ora é verso cantado, ora é o destino vívido.
Minha confiança em Deus é o que faz do meu cansaço, repouso, e de cada queda o ensaio de um novo salto.
Vou soltar o escudo, deixar a espada no chão,trocar o barulho da guerra pela paz do meu ser. pois no fim dessa estrada, a maior lição é saber que parar também é um jeito de vencer.
A sua voz sempre foi meu guia
Tua sabedoria guiava meus dias
Teu colo, o abrigo de toda esperança,
Mantém viva em mim a eterna criança.
Pois não há no mundo amor mais profundo,
Que o teu, que ilumina o meu próprio mundo.
Meu corpo,é um santuário.É o meu mundo!
Sendo meu mundo, sigo minhas regras!
Minhas regras:Tatuar meu corpo!
SINFONIA DO ACORDE
Do meu coração
Restou aquela música. Música linda e
Misteriosa que me
Faz lembrar
Solidamente aquela cifra maravilhosa que foi usada naquela
Larga e linda música.
Sinceramente pensei
Dolorosamente em tocá-la mais uma vez e até podia
Simplesmente sentir sua doce letra, com tanta emoção. Pensei em cantá-la
Laboriosamente para ti.
Soltei-me no espaço musical, tentei Fazer de toda maneira
Minha canção fluir somente para você ouvir o
Restante do verso que fiz
Do simples refrão, veio posteriormente grande inspiração para esta canção.
Quando fala que é cristão, defende a família, a moral e os bons costumes… pego meu demônio e vou embora.
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